História de amor entre Cate Blanchett e Rooney Mara lidera indicações ao Globo de Ouro

terça-feira, 12 de janeiro de 2016 0 comentários

Encontro. Cate Blanchett e Rooney Mara vivem uma história de amor em ‘Carol’;
 filme está entre os favoritos da temporada de prêmios - divulgação

História de amor entre duas mulheres lidera indicações ao Globo de Ouro
Adaptação do livro de Patricia Highsmith, ‘Carol’ narra romance na Nova York dos anos 1950

LOS ANGELES - O recordista de indicações ao 73o Globo de Ouro narra uma história de amor entre duas mulheres recheada de silêncios e entrelinhas. Previsto para estrear no Brasil na próxima quinta-feira, o longa "Carol" concorre aos prêmios de melhor filme de drama, diretor (Todd Haynes), trilha sonora original e atriz de drama, neste caso duplamente, já que suas duas protagonistas (Rooney Mara e Cate Blanchett) disputam o troféu pela atuação. A cerimônia, que premia os melhores do cinema e da TV segundo a Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood, acontece sábado à noite, em Los Angeles, com direito aa série "Narcos" e ao ator Wagner Moura representando o Brasil na disputa.

A história de "Carol" começou a nascer em 1948, pouco antes das festas de fim de ano, quando Patricia Highsmith (1921-1995) trabalhava como atendente na loja de departamentos Bloomingdale's, em Nova York. Ela ficou mesmerizada com a visão de uma cliente, que identificaria nos seus diários como Kathleen Senn. Pouco tempo depois, a escritora americana, na época com 27 anos, foi à casa de Kathleen, no subúrbio de Ridgewood, em New Jersey, para tentar rever a pessoa que atendera e lhe causara uma atração avassaladora. Esse episódio motivou a autora a escrever "O preço do sal" (1951), rebatizado posteriormente como "Carol".

Ao ler o livro, Todd Haynes conta que foi fisgado pela possibilidade de contar uma história de amor de uma forma diferente de tudo o que tinha visto até então:
O que se apresentou para mim, a partir do romance e do roteiro, foi um belo exemplo de história de amor. Eu achava que não tinha olhado para o romance como uma tradição, um gênero, com seus aspectos e características próprios, para a qual eu poderia contribuir deixando a minha marca.
A trama rendeu a Rooney Mara o prêmio de melhor atriz no Festival de Cannes do ano passado e é uma das favoritas na temporada de premiações americanas. Netal, Rooney vive Therese, uma garota do interior que vai para Nova York investir numa carreira como fotógrafa enquanto trabalha como atendente de uma loja de departamentos para pagar as contas. Cate Blanchett interpreta Carol, uma mulher rica que mora num subúrbio de Nova Jersey com o marido aristocrata e a filha pequena. O encontro entre as duas se dá às vésperas do Natal, quando Therese atende Carol na loja onde trabalha. E desperta um romance que tem consequências doces e amargas para ambas.

Em "Carol", o cineasta se afasta da influência de Douglas Sirk (1900-1987), que ficou célebre na Hollywood dos anos 1950 por melodramas como "Palavras ao vento" (1956) e "Imitação da vida" (1959). Haynes refilmou de Sirk "Tudo que o céu permite" (1955), com o título de "Longe do paraíso" (2002) e Julianne Moore no papel que fora de Jane Wyman. Na sua avaliação, os melodramas do alemão têm um olhar objetivo sobre um ambiente social, enquanto em seu novo filme o que interessa é a experiência das personagens envolvidas na história de amor. A referência desta vez, diz ele, foi o britânico David Lean (1908-1991) e seu clássico "Desencanto" (1945), com Celia Johnson e Trevor Howard.
Do que eu mais gosto, neste caso, tem a ver com o ponto de vista. As personagens são muito próximas no romance. E esse gênero tem uma forma que faz com que entremos na experiência dos envolvidos, especialmente quando são mulheres. O livro "Carol" é totalmente contado do ponto de vista de Therese, a personagem mais jovem. O mais legal do roteiro é que ele começa adotando o ponto de vista de Therese, e termina assumindo a visão de Carol. Ou seja, ele termina com a visão da personagem mais fragilizada - explica ele.
Conhecido por ser um "diretor de atores", Haynes conta que o trabalho com Rooney e Cate foi extremamente colaborativo e a química entre elas contribuiu para intensificar o clima de tensão constante que costura a narrativa:
 Tudo começou com o roteiro, que é bem específico e bem observado. Por causa da história e do período em que se passa, há muita coisa que acontece nas entrelinhas. Não é tanto o que essas mulheres dizem uma para outra, muito raramente elas descrevem tudo o que está acontecendo. Então, isso abre espaço para os silêncios, gestos e olhares, o que a câmera está dizendo, o que a música está dizendo em algumas partes. Todos esses elementos têm um papel mais importante na narrativa.
Parte desse efeito, segundo o cineasta, foi obtido por meio de sugestões das atrizes de abrir mão de diálogos inteiros:
Elas gostavam de dispensar as falas. "Será que ela queria dizer isso mesmo? Vamos jogar fora essa fala", propunham. E nós dizíamos: "É, isso mesmo! Fica melhor sem". Era tudo interiorizado e alcançado com um olhar, um movimento de câmera. Todo mundo estava confiando na linguagem do cinema.
Sobre a expectativa em torno da temporada de prêmios, Haynes diz que as mantém baixas, porque é um "mundo imprevisível":
 Estou orgulhoso do que fizemos e feliz com o fato de que as pessoas estão conectando com o filme. Todo o resto é apenas a cereja do bolo. Isso nem sempre é muito fácil porque temos que promover o nosso trabalho. Mas tento manter a cabeça fora d'água.
Fonte: O Globo, 10/01/2016

