Jogadora Marta está de namorada nova

sexta-feira, 24 de maio de 2019 0 comentários

Marta e a nova namorada Toni Deion Pressley

Jogadora Marta termina namoro com sueca e engata romance com colega de time

A atacante Marta tem um novo amor. Após terminar o namoro de mais de quatro anos com a sueca Jessica Barklund, uma loira de parar o trânsito, a atacante, eleita pela sexta vez a melhor do mundo, engatou um novo romance. Marta está namorando a colega de time desde o fim do ano passado.

Toni e Marta jogam pelo Orlando Pride, da Flórida, onde se conheceram. Enquanto a brasileira atua no ataque, a americana de 29 anos joga na defesa. O relacionamento já não é segredo para os amigos e a família de Marta, que trouxe em abril Toni para passar férias em Maceió, Alagoas.

Marta e a ex Jessica Barklund
Em 19 de fevereiro, data em que as duas fazem aniversário, Marta fez questão de postar uma foto das duas e a mensagem:
Feliz aniversário! Te desejo tudo de melhor nessa vida e que continue sendo essa pessoa maravilhosa!”, escreveu ela nas versões português e inglês.
Toni retribuiu o carinho com a mesma foto e outra só da namorada e se declarou:
Desejando-lhe o mais feliz dos aniversários e um ano ainda melhor. Cheio de alegria, riso, amor e sucesso. Você é minha absoluta favorita e não há mais ninguém com quem eu possa compartilhar um aniversário. Te amo muito”.
Nos registros, as duas ainda mostram os cães que adotaram, Zoe e Zeca, que têm até perfil no Instagram e na descrição aparecem como filhos da dupla.

Marta e Toni com Zoe e Zeca

A namorada gata de Marta está no time desde 2016. A brasileira se juntou um ano depois e as duas já dividem o mesmo teto em Orlando com os cães. Candinho, o cachorrinho que Marta tinha com Jessica, ficou com a sueca depois da separação.

Marta já se prepara para atuar na Copa do Mundo de Futebol Feminino, que começa em junho, na França. Já Toni não foi convocada para jogar pela seleção americana.

Romance entre mulheres volta a se destacar no festival de Cannes

quinta-feira, 23 de maio de 2019 0 comentários

O Retrato da Garota em Chamas

Filme com romance lésbico volta a chamar atenção em Cannes
Desde que o Festival de Cannes foi tragado, a partir do ano passado, pelo furor do movimento feminista #MeToo, a principal mostra de cinema tem sido questionada sobre a ainda incipiente participação de diretoras mulheres e respondido de forma às vezes precipitada à grita, selecionando obras marqueteiras e com pouca substância.

O filme “Portrait de la Jeune Fille en Feu”, da francesa Céline Sciamma, talvez seja o primeiro exemplo de um longa que responde diretamente aos anseios de tais grupos identitários sem sacrificar a consistência ou cumprir cota.

O longa costura uma elegante ambientação de época com uma observação incisiva sobre as discrepâncias entre o olhar feminino e o olhar masculino, que servem tanto ao enredo quanto à reflexão sobre gênero nas artes, em especial no cinema.

Na Bretanha do século 18, a jovem Marianne (Noémie Merlant) é chamada a servir como dama de companhia à nobre Héloïse (Adèle Haenel), que acaba de deixar o convento e está prometida a um rico milanês. O que a filha de condessa não sabe é que a recém-chegada é uma pintora que foi incumbida de fazer um retrato seu para enviá-lo ao futuro pretendente.


Tudo precisa ser segredo. O último retratista foi enxotado por Héloïse, contrariada pela ideia do matrimônio, mas deixou uma tela incompleta e com um borrão no lugar no rosto. Caberá a Marianne completar o desenho às escondidas.

Os olhares penetrantes da pintora, que no princípio servem apenas para captar os traços da outra, logo evoluem para um interesse mútuo e as encaminha para um proibido romance lésbico. Ao final, não se sabe se a garota em chamas do título é que é objeto do retrato e que será rifada em casamento ou se é a que o pinta e que está consumida pelo desejo.

A cineasta, que já abordou aspectos da feminilidade em “Tomboy” e “Garotas”, usa as diferentes perspectivas entre os retratistas para tecer comentários sobre o que é arte produzida por mulher e o que é arte produzida por homem.

Nesse esforço, ela dialoga com as formas com que personagens femininas têm sido mostradas no cinema —sua delicadeza não poderia ser mais oposta, por exemplo, do registro voyeur de Abdellatif Kechiche e seu “Azul É a Cor Mais Quente”, vencedor da Palma de Ouro em 2013.

A questão do ponto de vista é tão central que a diretora ainda costura à história referências ao mito de Orfeu, aquele que perdeu sua amada justamente porque olhou para ela.

Rival de Céline Sciamma na disputa pela Palma de Ouro, o diretor canadense Xavier Dolan foi um dos que não se contiveram e correram às redes sociais para se derreter pela obra. “Me senti confortável, tanto romântica quanto psicologicamente diante da ausência de personagens homens”, escreveu.

