Conservadores americanos protestam contra casamento LGBT a ser aprovado pelo Supremo Tribunal dos EUA

segunda-feira, 27 de abril de 2015 0 comentários


Manifestação contra casamento homossexual em Washington

Em Washington, centenas de opositores ao casamento de pessoas do mesmo sexo manifestaram-se sábado em frente do Capitólio, onde na próxima terça-feira o Supremo Tribunal irá decidir sobre a sua legalização em todo o país.
Está na Bíblia e Deus diz que é entre um homem e uma mulher. O Supremo Tribunal não tem autoridade para redefinir isso, ou mesmo falar sobre isso. Não está no seu poder. Nem mesmo a Constituição prevê que discutam o assunto”, disse um manifestante.
No protesto estiveram presentes representantes de várias igrejas protestantes, da igreja Ortodoxa e também da igreja Católica.
Como disse o Papa Francisco, o casamento é algo muito belo que devemos proteger e proteger as crianças”, afirmou o Arcebispo Joseph Kurtz, presidente da Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.
O casamento homossexual já é legal em 37 dos 50 estados da União, assim como em Washington D.C.
Os apoiadores do casamento tradicional podem estar a lutar por uma causa perdida. Uma grande parte dos americanos é a favor do casamento de pessoas do mesmo sexo, tal como decidiram muitos tribunais do país. O Supremo Tribunal provavelmente irá fazer o mesmo”, sublinhou Stefan Grobe, da Euronews, em Washington.
Fonte: Euronews, 26/04/2015

De olho na Casa Branca, Hillary Clinton apóia o casamento LGBT e senta com pai gay para conversar

sexta-feira, 24 de abril de 2015 0 comentários


Mostrando-se consciente de que o ativismo LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgéneros) poderá fazer a diferença nas campanhas do século XXI (nos EUA ao menos), Hillary Clinton, pré-candidata democrata à Presidência da República, mudou sua opinião de 2014, quando dizia que o casamento LGBT deveria ser um assunto deixado para os estados. Durante uma ação de campanha surpresa em Iowa, Hillary Clinton manifestou-se a favor do casamento gay, defendendo a igualdade entre casais hétero e homo.
Hillary Clinton apoia a igualdade no casamento e espera que o Supremo Tribunal esteja ao lado dos casais do mesmo sexo e garanta esse direito constitucional”, declarou um porta-voz da candidata ao The Guardian.
A declaração se dá próxima a uma importante deliberação do Supremo Tribunal americano, que, em 28 de abril, examinará a eventual inconstitucionalidade de algumas leis estaduais sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo. E, em junho, como esperam os ativistas da comunidade LGBT, a justiça deve deliberar a favor da legalização do casamento homossexual no plano federal.

Ao apoiar o casamento LGBT, Hillary também busca apagar a roubada em que seu marido Bill Clinton, entrou ao assinar, quando presidente, a Lei de Defesa do Casamento (1996) que exatamente impedia o reconhecimento federal do casamento LGBT. Ainda que o ex-presidente já tenha se declarado arrependido de tal decisão há tempos, nada como apagar essa mancha do histórico progressista do casal.

No vídeo abaixo, Hillary conversa com Mike Yowell que agradece o apoio da democrata ao casamento LGBT e fala do processo de adoção de sua filha nos anos 80 ao lado de seu parceiro.

Várias fontes

Bancada conservadora quer cortar direitos conquistados pela população LGBT nos últimos tempos

quinta-feira, 23 de abril de 2015 0 comentários


Deputados defensores das causas LGBT tentam barrar avanço da bancada religiosa conservadora

Bancada religiosa conservadora quer cortar direitos conquistados pelos gays nos últimos tempos

