Mulheres que iniciaram transição de gênero e voltaram atrás

sexta-feira, 15 de junho de 2018 0 comentários

Luck Palhano e o seu calvário trans

Elas iniciaram o processo de transição de gênero e voltaram atrás.

Ser ou não ser foi uma questão para Luck Palhano por longos 13 anos.

A tradutora, que nasceu menina, a partir dos 18 anos, perseguiu um caminho de traumáticas mudanças no corpo para virar homem (sic). Injetou, por conta própria, testosterona no corpo, teve os seios retirados de maneira clandestina - e os mamilos necrosados – e consultou médicos para tentar retirar o útero. Só que, num determinado momento dessas provações, quando tinha 31 anos, Luck começou a se sentir mal com o processo. As agressivas intervenções, psicológica e fisicamente não faziam mais sentido. E Luck decidiu parar a transição de gêneros.

Não fosse a decisão, per si, suficientemente dolorosa, Luck teve de enfrentar uma outra difícil e inesperada consequência negativa: ameaças de morte de pessoas trans, que a acusavam de "traidora" e de "fingir ser homem". A experiência dessas batalhas vai agora virar um livro, escrito pela tradutora.

Nascida em Recife e única negra de dois irmãos brancos, Luck diz que se identificou como bissexual na adolescência. Vaidosa na época, aflorou trejeitos femininos ao morar com uma tia, na Itália. Chegou a tomar aulas de maquiagem. Mas foi na Europa, que a vontade de mudar de gênero aflorou. Amante dos patins de quatro rodas, o roller, adotou roupas mais confortáveis ao esporte e aboliu de vez o salto alto. Cortou os cabelos e foi confundida com um menino. Gostou da ideia.
Fui gostando dessa transformação. Sentia que ela me dava autonomia", conta Luck, hoje aos 33 anos, coçando a barba por fazer.
A importância da avaliação psiquiátrica

O psiquiatra Alexandre Saadeh, coordenador do Ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas (HC), em São Paulo, frisa a importância da avaliação médica e psiquiátrica antes de qualquer procedimento de readequação de gênero, justamente para não haver arrependimentos nem problemas de saúde.
Existem muitos quadros psiquiátricos que podem ter como manifestação uma questão de identidade de gênero. Eles podem, inclusive, fazer com que alguém ache que é transexual ou travesti, sem que isso seja a realidade. A distinção é muito importante. Se for transexual, a mudança corporal é muito importante; se for travesti, nem tanto", explica.
Feridas profundas, cirurgia ilegal e expulsão do consultório

Na época em que Luck tudo era feito ainda na clandestinidade – mais do que nos dias de hoje. Os hormônios masculinos que usava, conseguia na academia de ginástica, e os seios eram disfarçados por apertadas faixas que resultaram em feridas profundas na pele.

Os efeitos estéticos dos remédios apareceram em seis meses. Os problemas de saúde, que atacaram principalmente seus pulmões, segundo Lucky, perduram até hoje, três anos após interromper a hormonização.
Fiz isso tudo por uma necessidade de que os outros tivessem uma leitura masculina de mim. Quando você olha uma pessoa com barba, não vai duvidar de que é um homem. E parar de menstruar também é uma grande questão para o trans", justifica ela, que nunca conseguiu se livrar dos pelos que adquiriu no corpo.
A cirurgia de retirada dos seios aconteceu em 2008, também de forma ilegal. Um médico amigo, que cobrou R$ 6 mil pelo procedimento, sequer fez seu prontuário médico e a liberou do hospital logo após o ato, para não ser pego.
A clandestinidade me empurrou para a luta, para brigar por um atendimento mais humano para a pessoa trans. Na época, cheguei a procurar um endocrinologista para me ajudar na transição; mas ele me expulsou do consultório", diz Luck.

Grupos trans se sentiram traídos

Durante o processo de transição, Luck participou da fundação do Instituto Brasileiro de Transmasculinidade (IBRAT) e da primeira Associação Brasileira de Homens Trans (ABHT). O primeiro encontro nacional do grupo aconteceu em 2012, com oito integrantes. No de 2015 compareceram cerca de 200. Segundo Luck, a ideia era investir em pesquisas; tais como as que descobrissem os efeitos a longo prazo do uso de hormônios e também do binder, o colete usado para disfarçar os seios.

