Presidente do Zimbábue, o Hitler negro, quer expulsar do país os diplomatas estrangeiros que defendem os direitos dos homossexuais.

quarta-feira, 23 de abril de 2014 0 comentários

Até no bigodinho Mugabe parece ser influenciado por Hitler, ironias à parte

Mugabe ameaça expulsar diplomatas defensores dos gays

Presidente do Zimbábue ameaça expulsar diplomatas estrangeiros que defendam os direitos dos homossexuais

Harare, 18 abr - O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, em discurso para comemorar os 34 anos de independência do país, ameaçou nesta sexta-feira expulsar do país os diplomatas estrangeiros que defendem os direitos dos homossexuais.

Em um discurso realizado durante um ato no Estádio Nacional de Esportes, em Harare, Mugabe afirmou que o Zimbábue não lutou para se tornar independente do Reino Unido para se transformar em um 'território homossexual'.

'Não, nunca teremos isso aqui', sentenciou o líder, de 90 anos, conhecido por sua feroz homofobia.

'Se há diplomatas que falam do homossexualismo, digam-me e os tiraremos do país sem nenhuma desculpa. Nem sequer o escutaremos', advertiu o chefe de Estado em uma parte do discurso dedicado à Europa, acusada por Mugabe de não ter 'princípios'.

'Eles (os europeus) inclusive negam que é um erro se um homem pratica sexo com outro homem', acrescentou Mugabe, que estava ao lado de sua esposa, Grace.

A União Europeia (UE) mantém sanções contra o presidente e sua esposa em função de supostos abusos contra os direitos humanos e irregularidades eleitorais no Zimbábue.

Não é a primeira vez que Mugabe ataca os homossexuais, a quem chegou a qualificar como 'piores que porcos e cachorros'.

Atualmente, mais de trinta países punem o homossexualismo na África.

Fonte: Exame.com, 18/04/2014

Presidente do Zimbábue critica o absurdo da homossexualidade

O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, criticou nesta sexta-feira (18) o "absurdo da homossexualidade" na Europa, condenando a recusa de seus líderes a aceitar seu poder, em seu discurso por ocasião da festa da independência.

"A Europa de ontem se foi, hoje temos uma Europa que não tem princípios", declarou o presidente de 90 anos, em um estádio na capital.

"O natural torna-se em sobrenatural. E o que não é natural, eles dizem que é natural", afirmou, voltando a um de seus temas favoritos, o de atacar os homossexuais e os defensores dos direitos dos homossexuais.

A Europa diz, segundo ele: "Se votarem uma lei que nega o casamento gay, iremos puni-los, como ocorreu em Uganda ou com a gente".

"Que a Europa guarde o absurdo da homossexualidade para ela e que não venha aqui com isso", insistiu Robert Mugabe, que chegou a afirmar que os homossexuais eram piores que porcos e cães, alertando os diplomatas ocidentais defensores dos direitos homossexuais com expulsão.

Mugabe, presidente do Zimbábue desde a independência em 1980, está sujeito a sanções de Bruxelas, que condenou as fraudes eleitorais e a violência que o mantiveram no poder e criticou o seu regime autoritário.

"Os europeus nunca aceitaram um governo de Zanu-PF neste país", lamentou, referindo-se ao seu país.

Fonte: NE10, via AFP, 18/04/2014

Seleção de cinco grandes filmes LGBT para se ver

terça-feira, 22 de abril de 2014 1 comentários

Lista – Cinco Melhores (e o pior) Filmes Recentes com Temática LGBT
Em seis obras, o Cine Set celebra a diversidade do amor – e lamenta o preconceito e as amarras sociais que o sufocam.
5. O Triângulo Rosa (2000)
Muito se fala da perseguição nazista contra os judeus durante a Segunda Guerra Mundial. Porém, a insanidade do regime totalitarista comandada por Adolf Hitler também focava no extermínio dos homossexuais. O documentário “O Triângulo Rosa” mostra traz as memórias de alguns dos sobreviventes dos campos de concentração. Para tempos tão intolerantes como os atuais, uma obra fundamental.

4. Meninos Não Choram (1999)
Aqui conhecemos o drama do amor que teme dizer seu nome. Uma recriação da história real de Teena Brandon, uma garota que decidiu assumir uma identidade masculina e viver novas experiências. No caminho, ela fez novos amigos, conheceu o amor com outra mulher – e foi brutalmente assassinada pelos ditos “amigos”, quando estes descobriram quem Teena realmente era. Um retrato angustiante de como a homofobia continua à espreita em cada esquina.