Fonte: Folha de SP, 20/05/2019


17 de maio de 1990: Histórico do Dia Internacional Contra a Homofobia

sexta-feira, 17 de maio de 2019 0 comentários


Histórico do Dia Internacional Contra a Homofobia

Em 17 de maio de 1990, a Assembléia Geral da Organização Mundial de Saúde aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças, declarando que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. A nova classificação entrou em vigor entre os países-membros das Nações Unidas em 1993.

Não era assim. Entre 1948 e 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a homossexualidade como um transtorno mental. A partir de 1990, marcou-se, no Ocidente, o fim de uma época em que a cultura patriarcal judaico-cristã encarou a homossexualidade primeiro como pecado, depois como crime e, por último, como doença.

Em 2003, em homenagem a esse evento significativo para os direitos da população de gays e lésbicas, a Associação Internacional de Gays e Lésbicas (ILGA) estabeleceu a data como Dia Internacional contra a Homofobia.

Para celebrar essa vitória contra a "normalidade", um vídeo com lésbicas butches. Possível acessar legendas em inglês.


Memória Lesbiana: há 40 anos surgia o Grupo Lésbico Feminista, o primeiro coletivo de ativistas lésbicas do Brasil

quarta-feira, 15 de maio de 2019 0 comentários

Matéria a partir da qual se inicia o Grupo Lésbico Feminista

Memória Lesbiana: há 40 anos surgia o Grupo Lésbico Feminista, o primeiro coletivo de ativistas lésbicas do Brasil

Míriam Martinho*

Há 40 anos, em maio de 1979, surgia o Grupo Lésbico-Feminista (LF), formado pelas lésbicas do Somos, por sua vez, o primeiro grupo de ativismo de gays e lésbicas que dá origem ao Movimento Homossexual no Brasil (MHB). Tanto o Somos quanto o LF integraram o chamado ciclo libertário do MHB (1978-1983) que teve a Contracultura como matriz genérica. O coletivo que formou o LF surge, desenvolve-se e se dilui na primeira metade do ciclo libertário, ou seja, no momento de ascensão do incipiente movimento homossexual brasileiro e no início de seu descenso a partir de meados de 1981.

Entre suas particularidades, destaca-se o fato curioso de ter tido mais denominações do que tempo de existência. Tornou-se mais conhecido como Grupo Lésbico Feminista (LF), a assinatura de sua carta de separação do Somos, e suas integrantes como L.F.anas (ou LFanas). Também com essa identificação se autorreconheceu internamente durante todo o seu breve tempo de vida. Entretanto, assinou documentos (históricos, cartas oficiais) e faixas com vários outros nomes derivados da denominação “lésbico(a) feminista”.

O surgimento do subgrupo lésbico-feminista (maio de 1979)

O Grupo Somos (1978-1983), foi fundado por gays em 1978 e contou com raras lésbicas em sua constituição até o início de 1979. Entretanto, após a participação de seus integrantes em um debate sobre minorias, ocorrido, em 8 de fevereiro de 1979, na Faculdade de Ciências Sociais da USP, esse quadro começou a mudar. Lésbicas começaram a participar das reuniões do Somos (fui uma das primeiras a aparecer), organizadas em casas de seus membros, e seguiram num crescendo, à medida que o Somos ampliava sua atuação em eventos públicos.

Em abril de 1979, editores do Lampião da Esquina convidaram as lésbicas do Somos, já em número significativo, a produzir uma matéria para o tabloide a ser publicada na edição de maio daquele ano. Aceitando o convite, extensivo a lésbicas de outros grupos, elas se reuniram no apartamento de uma das integrantes do Somos, Teca, e, com a ajuda de uma jornalista, produziram o texto intitulado “Nós também estamos aí”. A matéria foi capa do Lampião da Esquina, número 12, com a chamada Amor entre Mulheres, e definida como a primeira vez que lésbicas se reuniram para falar e escrever sobre sua sexualidade. Destaco dois trechos da matéria:
“Tudo por Dizer 
Pela primeira vez na história deste país, um grupo de mulheres se reúne para falar e escrever acerca de sua homossexualidade. Aquelas mulheres sempre esquecidas, negadas e renegadas, exatamente por não se submeterem aos papéis que a sociedade machista impõe como seus papéis naturais, no mês consagrado por essa mesma sociedade à função “sublime” das mulheres, pedem a palavra e descem o verbo.”
Só queremos ser entendidas 
É assim que nós queremos ser entendidas. E é assim que nós precisamos começar a nos entender. No nosso entendimento, demos um passo inicial, ao trabalharmos conjuntamente essa matéria para o primeiro aniversário do Lampião. Agora, é ver o que acontece.
E aconteceu o primeiro coletivo brasileiro de ativistas lésbicas. Após o lançamento da matéria no Lampião, o grupo formado para a elaboração da matéria se dispersou em boa parte, mas algumas de suas integrantes decidiram manter um subgrupo exclusivamente de mulheres, dentro do Somos, denominando-o subgrupo lésbico-feminista em maio de 1979. As razões elencadas para essa decisão, além do propósito de dar continuidade a discussões especificamente lésbicas, foram os problemas enfrentados nos subgrupos mistos do Somos, tais como o uso da palavra “rachada” com a qual alguns gays se referiam às mulheres em geral e às lésbicas em particular; o Somos não ter uma posição sobre a dupla discriminação sofrida pelas lésbicas, como mulheres e homossexuais, e as lésbicas ficarem diluídas nos grupos de identificação (subgrupos de troca de experiências sobre a vivência homossexual).