 Por causa de todo esse ativismo, não foi compreendida quando decidiu parar a transição. Mesmo explicando seus motivos, recebeu ameaças de morte, foi acusada de "fingir ser homem" e de ter se tornado feminista radical.
Eles se sentiram traídos. E ficaram com medo de perder algumas garantias de direito", justifica.
 Luck insiste que nunca pretendeu deslegitimar o movimento trans, mas que cada um tem sua vivência. No caso dela, pontua, as questões emocionais, por exemplo, não se resolveram com a transição de gênero. 
"O movimento trans é válido. Devemos olhar para essas pessoas, porque elas estão morrendo, sofrendo por falta de emprego e caindo na prostituição. Perdi muitas amigas trans".
 Luck chegou a fazer uma vaquinha virtual para se submeter a uma cirurgia de reconstrução dos seios e sessões de depilação a laser. Arrecadou R$ 935 dos R$ 4 mil desejados e conseguiu apenas fazer algumas sessões de laser no rosto. Sua pele, no entanto, não reagiu bem.
Não queria mais ser lido como homem e, para isso, precisava que me vissem como mulher", explica ela, que hoje não deseja fazer nenhuma intervenção no corpo.
Uma pessoa preta em diáspora

Mesmo identificado como homem trans, Luck conta que viveu e presenciou as mais diversas faces do preconceito. Nunca foi vista conforme desejava e identificava discursos machistas dentro do movimento. O homem trans, segundo ela, repete discursos machistas, e a mulher trans se vitimiza.

Isso é performance de gênero", analisa.

 Luck respira fundo quando é instada a identificar seu gênero. Ela não pronuncia mais seu nome ou sexo, desde a mudança.
Hoje não reivindico o lugar de homem. Nunca fui um. Jogo para as pessoas. Meu nome ou meu sexo são as coisas mais difíceis de se responder. Eu me identifico como uma pessoa preta em diáspora".
Tentativa de suicídio

Natural da região Norte do Brasil, a universitária Annanda Mello, de 21 anos, não passou pelo processo de hormonização e nem por cirurgia, mas escondia os seios tal qual Luck, e adotou a identidade masculina por dois anos. Até tentar o suicídio.

 Annanda conta que nunca esboçou traços femininos. E que as cobranças acerca da sua falta de trejeitos fizeram com que ela mesma questionasse sua sexualidade. Para a universitária, o mal-estar em relação ao gênero ocorre a partir de imposições, algumas delas, externas.
É um problema uma mulher não performar feminilidade em uma sociedade que tem tanta imposição em cima disso. Ser homem acabou sendo mais fácil, mas, com o tempo, vi que eu estava num caminho errado, de fuga", diz ela.
Annada diz que se sentiu pressionada pelo movimento LGBT a passar pela  transição de gênero, e que o processo acarretou num ódio ao próprio corpo.
Começou com situações leves como: 'Você não quer que eu te chame no masculino?', até chegar no pior dos comentários: 'Ela não assume a transexualidade'. Foi tanta imposição do meu meio social que me vi na obrigação de fazer a transição. Mas ela foi triste demais. Eu comecei a adoecer emocionalmente"
Annanda tentou o suicídio, tomando remédios, após chegar ao estágio máximo do ódio ao corpo. Como Luck, adquiriu sérios problemas de pele ao tentar esconder os seios. No lugar de binder, usava fita adesiva. Introspectiva, não procurou ajuda médica e preferiu se isolar.
Em outros países, pessoas que sofrem de disforia de gênero têm acompanhamento psicológico, psiquiátrico e jurídico. No Brasil, a carência desses cuidados é absurda; o que faz com que cresça muito o número de pessoas que se arrependem da transição", avalia.
 A estudante conta que todo o suporte que recebeu de pessoas trans para transicionar sumiu durante o caminho inverso. Segundo Annanda, pessoas do movimento LGBT a acusavam de negar sua transexualidade, e consideravam uma ofensa falar sobre destransição. 
Essa é a parte que mais me dói".
Annanda diz que, hoje, não esconde mais os seios, e que não tem a sexualidade definida. 

Eu sigo pesquisando sobre esse assunto", diz Annanda, que se relaciona com uma mulher.

Pesquisadora luta contra "naturalização" da transição de gênero

 Estudiosa do tema, a jornalista carioca Eugenia Rodrigues critica o que chama de naturalização da transição de gênero, e trava uma batalha contra a hormonização de crianças. Suas análises seriam debatidas na XI Semana de Psicologia da Universidade Federal Fluminense (UFF), nos primeiros dias deste mês. Seriam, porque na véspera do evento, foi desconvidada pela faculdade devido a pressões de grupos LGBT, conforme relata. Para eles, conta Eugênia, seu discurso é transfóbico, vai contra a luta trans e, por isso, não deveria ser propagado.

 Em nota divulgada, a UFF atestou o recebimento de diversas manifestações contrárias à presença da jornalista e cancelou as palestras que ela faria.

