Retrospectiva 2015: Adriana Calcanhoto declarou sobre Susana Moraes: "Morreu de mãos dadas comigo. Foi-se o amor da minha vida"

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015 0 comentários

Adriana Calcanhoto, Suzana de Moraes e Mart'nália
(Foto: Cristina Granato/ Agência O Globo - 19.nov.2006)

Adriana Calcanhotto sobre a morte da mulher: 'Foi-se o amor da minha vida'
Cantora se pronunciou sobre a morte de Susana Moraes na tarde desta terça-feira, 27. 'Fui a mulher mais feliz do mundo nestes 26 anos'

A cantora Adriana Calcanhotto se pronunciou sobre a morte da Susana Moares, de 74 anos, nesta terça-feira, 27. Calcanhoto viveu durante 26 anos com a atriz e cineasta, que morreu no Rio de Janeiro em decorrência de um câncer.
Fui a mulher mais feliz do mundo nestes 26 anos em que estive com ela. Uma grande mulher, inteligente, engraçada, culta, amiga dos amigos, que teve uma vida extraordinária, e que viveu cada segundo como nunca mais. Morreu de mãos dadas comigo. Foi-se o amor da minha vida", disse a cantora, de 49 anos.
A atriz e cineasta Susana Moraes morreu nesta terça. Susana, que era a filha mais velha de Vinicius de Moraes e companheira da cantora Adriana Calcanhotto, sofria de câncer no endométrio. Adriana e Susana oficializaram a união no ano de 2010, mas já viviam juntas.

O velório e a cremação do corpo serão no Memorial do Carmo, no Caju, Zona Portuária do Rio de Janeiro.

Susana estava internada na clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio, desde o dia 5 de janeiro de 2015. Segundo assessoria do hospital, a atriz e cineasta morreu por volta das 5h da manhã vítima de infecção respiratória em decorrência de complicações do câncer de útero.

Em setembro do ano passado, a cantora deu entrevista ao programa "Mais Você", da Globo, e falou sobre sua relação com Susana. Na ocasião, Calcanhoto falou, ainda, sobre a luta de sua companheira contra o câncer. "São 25 anos. Dou muita força a ela diariamente."

Susana durante novela 'Verão vermelho'  (Foto:  TV Globo)
Susana durante novela 'Verão vermelho'
(Foto: Divulgação/TV Globo)

Carreira de Susana


Como atriz, Susana participou de produções exibidas pela Globo, como 'Véu de noiva" em 1969, escrita por Janete Clair e dirigida por Daniel Filho, e "Assim na Terra como no Céu" de 1970, de Dias Gomes. Sua último trabalho atuando foi no drama "Perfume de gardênia", dirigido por Guilherme de Almeida Prado, em 1992.

Como diretora, Susana trabalhou nos shows "Adriana Partimpim - Ao Vivo" e "Adriana Calcanhoto - Público". Também produziu o documentário "Vinícius de Moraes - Quem pagará o enterro e as flores se eu me morrer de amores."

Fonte: Ego, por Aline Pollilo, 27/01/2015

Publicado originalmente em 28/01/2015

Retrospectiva 2015: Sedução, beijo e sexo entre Paolla Oliveira e Maria Fernanda Cândido em minissérie "Felizes para Sempre?"

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CENA DE SEXO ENTRE PAOLLA OLIVEIRA E MARIA FERNANDA CÂNDIDO É ELOGIADA: 'LINDA' (Veja vídeos abaixo)

Paolla Oliveira foi novamente o destaque do capítulo desta sexta-feira (30) da minissérie "Felizes para Sempre?", da TV Globo. E, ao seu lado, Maria Fernanda Cândido, que já havia aparecido de lingerie no capítulo de estreia. As duas protagonizaram uma sequência de sexo, com beijo e muita sedução, que foi elogiada no Twitter.

"Paolla e Maria Fernanda realmente abalaram meu emocional", escreveu uma telespectadora. "Que cena linda a da primeira vez de Denise e Marília. Paolla e Maria Fernanda maravilhosas demais", comentou outra. "Elas transando foram os melhores 53 segundos da minha vida", completou um rapaz.

Fãs querem Paolla como rainha de bateria


A repercussão das cenas da atriz é tão grande que fãs dela abriram uma página no Facebook pedindo sua volta ao Carnaval como rainha de bateria. Ela desfilou na Grande Rio neste posto em 2009 e 2010 e, atualmente, boa forma é o que não lhe falta para cruzar a avenida do samba.