A partir daí, o subgrupo lésbico-feminista passa a desenvolver uma série de atividades autônomas, aproximando-se também do Movimento Feminista. Entre elas, destacam-se:
De 8 a 9/03/1980, a participação no II Congresso da Mulher Paulista, na PUC-SP, onde a presença de um grupo abertamente lésbico provocou polêmica entre as participantes do evento. O grupo distribuiu o panfleto Mulheres Violentadas (de minha autoria), entre as participantes do encontro, e participou de discussões sobre sexualidade; 
Durante os dias 4, 5 e 6 de abril/1980 - a participação no I Encontro Brasileiro de Grupos Homossexuais Organizados, (I EBHO) e I Encontro Brasileiro de Homossexuais. O grupo levou a discussão do machismo gay e da importância da formação de subgrupos só de mulheres dentro dos grupos mistos de gays e lésbicas. Em matéria do Lampião da Esquina n. 24, de Francisco Bittencourt, sobre o encontro, recebeu a seguinte avaliação “Não podemos deixar de dar destaque ao mais coeso, mais treinado para falar, mais articulado e coerente dos grupos presentes ao encontro que é o LF"
Participação do LF na manifestação contra o delegado Richetti

O subgrupo lésbico-feminista oficializa sua separação do Somos, em maio de 1980, com o nome de Grupo Lésbico-Feminista

No dia 17 de maio de 1980, o Grupo Somos sofre um racha. Os gays fundadores do grupo o deixam, alegando que o grupo fora irremediavelmente comprometido por infiltração da Convergência Socialista (grupo de esquerda trotskista que participará da formação do PT). E o subgrupo lésbico-feminista oficializa sua separação da organização, considerando que, na prática, ela já existia, e passa se denominar Grupo Lésbico Feminista (LF). Envia, então, uma carta, para o Lampião da Esquina, n. 25, sobre os motivos da sua separação do Somos, publicada na matéria O Racha do Somos/SP, em junho de 1980.

Agora oficialmente independente, o LF continua suas atividades tanto junto ao MHB quanto ao Movimento Feminista. Entre elas, destaco:
13/06/1980 - Manifestação contra a “operação limpeza” do delegado Wilson Richetti que efetuou uma série de prisões arbitrárias de lésbicas, gays, negros, prostitutas e travestis que ficou conhecida como “operação limpeza”. Em protesto contra a atuação arbitrária de Richetti, o Grupo Lésbico Feminista se une a grupos gays bem como a grupos feministas e do movimento negro, numa passeata pelo fim da discriminação racial e sexual, do desemprego e da violência policial. Os manifestantes distribuíram no evento o documento Carta Aberta à População.

21 e 22/06/80 - I Encontro dos Grupos Feministas de SP (mais conhecido como encontro de Valinhos, por ter sido realizado em um convento de religiosas situado nesta cidade do interior paulista). O grupo teve participação decisiva no estabelecimento da questão da sexualidade, como pauta feminista válida, e no incentivo ao namoro entre mulheres no Movimento Feminista. Sai desse evento como participante de uma Comissão de Luta contra a Violência que formaria um grupo com essa especificidade, o SOS Mulher, por sua vez, embrião das primeiras delegacias da mulher.
O Racha do LF (outubro de 1980)

Após o Encontro de Valinhos, o LF entra em crise que culminou com uma ruptura do grupo em outubro. Duas destacadas integrantes do LF deixaram a organização: uma, em razão dos desentendimentos pessoais que vinham minando o grupo, saiu para formar outra organização lésbica (Terra Maria Opção Lésbica); a outra, por não ver mais perspectivas no LF, saiu para juntar-se ao grupo feminista SOS Mulher que acabava de ser formado O grupo ficou reduzido e abalado por essas saídas, mas ainda persistiu, com altos e baixos, até meados de 1981.

O ocaso do LF

Desfalcado e ainda abalado pelo racha de outubro de 1980, o LF ainda recupera o fôlego para participar de algumas atividades com destaque para sua participação nos seguintes encontros:

8 e 9 de março - III Congresso da Mulher Paulista (III CMP) e lançamento do ChanacomChana O LF chega ao III CMP, o novo grupo que lhe saíra da costela, o Terra Maria Opção Lésbica. para enfrentar o preconceito explícito do chamado Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), ligado ao PMDB e responsável pelo jornal a Hora do Povo (HP), que queria expulsar as lésbicas do evento por supostamente negarem a condição feminina, por não serem mulheres (sic). Apesar dos ataques, as L.F.anas conseguiram permanecer no encontro, distribuíram o texto Lésbicas e Violência e lançaram o tabloide Chanacomchana.