 Eugênia participa do debate feminista desde 2014, ano em que começou a se incomodar com o discurso sobre "crianças transgênero" na mídia. Ela considera o transativismo um "movimento violento".
O debate sobre o tema, que é urgente e necessário, está sendo silenciado por meio de ameaças, censuras e até agressões físicas. Precisamos nos engajar num diálogo aberto e racional sobre as consequências das hormonizações e cirurgias. As crianças vão cobrar mais tarde o que estamos fazendo com elas", analisa. "Acredito num caminho de aceitação e respeito do corpo".
Reversão: "a pessoa não volta a ser quem e como era"

O entendimento sobre ser ou não uma pessoa trans se dá a partir da puberdade, diz Alexandre Saadeh, do HC. Na infância, a pessoa não passa por intervenções, apenas, acompanhamento.
O diagnóstico - que não significa que haja doença - é fundamental para não haver arrependimentos".
Para as cirurgias de redesignação de gênero são dois anos de acompanhamento psiquiátrico e psicológico. Saadeh diz nunca ter atendido pessoas querendo reverter o processo.
Temos muito cuidado com os diagnósticos e as indicações de intervenções hormonais ou cirúrgicas. Não é uma questão estética. É sério e muitas intervenções não são reversíveis. O custo de uma "reversão" é alto e a pessoa não volta a ser quem e como era".
Fonte: Bol Notícias, por Luiza Souto, 15/06/2018


Casal de mulheres expulso por motorista de carro da Uber após se beijar

quarta-feira, 13 de junho de 2018 0 comentários

Alex Lovine e a namorada Emma Pichl

Casal lésbico é expulso por motorista de carro da Uber após se beijar

No último sábado (9), Alex Lovine e a namorada, Emma Pichl, estavam em um carro da Uber enquanto faziam a viagem de um restaurante para o outro, em Nova York, para comemorar o aniversário de duas amigas. No meio da viagem, elas resolveram dar um beijo rápido e a próxima coisa que se lembram é de serem expulsas do automóvel. 

Em entrevista ao BuzzFeed, Alex contou que tanto ela como a namorada estavam sentadas ao lado da janela, na parte de trás do carro, quando deram um selinho no meio do passeio. 
Alguns minutos depois disso, o motorista parou e disse: 'você não pode fazer isso'. No começo, minha namorada achou que ele estava brincando e começou a rir, mas ele logo deixou claro que estava falando sério", contou ela.
Segundo ela, o motorista passou a dizer como "era ilegal" elas se beijarem, alegando ser algo "desrespeitoso". 

Após o ocorrido, Alex prestou uma queixa à Uber e à Comissão de Direitos Humanos de Nova York. Um porta-voz da Uber disse ao BuzzFeed News que recebeu reclamações tanto da passageira quanto do motorista envolvido. A empresa disse que não poderiam especificar o que o motorista reclamou por "razões de privacidade". 
A Uber não tolera qualquer forma de discriminação, e nós contatamos o piloto em relação à sua experiência. Estamos investigando e tomaremos as medidas apropriadas ", disseram.
Vale lembrar que, há duas semanas, o perfil oficial da Uber nas redes sociais afirmou que a empresa está "orgulhosa de estar ao lado da comunidade homossexual" no Mês do Orgulho LGBT de 2018. 
Sinceramente, eu só compartilhei essa história para que exista algum tipo de consciência sobre o assunto e, para a Uber, espero esclarecer que isso não é bom para eles e espero uma atitude para impedir que futuros motoristas tenham o mesmo comportamento", concluiu.
Fonte: Alagoas Alerta via UOL, 09/06/2018

Nadia Bochi, do programa Mais Você, da Rede Globo, relata como se assumiu lésbica

quinta-feira, 7 de junho de 2018 0 comentários

Repórter Nadia Bochi e a apresentadora Ana Maria Braga | Foto: Reprodução Facebook

Repórter se assume lésbica e denuncia assédio de chefe na TVNa Rede Globo há 15 anos, repórter do programa Mais Você falou sobre o assunto nas redes sociais

A repórter do programa Mais Você, da rede globo, Nadia Bochi, publicou um texto em suas redes sociais onde fala sobre sua orientação sexual, e casos de machismo e assédio que já sofreu no trabalho.

No relato, ela diz que se reconheceu lésbica em uma época difícil em que homossexualidade era considerado doença pela Organização Mundial de Saúde.
Parece distante, mas isso tudo foi ontem, nos anos 90. Década em que comecei a trabalhar como jornalista em um dos canais de TV a cabo mais importantes do mundo (a HBO) e tive o a oportunidade de descobrir que era possível ser gay e viver fora do armário”.
A jornalista ainda contou as situações de assédio e homofobia que enfrentou no ambiente de trabalho.
Lembro da vez triste em que fui assediada por um chefe que insistia em, além de me beijar, questionar minha escolha de amar mulheres. Não permiti que o beijo acontecesse. Principalmente não deixei que aquele ato de violência colocasse em dúvida quem eu era, desabafou”.
Leia o relato na íntegra:

