Homofobia pode ser o resultado da repressão de certas pessoas a seus próprios desejos

quarta-feira, 22 de janeiro de 2020 0 comentários

Rubén Montenegro
Rubén Montenegro

A homofobia poderia ser o resultado da repressão de certas pessoas a seus próprios desejos

O The New York Times publicou em 2012 um artigo com essa manchete provocadora que ligava a homofobia à homossexualidade. O texto expunha o resultado de várias pesquisas. Evidentemente, nem todos os homofóbicos são homossexuais. Você pode ter antipatia ou ódio contra pessoas diferentes de você por diversas razões: educação, crenças de qualquer tipo ou medo. Contudo, essa aversão também pode ser produzida pela repressão de certas pessoas de seus próprios desejos, como diria Freud. É exatamente o que aconteceu com personalidades de certa notoriedade pública. Nos Estados Unidos, vários líderes evangélicos e políticos que classificavam a homossexualidade como pecado ou que defendiam sua classificação como crime se tornaram famosos. Com o passar do tempo se descobriu que aqueles que defendiam essas teses haviam tido experiências com pessoas do mesmo sexo.

Várias pesquisas mostram a correlação entre homofobia e homossexualidade. Uma delas foi publicada em 2012, depois da análise do comportamento de 748 jovens norte-americanos e alemães. No estudo, pediram-lhes que expressassem sua tendência sexual em uma escala de zero a 10, de homossexual a heterossexual. Em seguida, realizaram um exercício de "associação semântica" que consistia em categorizar imagens relacionadas à homossexualidade ou à heterossexualidade, enquanto o computador media o tempo de reação. Os pesquisadores incluíram a palavra eu de modo subliminar. Aparecia apenas 35 milissegundos para que a mente consciente não a notasse. De acordo com a associação semântica, se alguém acredita que é homossexual e antes apareceu a palavra eu, faz uma conexão mais rápida, medida pelo computador.

Os resultados concluíram que mais de 20% dos participantes que se declararam completamente heterossexuais apresentaram alguma discrepância em suas respostas. E o mais surpreendente: essas pessoas estavam mais inclinadas a promulgar políticas contra os homossexuais ou a impor punições mais severas ao grupo por crimes menores. Quando os pesquisadores aprofundaram na educação que os participantes haviam recebido, encontraram um elo comum: aqueles cujas respostas foram mais discrepantes durante o exercício tinham crescido em ambientes muito controladores, com pais muito beligerantes contra a homossexualidade.

Em 1996, já tinha sido realizada uma pesquisa que media a excitação de 64 homens por meio da espessura de seu pênis enquanto assistiam a vídeos de sexo entre heterossexuais e entre homossexuais. Aqueles considerados homofóbicos negaram que gostassem de vídeos entre pessoas do mesmo sexo. No entanto, seus pênis diziam outra coisa: estavam excitados.

As pesquisas anteriores ainda são controversas, tanto pelos métodos selecionados e os porcentuais sugeridos como pela não repetição dos resultados. É o que afirma um artigo publicado em 2013 que não encontrou correlação entre a aversão e as tendências homossexuais, e que foi igualmente refutado.

Parece óbvio insistir em que nem todos os homofóbicos são homossexuais, mas é possível que em alguns casos haja alguma relação, como se deduz de várias investigações científicas ou, pelo menos, de algumas declarações de pessoas que reconheceram o vínculo. Vale a pena ser mais sincero consigo mesmo e, como sugere Richard Ryan, um dos pesquisadores da Universidade de Rochester, despertar a compaixão pelos próprios intransigentes. Talvez eles tenham vivido em ambientes muito controladores e estejam lutando contra uma parte de si mesmos.