Retrospectiva 2015: Mulheres que se relacionam com mulheres mas não se identificam como lésbicas

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015 0 comentários

Cara Delevigne atualmente namora a cantora St. Vincent

Mulheres que sentem atração pelo mesmo sexo estão deixando de se identificar como lésbicas, diz pesquisa de aplicativo
Segundo fundadora do app Her, Cara Delevingne e 'Orange is the New Black' mudaram forma de ver sexualidade

LONDRES - Segundo uma pesquisa do aplicativo de namoros Her, o número de mulheres que se definem como lésbicas caiu quase 20% apenas no ano passado. Semelhante ao Tinder, o Her é exclusivo para mulheres que buscam parceiras do mesmo sexo.

Entre as 85 mil mulheres entrevistadas, aumentou de 16% para 27% a fatia das que se identificam como "bissexuais". Já o percentual de usuárias que escolhem a classificação 'sem rótulos' pulou de 1% para 9%.

Para a fundadora do Her, Robyn Exton, a pesquisa aponta a modelo Cara Delevigne — que atualmente namora a cantora St. Vincent — e a série "Orange is the new black", da Netflix, como fenômenos culturais que mudaram a forma da mulher encarar a sexualidade.
A visibilidade de mulheres gays era muito limitada: você tinha apenas a Ellen [DeGeneres] e Clare Balding (apresentadora de TV britânica). Agora você tem Cara Delevingne, que está em seu segundo relacionamento com uma mulher, dizendo 'Eu gosto de quem eu gosto'", explica a executiva, que vê um amadurecimento na forma de encarar a orientação sexual.
Não é sobre mulheres explorando a sua sexualidade, eu acho que é sobre entender a sua sexualidade melhor. É menos sobre ser gay ou não e mais sobre ter confiança de que isso não importa, o importante é a pessoa que você gosta", defende Robyn, ressaltando que há 15 formas diferentes de descrever a orientação sexual no app.
Há uma mudança na percepção tanto do público geral como da comunidade gay. Um tempo atrás, muitas lésbicas não namorariam bissexuais. As mulheres gays também estão aceitando uma as outras por quem elas gostam".

Fonte: O Globo, 17/08/2015

Publicado originalmente em 20/08/2015

Retrospectiva 2015: Confeiteiro se recusa a fazer bolo para casamento gay mas Justiça determina que ou ele faz para todo mundo ou para ninguém

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015 2 comentários


Confeitaria se recusa a fazer bolo para casamento gay e caso para na Justiça
Jack, o confeiteiro, alegou questões religiosas. Comissão Estadual de Direitos Civis dos EUA determinou que ou ele faz para todo mundo ou para ninguém.

Uma confeitaria se recusou a atender pedido de um bolo de casamento nos Estados Unidos e essa briga foi parar na mais alta corte da justiça americana

É uma luta que começou em 2012. De um lado, uma tradicional confeitaria do Colorado. Do outro, Charlie Craig e David Mullins, um casal que só queria um bolo bonito na festa de casamento. Jack Phillips, o confeiteiro, se negou a fazer bolo para um casamento gay, alegando questões religiosas.

O caso foi parar na Justiça. Agora, a Comissão Estadual de Direitos Civis determinou que, ou Jack faz para todo mundo, ou não pode mais vender bolo para ninguém.

Ele disse que vai recorrer e justificou: “Eu acredito que todos os meus bolos são uma forma de expressão e de algum jeito me fazem participar da cerimônia. O governo não pode me dizer o que eu posso fazer ou não”.

Charlie diz que esse argumento prova que o modo como ele e David foram tratados na confeitaria é ilegal e errado. O advogado do casal discriminado diz que quando um comerciante abre uma loja, tem que atender a todos, sem distinção.