Me reconheci lésbica numa época em que ser homossexual não tinha nenhum glamour. Não existia beijo gay nas novelas, pelo contrário as lésbicas explodiam junto com os prédios. Aliás, até no cinema era difícil demais encontrar algum tipo de casal que me representasse. Tive que inventar o imaginário que não existia fora da ficção, bem lá na realidade crua onde a palavra homossexualismo ainda era nome de doença, segundo a Organização Mundial de Saúde. Parece distante, mas isso tudo foi ontem, nos anos 90. Década em que comecei a trabalhar como jornalista em um dos canais de TV a cabo mais importantes do mundo (a HBO) e tive o a oportunidade de descobrir que era possível ser gay e viver fora do armário.

Na HBO Brasil, um quarto da redação era queer e esses meus colegas não só amavam pessoas do mesmo sexo, como falavam sobre seus afetos ali, entre uma pauta e outra, ao telefone, no almoço. Era como se fosse fácil ser feliz e de fato era. E deveria ser assim pra todo mundo! Sei do privilégio que tive e é desse lugar que escrevo até hoje.

Em todas as empresas em que trabalhei havia um grau seguro de regras contra o preconceito e a discriminação de qualquer natureza. Mas reforço que sei que vivo a exceção.

Num país desigual como o nosso, sou consciente da sorte de ter descoberto, com 19 anos que era possível viver a minha sexualidade sem medo e tenho feito isso até hoje em todas as minhas relações afetivas. Levo essa coragem pra todos os lugares, porque felizmente aprendi cedo que é possível ser livre.

Independentemente do tipo de trabalho que realizamos, nossa alma tá ali. Não importa se nosso talento é artístico, burocrático ou técnico. Levamos quem somos pra todas as nossas ações no mundo. Por isso é tão importante poder ser o que se é.

Algumas vezes tive que colocar a prova minhas convicções. Enfrentei situações de assédio, como a maioria das brasileiras. E acreditem, quando isso acontece com uma mulher lésbica a violência é muito cruel porque além do ato ser machista é homofóbico. Lembro da vez triste em que fui assediada por um chefe que insistia em, além de me beijar, questionar minha escolha de amar mulheres. Não permiti que o beijo acontecesse. Principalmente não deixei que aquele ato de violência colocasse em dúvida quem eu era. E mais uma vez, sei e reafirmo que tive muita sorte.

Há 15 anos sou repórter da GLOBO e entro na casa de milhões de pessoas com tudo que me constitui: meu profissionalismo, sensibilidade, a voz, os ouvidos e também o meu jeito de amar.

Ando de mãos dadas com a minha namorada nas ruas. E uma das descobertas mais felizes que tive é que muitas pessoas simplesmente não se importam com isso. Sinto um prazer sem igual quando alguém para a gente no meio de um abraço pra pedir uma foto e ainda pede desculpas por interromper com tanto carinho uma demonstração de amor.

Nunca tive que esconder, nem mesmo das pessoas mais preconceituosas minha orientação sexual e me encho de alegria em dizer que na maioria das vezes tenho sido respeitada por isso.

Quando minha amiga Maô Guimarães, uma das pessoas mais brilhantes e tímidas que eu conheço me convidou pra escrever sobre como é ser gay no trabalho, achei importante contar meu caminho.

Ela igualmente escreveu a história dela e é libriana como eu. Também tem uma namorada que ela ama e um trabalho que valoriza o fato dela ser exatamente como ela é. Somos duas mulheres que tem a chance de viver nossa afetividade sem pudores. E se essa realidade ainda não é para todas e todos, é por isso que hoje escolhemos ser vozes reais. Testemunho vivo, necessário e militante! Porque é urgente poder ser tudo que somos, mais do que nunca e sem nenhum direito a menos.

Fonte: Jornal Opção, 07/06/2018 

Cantora Maria Gadú posa com namorada Lua Leça para campanha "Amor Geral" da Ellus

quarta-feira, 6 de junho de 2018 0 comentários

A cantora Maria Gadú posou com a namorada Lua Leça para a ação

Depois da campanha da CA que apoia a diversidade, a ELLUS lança um projeto especial que busca englobar o amor em geral, poucas semanas após o dia de combate à homofobia e da Parada do movimento LGBT, em São Paulo. Com a intenção de representar todos os tipos de amor, a grife selecionou famosos como Sabrina Sato, Duda Nagle, Maria Gadú e Lua Leça para retratar o amor entre casais, mas, também, o sentimento entre amigos, irmãos e pais e filhos. Com rostos conhecidos como Iza, Adriane Galisteu, Tulio e Gustavo Rocha, a ação recebe o nome "Amor Geral", o mesmo dado ao trabalho mais recente da cantora Fernanda Abreu, com quem se uniu para tornar real o programa idealizado pela diretora de branding, Adriana Bozon, e sua equipe criativa.

