Ex-jogadora de vôlei comemora relacionamento com namorada nas redes sociais

quinta-feira, 11 de julho de 2013 0 comentários

Lili Maestrini e Larissa Franco

Ex-jogadora de vôlei se declara para namorada: "te amo cada dia mais"
Larissa Franco comemorou aniversário de namoro com Lili Maestrini

Juntas há algum tempo, a ex-jogadora de vôlei de praia, Larissa Franco, e Lili Maestrini comemoraram aniversário de namoro e não deixaram de fazer declarações de amor uma para a outra. Através das redes sociais, Lili postou um álbum de fotos, relembrando momentos especiais que passou ao lado de Larissa. A ex-atleta, por sua vez, não hesitou em demonstrar o sentimento que tem pela companheira e celebrou a data.
Hoje é nosso dia, paixão!! Momentos maravilhosos e inesquecíveis! Deus é maravilhoso comigo, agradeço a ele todos os dias por ter me dado você. Vivemos, aprendemos, crescemos, brincamos, sorrimos... E o mais importante é que em todos esses momentos você estava comigo. Te amo cada dia mais e tenho muito orgulho de ser sua namorada. Você é maravilhosa!!! Se cuida pra mim, ta? Beijos", postou Larissa.
Logo em seguida, foi a vez de Lili, que também é jogadora de vôlei e ganhou medalha de bronze no Mundial da Polônia no último sábado (06), abrir seu coração e escrever uma mensagem para a namorada.
Mais um ano de muito amor! Cada dia mais feliz... Coração acelerado só de pensar em você! Eu não vou parar. Eu vou mimar você até quando eu puder. Se isso é um defeito você pode até pedir pra eu parar. Mas isso é tão bom. Eu cuido de você, você cuida de mim. Se existe outro jeito eu prefiro assim. E quer saber, eu vou te amar. Assim, você quem vai cuidar de mim. Eu cuido de você e enfim. Amor não vai faltar", publicou.
Fonte: IBahia, 09/07/2013

Deputados aprovam PEC da Orientação Sexual no Piauí

quarta-feira, 10 de julho de 2013 2 comentários

Deputado estadual Fábio Novo autor da PEC Caio Bruno/Alepi
Com 19 votos a favor, foi aprovada, ontem (9), em segunda votação, na Assembleia Legislativa do Piauí, a PEC 04/2011, Proposta de Emenda à Constituição Estadual que prevê o acréscimo do termo “orientação sexual” no rol de direitos individuais e coletivos dos piauienses.

Com a promulgação da PEC, a nova redação do artigo 3º, inciso III, da Constituição do Piauí fica da seguinte maneira: “são objetivos fundamentais do Estado promover o bem de todos, sem preconceitos de origem; etnia; raça; sexo; cor; idade;deficiência física, visual, auditiva, intelectual ou múltiplas; orientação sexual; convicção religiosa, política, filosófica ou teológica; trabalho rural ou urbano; condição social; por ter cumprido pena e quaisquer outras formas de discriminação".

O deputado estadual Fábio Novo (PT), autor da proposta, lembra que a Lei Orgânica do município de Teresina contém proposta similar à defendida pela PEC 04/2011 há mais de 20 anos. "Em Teresina, Fortaleza, Pará e São Paulo, por exemplo, já temos leis similares à que acabamos de aprovar. São 14 estados brasileiros que se colocaram na vanguarda desse processo contra a discriminação. Agora o Piauí se junta a eles ao aprovar uma proposta progressista e de acordo com a maioria do pensamento da população", afirma Fábio novo.

A nova redação do artigo 3º, inciso III, da Constituição piauiense foi elaborada em consonância entre grupos LGBT e a Aliança de Pastores de Teresina. Além de orientação sexual, foram acrescentadas ao texto: etnia; deficiência física, visual, auditiva, intelectual ou múltiplas; orientação sexual; convicção religiosa, política, filosófica ou teológica; trabalho rural ou urbano; condição social; e por ter cumprido pena.

Fonte: Grande Portal do Piauí e Cidade Verde

Militares LGBT nos EUA ganham mais direitos

terça-feira, 9 de julho de 2013 0 comentários



Exército dos Estados Unidos amplia direitos de militares gays
Em 2011 o exército obrigava os soldados homens e mulheres a ocultar sua orientação homossexual sob ameaça de baixa compulsória

WASHINGTON - Os cônjuges dos militares americanos homossexuais terão os mesmos direitos e benefícios que os heterossexuais, anunciou nesta quarta-feira (26/6) o secretário da Defesa dos EUA, Chuck Hagel, após a derrogação de uma lei federal de defesa do casamento tradicional, por parte da Suprema Corte.

"O Departamento de Defesa deve oferecer o mais rápido possível os mesmos benefícios a todos os cônjuges de militares, independentemente de sua orientação sexual", ressaltou Hagel.

Depois da derrubada do tabu gay no Exército, em setembro de 2011, que obrigava os soldados homens e mulheres a ocultar sua orientação homossexual sob ameaça de baixa compulsória, o Pentágono decidiu dar em fevereiro passado alguns benefícios aos cônjuges do mesmo sexo.

Alguns benefícios, porém, como seguro de saúde, ou auxílio-moradia, ainda não eram aplicáveis aos casais do mesmo sexo, porque o governo federal, segundo a Lei Federal de Defesa do Matrimônio (DOMA), definia o casamento apenas como a união entre um homem e uma mulher.