3. Milk – A Voz da Igualdade (2008)
A ideia da homofobia como elemento humano, expressão da brutalidade inerente em tantas pessoas, permeia alguns dos melhores filmes de temática gay. Milk – A Voz da Igualdade, porém, não é sobre esse drama, e sim sobre a resistência a ele, a afirmação do orgulho da própria natureza, encarnada na trajetória do primeiro político gay a chegar a um cargo relevante nos Estados Unidos, o californiano Harvey Milk. Infelizmente, seu assassinato foi um triste presságio de que a luta pela aceitação dos gays na sociedade ainda seria longa e marcada por dificuldades. Sob a sua inspiração, porém, os Estados Unidos estão na vanguarda da inclusão e dos direitos dos homossexuais no mundo. Exemplo que vale para todos, a despeito das falhas e crueldades de quem ensina.

2. O Segredo de Brokeback Mountain (2005)
Voltamos, aqui, ao tema do amor infeliz, mitigado pelas pressões de uma sociedade preconceituosa e violenta. Tocante relato do amor entre dois caubóis num tempo e lugar (o Texas dos anos 1960) marcados pela homofobia, O Segredo de Brokeback Mountain mostra com sobriedade a tragédia diária que é ter de esconder seus desejos e felicidade em nome de uma vida tranquila. Outro exemplo marcante para quem é indiferente ou até a favor do preconceito.

1. Azul é a Cor Mais Quente (2013)
Com dezenas de filmes que tratam da questão gay sob vários enfoques – a alegria, as cores, a tragédia, a homofobia, a resistência – chegamos àquela que é a mais simples e também a mais complexa de todas: a paixão, pura e simples.

Azul é a Cor Mais Quente fala um pouco de tudo isso que eu citei acima, mas é, acima dos enfoques, uma história de amor. Adèle (Adèle Exarchopoulos, uma presença magnética como poucas), uma jovem estudante, um dia conhece se interessa por Emma (Léa Seydoux, linda). Sem nunca ter ficado com uma garota antes, ela dá uma chance à moça de cabelo azul (daí o título do filme), e o resto da trama é a biografia desse romance.

Por seu retrato sublime mas sem enfeites da paixão entre duas melhores, Azul é a Cor Mais Quente não só é o melhor filme desta lista, mas também, por seu sucesso, uma contribuição importante ao entendimento das pessoas de que, não importa a orientação sexual, a nossa eterna sina é amar.

OUTROS GRANDES FILMES RECENTES SOBRE O TEMA:
6) Tomboy
7) Tatuagem
8 – Minhas Mães e Meu Pai
9) A Má Educação
10) Como Esquecer

O pior:
Cruzeiro das Loucas (2003)
Uma eterna matéria-prima das comédias são os estereótipos. Em qualquer cinema, não importa a nacionalidade, a gozação em cima de costumes, posição social, cor de pele, é assunto para risadas (perversas ou não) desde que o cinema é cinema. Com o tempo, porém, os preconceitos foram sendo superados, e já não cabe mais, nos filmes, a paródia grosseira de hábitos e costumes homossexuais, como aqui.

Com lugar garantido em várias listas de piores filmes já feitos, Cruzeiro das Loucas é a história pretensamente engraçada de dois amigos (Cuba Gooding Jr. e Horatio Sanz) que, para curar uma desilusão amorosa, embarcam num cruzeiro, sem saberem que é para gays. Com fartas doses de humor fuleiro e sexismo, o filme tem momentos constrangedores, como a apresentação de Cuba como drag queen ou a ponta de Roger Moore (ex-007) como um “ex-combatente de Sua Majestade” que é também é “tão gay quanto cerejas”. Perca, e não sinta o menor remorso.

por Renildo Rodrigues
especial para o Cine Set

Fonte: D24AM, Cine Set, 19/04/2014

Celas especiais em prisões para LGBT

segunda-feira, 21 de abril de 2014 0 comentários


Homossexuais terão celas especiais em prisõesResolução define direitos de presos LGBT durante a permanência deles nas penitenciárias brasileiras

Foi publicada nesta quinta-feira (17) uma resolução com regras para o sistema carcerário sobre presos gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e travestis (representados pela sigla LGBT). As normas visam a proteger essas pessoas de violências e abusos e respeitar sua identidade, de acordo com o seu gênero. A resolução é assinada pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP) e pelo Conselho Nacional de Combate à Discriminação (CNCD-LGBT) e já começa a valer a partir de hoje.