O projeto desenvolvido tem como objetivo principal disseminar o amor após a grife ter apurado que o mundo está cada vez mais carente desse sentimento, que é essencial em todas as relações e nas suas diversas formas de manifestações. Protagonista na campanha do Dia dos Namorados para a Mundial Calçados, assim como a C&A selecionou o casal mais cobiçado do Brasil, Sabrina Sato contou com a presença da mãe, Kika, para representar o amor entre mãe e filha. Além disso, a apresentadora também posou para fotos ao lado do noivo.

Coleção unisex

A campanha é um manifesto de amor e será propagada por um time de celebridades e formadores de opinião por todo o País durante os meses de maio a agosto. Junto com a ação elaborada, a grife apostou na criação de peças como camisetas, moletons e bonés de diversas cores estampados com a frase "Amor Geral" que variam entre o preto, branco e vermelho. O diferencial da coleção está no fato dela ser unissex, ou seja, todos poderão usar. Com a nova linha disponível para vendas online e nas lojas de todo o Brasil, a marca revela que 10% do valor arrecadado com a comercialização dos itens será revertido para a ONG Turma do Bem, que busca promover soluções de acesso à tratamentos odontológicos.

Fonte: Terra, Pure People, por Fernanda Casagrande, 06/06/2018


Horóscopo de junho (2018)

terça-feira, 5 de junho de 2018 0 comentários


PREVISÃO MENSAL 

ÁRIES
21/03 a 20/04

O momento é bom para iniciar um novo projeto, contanto que não se exceda. Você terá mais iniciativa que normalmente, podendo realizar muita coisa por conta própria. Trabalhar com outras pessoas pode ser um pouco frustrante, já que talvez lhe seja difícil se acomodar a ritmos mais lentos. 

Este é um mês bastante exuberante e cheio de energia. Você se sentirá forte e fisicamente em forma, além de mais disposta a agir e correr riscos que de hábito. Uma das melhores formas de empregar essa energia é praticar exercícios físicos puxados, que fortalecerão seu corpo e lhe permitirão um grau de realização maior que o normal. 

No setor afetivo é uma boa fase para investir em relacionamentos onde poderá viver uma troca de experiências especiais com sua parceira. Não se feche em seus medos e inseguranças. Esqueça o passado e se permita viver o amor em sua plenitude. 

TOURO
21/04 a 20/5 

Embora você possa estar cheia de planos e ideias, há uma tendência a negligenciar os detalhes. Talvez não se disponha a aceitar críticas, mas se ouvir e aproveitar o que lhe for dito, este pode ser um excelente momento para tomar decisões, fazer planos e negociações e finalizar contratos e acordos. Entretanto, isso apenas acontecerá se você se dispuser a ouvir a opinião dos outros. 

Este período geralmente é de otimismo e sentimentos positivos. Você terá confiança em suas ideias e capacidade de transmiti-las. Todas as formas de comunicação terão importância para você, a ponto de levá-la até a escrever, por exemplo. 

Contudo procure não se extenuar fazendo coisas demais. Procure ter certeza de não estar fazendo planos que estejam acima de sua capacidade. Às vezes o ritmo deste mês se tornará verdadeiramente frenético, pois surgem diferentes questões para se tratar ao mesmo tempo. E é justamente aí que aumenta o risco de deslizes como a precipitação. Poderá enfrentar conflitos com a pessoa amada, procure ser mais flexível. 

GÊMEOS
21/05 a 20/06 

Durante este período, será imprescindível manter todos os seus assuntos sob controle. Há uma forte tendência a excessos, que talvez a impeça de levar em frente as coisas em que está envolvida. 

O fato é que ele lhe dará a sensação de que as coisas simplesmente estão além de sua capacidade. Tome especial cuidado com as questões financeiras, pois você provavelmente gastará sem pensar, certa de haver abundância de dinheiro e de todos os recursos de que precisar. 

Porém o dinheiro não será a única preocupação. Você talvez se tenha empenhado em projetos que lhe exigem mais tempo do que realmente dispõe. Portanto, procure estar certa de ter o tempo e os recursos necessários a qualquer coisa que queira fazer. Não superestime os recursos disponíveis. 

Se conseguir evitar essa armadilha, este pode ser um mês proveitoso, pois lhe dará mais confiança e otimismo, permitindo-lhe levar adiante projetos que normalmente relutaria em assumir. Além disso, sua atitude essencialmente positiva contribuirá para desfechos favoráveis em suas iniciativas. 