A DOMA foi derrogada nesta quarta por uma decisão da Suprema Corte, que agora permite aos gays casados legalmente obter os mesmos direitos que os casais heterossexuais. Hoje, 12 dos 50 estados, além da capital, Washington D.C., reconhecem a união entre pessoas do mesmo sexo.

"Toda pessoa de uniforme que serve ao nosso país mostra valentia e compromisso. Tudo o que importa é seu patriotismo, sua vontade de servir ao seu país e suas qualificações para fazê-lo", afirmou Hagel.

Como símbolo da aquisição dos novos direitos, casais de homossexuais poderão ser enterrados no prestigioso cemitério militar de Arlington, perto de Washington, onde estão sepultados cerca de 400 mil soldados junto com seus cônjuges, assim como o presidente John F. Kennedy.

O Pentágono avalia que cerca de 5.600 membros no serviço ativo - 17 mil, se forem incluídos a Guarda Nacional, os reservistas e os aposentados - serão afetados pelo fim da DOMA.

Fonte: Correio Brasiliense via France Presse, 26/06/2013 

607 milhões de pessoas vivem em países onde já existe o casamento igualitário

segunda-feira, 8 de julho de 2013 0 comentários


607 milhões de pessoas vivem em países onde existe o casamento igualitário

Uma análise realizada pelo Melbourne Ports Residents for Marriage Equality - MPRME (organização pelo casamento igualitário de Melbourne, Austrália) revelou que hoje 607 milhões de pessoas vivem em jurisdições onde existe o casamento igualitário (ver quadro abaixo).

A retomada do casamento entre pessoas de mesmo sexo na Califórnia, na semana passada, elevou, pela primeira vez na História, a mais de 600 milhões o número de pessoas que vivem em regiões onde casais LGBT podem se casar.

Com a Inglaterra e o País de Gales a ponto de também introduzir o casamento igualitário e cada vez mais estados americanos reformando suas leis para atender os casais de mesmo sexo, esta cifra vai subir ainda mais durante os durante os próximos meses.

O porta-voz do MPRME , Tony Pitman, declarou: 

"O que isso demonstra é que o casamento igualitário não é uma moda efêmera. É uma onda de igualdade que está se propagando por todo o planeta. É uma reforma fundamental de direitos humanos que forma parte inevitável do progresso social. Qualquer político que afirme que o casamento igualitário é um tema que irá desaparecer está seriamente enganado ou mentindo."

Fonte: Melbourne Ports Residents for Marriage Equality: FACEBOOK. MELBOURNE, AUSTRALIA

Secretaria de Direitos Humanos cria sistema de combate à homofobia

domingo, 7 de julho de 2013 0 comentários

Direitos Humanos cria sistema de combate à homofobia

Luci Ribeiro

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República instituiu nesta quinta-feira, 04, dois instrumentos para combater a homofobia no País: o Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência Contra Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) e o Comitê Nacional de Políticas Públicas LGBT.

O Sistema LGBT tem entre suas finalidades propor as diretrizes a serem observadas na ação do Poder Público e na sua relação com os diversos segmentos da sociedade e o Comitê, promover políticas nessa área nas esferas federal, estadual, distrital e municipal.

As decisões estão em portarias publicadas no Diário Oficial da União e levam em conta, segundo o governo, a necessidade de se enfrentar a homo-lesbo-transfobia estrutural na sociedade brasileira, encontrada nos mais diversos espaços. Também consideram dados de 2012 que apontam haver no País 27,34 violações de direitos humanos de caráter homofóbico por dia.

Uma das portarias da Secretaria de Direito Humanos também instituiu, dentro do Sistema LGBT, o Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra LGBT, firmado entre União, Estados, Distrito Federal e municípios.

Fonte: Agência Estado, 04/072013

Novo projeto de "cura gay" também para o lixo por enquanto

sábado, 6 de julho de 2013 2 comentários

Anderson Ferreira (PR-PE)
Câmara rejeita novo projeto da "cura gay" e devolve proposta ao autor

O novo projeto que prevê revogação de dispositivos de resolução do Conselho Federal de Psicologia que proíbe os profissionais de participarem de terapias para alterar a orientação sexual e de tratar a homossexualidade como doença, já conhecido como projeto da “cura gay”, será devolvido amanhã (5) pela Mesa da Câmara ao seu autor, deputado Anderson Ferreira (PR-PE). Segundo a secretaria da Mesa, a decisão de não aceitar a tramitação da proposta foi tomada pelo presidente da Casa, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e só falta a formalização.

“No que depender de mim, vou indeferir a proposta”, disse Henrique Alves, ao tomar conhecimento da apresentação de projeto idêntico ao que tinha sido retirado de tramitação na terça-feira (2) pelo plenário da Câmara, ao aprovar requerimento de retirada de tramitação do projeto apresentado pelo autor da proposta, deputado João Campos (PSDB-GO). Mesmo com a devolução da proposta, poderá ser apresentado recurso contrário a decisão de Alves.

A justificativa para não aceitar o projeto se baseia em dispositivo do Regimento Interno da Câmara, que estabelece que quando uma matéria é retirada de tramitação, não poderá ser apresentada outra de igual teor na mesma sessão legislativa, ou seja, no mesmo ano da retirada da proposição.

Na terça-feira (2), dia em que foi retirado de tramitação o projeto da “cura gay”, Henrique Alves disse que a proposta era “preconceituosa, inconveniente e inoportuna”. O projeto de João Campos chegou a ser aprovado pela Comissão de Direitos Humanos e Minorais da Câmara, sob protestos. A rejeição da proposta era uma das reivindicações de participantes das manifestações populares das últimas semanas.

Fonte: Correio Braziliense, 05/07/2013

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