Clipping Homofóbico? Talvez você seja homossexual, por Pilar Jericó, El País, 25/06/2019

Segundo estudo, lésbicas são vistas de forma mais positiva do que gays em 23 países ao redor do mundo

sexta-feira, 17 de janeiro de 2020 0 comentários

Adolescentes lésbicas no Mardi Gras de Sidney na Austrália

Resumo da notícia

.Estudo feito em 23 países aponta que, ao redor do mundo, homens gays são vistos mais negativamente que mulheres lésbicas
.Relatório foi publicado no jornal científico Social Psychology and Personality Science
.Homens demonstraram mais antipatia em relação a gays, e mulheres em relação a lésbicas
.Dos países pesquisados, os que veem a homossexualidade de forma mais positiva são Espanha, Bélgica e Reino Unido

Um estudo publicado recentemente no jornal científico Social Psychology and Personality Science mapeou as atitudes em relação a homens gays e mulheres lésbicas em 23 países ao redor do mundo, incluindo o Brasil.

De acordo com os resultados, as mulheres lésbicas são vistas de forma mais positiva do que os homens gays em todos os países participantes. A diferença foi mais acentuada em países como Rússia e Hungria, e menos acentuada em nações como Índia e Espanha.

Além dos países já citados, participaram da pesquisa Argentina, Austrália, Bélgica, Canadá, China, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Japão, México, Peru, Polônia, Rússia, África do Sul, Coreia do Sul, Suécia, Turquia e Estados Unidos.

O estudo apontou que participantes do sexo masculino demonstraram mais antipatia em relação a homens gays, enquanto participantes do sexo feminino mostraram o mesmo resultado contra mulheres lésbicas.
Apenas na China, França e Itália os homens demonstraram atitudes mais negativas em relação a mulheres lésbicas [do que em relação a homens gays]. No México e nos Estados Unidos, as avaliações das mulheres sobre outras mulheres lésbicas foi muito mais severa", diz um trecho do relatório.
O estudo ainda certificou uma conexão entre o preconceito contra pessoas homossexuais e a "a percepção que mulheres lésbicas e homens gays quebram o que é considerada a norma tradicional do gênero [a que pertencem]".

Dos 23 países pesquisados, os que veem a homossexualidade de forma mais positiva são Espanha, Bélgica e Reino Unido. Já os países que veem homens gays e mulheres lésbicas de forma mais negativa são Rússia, Hungria e Turquia.

Clipping Gays são vistos de forma pior que lésbicas, diz estudo que incluiu Brasil, UOL, 14/01/2020

Centro de convivência para idosos LGBT em São Paulo em projeto

quarta-feira, 15 de janeiro de 2020 0 comentários

Rogério Pedro (centro) com Maria Tereza Cebalus Aguilar, 62, Ana Beatriz Ruppelt dos Santos, 64, Márcia Barros, 53, e Ângela Fontes, 67, atendidas pela ONG EternamenteSOU - Karime Xavier/Folhapress

A professora aposentada Dora Cudignola, 67, se assumiu lésbica na década de 1980, época em que, como ela conta, poucas mulheres tinham coragem de sair do armário.

Havia poucos lugares para encontros, para dançar, para beijar. Se eu pegasse na mão de uma namorada, não sabia o que poderia acontecer, diz. Se hoje há violência contra homossexuais, imagine lá atrás.

Cudignola havia acabado de se separar do marido, com quem ficou por dez anos e teve uma filha, que também veio a se assumir lésbica. Mais de três décadas depois, a professora fala abertamente sobre a sua sexualidade, inclusive nas redes sociais. A aceitação da sociedade, contudo, não teria avançado na mesma velocidade. E ela agora tem que lidar com um elemento a mais: já existe um preconceito por ser lésbica. E, de repente, aparece outro, por ser idosa.

É para acolher e criar uma rede de apoio a idosos LGBT como Cudignola e estimular atividades e a troca de experiências entre o grupo que o administrador de empresas Rogério Pedro, 29, quer criar um centro de convivência e referência para o público na região central de São Paulo.
Ele, que é presidente da ONG Eternamente SOU, focada em idosos LGBT, acaba de iniciar uma campanha de financiamento coletivo para tirar a ideia do papel e continuar os trabalhos da organização (lançada em 2017) em uma sede fixa.