Entre as determinações da nova norma está a de que a pessoa presa deverá ser registrada pelo seu nome social, ou seja, o nome que escolheu e que representa seu gênero, e não seu nome de batismo. Além disso, segundo a resolução, travestis e transexuais que façam tratamentos hormonais terão direito assegurado a continuarem a tomar os medicamentos dentro do presídio e a receberem acompanhamento médico específico.

Para homens gays e travestis (aqueles que não rejeitaram seu sexo biológico), as novas regras definem que caso sejam levados a presídios masculinos, poderão ficar em espaços reservados, “considerando a sua segurança e especial vulnerabilidade”, caso queiram. Esses espaços não podem ser aqueles reservados, no presídio, para punir presos em medida disciplinar, como solitárias.

Porém, os transexuais masculinos e femininos (a norma os definem como “pessoas que são psicologicamente de um sexo e anatomicamente de outro, rejeitando o próprio órgão sexual”) devem ser encaminhados a presídios femininos e terão tratamento igual às mulheres presas nesses locais.
As pessoas protegidas por essa norma também poderão escolher o tipo de roupa que querem usar, respeitando as regras do presídio, e poderão manter cabelos compridos se desejarem.

O texto reforça que essa comunidade também terá direito à visita íntima no presídio, o que já vigorava desde 2011 e constava em resoluções do Ministério da Justiça. Outros direitos assegurados a detentos fora da comunidade LGBT também devem ser estendidos a esses presos, como acesso à educação e formação profissional, e auxílio-reclusão aos seus dependentes, inclusive cônjuge e companheiros do mesmo sexo.

Por fim, a norma expressa que os profissionais dos presídios deverão receber treinamento para atender os presos LGBT respeitando os direitos humanos e os princípios de não discriminação.

“A medida reforça as definições para cada componente do grupo LGBT e prevê que a pessoa travesti ou transexual em privação de liberdade tenha direito de ser chamada pelo seu nome social, de acordo com o seu gênero”, afirmou o Ministério da Justiça, sobre as normas. Segundo o texto publicado no Diário Oficial, a criação das novas normas atende às normas de direitos humanos expressas em convenções internacionais. (Da Agência O Globo)

Fonte: Diário de Pernambuco, 18/04/2014

Estreia em junho, pela HBO, documentário que o ator Robert De Niro fez sobre seu pai gay

quinta-feira, 17 de abril de 2014 1 comentários


Robert De Niro produz documentário sobre seu pai, um artista gay

Pai do ator era um pintor abstrato que, no anos 1950, separou-se da mulher quando percebeu que era homossexual

Robert De Niro, um cara que nunca expôs muito da sua vida pessoal na mídia, decidiu mostrar detalhes bastante íntimos de sua família em um documentário produzido por ele para a HBO. A obra, que vai ao ar em junho nos Estados Unidos, foi baseada no diário do pai dele: um pintor que se separou da mulher, a mãe do ator, quando percebeu que era homossexual.


Robert De Niro Sr., o pai, manteve uma boa relação com a ex-mulher depois do divórcio e esteve muito presente na vida do filho, que só iria descobrir o motivo da separação vários anos depois. “Eu fiz isto por ele”, disse De Niro, o filho, durante a apresentação do documentário no Sundance Film Festival, festival de cinema que acontece todo ano em janeiro. O filme é, diz ele, uma homenagem ao pai, cujas pinturas foram exibidas em galerias do mundo todo.

A princípio, o documentário seria apenas um trabalho pessoal, para ser dividido com a família, mas os produtores convenceram De Niro a compartilhá-lo com o mundo.

O pai de De Niro era um pintor abstrato que, por volta dos anos 1950, começava a ter sucesso com seus quadros, mas estava sentimentalmente insatisfeito e havia caído em depressão. O documentário, chamado Remembering the Artist Robert De Niro Sr., tem 40 minutos de duração, e estreia na HBO em junho. O pintor morreu em 1993, vítima de um câncer na próstata, aos 71 anos.

Fonte: GQ Brasil, 21/02/2014

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