A defesa do confeiteiro rebate dizendo que é um absurdo que pessoas como Jack, que não concordam com o casamento gay, sejam processadas.

Jack Philips, o confeiteiro, prometeu apelar à Suprema Corte. O caso virou muito mais que uma relação entre comerciante e cliente. Levantou questões religiosas e também de direitos constitucionais. A mais alta instância da Justiça dos Estados Unidos já determinou que nenhum estado pode se negar a realizar um casamento entre pessoas do mesmo sexo. Quanto ao bolo, pelo menos os casais gays do Colorado, já sabem onde não procurar.

Fonte: G1, Bom dia Brasil, 17/08/2015

Retrospectiva 2015: Casamento LGBT coletivo celebrado no gramado em frente ao Congresso Nacional

terça-feira, 29 de dezembro de 2015 0 comentários

Antes da celebração, pausa para a foto com a blogueira do Fato Online (ao centro)

Casamento gay coletivo é celebrado no Congresso.

Primeiro casamento civil coletivo igualitário em uma parada do orgulho LGBTS do Brasil é realizado em Brasília, no gramado em frente ao Congresso Nacional, reafirmando o direito conquistado no país.

Há um ano, a Associação da Parada do Orgulho LGBTS (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais e Simpatizantes) de Brasília decidiu que o tema do evento em 2015 seria: “À igualdade, eu digo sim”. A intenção dos organizadores era reafirmar o direito ao casamento civil, conquistado em 2013 em nosso país.

Coincidentemente, faltando dois dias para o início da parada de Brasília, a Suprema Corte dos EUA decidiu aprovar o casamento homoafetivo em todos os estados da federação norte-americana, o que provocou uma onda colorida nas redes sociais em apoio aos direitos civis da comunidade LGBTS. O primeiro país do mundo a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi a Holanda que, também, aprovou a adoção de crianças por esses casais. Atualmente, 22 países já legalizaram essas uniões civis. 


Na abertura da 18ª Parada do Orgulho LGBTS de Brasília foi realizado o casamento de dez casais homossexuais celebrado pela juíza de paz, Abiail Ferreira. A carismática juíza, que já celebrou mais de cinco mil uniões no Distrito Federal desde 1997, tem o dom de emocionar as pessoas com seus discursos que tornam os casamentos inesquecíveis não apenas pelo momento singular vivido. O casamento foi realizado gratuitamente pela Toujours, empresa especializada na organização de celebrações e festas de casamentos igualitários. Segundo a representante da empresa, Gabrielle Bennet, o diferencial das celebrações homoafetivas é que o protocolo do evento depende de cada casal, as atenções são voltadas para ambos e não apenas para quem veste o vestido de noiva como nas celebrações heteronormativas.

A partir de agora, os casais homossexuais unidos pela juíza Abiail em frente ao Congresso Nacional poderão desfrutar de direitos semelhantes aos heterossexuais, como o direito à inclusão nos planos de saúde dos cônjuges, direito às pensões, entre outros direitos, conforme estabelecido na Resolução 175, de 14 de maio de 2013, aprovada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Embora o casamento igualitário tenha sido aprovado há dois anos no Brasil, esse tipo de entidade familiar ainda não é aceito de forma absoluta pela sociedade devido ao preconceito e à discriminação. A esses grupos, cabe lembrar o que afirmou o Ministro Luiz Fux, quando votou a favor do casamento igualitário, no julgamento da ADI 4277, que visava obter o reconhecimento jurídico dessas uniões:

“O que, então, caracteriza, do ponto de vista ontológico, uma família? Certamente não são os laços sanguíneos, pois os cônjuges ou companheiros não os têm entre si e, mesmo sem filhos, podem ser uma família; entre pais e filhos adotivos também não os haverá. De igual modo, a coabitação não será necessariamente um requisito – uma família se desintegra se, por exemplo, um filho vai estudar no exterior? É claro que não. O que faz uma família é, sobretudo, o amor – não a mera afeição entre os indivíduos, mas o verdadeiro amor familiar, que estabelece relações de afeto, assistência e suporte recíprocos entre os integrantes do grupo. O que faz uma família é a comunhão, a existência de um projeto coletivo, permanente e duradouro de vida em comum. O que faz uma família é a identidade, a certeza de seus integrantes quanto à existência de um vínculo inquebrantável que os une e que os identifica uns perante os outros e cada um deles perante a sociedade. Presentes esses três requisitos, tem-se uma família, incidindo, com isso, a respectiva proteção constitucional. ”

Os casais homoafetivos têm o direito de serem tratados com respeito e dignidade. Isso está assegurado pela Constituição Federal de 1988, que estabelece que todos são iguais perante à Lei. E, parafraseando o Juiz americano Anthony Kennedy, os homossexuais brasileiros desde 2013 não estão mais condenados a viverem na solidão, excluídos de uma das mais antigas instituições da civilização. E eles respeitam tanto a instituição do casamento que querem a satisfação trazida por ele para as suas vidas. O sagrado direito à felicidade é universal.

