Monique Evans vai à polícia contra ataque homofóbico

quarta-feira, 26 de abril de 2017 0 comentários

Monique é casada com a DJ Kaká Werneck
Foto: Reprodução/Instagram

Monique Evans sofre ataque homofóbico na web e avisa: 'Vamos à polícia'

Há três anos vivendo um relacionamento com a DJ Kaká Werneck, Monique Evans, de 60 anos, voltou a ser alvo de ataques homofóbicos nas redes sociais. A mãe de Bárbara Evans, no entanto, decidiu tomar providências e compartilhou uma mensagem ofensiva que recebeu em seu perfil no Instagram. Monique afirmou que desta vez vai recorrer à polícia.
Olha o que recebemos: Depois de quase três anos de relacionamento, ainda sou agredida dessa forma. Isso é preconceito e eu posso e devo processar!!! Não fazemos mal a ninguém, apenas queremos ser felizes. Nos amamos demais e é isso que importa!!!", escreveu a Titia na legenda da mensagem (veja abaixo).


Ao EXTRA, Monique contou que ela e Kaká já têm uma advogada para cuidar do caso.
Vamos à polícia prestar uma queixa. Porque foi muita maldade o que essa pessoa escreveu e isso precisa acabar". "Fazia tempo que a gente não sofria ataques desse tipo. No início tinham muitos, mas depois parou. Mas esse foi forte demais. Além de atacar o meu relacionamento, me chamou de velha. As pessoas precisam aprender a ter mais amor pelos outros".
Fonte: Extra, 24/07/2017

ONU afirma que Brasil não tomou medidas necessárias para combater a discriminação estrutural contra população homossexual

terça-feira, 25 de abril de 2017 0 comentários


Raio-x da ONU apresenta Brasil como país com 'discriminação estrutural'

Genebra, 20 - Um país com uma discriminação estrutural, intolerante, com altas taxas de violência e até com seu caráter secular ameaçado por pressões de grupos e bancadas religiosos dentro da política. Esse é o panorama que relatores da ONU traçam sobre Brasil, no momento em que o governo começa se preparar para ser sabatinado nas Nações Unidas sobre a situação dos direitos humanos no País.

Governos de todo o mundo são obrigados a passar por uma Revisão Periódica Universal, um mecanismo criado nas Nações Unidas para examinar todos os aspectos de direitos humanos nos países de forma regular.

Para se preparar para o questionamento, a entidade elaborou um raio-x completo sobre a situação brasileira nesse período desde o último exame do País, em 2012. No documento, ela compila os resultados de investigações de relatores independentes, grupos de especialistas e missões realizadas no País nos últimos cinco anos. As conclusões apontam para sérias violações.

Uma das preocupações dos relatores da ONU se refere à situação da discriminação e desigualdade "estruturais" na sociedade. Apesar de diversos avanços sociais, o informe insiste que "milhões de pessoas continuam a viver em ambientes insalubres, sem acesso à água e saneamento". Os maiores problemas estariam nas regiões Norte e Nordeste. No caso da saúde, o relatório também aponta como "desigualdades impedem que as populações mais vulneráveis tenham acesso efetivo aos tratamentos de saúde".

Segundo a entidade, relatores alertaram para a situação dos homossexuais no País. De acordo com o informe, ainda que o Brasil "não criminalize atos homossexuais, relatos indicam que ele tem um dos maiores níveis de violência contra lésbicas, gays e bissexuais".

Os relatores afirmam estar preocupados com a remoção de estratégias que tinham como objetivo eliminar a discriminação baseada na orientação sexual e raça de planos educacionais em alguns Estados.
O Brasil não tomou medidas necessárias para combater a discriminação estrutural contra esse grupo", alertou.
Se o Brasil adota uma postura de liderança no cenário internacional quando fala dos direitos dos homossexuais, a ONU alerta que a realidade doméstica ainda é de problemas. 
O Congresso criou desafios adicionais aos direitos de lésbicas, gays, bissexuais", indicou. Segundo a entidade, ganha apoio entre deputados e senadores ideias que excluam esse grupo do conceito de estatuto da família, enquanto chega a ser proposto o dia do orgulho heterossexual.
Religião

Essas propostas no Congresso também apontariam para outro fator que vem preocupando os relatores da ONU: "a dominância cada vez maior de certos grupos religiosos e que sua concentração no poder podem ter um impacto negativo sério no caráter secular do Estado brasileiro".