25 e 26 de abril de 1981- O I Encontro Paulista de Grupos Homossexuais Organizados
- Ocorrido na Faculdade de Ciências Sociais da USP, teve reunião específica dos grupos lésbicos e de ativistas lésbicas dos grupos mistos de então, configurando o primeiro encontro de ativismo lésbico brasileiro de que se tem notícia. Participaram desse evento, integrantes dos grupos Terra Maria Opção Lésbica, Coletivo Alegria, Alegria, Somos SP, Facção da Convergência Socialista e até do SOS Mulher. Dessa reunião foram tiradas como propostas, aprovadas na plenária geral do evento, a realização de reuniões mensais entre os grupos de lésbicas e a criação de uma organização que agrupasse lésbicas de diferentes grupos, além das independentes.


O Grupo Lésbico Feminista ainda seguiu com algumas atividades de menor relevância até julho de 1981, quando seu coletivo se dispersou, seguindo o refluxo do movimento homossexual que já então se iniciava. O jornal Lampião da Esquina fecha as portas nesse mesmo período, e os grupos homossexuais em geral começam a minguar em todo o Brasil, processo que se acelera ao fim de 1983. Duas remanescentes do LF, Míriam Martinho (eu mesma) e Rosely Roth, após tentativas frustadas de rearticular ao menos uma nova edição do ChanacomChana com suas ex-parceiras do LF e lésbicas de outros grupos, decidem manter um coletivo especificamente lésbico e fundam o Grupo Ação Lésbica Feminista (GALF), em 17 de outubro de 1981, com novas colaboradoras da organização recém-fundada. O GALF vai retomar o ChanacomChana, como boletim, a partir de dezembro de 1982.

Para saber mais sobre o Grupo Lésbico Feminista, na versão completa deste texto, e conhecer o jornal ChanacomChana, clique aqui.

São Paulo, 12/05/2019



Condições de compartilhamento deste texto
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*Miriam Martinho é uma das fundadoras do Movimento Homossexual brasileiro, em particular da organização lésbica, tendo co-fundado as primeiras entidades lésbicas brasileiras, a saber, Grupo Lésbico-Feminista (1979-1981), Grupo Ação Lésbica-Feminista (1981-1989) e Rede de Informação Um Outro Olhar (1989....). Editou também as primeiras publicações lésbicas do país, como o fanzine ChanacomChana (década de 80) e o boletim e posterior revista Um Outro Olhar (década de 90 até 2002). Atualmente administra as páginas Um Outro Olhar e Contra o Coro dos Contentes. 

Fundou igualmente o movimento de saúde lésbica no Brasil, em 1994, realizando a primeira campanha de prevenção às DST-AIDS para mulheres que se relacionam com mulheres, em 1995, e editando as primeiras publicações sobre o tema desde essa época (em 2006 publicou a 4 edição da cartilha Prazer sem Medo sobre saúde integral para lésbicas e bissexuais). Participou da organização do I EBHO (1980), organizou dois encontros LGBT nacionais (VII EBLHO/93 e IX EBGLT/97) e foi sócia-fundadora da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis (ABGLT-1995). Participou igualmente de vários encontros internacionais com destaque para a IX Conferência Internacional do Serviço de Informação Lésbica Internacional-ILIS (Genebra, Suiça, 28 a 31/03/1986), o I Encontro de Lésbicas-Feministas Latino-Americanas e do Caribe (Taxco, México, 1987) e a Reunião de Reflexão Lésbica-Homossexual (Santiago, Chile/ nov. 1992).

Lésbicas e as dores e delícias de se sair do armário

sexta-feira, 3 de maio de 2019 0 comentários

Lara, filho de Mardejan e Mardejan - Imagem: Arquivo Pessoal

A dificuldade de sair do armário: lésbicas relatam histórias de dor e afeto


Abrir o jogo sobre a homossexualidade para amigos e família é um processo delicado. Enquanto em alguns casos o assunto é tratado com naturalidade e acolhimento, em outras situações, a homofobia começa dentro do próprio lar.

Universa conversou com mulheres e relata experiências muito diferentes sobre a hora de sair do armário. Há quem tenha sido acolhida, há humilhação e até situações inusitadas.

Negação, religião, ameaças e gravidez

Lara, filho de Mardejan e Mardejan 

"Comecei a me relacionar com mulheres aos 14 anos. O processo de aceitação comigo foi muito doloroso, chorava bastante e me reprimia. Tinha medo de magoar minha mãe, de ser julgada. Aos 15, tive amigas que também estavam se descobrindo e pude experimentar a minha liberdade ilusória.

Aos 17, minha mãe, desconfiada, mudou de Duque de Caxias para Campos de Goytacazes, no Rio, em uma tentativa de me afastar das "péssimas amizades" e me isolar. Ficamos próximas da família dela, onde todos são evangélicos fanáticos.

E, então, me vi prisioneira. Antes de me mudar, eu estava namorando uma menina e postava coisas sobre nós em uma rede social. Um primo acessou o computador que eu usei, descobriu, e espalhou para toda a família. Fui ridicularizada, chantageada. Tiraram meu celular, eu não podia acessar a internet, ter amizades fora da igreja, ouvir músicas "mundanas".