CÂNCER
21/06 a 22/07 

Este período estimulará sua ambição e seu desejo de poder de um modo muito desproporcional. Por outro lado, você pode também saber exatamente do que precisa para seu sucesso e ir em busca apenas do que lhe falta, dispondo-se a fazer concessões e a partilhar seus êxitos com os outros. Esse é o rumo indicado a tomar, mas infelizmente nem sempre a transigência é encontrada. 

Este mês representa um teste a sua resistência e à força com a qual definiu seu lugar no mundo. O teste pode ter diversas formas, mas, independentemente de qual seja, ele exigirá que seu senso de individualidade esteja em forma. Em outras palavras, será preciso que se conheça muito bem. Caso não saiba quem realmente é enquanto pessoa, é provável que esta fase se faça acompanhar de crises, dando lugar a grandes mudanças de vida. 

Se sua disposição de espírito for mais reservada, é possível que atravesse este trânsito de modo diferente. Ao invés de viver um delírio de poder, talvez se veja às voltas com alguém que o viva. O problema nesse caso não é você ultrapassar seus limites, mas enfrentar alguém que o faça. 

LEÃO
23/07 a 22/08 

Ao longo deste mês é provável que você questione muito sua vida, suas metas e a realização de seus ideais. Dependendo do resultado dessa avaliação, você talvez queira mudar umas tantas coisas. 

O problema é que este não é um dos melhores períodos para se fazer mudanças de vida refletidas e cuidadosas. Há um grande risco de agir semiconscientemente, saindo em busca de um sonho irrealizável ou mesmo questionável. Embora seja bom para uma autoanálise, este período ainda não é a melhor hora para agir. 

Caso se precipite, apenas trará perturbações a sua vida doméstica, profissional e emocional. É provável que parta de ideias parcialmente certas sobre si mesma e suas necessidades. 

Procure se dar bastante espaço e viva as experiências que achar necessário. Evite apenas assumir compromissos definitivos durante este mês. Não seria bom passar o resto da vida pagando pelas consequências de atos impensados, cometidos sob a influência de uma ilusão passageira. 

VIRGEM
23/08 a 22/09 

Este é um mês extremamente positivo. Você se sentirá emocionalmente segura e em contato com seus sentimentos, que poderá expressar com clareza e honestidade para os outros e para si mesma. 

Ao mesmo tempo, sentirá uma enorme generosidade, a qual lhe permitirá dar de si mais livremente e sem se sentir diminuída. Essa combinação de influências está associada à sua função afetiva, ao desejo de proteger e cuidar bem como ao de ser protegida. Você terá condições não apenas de cuidar de outra pessoa como de obter apoio, se vier a precisar. 

Seu lar e sua vida pessoal serão muito importantes ao longo deste período. Você se empenhará em tornar essa área tão positiva quanto possível, podendo simplesmente arrumar sua casa de forma mais elegante e acolhedora. 

Independente de qual o seu sexo, você talvez se veja beneficiada por uma mulher que se ofereça para ajudá-la ou cuidar de você de algum modo. 

No aspecto profissional começará a colher os frutos do que plantou nos últimos 12 meses. Poderá se surpreender com ganhos financeiros relativos ao trabalho, além do que era planejado, possibilidade de formar parcerias muito positivas também. 

LIBRA
23/09 a 22/10 

Este é um mês extremamente intenso, pois ele representa um embate entre poderosas forças íntimas de mudança e grandes resistências do mundo exterior. 

Você tentará fugir da rotina e de todos os aspectos banais e monótonos presentes em seu cotidiano. Buscará coisas novas que possam tornar sua vida mais estimulante e cheia de emoções. Porém cada uma dessas tentativsa encontrará a resistência das circunstâncias, dos deveres e obrigações, mantendo-a numa situação opressiva. 

Por outro lado, existe a possibilidade de você conseguir um equilíbrio, podendo assim manter a tensão sob controle por longo tempo e promover diversas mudanças de forma bastante organizada. 

É comum as pessoas realizarem tarefas muito difíceis durante este trânsito, pois são capazes de esforços extremos, que dificilmente empreenderiam em outras circunstâncias. Os estudos e projetos de longo prazo que exijam grande concentração e esforço podem perfeitamente prosseguir agora. 

Apesar dessa manifestação parecer mais produtiva, tudo vai depender de sua própria situação. Muitas vezes o rompimento repentino com uma situação opressiva (seja no aspecto profissional ou afetivo), limpa a atmosfera e permite-lhe partir para um começo realmente melhor. 

ESCORPIÃO
23/10 a 21/11 

Este período permite que se vejam os padrões gerais das coisas e que se façam planos com previdência e sabedoria. Entretanto, se não tomar cuidado, pode acabar se precipitando e dando passos errados. O melhor será trabalhar com outra pessoa que possa checar seus planos e atuação, chamando-lhe a atenção para qualquer coisa que você possa ter passado por cima. Sua vida afetiva pede maior atenção, mude a rotina. 

