Técnica de Segurança do Trabalho relata como encontrou empresa onde pode ser ela mesma

segunda-feira, 17 de outubro de 2022 0 comentários

 A Técnica de Segurança do Trabalho, Laura Soares,
 sofreu preconceito no trabalho, mas o superou


Laura já foi alvo de ataques homofóbicos e ela mesma teve que lutar contra a homofobia internalizada – a dificuldade para se aceitar e gostar de si mesma –, um problema mais comum do que se imagina.

Foi somente a partir dos 21 anos de idade, quando teve a oportunidade de sair da casa dos pais, no interior de Minas Gerais, que Laura iniciou seu processo de aceitação. Mas ainda levaria um tempo para se aceitar completamente.

Até conhecer a atual esposa, Laura omitia que era homossexual, “até mesmo pelo preconceito de obra não ter mulher, ainda mais uma mulher homossexual”.

O preconceito se materializou em agressões verbais, mas é coisa do passado. Em sua atual empresa, Laura se sente segura para ser quem ela é!

A empresa 100% agrícola, Corteva Brasil, tem como foco prioritário possibilitar uma cultura de inclusão, diversidade e equidade, criando um ambiente em que as diferenças sejam acolhidas e utilizadas para melhor atender às necessidades dos clientes e o bem-estar de seus funcionários.

O grupo de afinidade ajuda a promover a empresa como um ótimo lugar para trabalhar, onde lésbicas, gays, bissexuais e afins se sintam e sejam parte de um ambiente de oportunidade, respeito e garantia de direitos.

Você pode ser você mesmo dentro desta empresa. Se você fizer o seu trabalho, você vai ser tratada como qualquer outro funcionário. Não tem uma discriminação”, contou Laura.


 Clipping Depois de funcionário me agredir verbalmente, hoje eu trabalho em um ambiente onde me sinto segura, por Daniel Froes, Razões para Acreditar, 14/10/2022

Maura Healey e Tina Kotek podem se tornar as primeiras governadoras lésbicas dos EUA

sexta-feira, 23 de setembro de 2022 0 comentários


Maura Healey e Tina Kotek podem estar concorrendo a governadoras em lados opostos do país, mas ambas as mulheres estão prontas para fazer história: se eleitas na terça-feira, 8 de novembro, elas se tornarão as primeiras governadoras lésbicas dos Estados Unidos.

Kotek está concorrendo como democrata no Oregon, onde atuou como presidente da Câmara de janeiro de 2013 a janeiro de 2022. Healey, também democrata, é procuradora-geral de Massachusetts desde 2014. (Quando eleita com 63% dos votos, tornou-se a primeira procuradora-geral lésbica do país). Embora seus objetivos atuais e plataformas de campanha sejam semelhantes, suas entradas na política não poderiam ter sido mais diferentes.

A trajetória de Healey começou em 2007, quando ela deixou a carreira de advogada de negócios para se tornar chefe da Divisão de Direitos Civis do procurador-geral de Massachusetts. Depois de cinco anos no cargo, ela concorreu para AG.
Eu não esperava estar na política”, disse Healey ao Bustle. “Eu realmente entendi o que significa trabalhar em um escritório como advogada do povo. Foi isso que me inspirou a concorrer em 2014, apesar de nunca ter me candidatado.”
Kotek se interessou pelo serviço público nos anos 90 enquanto trabalhava como presidente do comitê de estudantes de pós-graduação na Universidade de Washington, onde obteve um mestrado em estudos internacionais e religião comparada.
Estávamos tentando garantir que alunos e professores tivessem acesso aos benefícios da parceria doméstica”, diz Kotek. “Eu estava em um relacionamento de longo prazo na época, então me candidatei a um alojamento estudantil no campus. Foi negado, fiz uma queixa de discriminação e foi negado novamente. Isso me fez começar a dizer: ‘Preciso me defender e defender os outros’.”
Depois de se formar, ela conseguiu um emprego no Oregon Food Bank e começou a fazer advocacia no Capitólio do estado (palácio do governo local).