Chegou até o ponto de não poder usar tênis, porque seria para "me sentir homem". Era obrigada a ouvir sermões e salmos. E claro, não podia sair. Minha mãe não me agrediu, mas me ameaçou muito. Eu passei a fugir de casa, pulava o muro ou inventava situações religiosas para conseguir sair. Me sentia em um cárcere, privada de amar.

Me cobravam que, se eu não havia transado com homens, não poderia ter certeza da minha sexualidade. Vivia um processo de heterossexualidade compulsória e em uma das fugas, acabei transando com um desconhecido. Estava extremamente bêbada e ele agiu como quis. Usamos camisinha, mas ele tirou sem minha permissão. Descobri um mês depois que estava grávida, quando fiz 18 anos.

Fugi de casa, deixando uma carta e fui em busca da minha liberdade, mesmo com a maternidade chegando pra me acorrentar. Hoje vivemos eu e meu filho Pierre, ele tem oito anos e ama minha namorada. Minha família segue religiosa e acreditando em uma milagre divino e eu sigo acreditando no amor", Mardejan, cantora, 27 anos.

Delatada pela 'máquina da verdade'
Jessica Luz, tatuadora Imagem: Arquivo Pessoal

"Meu pai trabalha com terapias alternativas, holísticas e frequências corporais. Quando eu tinha 18 anos, ele comprou um aparelho em que você coloca uns eletrodos na cabeça, nos pulsos, nos tornozelos e fica relaxado enquanto essa máquina vai passando várias frequências para um programa que lê e interpreta o que cada uma delas significa.

Ele me passou nessa máquina e depois me chamou para conversar, prescreveu alguns florais e falou: 'então, eu queria te perguntar uma coisa, eu vi nas suas frequências tendências homossexuais. Você quer conversar sobre isso, filha?' e eu fiquei: eita, eita, eita. E aí admiti e falei 'pai, então: a máquina está certa, pelo menos agora sabemos que ela funciona mesmo'. Ele foi tranquilo, e desde então meus amigos chamam esse aparelho de máquina da verdade. Mas foi muito louca a forma como meu pai descobriu", relembra a tatuadora." Jessica Luz, de 28 anos

Marina e Alessandra

Independência financeira, direito de amar, e, por fim, aceitação
"Eu, desde sempre, tinha me relacionado com homens. Tinha terminado um relacionamento abusivo há cerca de dois anos, e, nesse meio tempo, tinha saído do armário pra mim mesma. Pra mim, a saída do armário veio no mesmo momento da independência financeira. Quando eu terminei a faculdade e, com 23 anos, consegui me bancar, e não precisei mais dos meus pais.

Contei para minha mãe primeiro, quando eu comecei a namorar uma mulher. Minha mãe reagiu me dizendo que preferia que eu estivesse com um homem casado e com filhos, e me proibiu de contar para o resto da família, porque ela não queria ter essa vergonha. Eu pedi que ela esperasse eu mesma contar paro meu pai e ela não esperou.

Aí, foi uma sucessão de coisas horríveis. Eles são da igreja e não aceitavam, não falavam com a minha namorada, não olhavam, não perguntavam: nada. Depois dessa relação, eu firmei o pé, dizendo que gostava mesmo de mulheres e que isso não iria mudar.

Tive que bloquear os meus pais de todas as redes sociais e do Whatsapp, porque eles falavam sobre como eles ficavam mal, perguntavam qual era a necessidade de eu postar fotos com a minha namorada, ficavam perguntando aonde eles tinham errado, por que eu tinha terminado a relação com um cara, só que eles não sabiam que, nos bastidores, a relação era ruim.

Ficamos meses sem nos falarmos, e, depois de um tempo, eles aceitaram receber a minha namorada, que agora é esposa, na casa deles. A gente avisou que ia casar. Foi difícil, mas eles vieram ao nosso casamento, em novembro do ano passado e, depois, meu pai esteve na nossa casa, ficou uns dois dias, minha mãe também esteve lá recentemente. Agora eles já perguntam por ela, chamam pelo nome, querem saber, já a abraçam. Mas, até hoje, eles nunca pediram desculpa", conta Mariana Sampaio, 26 anos, servidora pública, que está casada e muito feliz.

Acolhimento e respeito ao tempo

Camila Martins

"Saí do armário há cerca de oito anos. Liguei para minha mãe, que mora em outro estado, e disse que estava indo visitá-la, mas que levaria minha namorada. E ela, prontamente, disse que tudo bem. Depois me mandou várias mensagens de afeto e disse que falaria com meu pai, que também foi tranquilo.


A essa altura minhas irmãs já sabiam e um tio, que é gay, já havia conhecido a minha primeira namorada, me acolhendo em todos os momentos. Contar para a família me ajudou a sair de um processo de depressão profunda, porque me assumi lésbica muito tardiamente, com 26 anos, e foi uma libertação emocional. O que mais me marcou na fala da minha mãe foi "Eu já sabia, sempre soube, e só estava esperando você me contar".