Este é o momento para fazer grandes planos e concretizar diversas ideias que vem alimentando há tempos. Agora será possível torná-las realidade, contanto que evite certas armadilhas. Neste caso, o principal é procurar não pensar grande demais, tentando fazer coisas absurdas ou impraticáveis. 

Se conseguir verificar cada detalhe, como exige a realização de todo negócio bem-sucedido, o momento é excelente para a finalização de todo tipo de transação comercial, mas é muito importante não negligenciar nenhum detalhe que possa afetar o resultado. 

SAGITÁRIO
22/11 a 21/12 

É possível que durante deste mês você tenha menor liberdade de movimentos que de hábito, devido à pressão das circunstâncias e à necessidade de finalizar as coisas. Velhas pendências encontrarão solução agora. 

Talvez o trabalho lhe exija mais esforço que habitualmente, pois seus chefes podem atribuir-lhe mais responsabilidades do que você desejaria. Embora não seja exatamente leve e descontraído, o período deve ser bem produtivo. Termine o que começou e simplifique sua vida. 

Os relacionamentos válidos não sofrerão grandes abalos, mas os que não o forem se romperão completamente agora. Você estará tentando livrar-se de tudo que não for necessário ou benéfico a seu desenvolvimento no futuro. Os relacionamentos difíceis e complicados serão provavelmente descartados da sua vida, e você passará a se dedicar mais à pessoa amada que se mostre verdadeiramente companheira. 

Procure não construir uma barreira entre você e os outros, pois há um grande risco de isso acontecer agora. Os deveres, obrigações e responsabilidades não excluem os relacionamentos satisfatórios, embora você possa pensar o contrário. 

CAPRICÓRNIO
22/11 a 19/01 

Neste mês você dará início a uma profunda introspecção que lhe permitirá analisar-se com autocrítica. É bem possível que se sinta só e deprimida. A forma como vai lidar com este trânsito terá importantes consequências para seu bem-estar físico e psicológico depois. 

O período é bom para se conhecer a si mesma, contanto que evite fazer julgamentos. Não importa se você é boa ou má de acordo com seus ideais. A verdadeira questão deve ser quem você é, e isso o trânsito pode ajudá-la a descobrir. Se agir conforme esse ponto de vista, o período pode ser bastante construtivo, mesmo que normalmente seja vivido como um momento difícil. 

Durante este mês você talvez evite as pessoas, passando por dificuldades de relacionamento - principalmente com as mulheres -, além de depressões e sentimentos de inferioridade em relação às exigências da vida. A melhor forma de vencer tudo isso é evitar levar as coisas demasiadamente a sério. Sua perspectiva estará distorcida de modo que questões insignificantes parecerão importantíssimas. 

Não tome decisões definitivas quanto a sua vida emocional agora. Espere até poder ver mais claramente o que aprendeu com este trânsito. 

AQUÁRIO
20/01 a 18/02 

Ao longo deste mês você descobrirá que sua visão externa possui diversas falhas. Isso poderá ocorrer através de uma série de evidentes desapontamentos ou mais sutilmente através de uma crescente sensação de ansiedade sem causa aparente. O medo e a perda da autoconfiança constituem dois dos mais difíceis efeitos deste período. Você poderá de repente demonstrar medo sem a mínima razão para isso ou talvez sinta medo de coisas que para os outros não têm o menor problema. Será como se estivesse subitamente desorientada. 

É isso que constitui a "escura noite da alma", um período de confusão que, segundo os místicos, precede a compreensão de que se pode conviver com uma realidade diversa da imaginada. Num plano mais elevado, este trânsito pode representar um prelúdio à iluminação, à percepção da verdadeira natureza da "ilusão" que denominamos realidade. 

Contudo, na maioria das vezes este período apenas significa uma mudança no conceito de realidade que começa com a dissolução dos antigos conceitos e uma temporária desorientação. A melhor forma de lidar com este trânsito é instalar-se num ambiente confortável e reduzir ao mínimo o nível de estresse. Procure evitar tomar decisões, pois sua disposição de ânimo não lhe permitirá ver as coisas com muita clareza. Você precisará de tranquilidade para poder apreender as novas verdades que surgirão quando a confusão e a poeira assentarem. Dê uma folga ao seu coração. 

PEIXES
19/02 a 20/03 

Este mês representará um novo despertar para uma conscientização acerca do que a sua vida significa. Assim é possível que conclua que no passado deixou-se motivar por uma concepção de si mesma demasiado estreita, seja por necessidade de segurança, seja simplesmente por uma questão de afirmação. Procure fazer tudo o que for necessário a fim de poder viver de acordo com essa nova compreensão. 

Embora não desperte especificamente seu idealismo, este período lhe permitirá ver que este mundo é um lugar bem grande e que sua participação nele é bem maior do que havia pensado. 