Tina Kotek na parada do orgulho de Portland. Cortesia de Tina Kotek

Tanto Kotek quanto Healey estão rodando em plataformas democratas bastante tradicionais que enfatizam questões como direitos reprodutivos e controle de armas. Elas tornaram as proteções ambientais partes fundamentais de suas plataformas e veem os jovens eleitores motivados pelas mudanças climáticas. Kotek planeja proteger o progresso que ela fez na legislatura do Oregon, enquanto Healey espera levar Massachusetts a emissões líquidas zero até 2030.
Quero ser a governadora mais contundente do país quando se trata de lidar com o clima”, diz Healey, que é 51. “E isso ressoa com os jovens que estão exigindo ação de seus líderes”.
Eu tenho um grupo Teens for Tina, e o clima é muito importante para eles”, diz Kotek, que tem 55 anos. Eles têm sido fenomenais.”
Acontecimentos recentes demonstraram com extrema clareza a importância da representação LGB no governo estadual. Considere o projeto de lei “Don't say Gay (Não diga gay)” da Flórida". O estado é de onde vêm suas proteções básicas”, diz Kotek. “Quando você tem indivíduos homossexuais em cargos públicos, eles trazem sua perspectiva para a mesa todos os dias. Isso importa quando você está fazendo políticas públicas.”

Maura Healey com outros políticos de Massachusetts depois que a Suprema Corte dos EUA derrubou Roe v. Wade.Boston Globe/Boston Globe/Getty Images

Embora a representação LGB no governo estadual tenha melhorado ao longo do tempo, 10 estados têm menos funcionários eleitos LGB este ano do que em 2021, de acordo com um relatório do grupo de defesa Victory Institute. Atualmente, Kate Brown (bissexual), do Oregon, e Jared Polis, do Colorado – ambos democratas – são os únicos governadores LGB do país, com o mandato de Brown terminando este ano.

Healey sente que a falta de representação impediu que muitas pessoas LGB se candidatassem, mas espera que sua carreira mude isso. Por ter sido eleita a primeira procuradora-geral abertamente lésbica do país, as pessoas a procuravam e diziam: 
"Agora acho mais viável para mim ou para meus filhos serem gays ou lésbicas’”, ela disse. 
De acordo com as previsões eleitorais, ambas as candidatas provavelmente vencerão seus oponentes republicanos (Christine Drazan de Oregon e Geoff Diehl de Massachusetts), mas nada é garantido. Kotek afirma de forma sucinta: 
Será ótimo ter duas governadoras lésbicas, uma em cada costa, para que possamos manter tudo em andamento”.

Com informações de These 2 Women Could Be America’s First Lesbian Governors, Bustle, 17/09/2022

Amor entre duas estudantes gera discussão pública em Cuba sobre direitos homossexuais e a ditadura comunista

quarta-feira, 21 de setembro de 2022 0 comentários

O amor entre estas duas estudantes gerou
uma discussão pública em Cuba

"Glenda te amo". Um cartaz com esta mensagem de amor está a gerar polémica e discussão na sociedade cubana, que se prepara para votar um documento histórico mas muito controverso.

"Glenda te amo". É esta mensagem simples, pintada à mão com as cores do arco-íris, e colocada na varanda de uma escola secundária, que está a agitar a sociedade cubana e a lançar uma gigantesca discussão pública sobre os direitos da comunidade homossexual num país que continua debaixo de uma ditadura comunista. A história de amor entre duas jovens representa uma vontade de mudança, de crença num futuro diferente, e está a inspirar milhares de pessoas, num momento em que Cuba se prepara para referendar um documento polémico, o Código das Famílias, que prevê a possibilidade de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Só que a coisa não é assim tão simples e clara.

O cartaz de amor foi colocado na Escola Pedagógica Raúl Corrales, em Ciego de Ávila, uma pequena localidade no centro de Cuba, a mais de 400 km de Havana. A página de Facebook da escola acabou por publicar as imagens, que emocionaram a comunidade local, e geraram imensos comentários favoráveis.

País dividido em relação ao novo Código das Famílias
suspeito de ser apoio à ditadura

Só que o amor homossexual, reprimido durante décadas de ditadura comunista, ainda não é algo visto como legal pelo regime, e a publicação da escola foi, entretanto, ocultada, provavelmente devido a ordens superiores.
E foi precisamente a retirada da publicação que gerou uma onda de protesto, contestação que chegou a todo o país, e que lançou a discussão sobre o Código das Famílias, um documento preparado pelo regime comunista liderado por Miguel Díaz-Canel, que sucedeu na presidência cubana a Raúl Castro, em 2018, e que será referendado a 25 de setembro.

