• Eleições 2014

    Aécio Neves declara que vai incluir comunidade LGBT em seu governo e lutar por seus direitos

  • Nos EUA

    Suprema Corte aprova casamento LGBT em cinco estados

  • Dilma Roussef

    Criminalização da homofobia mas só da boca para fora

  • Horóscopo Mensal

    Horóscopo de outubro (2014)

Ex-funcionária receberá indenização de R$ 20 mil por homofobia sofrida em empresa de Cubatão

quinta-feira, 23 de outubro de 2014 0 comentários

Ex-funcionária receberá 
indenização de R$ 20 mil

Justiça condena hospital e terceirizada em Cubatão por homofobia


A Justiça do Trabalho determinou que o Hospital Ana Costa e a empresa In Service (razão social Peres e Donato), prestadora de serviços de limpeza para a unidade de Cubatão, indenizem Ana Paula Silva, por danos morais, em R$ 20 mil. Ela é ex-funcionária da terceirizada e alegou ter sofrido preconceito por ser homossexual. Cabe recurso.

A decisão foi proferida pelo juiz do Trabalho substituto da 5ª Vara do Trabalho de Cubatão, Xerxes Gusmão. Ana também poderá ter direito à adicional de insalubridade no valor de 40% do salário mínimo ou multa normativa no valor de 20% do salário mínimo.

O episódio citado no processo aconteceu no ano passado. Ana Paula, que tem 40 anos e mora em Santos, procurou o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Asseio e Conservação de Cubatão, Praia Grande, São Vicente, Santos, Guarujá e Bertioga (Sindilimpeza), alegando que não suportava mais as humilhações que sofria de sua chefe.
Comecei a namorar uma funcionária da empresa terceirizada. Ela (a chefe) me trancou na sala e colocou o dedo no meu rosto dizendo que era cínica, pois tinha que ter falado que havia começado a namorar a minha funcionária (Ana Paula tinha um cargo superior ao da pessoa com que se relacionou). Aí não aguentei e procurei o sindicato. Eu chorava demais”, disse a A Tribuna.
A vítima relata que um dos episódios que mais a marcaram negativamente aconteceu quando ela se reuniu com outras funcionárias, e sua acompanhante lhe telefonou. Naquele momento, teria escutado uma série de impropérios.
“Foi o único caso de homofobia que aconteceu na minha vida. Sou bem sincera no que faço e falo o que sou”.
No processo, Ana Paula foi representada pelo Departamento Jurídico do Sindilimpeza. Apesar da possibilidade de recurso da parte perdedora, a presidente da entidade, Paloma Santos, não acredita que a decisão seja revertida.

Posicionamento

Em nota, o Hospital Ana Costa explica que o caso refere-se a uma funcionária de empresa terceirizada, que não é, portanto, colaboradora da instituição. O hospital informa não ter sido intimado da decisão judicial e repudia práticas homofóbicas.

Um dos sócios da empresa In Service, Paulo Peres, afirma que a chefe acusada de homofobia por Ana Paula Silva já foi “desligada” da instituição. Ressalta que a empresa também repudia qualquer tipo de preconceito e promove ações de conscientização contra atos do tipo. Contudo, destaca que In Service não foi notificada e analisa que medidas tomará.

Fonte: A Tribuna On-line, 14/10/2014

Lesbianidade nos tempos da Inquisição

quarta-feira, 22 de outubro de 2014 0 comentários


O amor entre mulheres nos tempos da Inquisição


A Inquisição perseguia aqueles que praticavam a sodomia, também conhecida como “abominável pecado nefando”. Nos tempos medievais, a expressão significava “excessos” na vida sexual, ou seja, tudo que fugisse ao que a Igreja considerava natural. A partir do século XIII, sodomia passou a ser entendida como “coito anal” entre homens ou entre homens e mulheres, mas ainda podia ser interpretado como relações entre pessoas do mesmo sexo. No século XVII, o Santo Ofício decidiu que o alvo de suas investigações seriam os homens, ou seja, os pecadores que deveriam ser mais duramente punidos eram os homens homossexuais. E as mulheres que amavam mulheres? Como a Inquisição agia em relação a elas?