A proposta é ser o primeiro centro do tipo no país, inspirada em iniciativas internacionais como a Sage, sediada em Nova York, e a Openhouse, em São Francisco.

Envelhecer já é um desafio, por falta de políticas públicas para idosos. Quando se é LGBT, o desafio vai para outro patamar, diz ele. A ideia é ter um espaço para que possam estar com os seus e ser exatamente o que sempre quiseram ser, diz.

Ou, como ele diz, para deixar de ficar no papel do tio ou da tia que vive no quarto dos fundos e fica encarregado dos cuidados de algum parente.

O preconceito, ainda que em menor grau, é visto mesmo entre pessoas mais jovens da comunidade LGBT e organizações focadas no grupo, segundo Pedro.

Bailes, eventos culturais e artísticos, assistência social, psicológica e jurídica, atendimento médico em domicílio e cursos de formação para profissionais que lidam com o público (como da Área da saúde) são algumas das atividades e trabalhos que planeja oferecer no lugar. Não tem a proposta, por ora, de ser uma instituição de longa permanência.

Nos últimos anos, a ONG realizou atividades semelhantes, como a criação de um grupo de canto coral, a realização de um café da tarde mensal para a troca de experiências entre os idosos e o lançamento do Seminário Velhices LGBT, que já teve como participante a cantora Daniela Mercury. O próximo está previsto para junho deste ano.

Cerca de 300 pessoas a partir de 50 anos já foram atendidos pela ONG desde que foi criada, segundo o presidente. O mais velho tem 87 anos. Já a equipe de voluntários conta com 72 pessoas.

O ator Celso Rabetti, 58, participou de algumas das atividades. Soube da ONG por meio de um panfleto que recebeu enquanto estava em um bar no Largo do Arouche, na região central de São Paulo, com dois amigos.

Quais são os espaços onde posso ser eu mesmo e me sentir seguro, sem medo de sofrer violência, diz. Encontrei lésbicas e gays trocando ideias. Você vê que não está sozinho e tem força para continuar.

As atividades ajudam a enfrentar duas questões que costumam afetar os idosos LGBT, a solidão e o isolamento social, que podem levar à depressão e, em Último caso, ao suicídio, diz o geriatra Milton Crenitte, que trabalha no Hospital das Clinicas da USP (Universidade de São Paulo) e escreve uma tese de doutorado sobre o grupo.

O rompimento com a família biológica, a ausência de filhos e histórico de violência ao longo da vida são alguns dos fatores que podem contribuir para o quadro, diz o médico.

O grupo também sofre com a invisibilidade, afirma o especialista, o que se reflete em poucos dados e políticas públicas voltadas para ele. Mas Crenitte vê progresso, como na Área da gerontologia. Avançou-se muito nos últimos anos em relação ao mito da velhice assexual. Não se falava da sexualidade dos idosos, diz.

Para Dora Cudignola, falta uma barreira pessoal a ser superada. Sabe o que eu tenho vontade? Andar de mãos dadas e dar beijo, como fazem os jovens de agora. Ainda tenho vergonha, diz. Quando os vejo fazendo isso, tenho vontade de dizer: isso mesmo!

Clipping ONG quer criar primeiro centro de convivência para idosos LGBT em SP, por Júlia Zaremba, FSP, 12/01/2020

Alice Braga e Bianca Comparato: romance discreto há 3 anos

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020 0 comentários

Alice Braga e Bianca Comparato

No Rodolfo Valente, Alice Braga, 36, revelou na segunda-feira passada (6) que está namorando a atriz Bianca Comparato, 34. A informação foi confirmada pela assessoria de Braga.

De acordo com a assessoria, as atrizes estariam namorando há cerca de três anos. O relacionamento era conhecido apenas por amigos e pessoas mais próximas do casal. Procurada, Comparato não se manifestou sobre o assunto até a publicação deste texto.