Fonte:  Fato Online, blog da Leiliane, 29/06/2015



Publicado originalmente em 01/07/2015

Retrospectiva 2015: Na terceira temporada de “Orange is the New Black”, Piper e Alex vão disputar Stella, personagem vivida pela VJ Ruby Rose

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015 0 comentários

Stella (à direita) será disputa por Piper e Alex na terceira temporada de OITNB

A história de “Orange is the New Black” já é bem conhecida: Piper Chapman(Taylor Schilling), jovem de classe média alta namorada do candidato a escritor Larry (Biggs), pega um ano e meio de prisão por envolvimento em tráfico de drogas da época em que namorava a traficante Alex Vause (Laura Prepon). Alex de fato a dedurou, como se fica sabendo no decorrer da história.

Ao entrar para a cadeia, Piper vai enfrentar as inúmeras barras de uma vida atrás das grades não só pelo relacionamento nem sempre amistoso com outras detentas como também pelos posicionamentos muitas vezes arbitrários dos agentes penintenciários. Entre um causo e outro, entre o drama e o humor e os flashbacks da vida pregressa de todas as detentas, Piper reata com Alex, revivendo seu tumultuado romance de tempos atrás.

Na terceira temporada de OITNB, estreia prevista para 12 de junho, entrará em cena a modelo e VJ australiana Ruby Rose no papel de Stella (Carlin) a ser disputada por Piper Chapman (Taylor Schilling) e Alex Vause (Laura Prepon). Ruby Rose foi VJ da MTV australiana e faz o estilo “genderqueer”, assumindo características dos gêneros masculino e feminino e questionando os estereótipos sexuais. Uma espécie de revival da androginia.

Abaixo, vídeo com Ruby Rose, e a própria contracenando com Taylor Schilling (Piper).  Enjoy it!



Publicado originalmente em 17/04/2015

Retrospectiva 2015: Mãe de Monique Evans aprova relacionamento da filha com DJ Cacá Werneck

sábado, 26 de dezembro de 2015 0 comentários


Mãe de Monique Evans aprova relacionamento da filha com DJ Cacá Werneck: “Nunca a vi tão feliz”

Maria da Conceição afirmou que não tem problema da filha namorar uma mulher

Maria da Conceição, mãe de Monique Evans, garantiu que não vê problema no fato de a filha se relacionar com a DJ Cacá Werneck - embora não confirmem oficialmente o romance, as duas foram clicadas trocando carinhos durante o Desfile das Campeãs do Rio de Janeiro, no último fim de semana.

“Eu nunca vi minha filha tão feliz como ela está agora. Ela passou cinco anos em depressão, em busca de alguém, e agora, finalmente, encontrou”, afirmou ao jornal “Extra”.


A veterana, de 80 anos, explicou que soube da relação pela própria apresentadora, que ficou bastante hesitante em contar a novidade.

“Foi difícil para ela assumir e contar. A primeira pessoa que soube e apoiou foi a Bárbara [Evans, filha de Monique]. Para mim, ela demorou a falar. A Cacá veio com ela no meu aniversário, em dezembro, e as duas ficaram aqui muito discretas. Até que eu cheguei para a minha filha e disse: ‘Para mim, o que importa é você estar feliz. Está tudo bem, estou do seu lado'. E nos abraçamos”, detalhou.

Dona Conceição, inclusive, disse que não viu nada demais no beijo que as duas deram na Sapucaí. “Achei supernormal. Naquele calor do Carnaval, tudo acontece. Vários casais héteros se beijam, por que elas não podem fazer o mesmo? A Bárbara estava com elas e foi um beijo muito respeitoso, de amor.”

A mãe de Monique ainda admitiu que se preocupa com o preconceito das pessoas. “Eu não tenho preconceito nenhum, mas sei que as pessoas vão julgar. Até agora, não tenho visto nada, até que as pessoas estão respeitando. E tem que respeitar mesmo.”

Segundo ela, o romance de Monique e Cacá começou em agosto, quando a loira estava internada em uma clínica de reabilitação para tratar de sua depressão. “A Cacá esteve na clínica com flores. A Monique demorou para aceitar o romance. Para ela era tudo muito novo. Foram meses até a coisa engrenar.”

Fonte: Rondônia Dinâmica, 24/02/2015
Publicado originalmente em 27/02/2015

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Um Outro Olhar © 2025 | Designed by RumahDijual, in collaboration with Online Casino, Uncharted 3 and MW3 Forum