Houve uma certa tolerância com os amores homoeróticos femininos na Europa. Não havia muitos relatos desta prática, e a maioria ocorria na vida da corte ou nos conventos. No Brasil, durante a primeira Visitação do Santo Ofício ao Nordeste (1591-1595), 29 mulheres foram arroladas por Heitor Furtado Mendonça como sodomitas. Segundo Ronaldo Vainfas, (“Homoerotismo Feminino e o Santo Ofício”, em História das Mulheres no Brasil), tais comportamentos eram difíceis de se distinguir das práticas do cotidiano feminino da Colônia. “Por outro lado, muitos namoricos não passavam de experiências de moçoilas recém-saídas da puberdade. A maioria das relações confessadas envolvia meninas de 9 e 10 anos, ou moças donzelas de 18 a 20 anos”, diz.

Várias mulheres adultas, casadas ou viúvas, também confessaram intimidades com amigas de infância. A viúva Madalena Pimentel, 46 anos, admitiu que quando moça tivera “contatos carnais” com meninas de sua idade. Guiomar Pisçara, 38 anos, casada, contou que, aos 13 anos, deleitava-se com uma escrava da família, uma “negra ladina Guiné”, chamada Méscia.

Vainfas também relata que havia mulheres casadas que preferiam o amor de outras mulheres. A mameluca Maria de Lucena, 25 anos, é um exemplo interessante. Solteira, mas cortejada por homens, Maria dormia “carnalmente” com escravas da casa, negras e índias, e foi flagrada diversas vezes cometendo o “delito”. Surpreendida em uma ocasião, gritou que fazia aquilo por gosto e não “por falta de homens”.

Um caso rumoroso, conta o autor, foi de Francisca Luiz e Isabel Antônia. Esta teria vindo de Portugal degredada por pecar com outras mulheres e tinha o apelido de “a do veludo” porque “todos sabiam que usava um instrumento aveludado em suas relações sexuais”. O romance foi complicado. “Tornou-se escândalo público, sobretudo, depois que Isabel resolveu sair com um homem”. A amante não se conteve e a esperou Isabel na porta de sua casa, depois de um destes encontros. Houve gritos, xingamentos e até agressão física, além de muito alvoroço por parte dos vizinhos.

Felipa de Souza, da Bahia, foi uma das mais famosas “sodomitas” da época. Confessou ter tido seis parceiras nos oito anos que antecederam à Visitação do Santo Ofício. Ela foi condenada ao degredo, após ser açoitada pelas ruas. “Dos raríssimos processos de sodomia feminina julgados pela Inquisição Portuguesa, a maioria é proveniente da visitação de Heitor Furtado. Nas décadas seguintes, nenhuma mulher seria processada por sodomia no Reino ou na Colônia. E, lá pela metade do século XVII, a Inquisição praticamente abriria mão da jurisdição sobre este crime, considerando que as mulheres eram incapazes de praticá-lo por razões anatômicas”, diz Vainfas.

Podemos notar que as mulheres eram mais discretas em suas relações homoeróticas e, salvo algumas exceções, raramente eram flagradas durante os atos “pecaminosos”. Outra questão, é o relativo desinteresse da Igreja por este tipo de comportamento, que era, muitas vezes, ignorado pelos inquisidores. A sexualidade feminina era um mistério naqueles tempos, e, muitas vezes, causava medo e curiosidade nos homens.

- Márcia Pinna Raspanti.

Fonte: História Hoje, 20/10/2014

Vereador do sul da Bahia agrediu namorada da filha

terça-feira, 21 de outubro de 2014 0 comentários

Vereador é suspeito de agredir namorada da filha
(Foto: Reprodução/TV Bahia)

'Criei para casar com homem', diz vereador que agrediu parceira de filha

Edmílson Freitas é acusado de atacar jovem ao flagrar relacionamento.