O relacionamento das duas seria a distância, uma vez que Braga mora nos Estados Unidos. De tempos em tempos, Comparato passa alguns dias com a sobrinha de Sônia Braga.

Alice Braga é uma das protagonistas do filme "Eduardo e Mônica", adaptação da música homônima da banda Legião Urbana (1982-1996), que deve estrear em abril deste ano. O longa conta a história de um casal —vivido por Alice Braga e Gabriel Leone, 26, — que prova que quando há amor não há regras: até mesmo relações improváveis podem dar muito certo.

Dirigido por René Sampaio, que também esteve a frente de "Faroeste Caboclo" (2013), a película conta ainda com Otávio Augusto, Juliana Carneiro da Cunha, Victor Lamoglia, Bruna Spínola e, com a participação especial, de Fabricio Boliveira no elenco.


Nascida no Rio, Bianca Comparato começou a estudar teatro na British School, colégio na capital fluminense no qual ela cursou o ensino médio. De lá, engatou um curso na Royal Academy of Dramatic Art, em Londres. De volta ao Brasil, formou-se em comunicação com especialização em cinema e dedicou-se ao teatro até chegar à Globo, em 2004, quando estreou na série “Carga Pesada”.

Comparato é uma das protagonistas da série "3%, da Netflix, que está em sua terceira temporada. No elenco ainda estão Rodolfo Valente, Vaneza Oliveira, Rafael Lozano entre outros.

Outra atriz que assumiu namoro com uma mulher recentemente foi Camila Pitanga, 42. A artista está em um relacionamento com Beatriz Coelho desde novembro de 2019, mas as duas fizeram a primeira aparição pública juntas somente em dezembro, na pré-estreia do documentário “Uma Garota Chamada Marina”, no Estação Net Gávea, no Rio.

Essa é a primeira vez que Camila namora uma mulher, ao menos, publicamente. Conhecida por ser reservada com a sua vida pessoal, a atriz estava solteira desde janeiro de 2019, quando terminou o namoro com o músico Rafael Rocha, 38, após cinco meses juntos.

Clipping Alice Braga confirma namoro com Bianca Comparato, por Beatriz Vilanova, FSP, 06/01/2019

Casal de mulheres de Massachusetts (EUA) adotou três irmãos para que eles não fossem separados

sexta-feira, 13 de dezembro de 2019 0 comentários

A família completa (Foto: Reprodução Facebook)
KC e Lena Currie com os filhos Joey, Logan e Noah

Segundo elas, ficar com os três era importante para manter o relacionamento entre irmãos e também para que eles se apoiem e dividam o mesmo sentimento

KC e Lena Currie, de Massachusetts (EUA), adotaram três irmãos para que eles não fossem separados. A primeira adoção aconteceu no ano passado quando elas conheceram Joey, com 18 meses, hoje com 3 anos. Um ano depois, as mães adotaram os irmãos biológicos dele, Logan, 2 e Noah, 1. "Nós somos a família deles", disse KC ao Good Morning America.

Logo depois que adotaram Joey, a organização Children's Friends ligou para as mães e perguntou o interesse delas ficarem com o seu irmão Noah, de 6 semanas, que também precisava de uma família.
Nós imediatamente dissemos 'Sim'", disse KC.
Logan, o irmão do meio, estava morando com outra família adotiva na época. Ele deveria ser adotado por essa família, mas não deu certo. Então, um mês depois de ter Joey e Noah sob seus cuidados, KC e Lena receberam uma ligação perguntando se também tinha interesse em adotar Logan.
Foi o nosso instinto. Nós dissemos sim para os três porque manter os irmãos juntos era realmente importante para nós. Quando eles forem mais velhos e tiverem perguntas e dúvidas, terão um ao outro para se apoiar, aproximar e dividir o mesmo sentimento", disse KC.
Casal adota três irmãos para ficarem juntos (Foto: Arquivo Pessoal)
KC e Lena Currie com os filhos Joey, Logan e Noah