Em entrevista ao jornal "O Globo", Paolla contou que faz ginástica, ioga e dança para manter o corpão em dia. Além disso, ela segue uma dieta rigorosa com zero açúcar. "Tenho me privado para estar bem. Ninguém fica magro só de estar feliz, tem que comer direito. Ao longo do tempo, aprendi a tirar o que todo mundo sabe que tem que tirar e sei que aquilo que é muito bom engorda. É um equilíbrio entre todas as coisas", pontuou ela.

Pai de atriz não fica incomodado com cenas

Em entrevista à coluna "Retratos da Vida", do jornal "Extra", o pai de Paolla, José Everardo garantiu não estar incomodado com as sequências protagonizadas pela herdeira. "Estou acompanhando, sim. Ela é muito profissional e tem feito o trabalho com seriedade", opinou ele.

Quem também aprovou as cenas de Paolla em "Felizes para Sempre?" foi o marido dela, Joaquim Lopes. "Tanto ele quanto eu gostamos muito", contou Paolla, em entrevista ao jornal "O Dia". "Ele achou ótimo! Estou fazendo o que estava muito a fim de fazer: uma personagem diferente, com muita energia", disse ela, em conversa com o site oficial da minissérie.




Publicado originalmente em 04/02/2015

Boas Festas e Feliz 2016

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015 0 comentários


Nossa página entra em férias de fim de ano, retornando às postagens atualizadas em 11 de janeiro. Até lá estaremos republicando algumas das postagens mais populares da Um Outro Olhar durante o ano de 2015. 

Desejamos a todas e todos Boas Festas e Feliz Ano Novo!

Como denunciar casos de homofobia

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015 0 comentários



Saiba como denunciar casos de homofobia

As vítimas de atitudes homofóbicas devem procurar ajuda e denunciar os casos. Qualquer pessoa agredida, física ou verbalmente, deve exigir seus direitos e registrar um boletim de ocorrência, além de buscar a ajuda de possíveis testemunhas do ocorrido.
Em casos de agressões físicas, a vítima não deve se lavar nem trocar de roupa, pois elas poderão ser provas em um exame de corpo de delito.

Disque Direitos Humanos

Para quem não se sente confortável ou não possui acesso à uma delegacia de imediato, a denúncia pode ser feita por telefone. Funcionando em todo o território nacional, o Disque Direitos Humanos – Disque 100 é um serviço de atendimento telefônico gratuito, que funciona 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.


O serviço telefônico recebe denúncias anônimas relativas às violações de direitos humanos, em especial as que atingem populações vulneráveis, como a comunidade LGBT, mas também crianças e adolescentes, idosos, deficientes físicos e moradores de rua.

Funcionando em todo o território nacional, o Disque Direitos Humanos – Disque 100 é um serviço de atendimento telefônico gratuito, que funciona 24 horas por dia, nos 7 dias da semana.

O serviço telefônico recebe denúncias anônimas relativas às violações de direitos humanos, em especial as que atingem populações vulneráveis, como a comunidade LGBT, mas também crianças e adolescentes, idosos, deficientes físicos e moradores de rua.

Para fazer uma queixa ao Disque 100, algumas informações são fundamentais. Além do nome da vítima e seu endereço, é preciso informar o tipo violência (física ou psicológica), quem a praticou e também informações sobre atual situação do (a) agredido (a) e se algum órgão responsável foi acionado.

Como ainda não há uma legislação que puna especificamente a homofobia no Brasil, as denúncias no Disque 100 tornam-se fundamentais para mostrar aos nossos legisladores a importância de uma lei neste sentido. O dados do serviço telefônico municiam o Estado em suas políticas públicas de atenção à população LGBT.

Na Internet

Em caso de crimes de ódio via web, a Polícia Federal disponibiliza um site para denúncias. O Governo Federal lançou o site Humaniza Redes, que recebe denúncias contra os direitos humanos e tem opção específica para conteúdo homofóbico.

Humaniza Redes: http://www.humanizaredes.gov.br/disque100/

Regionais

Além dos serviços telefônico e pela internet, existem também os atendimentos regionais de assistência à população LGBT que sofre homofobia.

São Paulo


Estado e município têm em São Paulo serviços de combate à homofobia. Na capital, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo responde pela questão.

