No Lollapalooza, jogadora de vôlei Mari Steinbrecher dá beijaço na modelo Vanessa Mel

quarta-feira, 5 de abril de 2017 1 comentários



A jogadora de vôlei Mari Steinbrecher, ex-seleção brasileira, aproveitou o Lollapalozza, no fim de março (25-26/03), muito bem acompanhada.

Em vídeo (veja abaixo) que está circulando nas redes sociais, Mari, que joga atualmente pelo Vôlei Bauru, aparece beijando muito a modelo Vanessa Mel.
  No Instagram, Mari postou uma foto ao lado de Vanessa chegando a Interlagos, onde foi realizado o evento. “Vocês não podem com a gente... #mulhermaravilha #melhorshowdavida”, postou Mari, de 33 anos, na legenda.
E na noite da última segunda-feira, o casal foi a um restaurante chique da capital paulista, e Mari postou uma foto do momento no Instagram. “Liberte a sua mente”, escreveu a jogadora do Vôlei Bauru na legenda da imagem.

Com a seleção brasileira, Mari conquistou a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008.

Com informações do Extra Globo e Burburinho News

Global Study lança intercâmbio exclusivo para público LGBT

terça-feira, 4 de abril de 2017 0 comentários


Empresas lançam intercâmbio exclusivo para público LGBT


A Global Study, em parceria com o Viajay, portal de entretenimento e viagens filiado a Associação Brasileira de Turismo LGBT, lançará intercâmbios exclusivos para o público LGBT.

A inciativa foi pensada levando em consideração fatores considerados importantes para este viajante, como garantir que a host family não tenha preconceitos, saber se a escola preza e respeita a diversidade de gênero, e, por fim, se o destino é receptivo com o público gay.
Geralmente, fechar um pacote para o público LGBT exige mais cuidado e estudo da nossa parte. A preocupação é uma constante. Para que tudo dê certo, precisamos garantir que a família seja amigável e sem nenhum tipo de preconceito, que a escola preze pela diversidade e que a cidade seja receptiva, o que significa muito mais do que ter baladas para o público gay. Essa postura deve incluir postos de trabalho, por exemplo”, esclarece o sócio-diretor e gerente de Produtos da Global Study, Maurício Marques.
Nosso intuito é celebrar a diversidade, proporcionando inclusão, liberdade, experiências de vida enriquecedoras e, principalmente, formando uma rede de suporte para o público LGBT do site. Estamos muito felizes por estar chegando cada vez mais perto de transformar esse desejo em realidade”, finaliza o fundador do Viajay, Fernando Sandes.
Dentre as cidades que farão parte dos pacotes estão São Francisco (EUA), Sidney (Austrália) e Londres (Inglaterra).

Saiba mais sobre os destinos gay friendly no mundo clicando aqui.

Fonte: Panrotas, por Bruna Murback, 28/03/17 

Morreu Gilbert Baker, criador da bandeira do arco-íris

segunda-feira, 3 de abril de 2017 0 comentários

Gilbert Baker, ativista e ex-soldado que aprendeu a costurar sozinho, morreu aos 65 anos

Morreu Gilbert Baker, criador da bandeira do arco-íris símbolo do orgulho gay

O artista norte-americano Gilbert Baker, criador da bandeira com um arco-íris que se tornou símbolo do orgulho gay, morreu aos 65 anos, revelou, na sexta-feira, o seu amigo de longa data e ativista Cleve Jones.

Gilbert Baker criou a famosa bandeira com oito cores para o dia da liberdade homossexual em 1978, uma iniciativa que mais tarde inspirou as marchas do "orgulho gay", que se instituíram por todo o mundo.

O ex-soldado, que aprendeu a costurar sozinho quando tinha vinte anos, esteve envolvido no nascimento do movimento Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT) em São Francisco (oeste dos Estados Unidos).

Gilbert Baker tornou-se próximo do político e ativista dos direitos LGBT assassinado Harvey Milk.
Estou com o coração partido. O meu melhor amigo partiu. Gilbert deu ao mundo a bandeira do arco-íris e me deu 40 anos de amor e amizade", escreveu Cleve Jones no Facebook. Não consigo parar de chorar. Amo-te para sempre, Gilbert Baker", acrescentou.
Cleve Jones não divulgou a causa da morte, mas o jornal "San Francisco Chronicle" escreve que o artista morreu durante o sono, na sua casa em Nova Iorque, na noite de quinta para sexta-feira.

Cleve Jones convidou os amigos de São Francisco para uma vigília sob a bandeira do arco-íris do distrito de Castro, onde reside uma grande comunidade LGBT.