No mês passado, cercados por familiares e amigos, as adoções de Logan e Noah foram oficializadas no tribunal de Worcester. Veronica Listerud, diretora de adoção e serviços familiares do Children's Friend, disse que a organização estava emocionada porque elas aabriram seus corações para Joey, mas também para seus irmãos.
É o que você quer que aconteça", disse Listerud. "Elas são uma família maravilhosa. Elas realmente entendem as necessidades das crianças, a importância de manter relacionamentos entre irmãos e o impacto disso a longo prazo".
Agora que seus os três irmãos estão em casa, KC e Lena estão ansiosas para as festas de fim de ano e as férias.
É o primeiro ano e o primeiro feriado em que tudo é verdadeiro para eles, inclusive o amor", disse Lena.
Agora podemos começar a sonhar com a escola, o esporte e todas essas coisas divertidas", disse KC. Elas esperam que a história incentive e inspire outras famílias a adotar irmãos também.
Clipping Casal de mulheres adota três irmãos para mantê-los juntos, Crescer, 09/12/2019

As atrizes lésbicas do catálogo da Globo

terça-feira, 10 de dezembro de 2019 0 comentários

Vitória Strada%2C Letícia Lima e Camila Pitanga

Se há algum tempo assumir-se homossexual podia isolar um ator e impedí-lo de fechar contratos comerciais, nos dias atuais isso já não é um problema. Em 2019, por exemplo, inúmeros artistas saíram do armário - alguns recentemente, inclusive, foram tirados à força -, como Vitória Strada, mocinha da Globo e protagonista da novela "Espelho da Vida".

Todavia, Vitória Strada não está sozinha no time de lésbicas da Globo , inúmeras atrizes da emissora também integram a comunidade do arco-íris. Pensando nisso, o iG elaborou uma lista para mostrar o "boom" de atrizes homossexuais no catálogo artístico do canal.

Nanda Costa

Divulgação Globo / Reprodução Instagram

Atualmente vivendo Érica em "Amor de Mãe", Nanda Costa assumiu estar namorando Lan Lanh em junho de 2018. A parceira da atriz ficou conhecida por ter tido um relacionamento com Cássia Eller.

Bruna Linzmeyer

Divulgação Bruna Linzmeyer

Assumidamente bissexual desde o segundo semestre de 2017, a atriz já interpretou mocinhas e mulheres poderosas nas telas da emissora mais famosa do Brasil. Em 2019 ela fez um discurso sobre diverdade na Parada LGBTQ+ de São Paulo e foi aplaudida por uma multidão.

Letícia Lima

Christian Gaul/Revista Trip

Em fevereiro de 2017 Letícia Lima assumiu ter um relacionamento sério com a cantora Ana Carolina. Apesar de a declaração ter tido alta repercussão, a imprensa já desconfiava do romance há alguns meses. O casal se dissolveu em 2019, nenhuma das artistas explicou o motivo da separação.

Camila Pitanga

Divulgação/Instagram/@caiapitanga

Recentemente, Camila Pitanga foi tirada do armário após colunistas e especulações apontarem que ela estaria em um relacionamento homoafetivo. Após algum tempo de repercussão, a artista confirmou o affair com Beatriz Coelho.

Karol Lannes

Divulgação Karol Lannes

Conhecida por interpretar Agatha, filha de Carminha em "Avenida Brasil", a atriz-mirim da Globo cresceu e descobriu-se homossexual. Apesar da alta repercussão, ela alegou que em casa a informação foi recebida com tranquilidade e naturalidade. Além das citadas, outras atrizes já se assumiram lésbicas, como Alessandra Maestrini, Maria Maya, Thalita Carauta, Maria Zilda, Claudia Jimenez, Giovana Grigio, Débora Nascimento, Carol Duarte e entre outras.

Clipping Tsunami gay: Globo tem inúmeras atrizes lésbicas no catálogo - Fofocas dos Famosos - iG, 05/12/2019

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