A batalha na Câmara dos Deputados entre a bancada religiosa e os que militam pelos direitos da população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) anda cada vez mais acirrada. E pelo menos no início dessa legislatura, os deputados contrários à causa gay estão levando vantagem, até mesmo porque contam com o apoio do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), evangélico e autor do projeto de lei que pretende implantar no Brasil o dia do orgulho heterossexual, uma contraposição ao Dia Nacional do Orgulho Gay, celebrado em 28 de junho. Além disso, houve uma redução significativa na Câmara das bancadas de esquerda e centro e um aumento recorde do número de parlamentares ligados a denominações religiosas mais conservadoras. Eles conseguiram aprovar uma convocação para ouvir depoimento de ex-homossexuais, uma tentativa de reativar a discussão sobre a “cura gay”, e impedir, pelo menos por enquanto, a 12ª edição do Seminário Nacional LGBT no Congresso Nacional. E prometem ainda deter o que eles chamam de privilégios concedidos à população LGBT. Cientes da força dessa bancada, que cresce a cada eleição, os deputados ligados à causa gay se armam para evitar retrocessos e montam um movimento de resistência para impedir perda de conquistas.

Uma das estratégias, de acordo com a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), é aumentar a articulação com movimentos sociais e outros segmentos, como Poder Judiciário e Ministério Publico, e impedir que alguns projetos considerados prejudiciais sejam aprovados, entre eles o que não reconhece as famílias formadas por casais gays; o que cancela as resoluções do Conselho Nacional de Combate à Discriminação e Promoção dos Direitos de Lésbicas, Gays, Travestis e Transexuais – (CNCD/LGBT), da Secretaria de Direitos Humanos, que garantem o uso do nome social dos transgêneros na escola, instituições carcerárias e em boletins de ocorrência; e a proposta que cria o dia do orgulho hétero.
A Câmara foi sequestrada pelo fundamentalismo religioso, pelo fundamentalismo contrário aos direitos das minorias, por isso temos de lutar para impedir retrocessos”, defende a deputada.
Já o deputado e pastor Marcos Feliciano (PSC-SP), autor do pedido de audiência para ouvir “ex-gays”, disse que “não há uma pauta de redução de direitos”. Existe sim uma pauta para conter os privilégios a um grupo em detrimento de outro”, afirma. Segundo ele, os que militam pelos direitos humanos são covardes.
Em 2013, fugiram do debate tentando esvaziar a comissão (de Direitos Humanos, que foi presidida por Feliciano entre 2013 e 2014). Agora presidem a comissão e são derrotados nos votos que são democráticos e nos acusam descaradamente. Vivemos em uma democracia e não em uma ditadura. Cada deputado representa seus eleitores e fala por eles.”
Segundo ele, a adoção por casais gays, a criminalização da homofobia e outras pautas da comunidade LGBT, caso venham a ser votadas, “serão debatidas exaustivamente de maneira democrática”.
A bancada cristã quer debater. Queremos ouvir os argumentos e mostraremos os nossos, tudo de forma democrática. Vencerá o melhor argumento e a maioria absoluta dos votos.”
Entre os projetos que os evangélicos querem aprovar estão, além do dia do orgulho hetero, outro que penaliza a discriminação contra heterossexuais. Sem conseguir tramitar na legislatura passada, eles foram desarquivados e voltaram a ser analisados nesta legislatura.

Fonte: em.com.br, 21/04/2015

Atrizes japonesas 'casam' para pedir legalização de uniões homoafetivas

quarta-feira, 22 de abril de 2015 0 comentários

Akane Sugimori (dir.) beija Ayaka Ichinose em cerimônia simbólica (Foto:Yoshikazu Tsuno/AFP)

Atrizes japonesas 'casam' para pedir legalização de uniões homoafetivas

Casal vai tentar registrar o casamento no cartório municipal. Cerimônia não tem validade legal no Japão.

Um casal realizou uma cerimônia de casamento simbólica em Tóquio no domingo (19), num momento em que crescem os pedidos para que o Japão legalize o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Embora o casamento das mulheres não tenha validade legal, as atrizes Ayaka Ichinose, 34 anos, e Akane Sugimori, 28 - ambas vestidas de branco - disseram 'sim' diante de cerca de 80 parentes e amigos.
Nós realizamos a cerimônia de casamento de modo que possa se tornar mais fácil para os outros fazerem o mesmo no futuro", disse Sugimori, em entrevista concedida após o evento.
Ela acrescentou que o casal vai tentar registrar o casamento no cartório municipal, mas espera que seu pedido seja rejeitado.