Agressão ocorreu no dia 7 de outubro, em Firmino Alves, no sul da Bahia.O presidente da Câmara de Vereadores do município de Firmino Alves, no baixo sul da Bahia, suspeito de ter agredido a namorada da filha mais velha, de 18 anos, após ter flagrado as jovens juntas no quintal de casa no dia 7 de outubro, confirmou que é contra o relacionamento das duas, mas que atacou a jovem porque confundiu as duas com ladrões, já que o local estava escuro.

Em depoimento à polícia, a namorada da filha do vereador Edmílson Freitas contou que foi agredida com pauladas na cabeça e que filha do edil foi ferida com facão. A vítima relata que foi puxada pelos cabelos, teve o dedo quebrado e ainda apresenta outros hematomas pelo corpo.

"Havia tido casos de roubo de galinha no meu quintal, então eu estava desconfiado que poderia ser um ladrão de galinha. Quando saí na janela que eu olhei para o quintal, eu vi uma sombra passando no muro, no escuro. Eu tomei logo um susto de primeira, me arrepiei todo e perguntei:' Quem é você?' E essa pessoa continuou calada, estática e me olhando. Eu peguei o facão e desci para me defender. Aí eu vi duas pessoas correndo. Foi na hora que eu soltei o facão no escuro. Eu bati nas pernas das duas. Quando elas foram pular as táboa [sic], que a menina veio de lá para cá, que ela entrou pelo quintal do prefeito e depois pulou essas táboas para entrar no meu quintal, foi a mesma táboa que elas iam pular de volta, que eu percebi que era minha filha e ela. Queria dar uma surra na minha filha, vou ser sincero. Eu queria dar uma surra porque eu percebi o que estava acontecendo", relatou o velerador.

Edmílson Freitas afirma também que é contra o relacionamento das duas. "Eu sou contra, eu não aceito. Porque eu criei minha filha para casar com homem e ter filhos e eu ser avô", disse.

Depoimento

À polícia, a filha do vereador confirmou o namoro com a adolescente de 16 anos, mas não quis falar sobre as denúncias de agressão apresentadas pela namorada. A esposa do presidente da Câmara relatou que, no dia do episódio, escutou barulho no quintal e pensou que alguém estivesse assaltando as galinhas. Logo em seguida, ela disse que já encontrou marido e filha dentro de casa.

Já a mãe da adolescente que fez a denúncia, Rosenildes da Silva, que também é conselheira tutelar, afirma que a agressão só acabou quando uma colega de trabalho, que é parente da família do vereador, chegou ao local.

A delegacia de Itororó, que investiga o caso, afirma que irá indiciar o vereador por agressão à mulher, por meio da Lei Maria da Penha.

Fonte: G1, 17/10/2014

Prefeito de Roma aprova casamentos LGBT

segunda-feira, 20 de outubro de 2014 0 comentários


Prefeito de Roma aprova casamentos de gays e enfurece Igreja Católica

O prefeito de centro-esquerda de Roma reconheceu neste sábado a validade de 16 casamentos gays realizados fora da Itália, provocando a irada do ministro do Interior e da Igreja Católica Romana do país.

"Hoje é um dia esplêndido", disse o prefeito Ignazio Marino na prefeitura de Roma onde registrou o casamento de 11 casais do sexo masculino e seis do sexo feminino.

Embora o casamento gay seja ilegal na Itália, algumas cidades têm permitido que casais homossexuais casados ??legalmente em outros países registrem suas uniões em prefeituras, quando retornam, assim como fazem casais heterossexuais que se casam fora da Itália.

O reconhecimento é importante porque pode ajudar um parceiro herdar a propriedade do outro e afeta benefícios para a saúde, seguros e pensões.

A questão é altamente polêmica num país onde a Igreja tem considerável influência sobre a política, e divide o governo de coalizão de esquerda-direita do primeiro-ministro Matteo Renzi.

Uma pesquisa feita no ano passado mostrou o casamento gay foi apoiada por apenas um quarto da população da Itália. A mesma pesquisa mostrou que mais de 85 por cento apoiaram o reconhecimento das chamadas "uniões civis" para dar parceiros do mesmo sexo mais direitos.