O documento cita iniciativas legislativas e até de emendas constitucionais dando mais poder a associações religiosas e a possibilidade de desafiar a constitucionalidade de certas leis.

O relatório não cita os nomes dos grupos religiosos envolvidos nessa concentração de poder. Mas indica que a entidade está ainda preocupada com "o assédio, intimidação e até violência contra pessoas de religiões afro no Brasil, incluindo a vandalização de locais de culto".

No documento que serve de referência para o informe que será apresentado em maio, a ONU usa os dados coletados pela relatora especial Rita Izsák. Em seu levantamento de fevereiro de 2016, ela aponta como membros de religiões afro tem visto os grupos evangélicos como uma ameaça à liberdade religiosa. "Muitos frequentadores de terreiros apontam que são assediados por evangélicos, incluindo por esforços de conversão agressiva e a distribuição de panfletos em locais de culto".

Negros

Um dos temas centrais que será debatido na sabatina é a violência "generalizada" e muitas vezes cometidas pela Polícia Militar e forças de segurança contra minorias. Mas nos dados compilados, a entidade deixa claro que está preocupado com a dimensão racial dessa violência. "Dos 56 mil homicídios que ocorrem a cada ano, 30 mil envolvem vítimas de 15 a 29 anos de idade, dos quais 77% são afro-brasileiros", diz.

Usando outro dado do Grupo de Especialistas sobre Povos de Descendência Africana, o informe alerta para o foco excessivo da violência policial contra negros. O mesmo grupo ainda destaca que essa mesma população está "sobre-representada em empregos de baixa qualificação e nas prisões". O informe também denuncia o número baixo de mulheres negras em posições de poder e a "desigualdade persistente em termos de acesso a empregos".

No que se refere à pobreza, o documento aponta que ainda são os afrodescendentes os mais afetados. De 16 milhões de brasileiros que vivem em extrema pobreza, 70% são negros.

Os relatores da ONU admitiram que houve um progresso econômico "significativo" no Brasil nas últimas décadas. "Mas enquanto programas como Minha Casa, Minha Vida e Bolsa Família ajudaram muitas das comunidades, a desigualdade para afro-brasileiros continuou".

O que preocupa ainda os relatores da ONU é que os planos de congelar gastos públicos por 20 anos são "incompatíveis com as obrigações de direitos humanos do país", principalmente diante desse cenário ainda de desigualdade.

Uma situação de desigualdade também é registrada na educação. De acordo com o informe, 64% dos afrobrasileiros não completam a educação básica. Segundo a Unesco, ainda que o Brasil tenha aumentado de forma "significativa os investimentos em educação na última década, o País ainda enfrenta desafios maiores no financiamento da educação".

O relatório também aponta que "ainda que ações afirmativas tenham sido implementadas com sucesso no Brasil, as desigualdades raciais persistem no sistema educacional". "Se as cotas inicialmente permitiram o acesso à educação universitárias, os custos associados a isso ainda tornam a educação difícil aos estudantes", aponta. Com base nos informes do Grupo de Trabalho, o relatório aponta que existem ainda preocupações sobre o treinamento de professores e a oposição a ensinar a cultura afrobrasileira nas escolas.

Outro grupo que sofre também são os indígenas. Para os relatores da ONU, existe um "fracasso do estado em proteger as terras desses povos de atividades ilegais", enquanto os cortes de orçamento na Funai podem representar uma ameaça.

Tortura

Na sabatina, o governo brasileiro ainda terá de responder pela situação das prisões brasileiras. De acordo com o informe, existe um "consistente e repetido" cenário de tortura por parte da polícia, além da falta de independência de institutos médicos forenses.

Em um esforço para lidar com a crise nas penitenciárias, os relatores da ONU sugerem a ampliação de penas alternativas. "A falta de saneamento e superlotação transformaram as prisões em locais onde a prevenção de doenças é um desafio permanente", disse.

Lembrando de massacres em prisões em janeiro deste ano, o documento também aponta como os relatores estão "profundamente preocupados com os incidentes de extrema violência, incluindo homicídios, entre detentos".