No mês passado, um conselho de Tóquio aprovou a emissão de certificados de "parceria" aos casais gays, o que seria o primeiro tipo de reconhecimento de uniões do mesmo sexo no Japão. Outros municípios estão agora considerando fazer o mesmo.

Atrizes pediram lelgalização do casamento homoafetivo no Japão (Foto: Yoshikazu Tsuno / AFP)

O certificado vai levar apenas um significado simbólico, já que a Constituição japonesa identifica o casamento como uma união baseada no consentimento mútuo das partes de "ambos os sexos".


Embora o Japão seja em grande parte tolerante com a homossexualidade, não há proteção legal específica para os gays, que se queixam da insegurança de talvez serem impedidos de visitar seus entes queridos doentes em hospitais ou terem contratos recusados em virtude do não reconhecimento jurídico da união.

Fonte: G1, 19/04/2015

Padre Fábio de Melo: "A questão (do casamento LGBT) só nos tocaria se viessem nos pedir o reconhecimento religioso e sacramental da união"

segunda-feira, 20 de abril de 2015 0 comentários


Em 12 de abril, o padre Fábio de Melo escreveu uma série de mensagens sobre o casamento civil entre pessoas de mesmo sexo que demonstra sua compreensão de um dos pilares das democracias modernas que é o laicismo. Cita inclusive o famoso ditado "dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus".

Em geral, suas tuitadas (ver abaixo) repercutiram bem entre seus seguidores e na sociedade em geral, mas causou irritação entre ultraconservadores que de democracia nada entendem. À guisa de comparação, segue, após os tuítes do padre, um texto da famigerada página ultraconserva Mídia Sem Máscara, de um tal de Flávio Blanco, criticando o secularismo do religioso e acusando-o até de inimigo da Igreja. Vale comparar a clareza e o espírito democrático do Padre Fábio de Mello com o obscurantismo do autor da citada página.

Padre Fábio de Mello se declara a favor do casamento civil gay

O padre Fábio de Melo fez uma declaração que surpreendeu – de maneira positiva – seus seguidores nas redes sociais. Em uma série de mensagens no Twitter, ele se posicionou a favor do casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Segundo o religioso, não é a primeira vez que ele fala sobre isso. “Não sou o professor Girafales, mas gostaria de fazer um apontamento. Já falei muito sobre o assunto, mas sempre volta como se fosse novidade”, escreveu.

Para Fábio de Melo, as igrejas devem respeitar cada um como cidadão, independente da religião escolhida.
Se duas pessoas estabeleceram uma parceria, e querem proteger seus direitos, o Estado precisa dar o suporte legal”, afirmou. “A questão só nos tocaria se viessem nos pedir o reconhecimento religioso e sacramental da união”.
E o que poderia parecer polêmico rendeu uma repercussão positiva para o religioso. Seus seguidores no Twitter apoiaram os comentários. “Padre Sábio de Melo”, disse um. “Ele sabe o que é um Estado laico. A separação entre estado e igreja é dos pilares da democracia”, apontou outra. “O senhor é uma pessoa evoluída”, resumiu mais uma fã do padre.

Leia o que disse o padre, que também é cantor e escritor. (Fonte: Veja São Paulo, 12/04/2014)









O secularismo explícito do padre Fábio de Melo

Quando os religiosos se calam, são seus inimigos que se levantam e, sem nenhum pudor, vão fazer de tudo para que as pessoas não apenas aceitam os seus valores, mas os absorvam.

Quando eu estava decidido a falar sobre outros assuntos, superando a questão da manifestação pública de religiosos e sua legitimidade, não é que me aparece o padre pop Fábio de Melo e solta, no twitter, uma sequência de pensamentos que são o exemplo perfeito de tudo o que eu venho expondo por aqui? Lançando meia-dúzia de espirros verbais, consequência, certamente, de um vírus modernista que, parece, tomou conta do sacerdote católico, ele acabou expectorando a visão laicista de sociedade que preenchia seu peito e ansiava ser colocada para fora.