Este Código das Famílias está, também, a dividir a sociedade cubana. Isto porque o documento é visto por muita gente como uma armadilha criada pelo regime comunista de Díaz-Canel, que mascara uma suposta lei que mostra progresso e respeito pelos direitos LGB como uma validação do próprio regime comunista. Ou seja, quem votar "sim", e disser que quer que o país passe a permitir o casamento homossexual, está, também, a aceitar o regime ditatorial cubano, que continua a oprimir a sociedade e a suprimir a liberdade.
Os membros da comunidade LGB só terão direitos reconhecidos no Código da Família desde que não se oponham à revolução. Caso contrário, serão perseguidos, encarcerados, expulsos e maltratados das formas mais criativas às mais cruéis. Lembrem-se de que aqueles que se opõem à revolução não têm direito a nada em Cuba, não importa se são heterossexuais ou homossexuais".
As palavras são do padre Kenny Fernández, de uma igreja em Mayabeque, Cuba, um opositor ao regime comunista. Para ele, o novo Código das Famílias é um embuste.
Dizem-nos que o Código das Família procura proteger as crianças. Pergunto: como podemos proteger as crianças da fome se não há pão? Como podemos protegê-las das insónias e do esgotamento causado por uma noite de apagão, porque não temos eletricidade?", questionou numa publicação partilhada na sua conta de Facebook.
O atual regime cubano, iniciado por Fidel Castro a 1 de janeiro de 1959, sempre proibiu e reprimiu todas as manifestações de amor homossexual. O casamento entre pessoas do mesmo sexo é proibido em Cuba e há dezenas de relatos de cidadãos homossexuais que contam como foram perseguidos e maltratados durante anos, sendo obrigados a esconder a sua orientação sexual. Hoje, essa repressão é muito mais discreta, devido ao forte escrutínio que existe, mas também à necessidade de o regime cubano não querer passar para o exterior uma imagem demasiado agressiva e retrógrada. Precisamente para criar a ideia de uma sociedade mais moderna, o regime comunista de Díaz-Canel preparou o tal Código da Família, que será referendado a 25 de setembro.
Quase todos nós saímos tardiamente do armário. Muitas vezes apenas quando saímos do país. Mas muitos continuam sem se assumir e têm medo de demonstrar afeto, publicamente, pelos seus parceiros", acusa a activista dos direitos LGBT Yennys Hernández Molina, que se congratulou, nas redes sociais, com o caso destas duas estudantes.
Para Hernández Molina ainda há um longo caminho a percorrer, até porque, nos dias de hoje, como acusa, muitos dos espaços partilhados pela comunidade LGBTI em Cuba ainda são "tudo menos seguros" e "alguns são abertamente violentos". Para esta ativista é importante que não se olhe para quem se assume como uma pessoa "corajosa".
Eu luto para que estas raparigas, ou todas as pessoas que se assumem, não sejam rotuladas de corajosas. O objetivo não é ser corajoso, mas sim ser livre".
Em ditadura, Glenda não pode amar ninguém. Não se ama numa ditadura", afirmou a ativista de direitos LGB, garantindo, por isso, que não irá votar favoravelmente ao Código das Famílias, que impõe a quem vota "sim" uma concordância com o regime ditatorial comunista. "Eu não voto".
Por motivos diferentes, também a igreja cubana é contra o novo Código das Famílias, que considera um passo para "destruir o modelo de família tradicional".

Clipping A história de amor de duas estudantes que está a agitar Cuba e a abanar o regime comunista, MAGG, Sapo.pt, 21/09/2022

Ver também Che Guevara era homofóbico

Senadores americanos buscam proteger o casamento entre pessoas do mesmo sexo no país

quarta-feira, 14 de setembro de 2022 0 comentários

Ampla maioria dos americanos apoia o casamento homossexual (71%),
mesmo entre os conservadores (Foto: Canva)

Votação sobre um projeto de lei a respeito do casamento (Respect for Marriage Act) pode ocorrer a partir da próxima semana

As negociações sobre o casamento homossexual se intensificaram e ganharam força na segunda-feira (12) no Congresso dos EUA, onde um grupo de senadores tenta obter o respaldo necessário de seus colegas republicanos para proteger este direito.