Fonte: Em.com.br Nacional, via Agência Estado, 20/04/2017

Rock Story, nova novela das sete, terá romance entre mulheres

segunda-feira, 24 de abril de 2017 0 comentários

Vanessa (Lorena Comparato) e Bianca (Mariana Vaz) formarão casal em Rock Story

Vanessa (Lorena Comparato) e Bianca (Mariana Vaz) vão se apaixonar em Rock Story. As duas se aproximarão porque a ex-secretária de Lázaro (João Vicente de Castro) começará a trabalhar na gravadora Som Discos. A assistente de Diana (Alinne Moraes) perceberá que sente algo a mais pela colega quando sua adoração pela chefe acabar. "Isso mudou, Bianca, e muito por sua causa", constatará.

Bianca será contratada como secretária de Gordo (Herson Capri) no capítulo da próxima quinta (27). A partir daí, nascerá uma amizade que evoluirá aos poucos para um romance.

Em uma das primeiras conversas das duas, Bianca revelará que nunca esteve tão encantada por uma garota.
Eu tive uns namorados, há muito tempo, mas entendi logo que não era a minha", contará.
Vanessa também confidenciará que só viveu uma paixão platônica por Diana.
Eu sei que vou parecer uma louca dizendo isso, mas essa minha maluquice com a Diana, a palavra é essa, maluquice, essa adoração doida tomou minha vida toda. Não consigo me interessar por ninguém há anos", dirá.
Bianca lamentará não ser correspondida, mas é aí que Vanessa revelará que também está gostando dela.
É como se eu tivesse acordando de um sonho muito demorado. Estou vendo a Diana com outros olhos, como a pessoa cheia de defeitos que ela é, estou vendo que ela não me faz bem. Agora eu tenho alguém pra comparar, né? Você me faz bem. Muito", falará.
O roteiro prevê troca de olhares, sorrisos, mas não indica nenhum gesto de carinho nem beijos entre as duas.

Fonte: Notícias da TV, por Daniel Castro, 21/04/2017

Campo de concentração para gays na Chechênia assusta o mundo civilizado

quarta-feira, 19 de abril de 2017 0 comentários


Chechênia mantém ‘campo de concentração’ para torturar gays

BUDAPESTE, 12 ABR (ANSA) – A polícia da Chechênia foi acusada de prender homossexuais e manter um campo de concentração secreto para torturas e assassinatos. O caso, divulgado pelo jornal russo “Novaya Gazeta”, repercutiu na Europa nesta quarta-feira (12), com autoridades políticas e ONG’s de direitos humanos exigindo respostas às denúncia. De acordo com o jornal, mais de cem homens já teriam sido vítimas das prisões ilegais feitas pelos policias, somente por serem gays. O centro de detenção está localizado na cidade de Argun. 

A publicação apontou ao menos três assassinatos no centro de detenção, mas fontes locais afirmaram que o número pode ser “muito maior”, isso porque ainda vigora na Chechênia a cultura do “crime de honra”. 

ONG’s locais afirmam que muitos homossexuais, depois de presos e torturados, são “devolvidos” para seus familiares para que a própria família os execute para “limpar” a imagem na sociedade. 

Em outros casos, as famílias são obrigadas a vender apartamentos, casas e bens para “pagar o resgate” dos homens presos. 

A perseguição aos gays teria começado em fevereiro no país, quando a polícia prendeu um homem que estava drogado e encontrou fotos e vídeos homossexuais em seu celular. Os policiais, então, começaram a caçada, deixando o telefone do detido ligado propositalmente e, a cada homem que o telefonava, os agentes saiam para prendê-lo. 

Testemunhas e ex-prisioneiros relataram torturas com corrente elétrica dentro do centro de detenção, além de agressões com bastões, canos de plástico e socos. 