O padre afirmou, sem nenhum rodeio, que “a união civil entre pessoas do mesmo sexo não é uma questão religiosa. Portanto, cabe ao Estado decidir”. E já, nisso, constatamos o aspecto esquizofrênico de suas palavras, expondo que é normal alguém ter duas personalidades, uma religiosa e outra pública e que existem questões que são exclusivamente religiosas, enquanto outras são exclusivamente civis. O que talvez ele não perceba, é que essa fragmentação, no ser e também na sociedade, é fruto de uma doença moderna, como bem alertou Francis Schaeffer, em seu livro A Morte da Razão, ao afirmar que, “não se pode ter verdadeira moral no mundo real uma vez feita essa dissociação. [Da mesma forma] não se tem uma base adequada para o direito, para a lei”. O que Schaeffer quer dizer é que, quando se abre mão da unidade do pensamento, quando se separa as ideias religiosas das civis, estas deixam de possuir qualquer moralidade, pois não têm onde encontrar referências. Mas, o que é mais absurdo nisso tudo, é um líder religioso não atentar para essas coisas, se tornando, dessa forma, um promotor dessa amoralidade social.

E, em uma demonstração explícita de sua fé, não em Jeová, claro, mas em Leviatã, Fábio de Melo ressalta que “o Estado decide através dos que são democraticamente eleitos por nós. São eles que propõem, votam e aprovam as leis”. De fato, ele não está dizendo, formalmente, nenhuma novidade, mas dentro de todo o contexto de suas afirmações, é evidente que o que ele está propondo é que as pessoas religiosas não devem tentar influenciar seus eleitos, expondo suas convicções. Como se os representantes do povo, ao assumirem seus mandatos, se desvinculassem de seus eleitores, agindo de maneira autônoma e com base, apenas, em suas próprias ideias pessoais. Ele esquece que os congressistas não recebem uma carta branca de quem votou neles para fazerem o que bem entenderem, mas devem, sim, refletir a vontade de seus eleitores. E, falando do tema levantado pelo padre, até aqui, a maioria da população brasileira não tem se mostrado favorável ao casamento gay. Portanto, suas afirmações não passam de desvirtuamento, uma forma de despistar os olhos das pessoas do problema principal. Na verdade, o que ele está fazendo é exigir que os fiéis de sua igreja calem a boca e assistam, passivamente, os grupos que trabalham a favor dos direitos dos homossexuais impor sua agenda.

Isso fica ainda mais claro quando o sacerdote diz que “aos líderes religiosos reserva-se o direito de estabelecerem suas regras e ensiná-las aos seus fiéis. E isto o Estado também garante”. Ora, se eu não soubesse quem é o padre Fabio de Melo diria que o seu perfil fora hackeado, pois suas palavras passam ao largo do que se espera de um representante da Igreja. O que ele está afirmando nada mais é que os religiosos não têm direito à voz na sociedade. Que eles podem, por causa de uma mera concessão estatal, discutir seus dogmas internamente, mas que não ousem sair de seus currais eclesiásticos. Nem da boca de ateístas ferrenhos lembro ter ouvido palavras tão segregacionistas! Primeiro, não são os líderes religiosos que estabelecem as regras e ele, como um deles, deveria saber muito bem disso. Ao falar dessa forma engana, propositalmente, sua audiência, dando a impressão que as regras religiosas são meros reflexos das idiossincrasias dos homens. E isso é um típico discurso de um inimigo da Igreja. Em segundo lugar, os religiosos são parte, e constituem uma proporção considerável, da sociedade. Não há, portanto, como ignorar suas demandas, sua forma de enxergar a vida e, também, suas rejeições. E, se estamos em uma democracia, como tanto gostam de afirmar esses filhos da modernidade, por que, então, eles não respeitam-na, principalmente quando a vontade da maioria vai de encontro com suas ideologias?