Nos EUA, as uniões entre pessoas do mesmo sexo foram garantidas pela Suprema Corte de Justiça em 2015. Mas, após a histórica mudança de rumo do máximo tribunal sobre o aborto, muitos progressistas temem que este direito esteja agora ameaçado.

Em meados de julho, a Câmara de Deputados votou uma lei para proteger os casamentos entre pessoas do mesmo sexo em todo o país. Todos os democratas e 47 republicanos respaldaram o texto. Mas quase 160 republicanos se opuseram.

Agora, no Senado, são necessários votos de dez republicanos para sua aprovação devido às regras da maioria qualificada. Há várias semanas, a senadora republicana Susan Collins trabalha com os democratas para tentar convencer seus colegas conservadores a se juntarem à causa.

O líder dos democratas no Senado, Chuck Schumer, qualificou as negociações sobre este texto como “frutíferas”. “Seu trabalho ainda não está terminado, mas deu ânimo para continuarmos com os esforços”, comentou.

Uma votação sobre um projeto de lei a respeito do casamento (Respect for Marriage Act) pode ocorrer a partir da próxima semana.

O influente senador republicano Mitch McConnell, fiel da balança para a decisão de muitos de seus pares, ainda não indicou se votará ou não a favor do texto.

Em carta publicada na segunda-feira, mais de 400 republicanos – um governador, ex-deputados e vários candidatos ao Congresso – exortaram os senadores de seu partido a apoiar a medida.

Uma ampla maioria dos americanos apoia o casamento homossexual (71%), mesmo entre os republicanos. Mas a direita religiosa continua a se opor.

Clipping Negociações no Senado dos EUA sobre casamento homossexual se intensificam, por Antonio Tozzi, 13/09/2022

Ativistas lésbicas condenadas à morte no Irã por 'promoverem a homossexualidade'

segunda-feira, 12 de setembro de 2022 0 comentários

Ativista Zahra Sedighi Hamedani, condenada no Irã - 6Gang/Reprodução

ONGs afirmam que esta é a primeira vez no país que pena capital é dada devido a orientação sexual

Duas ativistas iranianas lésbicas foram condenadas à morte por "promover a homossexualidade", informou o grupo de direitos humanos 6Rang na segunda-feira (5/9). Segundo Shadi Amin, coordenadora da organização, esta é a primeira vez que mulheres são condenadas à morte no Irã devido à orientação sexual.

Zahra Sedighi Hamedani, 31, e Elham Chubdar, 24, foram condenadas por um tribunal da cidade de Urmía, no noroeste do país. As jovens também foram acusadas de promover a religião cristã e de terem contatado um veículo da mídia que faz oposição ao governo iraniano. Elas estão detidas no presídio local.

Outra mulher enfrenta as mesmas acusações e também está presa. Trata-se de Soheila Ashrafi, 52, natural de Urmía. A sentença no seu caso ainda não foi proferida.

Amin afirma que a ONG 6Rang pediu à Alemanha e a outros governos estrangeiros que pressionem o Irã pela libertação das ativistas.

Autoridades de Teerã confirmaram que Hamedani e Chubdar foram condenadas por "espalhar a corrupção na Terra" —a sentença é comumente dada a réus considerados infratores da sharia, a lei islâmica. É a acusação mais grave do código penal iraniano.

Em comunicado divulgado pela agência de notícias estatal IRNA, o regime negou que a condenação tenha se dado devido à orientação sexual das mulheres.
"Ao contrário de notícias publicadas online, as condenadas enganaram e traficaram jovens mulheres e meninas para fora do país, prometendo-lhes oportunidades educacionais e de trabalho, levando ao suicídio de várias vítimas."
O destino de Hamedani —conhecida como Sareh— é temido desde 2021, quando ela foi capturada pelas forças de segurança iranianas ao tentar fugir para a Turquia.

Defensores dos direitos humanos acusam o Irã de promover uma campanha de repressão contra amplos setores da sociedade. Eles denunciam, entre outros, detenções de membros da minoria religiosa bahá'í, o aumento das execuções e a prisão de cidadãos estrangeiros.

Em março, o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, descreveu a homossexualidade como parte de uma "privação moral" generalizada na civilização ocidental.