Ela respeitou meu momento e me deu todo apoio diante do restante da família. Foi aí que comecei a falar abertamente nas redes sociais. Ao mesmo tempo, percebi que outros espaços foram fechados, como alguns núcleos da família e de amigos. Mas houve muito apoio e acolhimento. E o que eu mais ouvi foi: "nós sempre soubemos".

Tirei um peso da minha vida. Mas entendo que sair do armário não é para todas as pessoas, uma vez que nós, lésbicas, somos ameaçadas pelo estupro corretivo, assassinato. Ficar no armário, muitas vezes, significa estratégia de sobrevivência diante do quadro de lesbofobia", conta a editora Camila Marins, de 34 anos.

Sair do armário em casa e no trabalho

"Eu nunca tive um relacionamento maravilhoso com a minha família. Até que eu me apaixonei por essa menina, C., e começar a sair com ela direto. Um dia, minha mãe me avisa pra eu tomar cuidado porque ela sabia que a C. era sapatão e ia querer me comer. Eu aproveitei a deixa para dizer um 'Tomara!' e falar que eu também era sapatão e não via nada demais, minha mãe ficou com nojo e se recusou a encostar ou falar comigo direito por meses.

Ela sugeriu que meu irmão me tirasse das redes sociais, pois poderia pegar mal ele ter ligações com uma pessoa gay; meu pai me fez prometer que eu nunca seria foto de capa de um jornal no topo de um trio elétrico com os peitos de fora numa parada gay. Eles passaram a me tratar mal e não falar comigo, tentar me impedir de sair, ou fazer pequenas humilhações diárias.

Por fim, avisei que sairia de casa. Eles, então, fizeram uma conta de tudo que já haviam gastado comigo na vida e me ofereceram para pagar um aluguel para ficar na casa deles, para que eles pudessem ser compensados pelos anos que passaram investindo em mim para eu estudar e ter sucesso ao invés de acabar 'me tornando' sapatão e arruinar tudo. Eles fizeram os cálculos de quantas viagens teriam feito à Europa não fosse o fardo de me criar e sustentar.

Depois de muito tempo e terapia, hoje temos um relacionamento agradável e nos falamos com frequência. Eu também tive que sair do armário no trabalho, em um lugar muito tóxico, repleto de pessoas machistas e homofóbicas. Percebi logo nos primeiros dias que não daria pra ser assumida nesse emprego.

Deixei o cabelo crescer para as piadas diminuírem e ouvia calada os comentários homofóbicos. Tinha medo de ser mandada embora. Um dia, cheguei para trabalhar e minha chefe me chamou em particular e disse que estava oferecendo a oportunidade de me explicar, pois alguém tinha contado para ela que eu sou gay e se ela soubesse disso antes ela não teria me contratado. Ela queria entender a razão de eu não ter contado para ela. Fiz um barraco, falei que era um absurdo, que eu não precisava da permissão dela para existir.

Foi uma história engraçada, porque o argumento dela foi que quando ela me imaginava com uma mulher, ela me imaginava fazendo atos sexuais muito fora da caixinha e isso a deixava desconfortável.


Respondi que quando ela me contou que era casada, eu não a imaginava chupando o marido dela, então não entendia a dificuldade. Encerramos a conversa ali e passei um ano trabalhando com ela, e ela interrompendo cada vez que o nome da minha namorada era mencionado", conta a professora M, de 31 anos, que, apesar de ser assumida, prefere não ter a identidade revelada pois muitas pessoas de seu convívio profissional são homofóbicos.

Fonte: Universa, por Elisa Soupin, 30/04/2019

Horóscopo de maio (2019)

quarta-feira, 1 de maio de 2019 0 comentários

Míriam Julie

Previsão de maio para todos os signos


ÁRIES
21/03 a 20/04

Este trânsito traz bastante ânimo e disposição. Dá bem-estar e alegria de viver. Em compensação, você fica com um apetite exagerado e acaba engordando. A vida social e a popularidade melhoram e você recebe muitos convites para festas e passeios.

Em casa, passa por momentos felizes e o convívio familiar será positivo e benéfico. Está com sorte para jogos ou para receber mais dinheiro no trabalho. O convívio com mulheres, da família ou não, estará beneficiado.

A saúde estará favorecida e podem nascer crianças novas na família. Neste período, pode se reencontrar com seu passado. Poderá rever amigos de infância ou voltar a seu lugar de origem. Essas lembranças vão ser positivas e lhe darão alegrias, podendo trazer também novidades relacionadas à sua vida amorosa de forma inesperada.

TOURO
21/04 a 20/05

Você estará muito segura e com sensação de solidez. Vai enxergar a vida de uma forma mais organizada e ponderada. As pessoas com quem você convive vão notar a diferença, considerando-a mais madura. Seu humor vai estar mais equilibrado e você vai se sentir mais calma.

Bom aspecto para consolidar seu relacionamento com mulheres, no âmbito familiar, afetivo ou social. A saúde vai passar por bons momentos.

Você pode conseguir se curar de algo que a incomodava. De qualquer forma, estará com o organismo muito equilibrado. É um período de boa saúde e bom para tratamentos ginecológicos.