E, quem diria, eu estaria vivo para presenciar um padre falando, abertamente, contra sua própria instituição!? Fabio de Melo, por mais surpreendente que isso seja, não se sente nem um pouco constrangido em estabelecer que “as igrejas não podem, por respeito ao direito de cidadania, privar as pessoas, que não optaram por uma pertença religiosa, de regularizarem suas necessidades civis“. O que ele está dizendo é muito fácil entender. Ele está determinando que a união civil de homossexuais é um direito indiscutível e deve ser permitida, de qualquer maneira. No entanto, para quem acabara de afirmar que religiosos não devem dar palpites públicos, com base em suas convicções, o padre está sendo bem explícito ao dar o seu. Mas, é claro, o que ele quer dizer, na verdade, é que os religiosos não devem influenciar as decisões públicas quando forem a favor da visão cristã. Se, pelo contrário, forem contra o cristianismo, como é o caso da convicção do próprio padre, aí, sim, eles têm direito de falar o que bem entendem e tentar influenciar as pessoas.

Como vimos aqui, e como eu venho afirmando, quando um lado deixa de expor suas convicções, o outro impõe as deles. Estas afirmações do padre apenas corroboram tudo aquilo que eu tenho compartilhado com vocês: que, na política e na cultura, não há vácuos morais, nem de ideias. Se um dos lados se abstém de influenciar a sociedade, ensinando sobre sua cosmovisão, não adianta achar que vai se criar um campo neutro, amoral, livre de princípios. Na verdade, quando os religiosos se calam, são seus inimigos que se levantam e, sem nenhum pudor, vão fazer de tudo para que as pessoas não apenas aceitem seus valores, mas os absorvam, até o ponto que a religião e seus princípios sejam suprimidos completamente.

E, não se enganem, Fabio de Melo não está sendo ingênuo, nem está errando por entender de maneira equivocada a realidade que o cerca. Suas palavras tornam evidente que ele é, de fato, um agente secularista, com convicções secularistas, que está dentro da Igreja apenas para tentar calá-la ou desvirtuar o seu discurso. E se ele ainda usa batina (ah! me desculpem, ele nem me parece muito afeiçoado a essa vestimenta) é porque acima dele também existem alguns que não discordam tanto de tudo aquilo que o padre anda falando por aí.

Fonte: Mídia sem Máscara, por Flávio Blanco, 17/04/2015

Na terceira temporada de “Orange is the New Black”, Piper e Alex vão disputar Stella, personagem vivida pela VJ Ruby Rose

sexta-feira, 17 de abril de 2015 0 comentários

Stella (à direita) será disputa por Piper e Alex na terceira temporada de OITNB

A história de “Orange is the New Black” já é bem conhecida: Piper Chapman(Taylor Schilling), jovem de classe média alta namorada do candidato a escritor Larry (Biggs), pega um ano e meio de prisão por envolvimento em tráfico de drogas da época em que namorava a traficante Alex Vause (Laura Prepon). Alex de fato a dedurou, como se fica sabendo no decorrer da história.

Ao entrar para a cadeia, Piper vai enfrentar as inúmeras barras de uma vida atrás das grades não só pelo relacionamento nem sempre amistoso com outras detentas como também pelos posicionamentos muitas vezes arbitrários dos agentes penintenciários. Entre um causo e outro, entre o drama e o humor e os flashbacks da vida pregressa de todas as detentas, Piper reata com Alex, revivendo seu tumultuado romance de tempos atrás.

Na terceira temporada de OITNB, estreia prevista para 12 de junho, entrará em cena a modelo e VJ australiana Ruby Rose no papel de Stella (Carlin) a ser disputada por Piper Chapman (Taylor Schilling) e Alex Vause (Laura Prepon). Ruby Rose foi VJ da MTV australiana e faz o estilo “genderqueer”, assumindo características dos gêneros masculino e feminino e questionando os estereótipos sexuais. Uma espécie de revival da androginia.

Abaixo, vídeo com Ruby Rose, trailer oficial da terceira temporada e entrevista da atriz Laura Prepon (Alex Vause), para a NBCNewa sobre o sucesso da série e de sua personagem. Enjoy it!


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