Prefeitura: www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/direitos_humanos/lgbt/

Delegacias de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância – DECRADI

Endereço: R. Brigadeiro Tobias, 527 – 3o. andar – Luz – SP/ Tel.: 3311-3555

Rio de Janeiro


O programa estadual Rio Sem Homofobia tem uma série de serviços para quem vive no estado fluminense, como atendimento jurídico, social e psicológico.

A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS) atende aos moradores da capital.

Rio Sem Homofobia: www.riosemhomofobia.rj.gov.br/

CEDS: www.cedsrio.com.br/site/

Minas Gerais

O Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual de Minas Gerais (CELLOS) presta auxilio aos LGBTs, com serviços como o Centro de Referência LGBT de Belo Horizonte (CRLGBT-BH) e o Núcleo de Atendimento e Cidadania à População de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (NAC/LGBT).

CELLOS: www.cellos-mg.blogspot.com.br/

Paraíba

O Núcleo de Combate a Crimes Homofóbicos da Defensoria Pública do Estado da Paraíba atende a todos os casos registrados na Delegacia Especializada Contra Crimes Homofóbicos da Polícia Civil de João Pessoa. Os atendimentos são feitos na sede física, na zona central da capital.

Defensoria:

Avenida Rodrigues de Carvalho, nº 34, Edifício Félix Cahino, Centro de João Pessoa. Das 7h às 16. Telefone: 3218-4503.

Se você conhece algum centro de apoio à comunidade LGBT, que não esteja listado acima, envie um e-mail para minhahistoria@igcorp.com.br .

Fonte: Com informações de IGay, 18/12/2015

Adolescente barrada em festa de formatura por estar de calça e camisa sociais e acompanhada da namorada

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015 0 comentários

Adolescente barrada em festa de formatura por não estar de "traje social"

Jovem homossexual é impedida de entrar em formatura por estar de calça e camisa sociais
Colégio Santa Mônica, em Mogi das Cruzes, diz que estipulou que as vestes seriam "sociais"

Uma jovem homossexual de 16 anos foi impedida de entrar na festa de formatura do Colégio Santa Mônica, em Mogi das Cruzes, na Grande SP, na última sexta-feira (11), por trajar calça e camisa sociais.

Apesar do convite trazer a instrução de uso de "traje social", a jovem foi barrada. A mãe da adolescente fez uma nota de repúdio no Facebook, na qual acusa o colégio de homofobia, uma vez que a filha, por ser mulher, não estava usando vestido e nem maquiada e, por isso, teve sua entrada vetada.


Na publicação, Luciana Guimarães diz que a desculpa usada pelos seguranças é de que a filha "não estava convenientemente trajada para o evento". 
Ela [a filha] me disse que chorou na presença dos seguranças e sentiu-se muito humilhada. Minha filha foi barrada porque não estava de vestido. Foi barrada porque é homossexual e estava acompanhada de sua namorada.
Na página oficial da escola no Facebook, uma nota de esclarecimento foi publicada nesta segunda-feira (14), porém o texto não explica o motivo do veto da entrada da jovem, uma vez que ela trajava roupas sociais.

Em seu post no Facebook, Luana anexou esta foto: o
suposto look que Milena estava utilizando quando foi 
impedida de entrar na festa. Escola nega e diz que a 
jovem trajava jeans, camiseta e mochila. 
Fechar anúncio

Na nota, a instituição diz que "como sempre, é ajustado com as famílias, com antecedência, uma série de questões envolvidas num evento social, como por exemplo, a da vestimenta, que ficou estipulada, por escrito, no convite, como traje social".

A resposta causou desconforto entre os internautas que, no comentários, insistiram que a escola foi preconceituosa, uma vez que a adolescente estava de traje social, porém não de vestido.

"Se a menina estava de camisa, calça e sapato social, qual era o erro na roupa dela?", questiona uma internauta.

Um jovem afirma que estava na festa e que a resposta da escola é vergonhosa.

"Eu estava na cerimônia e presenciei algumas pessoas sem o traje e mesmo assim dentro da festa".

Fonte: R7 Notícia, 14/12/2015, via Caroline Apple 

Cerimônia coletiva de casamento civil LGBT em Belém (PA) conta com 22 casais

terça-feira, 15 de dezembro de 2015 0 comentários

Foram 22 casais que tiveram a união reconhecida pelo Estado (Foto: Carlos Sodré/Agência Pará)

Casais LGBT oficializam união em cerimônia coletiva, em Belém

Cerimônia coletiva de casamento civil homoafetivo conta com 22 casais. Oficialização reconhece direitos e promove segurança jurídica.