Durante esse período, poderá ainda sentir vontade de iniciar novos cursos, aprendizados, que não tenham a ver com sua atividade atual.

GÊMEOS
21/05 a 20/06

Neste período você vai sentir um efeito de solidez e construtividade. Você se tornarpa mais séria e responsável e sentirá que está encarando a vida de forma mais produtiva. É um bom período para resolver problemas imobiliários, como compra ou venda de imóveis. É bom também para aluguéis ou para reformar e ampliar sua casa.

Pode se entender melhor com pessoas de idade e até ser prestigiada por elas. Se você tem problemas ósseos, principalmente de coluna ou joelhos, pode conseguir uma boa melhora. Você tem mais ânimo para se dedicar a pesquisas ou qualquer estudo que exija muita concentração. É um bom período para você fazer as pazes consigo mesma, tornando-se mais consciente e realista.

A vida amorosa pede mudanças para que possa ter continuidade. Procure estar mais atenta à pessoa amada.

CÂNCER
21/06 a 22/07

Aproveite este período, pois você terá mil oportunidades!

Será um período agitado e cheio de mudanças repentinas em casa ou no trabalho. Podem surgir várias oportunidades de viagens de avião bastante interessantes. Bom período para quem trabalha em órgãos públicos ou com administração. Seu raciocínio estará ágil e você resolverá problemas com bastante rapidez. Também saberá organizar tudo que faz com perfeição.

O tempo passará com extrema rapidez, mas será um período produtivo e de muita modernização em sua vida. Você estará otimista, mas mesmo assim ficará ansiosa por maior liberdade e independência em sua vida. Não tome atitudes precipitadas por causa disso. Neste período, você estará particularmente intuitiva. Aproveite e dê crédito às suas intuições. Excelente para quem trabalha com em áreas relacionadas a comércio.

LEÃO
23/07 a 22/08

Este é um período que vai exigir de você muita calma e paciência. Acontecerão mudanças bruscas em sua vida que vão deixá-la preocupado e agitada. É um período em que você age de forma turbulenta e impensada.

Estará sujeita a rupturas e brigas em casa ou entre amigos.

Você vai ansiar muito por maior liberdade e autonomia, mas não vai saber esperar o momento certo para agir. Estará cheia de ideias, mas não saberá usá-las de forma positiva.

Não é uma boa fase para viagens de avião ou para lidar com aparelhos eletrônicos, que se queimarão várias vezes. Procure descansar e ter momentos de paz, senão será um candidato à estafa. Procure ter mais cuidado ao lidar com a pessoa amada,ela poderá estar mais sensível á sua falta de atenção ou frieza.

VIRGEM
23/08 a 22/09

É uma época de muita sorte para você. Pode conseguir ganhar mais dinheiro de uma forma repentina em jogos ou em algum bom momento nos negócios. Estará num período feliz e de muito progresso. Pode resolver mudar algo em sua vida, e isso será muito positivo. É o momento de se tentar técnicas mais modernas no trabalho ou comprar aparelhos elétricos modernos.

Você estará muito mediúnica e interessada pelo lado espiritual da vida. Pode confiar em suas intuições, pois elas lhe revelarão coisas importantes. É um bom período para praticar meditação, yoga ou estudar filosofia. Contará com a proteção do plano espiritual; seu anjo da guarda estará zelando por você. O contato com a praia e o mar lhe trarão bem-estar.

Sua vida amorosa passará por uma renovação, e é possível que reencontre alguém do seu passado que a verá com novos olhos. Grandes chances de se envolver com alguém ligado ao seu mundo profissional e que poderá te surpreender de forma positiva.

LIBRA
23/09 a 22/10

Sua vida afetiva necessita de mais atenção: se está sem ninguém, o período anuncia a entrada de uma pessoa interessante, em seu caminho, ligada à área profissional.

Será um período cheio de mudanças positivas, principalmente em casa. As coisas acontecerão com muita rapidez, e você quase não terá tempo de entender o que está acontecendo.

Estará muito intuitiva e alerta, e saberá agir com rapidez e organização. Bom período para quem faz muitas viagens de avião ou mexe sempre com aparelhos eletrônicos. O convívio com mulheres, no trabalho ou na vida social, pode ser animador e positivo. É um período de muito progresso. Você pode resolver modernizar várias coisas em sua casa para facilitar sua vida.

Ficará agitada e com tendências à ansiedade, querendo mudar coisas que nem você mesmo sabe quais são. Não corra demais no trânsito; estará com muito gosto pela velocidade.

ESCORPIÃO
23/10 a 21/11

Você vai estar mais estável e segura de si mesma. A autoconfiança vai fazê-la se empenhar muito no trabalho, o que trará benefícios à sua carreira. As coisas correrão de forma lenta, mas trarão maior ascensão social e profissional. Você vai se sentir muito mais segura.

Bom contato com pessoas mais velhas, que vão encará-la com mais atenção. O período é bom para compra ou venda de imóveis ou para reformas e construções. Sua saúde vai estar boa e sua resistência física, aumentada.