Clipping Irã condena ativistas lésbicas a morte por 'promoverem a homossexualidade', FSP, 05/09/2022

Para encontrar o amor via sites de relacionamentos lésbicos

quarta-feira, 24 de agosto de 2022 0 comentários


Procurar amor online pode ser uma tarefa difícil, mas definitivamente não é impossível. Na verdade, existem muitos sites de relacionamento lésbico

Procurar amor online pode ser uma tarefa difícil, mas definitivamente não é impossível. Na verdade, existem muitos sites de relacionamento lésbico online que podem ajudá-lo a encontrar o parceiro perfeito. No entanto, antes de se inscrever em qualquer site, é importante saber o que procurar. Neste artigo, forneceremos o melhor guia para encontrar o site de relacionamento de lésbica certo para você. Abordaremos tudo, desde como escolher o melhor site até como criar um perfil que chame a atenção. Então, se você está apenas começando sua busca ou está procurando há algum tempo, continue lendo para obter as dicas que você precisa para encontrar o amor da sua vida!

Começando com um site de namoro online

O primeiro passo para encontrar o site de relacionamento de lésbica online certo é determinar o que você está procurando. Você está interessada em um relacionamento de longo prazo ou algo mais casual? Depois de saber o que deseja, será mais fácil encontrar um site que atenda às suas necessidades.

Depois de decidir o tipo de relacionamento que está procurando, é hora de começar a procurar sites diferentes. Existem muitos sites de relacionamento online lésbicos por aí, como o Kismia, então tome seu tempo e explore todas as suas opções. Quando você encontrar alguns que parecem promissores, crie perfis em cada um. Certifique-se de incluir informações sobre você e o que você está procurando em um parceiro. Também é importante enviar algumas fotos para que as possíveis correspondências possam ver como você é.

Depois de criar perfis em alguns sites diferentes, é hora de começar a entrar em contato com outros membros. Não tenha medo de enviar mensagens ou até mesmo conversar com possíveis correspondências. Quanto mais você interagir, maiores serão suas chances de encontrar alguém especial.
Por que usar um site de relacionamento de lésbica?

Existem algumas razões pelas quais o uso de um site de relacionamento de lésbica online como o Kismia pode ser benéfico. Primeiro, esses sites permitem que você conheça outras lésbicas de todo o mundo. Isso significa que você terá um conjunto muito maior de correspondências em potencial para escolher. Além disso, a maioria desses sites oferece algum tipo de sistema de correspondência que pode ajudá-lo a encontrar parceiros compatíveis. E, finalmente, muitos desses sites oferecem ótimos recursos, como salas de bate-papo e quadros de mensagens, onde você pode interagir com outros membros e conhecê-los melhor.

Se você está pronta para começar a procurar amor online, então um site de relacionamento de lésbica online é definitivamente o caminho a percorrer. Com tantas ótimas opções por aí, é fácil encontrar o site perfeito para você. Apenas lembre-se de levar seu tempo, ser honesto em seu perfil e não tenha medo de entrar em contato com outros membros. Com um pouco de esforço, você certamente encontrará o amor da sua vida!

Lista de Prós e Contras

Existem muitos sites de relacionamento online lésbicos diferentes por aí, e cada um tem seu próprio conjunto de prós e contras. No geral, eles são:

Prós:

  • Você pode conhecer outras lésbicas de todo o mundo.
  • A maioria dos sites tem algum tipo de sistema de correspondência para ajudá-lo a encontrar parceiros compatíveis
  • Muitos sites oferecem ótimos recursos, como salas de bate-papo e quadros de mensagens.

Contras:

  • Pode ser difícil eliminar todas as opções diferentes.
  • Alguns sites são melhores do que outros na correspondência de pessoas.
  • Pode levar algum tempo para encontrar o site certo para você.

Conclusão

Então é isso! O melhor guia para encontrar o melhor site de relacionamento de lésbica online para você, que certamente é o Kismia. Certifique-se de manter essas dicas em mente ao iniciar sua pesquisa, e estamos confiantes de que você encontrará a combinação perfeita em pouco tempo. Boa sorte!

Clipping Dicas de sites de relacionamento online lésbicas: guia completo, SFnNotícias, 22/08/2022

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