A denúncia gerou polêmica na Europa. O presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados da Itália, Fabrizio Cicchitto, pediu que o governo italiano intervenha na situação e pressione a Rússia para interromper as práticas na Chechênia.
Naquela região, existe um problema mais geral de liberdade que atinge também os opositores aos regimes, os quais são tratados de maneira desumana”, comentou.
Mas os políticos chechenos, como o porta-voz do presidente Ramzan Kadyrov, Alvi Karimov, definiu a denúncia como “uma absoluta mentira” e alegou que não há gays no país.
Não é possível prender ou perseguir pessoas que simplesmente não existem na nossa república”, disse o representante do líder checheno, ligado ao governo russo. “Se existissem pessoas assim na Chechênia, as forças de ordem não teriam problema nenhum, porque seriam os próprios familiares a mandá-los para aquele lugar sem volta”, completou. 
A Chechênia é um país da região do cáucaso russo e palco de instabilidades políticas. (ANSA)

Fonte: Isto É, Ansa,12.04.17 

Segundo imprensa russa, este seria o local onde gays estariam sendo presos

E a Avaaz está promovendo um abaixo-assinado contra esse absurdo. Assine a petição da Avaaz clicando no link abaixo:
Ao Presidente Putin e todas as autoridades russas:
"Como cidadãos globais preocupados com esta situação, nós pedimos que Vossas Excelências parem com a repressão contra os gays na Chechênia e defendam os valores de justiça e tolerância."
Mais informações:

A Chechênia abriu o primeiro centro de tortura para gays do mundo, e é tão horrível quanto parece. Homens estão sendo eletrocutados, torturados até que revelem nomes de outros gays e espancados tão violentamente que muitos já morreram. 

Perseguir gays e colocá-los em prisões é algo que só nazistas fariam. É terrivelmente triste e revoltante, mas existe um maneira de acabar com isso.

A Avaaz irá fortalecer o pedido de ativistas locais na imprensa e usar nosso apelo internacional para colocar um fim nesta repressão. Assine a petição clicando neste link e espalhe-a para todos. Vamos chegar a um milhão de assinaturas!

Para mais informações sobre o tema, acessar o Russian LGBT Network

Casal vítima de homofobia em Curitiba recebe apoio de amigos e futuros vizinhos

terça-feira, 18 de abril de 2017 0 comentários

Amigos do casal e moradores da região realizaram um protesto contra homofobia neste sábado (15) (Foto: Everson Moreira/ RPC Curitiba)
Moradores do bairro Água Verde, em Curitiba, se unem contra o preconceito

Amigos de casal vítima de homofobia realizam protesto em Curitiba
Jornalista e servidor público foram surpreendidos com panfletos jogados na rua onde irão morar; polícia apura quem é o responsável pelo material.

Praça Guanabara, que fica no bairro Água Verde, em Curitiba, foi palco de um protesto contra a intolerância neste sábado (15). O ato foi uma demonstração de solidariedade a João Pedro Schonarth e o companheiro dele Bruno Banzato que foram alvos de panfletos homofóbicos.

Os papeis foram distribuídos na rua onde o casal constrói a casa em que viverá. João Pedro e Bruno registraram Boletim de Ocorrência, e a polícia investiga quem é o responsável pelo material.

Os folhetos têm fotos de casais homossexuais aleatórios, com os dizeres: "se fazem isso em público, imaginem o que fazem quando estão a sós ou com amigos mais próximos ou com as pessoas próximas a você", e indicam o endereço do casal classificado por quem escreveu como "o endereço da baixaria".