Se tiver tratamentos dentários, ósseos ou de pele e cabelos, o momento é excelente. Bom período para estudos profundos e pesquisas.

SAGITÁRIO
22/11 a 21/12

Você estará de muito bom humor, com pensamentos otimistas e bastante autoconfiança. Mesmo tendo problemas, você enxergará tudo mais ameno e pelo lado mais positivo. Poderá ganhar mais dinheiro, seja via trabalho seja através da sorte em jogos. Mas cuidado, pois também estará excessivamente generosa e gastadora. Ótimo período para fechar negócios, assinar bons contratos e para a situação profissional em geral.

Também é boa época para firmar relacionamentos ou se casar. Boa fase para quem trabalha com Educação, Direito ou Línguas. Pode aparecer uma boa oportunidade de viagem. Aproveite!

Sua saúde estará boa e a vitalidade física estará mantida. A circulação sanguínea vai estar muito ativada, assim como o fígado e a digestão. Este período é muito agradável e, mesmo que não lhe aconteçam muitas coisas boas, você terá uma sensação de bem-estar e alegria.

CAPRICÓRNIO
22/11 a 19/01

Este período vai lhe parecer uma grande provação. Você se sentirá cansada e sobrecarregada de trabalho. Evite os exageros, pois pode acabar tendo uma estafa. Pode enfrentar problemas com pessoas de idade e ter muitas preocupações com elas. Você se tornará um pouco pessimista e vai começar a enxergar tudo cinzento. Tente evitar isso!

Procure também cultivar a ponderação e a paciência, pois lhe serão muito úteis. Quanto à saúde, cuide-se muito, pois estará sem vitalidade e estafada. Pode ter problemas ósseos, principalmente na coluna ou nos joelhos. Os dentes, pele e cabelos estarão enfraquecidos. Para quem tem propensão, pode ocorrer a formação de cristais ou pedras nos rins ou vesícula. Apesar de tudo, quando acabar o aspecto, você sentirá que aprendeu muito.

Sentirá necessidade de ficar isolada para reflexão.

AQUÁRIO
20/01 a 18/02

Você estará com muita consciência moral e só vai aceitar agir dentro da lei. É um período em que você vai querer seguir a ordem estabelecida e não admitirá transgressões. Pode encarar a vida com mais seriedade e trabalhar bastante, mas sem perder o otimismo.

Pode resolver assuntos financeiros e legais, mas com muita demora. Tudo levará muito mais tempo do que imagina. Sua saúde andará frágil. Seu fígado vai estar mal e sua má-digestão pode se tornar crônica. Pode ter problemas arteriais ou tendência a cristalizações que levam à artrite ou à formação de pedras na vesícula.

A vida amorosa tende a ficar em compasso de espera durante este mês, com alguma situação mal resolvida sendo trazida à tona.

PEIXE
19/02 a 20/03

Este trânsito é muito benéfico para quase todos os assuntos. Mesmo que você esteja com problemas, eles são amenizados por este aspecto.

Os assuntos afetivos estarão excelentes. Novos romances podem acontecer, ou mesmo um renascimento num relacionamento que andava meio sem graça. Bom período também para casamentos e noivados.

A fase também é ótima para lidar com finanças. Seus investimentos vão render bastante e pode até ganhar mais dinheiro em algum golpe de sorte. Para quem precisa lidar com mulheres no trabalho ou na vida social, o momento é favorável. A saúde estará protegida e você se sentirá bem animada. A digestão e a circulação, regidas por Júpiter e Vênus, estarão ótimas, mas você terá tendência a engordar. Bom período para tratamentos estéticos e assuntos artísticos.

Neste período você vai sentir um efeito de solidez e construtividade. Você se torna mais séria e responsável, e sente que está encarando a vida de forma mais produtiva




Miriam Julie (Gunadhara Miten)
Terapeuta Credenciada pela Comunna Metamorfose
Whats app: 11 964 05 1934 – e.mail : gunadharametamorfose@gmail.com

Terapeuta Tântrica e Renascedora com Especialização em Disfunções Sexuais. Coordenadora de Núcleo de Desenvolvimento de Massagem Tântrica, Instrutora de Cursos Individuais e em Grupo de Massagem Tântrica, Instrutora de Delerium Privativa para casais (de todas as orientações sexuais).

Terapeuta Holística e Astróloga Humanista há 32 anos, mantém, desde 2004, as previsões astrológicas anuais e mensais, entre outras, do site da Um Outro Olhar. É também Orientadora Sexual, tendo trabalhado como voluntária em Grupos de Ajuda a mulheres que sofreram abuso sexual, utilizando o Método Deva Nishok e a terapia energética,  obtendo ótimos resultados.
Utiliza em seus atendimentos as Terapias Tântricas com o objetivo de refinar a sensibilidade, expandir e intensificar a sensação orgástica, gerando maior sustentação da bioenergia do corpo, energização dos chackras e equilíbrio da produção hormonal.

Para consultas online ou pedidos de mapa astral, combinação de mapas, previsões(sinastria), agendamento de terapia tântrica e cursos de massagem, entrar em contato por Whats app: 11 96405 1934; miriam.julie@gmail.com

 
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