Foi realizada na última sexta-feira (11), no Espaço Fuxico, em Belém, a 2ª Cerimônia Coletiva de Casamento Civil Homoafetivo, na qual 22 casais oficializaram a união na presença de familiares e autoridades. A oficialização visa garantir os direitos dos diversos movimentos sociais de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais (LGBT) e promover a segurança jurídica e o reconhecimento aos direitos.

A iniciativa é da Gerência de Proteção à Livre Orientação Sexual, vinculada à Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh), com o apoio das secretarias Extraordinária de Integração de Políticas Sociais (Seips) e de Estado de Saúde Pública (Sespa), além da Fundação Pro Paz.

Em 2012, o Pará promoveu o primeiro casamento civil comunitário homoafetivo do país. Antes, esse tipo de união era firmado apenas por um contrato estável, mas a partir de decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), de maio de 2011, as uniões civis de casais do mesmo sexo passaram não só a entregar certidões, como também garantir direitos, com o reconhecimento e devidos benefícios assegurados.

Segundo o Governo do Estado, este ano o público LGBT já foi contemplado com Cheque Moradia, concessão de créditos bancários e, mais recentemente, a criação do primeiro ambulatório de saúde integral para travestis e transexuais.
A comunidade LGBT comemora a parceria entre o Governo do Estado e a sociedade civil, que têm trabalhado juntos para a transformação da nossa sociedade com políticas sérias, de respeito à população, mostrando que a luta é de todos pelos direitos civis e humanos”, disse o gerente de Proteção à Livre Orientação Sexual da Sejudh, João Augusto Santos.
A oficialização da união garante direitos aos LGBT.
(Foto: Carlos Sodré/Agência Pará)
Conquistas

No fim do ano passado já foi lançada a carteira de nome social para travestis e transexuais, que lhes assegura o direito de serem reconhecidos pelo nome com o qual se identificam. O documento é válido para tratamento nominal nos órgãos e entidades do Poder Executivo. O Pará é o primeiro estado a assegurar no documento os dados civis dessas pessoas. A carteira de nome social, que vem com o número do Registro Geral (RG), é emitida pela Polícia Civil.

Além disso, por meio do programa Credcidadão, este ano 18 microempreendedores da comunidade LGBT foram contemplados com microcrédito em Belém, pela primeira vez desde a criação do programa, que beneficia empreendedores que já estão no mercado de trabalho ou querem dar início ao próprio negócio, com a intenção de gerar lucro e qualidade de vida.

Por meio da Companhia de Habitação do Pará (Cohab-PA), foi iniciada também nova etapa do processo de emissão do Cheque Moradia, com o objetivo de ampliar o acesso de grupos específicos à política habitacional do Estado, estabelecendo uma parceria que assegure também às famílias homoafetivas o direito à moradia digna. O Pro Paz fez este ano ações de cidadania em alusão à 14ª edição da Parada do Orgulho Gay de Belém, com a emissão, gratuita, de carteiras de identidade, de trabalho e social, além da segunda via da certidão de nascimento e casamento. Durante as ações também foram feitos exames de HIV.

Destaca-se, também este ano, a criação do primeiro Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais da região Norte. O espaço oferece ao público de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais serviços, previamente agendados, com psicólogos, enfermeiros, fonoaudiólogos, técnicos de enfermagem, nutricionistas e endocrinologistas. Atualmente, apenas cinco capitais brasileiras têm este tipo de instalação.
No contexto de intolerância em que vivemos, concretizar tantas políticas de inclusão é louvável. Hoje celebramos o caminho para garantir a construção de uma sociedade que respeita as diferenças”, afirmou o presidente da Fundação Pro Paz, Jorge Bittencourt.
O ambulatório funciona no prédio da Unidade de Referência Especializada em Doenças Infecto-Parasitárias e Especiais (Uredipe), no bairro do Telégrafo, em Belém, e é um dos cincos postos com serviços especializados gratuitos no Brasil direcionados a esse público. Na Uredipe é possível fazer ainda exames gratuitos de HIV, Hepatite B e C e Sífilis. Os resultados saem na hora e, quando é o caso, o paciente é logo encaminhado aos cuidados médicos necessários.

Fonte: G1, 13/12/2015

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