Maurizio Gasparri, um senador do partido de oposição Forza Italia, do ex-primeiro-ministro Silvio Berlusconi, disse que Marino estava "desafiando a lei" e deveria renunciar.

A Conferência Episcopal da Itália, associação nacional dos bispos, emitiu um comunicado em tons semelhantes.

"Tal presunção arbitrária, colocada em exposição aqui em Roma, agora, é inaceitável", disse, em uma aparente referência a uma grande assembléia de bispos de todo o mundo que aconteceu no Vaticano nas duass últimas semanas.

Um pequeno grupo de manifestantes fora da prefeitura gritava "vergonha" e "palhaços" e levantou cartazes dizendo "Não ao casamento gay."

(Reportagem de Gavin Jones)

Fonte: Exame, 18/10/2014

Carta aberta LGBT ao presidenciável Aécio Neves

sábado, 18 de outubro de 2014 0 comentários


Por iniciativa de ativistas individuais, de organizações não-governamentais e de integrantes de núcleos LGBT dos partidos apoiadores da candidatura Aécio Neves, foi aberto, no Facebook, o grupo LGBT com Aécio Neveshá cerca de uma semana. O grupo redigiu uma carta aberta ao presidenciável tucano reforçando seu compromisso com as demandas da população LGBT, já assumido em seu programa partidário, e solicitando sua atenção para novas sugestões complementares. Abaixo segue a carta que pode ser endossada, ao final do texto, clicando em Carta aberta de LGBT com Aécio Neves.

Carta aberta de LGBT com Aécio Neves

As representações partidárias LGBT (população lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) Diversidade Tucana (PSDB), PV Diversidade (PV), PPS Diversidade (PPS), PTB Diversidade (PTB), LGBT Socialista (PSB) e Rede Diversidade (Rede), juntamente com pessoas físicas militantes dos direitos da população LGBT, se unem neste segundo turno para, através desta, reafirmar conjuntamente o nosso apoio à eleição de Aécio Neves para presidente do Brasil.

Este apoio é mais que partidário, é programático. O desejo de mudanças que permeia 70% da população brasileira é hoje uma questão essencial para aquelas e aqueles que defendem os direitos humanos e a cidadania da população LGBT.

Nesses quatro anos de governo Dilma Rousseff, as políticas públicas voltadas a nossa população experimentaram um retrocesso nunca visto antes em nosso país. A forma fisiológica e espúria como foram construídas as relações deste governo com o Congresso Nacional levou ao uso da cidadania LGBT como moeda de troca por votações pontuais e até mesmo para o encobrimento de casos de corrupção. Podemos citar:

1) Recuo na distribuição de material didático destinado a combater o bullying e promover o respeito à diversidade nas escolas de ensino médio.
2) Recuo na propaganda de prevenção ao HIV/AIDS com casal gay, apesar de seu governo ter tido 11% de aumento nos casos de contaminação, na contramão do mundo ocidental cujos índices são de queda.
3) Ação direta da secretária de relações institucionais para promover o enterro da lei que criminalizaria a Homotransfobia, por mais que os crimes de ódio de natureza homofóbica tenham disparado e saído do controle em seu governo.
4) A única menção do programa de governo de Dilma Rousseff registrado junto ao TSE à população LGBT fala em “opção sexual”, um claro aceno às forças que lutam contra os avanços da cidadania LGBT, já que o termo é notoriamente rechaçado pelos movimentos sociais.

Por outro lado, temos no Programa de Governo de Aécio Neves o compromisso com importantes demandas da população LGBT, como:

1) A defesa da criminalização da homotransfobia;
2) A defesa do casamento civil igualitário e do direito à adoção por casais homoafetivos que atendam aos mesmos critérios para adoção que os casais heterossexuais devem atender;
3) O reconhecimento das diferentes identidades de gênero.
4) O compromisso com o diálogo não sectário com o Movimento LGBT, por meio de fóruns permanentes e eventos de combate à homotransfobia.
5) Articulação de políticas LGBT transversais nas áreas de saúde, educação, assistência social, previdência, justiça e direitos humanos.