Diante do carinho dos amigos e dos futuros vizinhos, João Pedro e Bruno se sentiram acolhidos.
Aquela primeira impressão não vai ficar. Pelo contrário – a gente percebeu que é uma pessoa, talvez, que gerou essa onda de ódio, mas ela foi abafada, ela não existe mais”, disse João Pedro. Ele comentou que, em meio ao protesto, diferentes pessoas os procuraram para dar um abraço, sinalizando que o casal é bem-vindo ao bairro.
Nós, gays, estamos e vamos estar aonde a gente quer estar, e a sociedade deve se abrir para isso. A gente tem que dar o apoio para que as pessoas diferentes sejam integradas. Nós temos muito mais em comum do que de diferente”.
Para João Pedro, a comunidade LGBT precisa ser acolhida por todos. Ele acredita que a sociedade deve olhar para o lado e ver que a pessoa que está ali pode estar sofrendo.
É muito positivo pensar que ao mesmo tempo que alguém pode fazer uma agressão tão gratuita para a gente, [é possível] juntar pessoas gratuitamente que vieram até aqui na praça para demonstrar apoio e solidariedade para uma causa que é acabar com o preconceito, de todas as formas. A homofobia foi a que a apareceu para a gente, mas na nossa sociedade o preconceito tem várias formas e várias caras”, disse João Pedro.
Bruno afirmou que se sente tranquilo em saber que as pessoas ainda assumem uma causa para si e têm solidariedade. "Isso aqui não tem preço", acrescentou.
Ele destacou que o casal não vai desistir de descobrir quem foi o responsável pelas ofensas.
Claro que a gente vai continuar tomando as providências legais, a gente está esperando que a polícia descubra quem fez isso, que essa pessoa seja processada, punida, que pague moral e criminalmente”.
Carinho dos amigosEdnubia Ghisi, amiga do casal, foi quem tomou a iniciativa de organizar o protesto.
O que é importante é a gente conseguir viver com dignidade, respeitando essa diversidade que existe na sociedade”.
Ela falou sobre a tristeza que sentiu ao ver o panfleto homofóbico.
A gente sabe o quanto eles estão se esforçando para conseguir se mudar, para receber o filho deles, que estão chegando agora e eles vão adotar, então, a gente imaginou o que é ser recebido por vizinhos tão próximos desta maneira. Ser recebido com ódio, quando você está se esforçando...”
Fonte: G1 PR, Curitiba, 15/04/2017 

Casal de mulheres lésbicas engravida e dá à luz quase ao mesmo tempo

segunda-feira, 17 de abril de 2017 0 comentários

Alison Castree e Catherine Barlow (Foto: Reprodução/Facebook)

Casal de lésbicas fica grávida ao mesmo tempo e dá à luz com pouca diferença de tempo

Alison Castree e Catherine Barlow sempre sonharam em serem mães, mas nunca imaginariam que este milagre aconteceria com elas ao mesmo tempo

Boa parte das mulheres sonha em ser mamãe, mas ter um filho junto com sua namorada/esposa seria incrível, não? Foi o que aconteceu com o casal de lésbicas Alison Castree e Catherine Barlow, que mora na Inglaterra. As duas ficaram grávidas juntas e deram à luz com apenas três semanas de diferença.

De acordo com o jornal britânico "The Sentinel", tudo começou quando Alison e Catherine decidiram que já era hora de aumentar a família. A escolhida para conceber a criança, usando a inseminação artificial, foi Cath, mas algo não estava dando certo e ela não conseguia ficar grávida. Foi aí que Alison entrou no jogo, também fez a inseminação e as duas descobriram que ambas estavam grávidas. Detalhe: do mesmo doador!

Segundo Alison, elas escolheram juntas um doador de esperma em um site especializado, pagaram 10 libras (R$ 40) de taxa e receberam um kit para fazer a inseminação em casa.
Nós encontramos um doador e, em seguida, até conhecemos ele depois de três ou quatro meses. Nós o escolhemos por causa de seus antecedentes: é um professor universitário, então é muito inteligente, o que chamou muito nossa atenção. Agora nossos bebês têm o mesmo pai, então estão ligados um com o outro", falou.
Durante a gravidez, elas tiveram os mesmos desejos, como maçãs e batatas fritas, e Cath chegou a ter sangramento, mas tudo não passou de um susto.
Alison foi a primeira a dar à luz Lacey Castree-Barlow no dia 1º de outubro de 2016, após um trabalho de parto de 13 horas. Apenas três semanas depois foi a vez de Catherine correr para a maternidade e dar à luz Vinnie Castree-Barlow no dia 22 de outubro.
Foi um pouco chocante quando nós duas ficamos grávidas juntas. Era como se todos os bebês tivessem vindo ao mesmo tempo. É bom ter compartilhado essa experiência e nenhuma de nós perdeu nada. Tudo é ótimo com os bebês - nossa pequena família está completa", comemorou Cath.
O pai

As duas ainda mantém contato com o doador do esperma e pretendem apresentá-lo às crianças se elas assim desejarem. Alison e Cath também vão contar toda essa história para os dois assim que eles tiverem maturidade para isso. 
Obviamente que a gente sabe que quando eles forem para a escola algumas crianças podem ser cruéis, mas, neste dia e idade, será muito diferente. Temos que enfrentar isso quando chegarmos lá", finalizou Alison.
Fonte: Glamour, 15/04/2017 

 
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