O anúncio da morte de Gilbert Baker provocou uma avalanche de homenagens nas redes sociais.
Os arco-íris choram. Sem ti, o nosso mundo fica sem cores, meu amor", twittou o realizador Dustin Lance Black, que ganhou um Óscar pelo argumento do filme "Milk" (2008, com Sean Penn no papel de Harvey Milk) e criou uma série de televisão sobre o movimento LGBT, "When we rise".
Gilbert Baker nasceu no Kansas (centro dos Estados Unidos) em 1951. Serviu dois anos no exército, segundo a sua página da internet. Morava em São Francisco na altura em que o movimento pelos direitos dos homossexuais começou a ganhar força.

Fonte: Diário de Notícias, 01/04/2017

Indenização aos gays alemães condenados por terem feito sexo com outros homens

sexta-feira, 31 de março de 2017 0 comentários

Heinz Schmitz, em sua juventude. EL PAÍS

Alemanha irá indenizar condenados até 1994 por serem homossexuais

Governo dará 3.000 euros por condenação e 1.500 por ano de prisão por ter feito sexo com outro homem

Esta quarta-feira foi um dia muito especial para Heinz Schmitz. Passados 55 anos desde que ele sofreu o trauma de ser levado para uma prisão de menores por cometer “atos desonestos” com outro homem, o Governo alemão aprovou a lei com que pretende reabilitar e indenizar os homossexuais condenados pelo inglório artigo 175 do Código Penal, que punia o sexo entre homens e que só foi abolido totalmente em 1994.
Estou muito nervoso. Acompanho as notícias o dia inteiro. Mas também muito contente pelo fato de depois de tanto tempo se reconheça o que nós passamos. Sinto pena por aqueles que sofreram e que já não estão entre nós. Os que ainda estamos aqui já somos bem idosos”, afirma Schmitz ao EL PAÍS em conversa pelo telefone desde a sua casa em Friburgo, sudoeste da Alemanha.
O Governo alemão deu sinal verde para o projeto do ministro da Justiça, o social democrata Heiko Maas, para indenizar e anular as condenações impostas desde o fim da II Guerra Mundial. A lei era particularmente violenta até 1969, ano em que se passou a punir o sexo entre homens somente no caso de um deles ser menor de 21 anos.

O texto legal dos anos cinquenta e sessenta era o mesmo que era aplicado pelos nazistas, que enrijeceram um artigo que vigorava desde o nascimento do Império Alemão, em 1871. O Bundestag –a Câmara dos Deputados do Parlamento—já havia anulado, em 2002, as condenações aos homossexuais impostas durante a ditadura nacional-socialista, mas não mexeu com as que havia sido decididas já no período da República Federal.
O Governo estima que o artigo 175, que punia o sexo entre homens — não entre mulheres, pois esta era uma possibilidade que não foi então nem sequer contemplada — gerou cerca de 64.000 processos penais. Todas as condenações serão anuladas, mas as indenizações — 3.000 euros por condenação e 1.500 euros por ano passado na prisão — beneficiarão apenas os que ainda estão vivos. Calcula-se que estes cheguem a 5.000 pessoas, para as quais se destina um orçamento de 30 milhões de euros (aproximadamente 102 milhões de reais).

O ministro Maas explicou sua iniciativa pela necessidade de se dar o que é devido aos que “foram perseguidos, castigados e desterrados somente por seu amor aos homens”. “O artigo 175 bloqueou caminhos profissionais, destroçou carreiras e aniquilou biografias. É preciso que as escassas vítimas ainda vivas tenham justiça”, acrescentou o ministro da Justiça. Após receber o sinal verde do Governo, a lei deverá ser aprovada pelo Parlamento para entrar em vigor. Diferentes líderes parlamentares mostraram sua vontade de que isso ocorra ainda no mandato atual, que acaba no final do ano.

Além das indenizações, a lei estabelece uma subvenção de 500.000 euros (1,7 milhão de reais) anuais à fundação Magnus Hirschfeld para custear seu projeto de documentação das vidas roubadas dos homens condenados por suas tendências. O nome dessa fundação vem do pesquisador sobre comportamento sexual que no final do século XIX e começo do XX foi um defensor pioneiro dos direitos dos homossexuais.
A história do artigo 175 nos demonstra que injustiças também são cometidas em um Estado de direito. A força desse se mostra também em sua capacidade de corrigir erros”, acrescentou o ministro Maas.
Schmitz se alegra pela ideia de receber em breve 3.000 euros (10.090 reais) que irão resolver mais de um problema. Muitos dos condenados por sua sexualidade estão agora em uma situação econômica difícil, como consequência de processos que normalmente lhes custava o emprego. Mas o dinheiro não é seu principal motivo de alegria.
O importante é o sinal que essa lei envia. É um reconhecimento de nossas vidas”, diz.
Heinz Schmitz, de 73 anos, condenado em 1962 a seis meses de prisão por manter relações homossexuais. 

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Um Outro Olhar © 2025 | Designed by RumahDijual, in collaboration with Online Casino, Uncharted 3 and MW3 Forum