Como contribuição ao programa de governo de Aécio Neves, as representações partidárias oferecem também novas sugestões nascidas desse diálogo programático entre militantes do movimento LGBT, no sentido de aperfeiçoar as diretrizes que guiarão seu futuro governo neste tema:

1) Restabelecimento do programa de tratamento e prevenção do HIV/AIDS com adoção de novas metodologias e procedimentos em consonância com os anseios da sociedade civil organizada.
2) Especial atenção, entre as políticas transversais de cidadania LGBT, à população LGBT idosa e juventude LGBT; às especificidades de saúde para mulheres lésbicas; e de saúde, educação, qualificação profissional e colocação no mercado de trabalho para travestis e transexuais.

Temos a convicção de que Aécio Neves é a única opção neste segundo turno que viabiliza a retomada dos avanços que a população LGBT necessita, e que devolva ao Brasil uma posição de vanguarda na questão da cidadania LGBT.

Com essa convicção, convidamos a todas as pessoas LGBT a conhecerem o programa de governo LGBT de Aécio Neves, seus compromissos e declarações, e a apoiarem e votarem em Aécio Neves para presidente do Brasil.

DIVERSIDADE TUCANA (PSDB)
PV DIVERSIDADE (PV)
PPS DIVERSIDADE (PPS)
PTB DIVERSIDADE (PTB)
LGBT SOCIALISTA (PSB)
REDE DIVERSIDADE (REDE)

Casamento LGBT tão estável quanto uniões heterossexuais, segundo pesquisa americana

sexta-feira, 17 de outubro de 2014 0 comentários

Infinito enquanto dure (muito)

Pesquisa revela que casamento gay é tão estável quanto uniões heterossexuais

Taxa de separação de mais de três mil casais foi estudada por cinco anos nos EUA

A crença de que uniões estáveis entre casais do mesmo sexo sejam menos duradouras do que casamentos tradicionais não condiz com a realidade. Ao menos esta é a conclusão de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos pelo sociólogo Michael Rosenfeld, da Universidade Stanford, que acompanhou 3.009 casais de diversas partes do país entre 2009 e 2013. Entre os selecionados, 471 mantinham uma relação homoafetiva. Ao comparar as taxas de separação durante o período, o pesquisador descobriu que elas não apresentaram diferenças substanciais.

No artigo publicado no início do mês no periódico Journal of Marriage and Family, Rosenfeld explica que pesquisas anteriores que reportavam uma maior instabilidade em relacionamentos gays não levavam em conta que as taxas de casamento dentro da comunidade LGBT eram menores. De acordo com o sociólogo, o que determina a longevidade de uma relação entre duas pessoas não é o sexo do casal, mas sim o fato de estarem casadas ou não. Ele também deixa claro que o conceito de ‘casamento’ não é restritivo, podendo abranger também uniões estáveis ou convivências maritais.

“O compromisso do casamento está associado a um forte benefício para a estabilidade de um casal, seja ele heteroafetivo ou homoafetivo”, afirma Rosenfeld. O levantamento, maior do gênero já realizado, revelou também que casais gays comprometidos em uma relação matrimonial mantiveram seus vínculos independentemente do reconhecimento oficial do governo.

NA VERTICAL, AS TAXAS ANUAIS DE SEPARAÇÃO, NA HORIZONTAL A DURAÇÃO EM ANOS DA RELAÇÃO | LINHAS VERMELHAS INDICAM CASAIS HETEROSSEXUAIS, AS AZUIS CASAIS HOMOSSEXUAIS; LINHAS PONTILHADAS SÃO PARA CASAIS NÃO-CASADOS E AS CHEIAS PARA CASAMENTOS OFICIAIS (FOTO: REPRODUÇÃO)

Fonte: Galilei, 16/10/2014, por André Jorge de Oliveira

 
Um Outro Olhar © 2011 | Designed by RumahDijual, in collaboration with Online Casino, Uncharted 3 and MW3 Forum