Você talvez se sinta atraída por ideias bastante místicas, embora elas só ganhem sentido na medida em que afetarem seu dia-a-dia 

Este trânsito a fará abandonar definitivamente o passado, reorientando sua vida de acordo com a visão mais ampla que agora possui. As diversas mudanças que estarão ocorrendo talvez lhe pareçam um tanto amedrontadoras, mas elas serão para melhor. Você encontrará nova liberdade numa nova consciência no modo de se relacionar afetivamente.

Ver também: Massagem tântrica para você e sua namorada aprimorarem a capacidade de amar 

Miriam Julie (Gunadhara Miten)
Terapeuta Credenciada pela Comunna Metamorfose
Whats app: 11 964 05 1934 – e.mail : gunadharametamorfose@gmail.com

Terapeuta Tântrica e Renascedora com Especialização em Disfunções Sexuais. Coordenadora de Núcleo de Desenvolvimento de Massagem Tântrica, Instrutora de Cursos Individuais e em Grupo de Massagem Tântrica, Instrutora de Delerium Privativa para casais (de todas as orientações sexuais).

Terapeuta Holística e Astróloga Humanista há 32 anos, mantém, desde 2004, as previsões astrológicas anuais e mensais, entre outras, do site da Um Outro Olhar. É também Orientadora Sexual, tendo trabalhado como voluntária em Grupos de Ajuda a mulheres que sofreram abuso sexual, utilizando o Método Deva Nishok e a terapia energética,  obtendo ótimos resultados.
Utiliza em seus atendimentos as Terapias Tântricas com o objetivo de refinar a sensibilidade, expandir e intensificar a sensação orgástica, gerando maior sustentação da bioenergia do corpo, energização dos chackras e equilíbrio da produção hormonal.

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Suprema Corte dos EUA respalda confeiteiro que se recusou a fazer bolo de casamento para casal gay

segunda-feira, 4 de junho de 2018 0 comentários


Suprema Corte respalda confeiteiro que recusou encomenda de casal gay
Jack Phillips alegou razões religiosas para não atender ao pedido, em 2012, e foi condenado em tribunais do Colorado por discriminação

A Suprema Corte dos Estados Unidos deu vitória ao confeiteiro Jack Phillips, do Estado do Colorado, que se recusou, por motivos religiosos, a fazer o bolo de casamento de um casal homossexual. Com a iniciativa, sobrepôs as convicções religiosa ao princípio da não-discriminação, em uma jurisprudência que pode afetar especialmente os direitos de minorias.

Por um placar de 7 x 2, a maioria dos juízes discordou do veredito da Comissão de Direitos Civis do Colorado, que condenara o confeiteiro por discriminação de orientação sexual. No parecer do relator, o juiz Anthony Kennedy, da Suprema Corte, esse organismo jurídico estadual violou os direitos religiosos de Phillips, garantidos pela Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos.
A consideração neutra e respeitável devida a Phillips foi garantida aqui. O tratamento da Comissão de Direitos Civis a seu caso contém alguns elementos de hostilidade clara e não permissível em relação às crenças religiosas sinceras que motivaram sua objeção”, escreveu Kennedy.
Dono da empresa Masterpiece Cakeshop, na cidade de Lakewood, o confeiteiro negou-se a aceitar a encomenda de um bolo de casamento para David Mullins e Charlie Craig, em 2012.

Mullins e Craig iriam se casar no Estado de Massachusetts, mas queriam antes oferecer uma recepção local. Segundo o jornal The New York Times, Phillips disse que não se valeria de seu talento para apoiar uma mensagem em favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo, o que contrariaria sua fé religiosa.

Sentindo-se humilhado, o casal levou o caso à Comissão de Direitos Civis do Colorado, alegando que Phillips teria violado a lei estadual contra a discriminação de orientação sexual. O casal venceu o caso na comissão e também nos tribunais estaduais.

Dois dos quatro juízes progressistas do tribunal, Stephen Breyer e Elena Kagan, concordaram com os cinco colegas conservadores na decisão relatada por Kennedy. A Suprema Corte não emitiu um veredicto definitivo sobre as circunstâncias nas quais as pessoas podem pedir isenções de leis antidiscriminação com base em suas crenças religiosas.
O desfecho de casos como este em outras circunstâncias deve esperar uma maior elaboração nos tribunais, tudo no contexto de se reconhecer que tais disputas devem ser resolvidas com tolerância, sem desrespeito indevido a crenças religiosas sinceras e sem sujeitar pessoas gays a indignidades quando procurarem bens e serviços no mercado aberto”, disse Kennedy.
Dos 50 Estados norte-americanos, 21 têm leis antidiscriminação que protegem os homossexuais, incluindo o Colorado.

 
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