Antes de deixar governo de SP, Alckmin vetou projeto contra a homofobia nos estádios

segunda-feira, 9 de abril de 2018 0 comentários

Governador de São Paulo toma decisão polêmica sobre  comportamento em estádios

Gritos e cânticos preconceituosos ainda fazem parte dos estádios de futebol pelo mundo, e no Brasil isso não é diferente. Tentando mudar essa realidade, o deputado Edmir Chadid (DEM-SP) escreveu o Projeto de Lei nº 1100/2017, cujo objetivo é punir financeiramente clubes e torcedores por atos homofóbicos praticados em estádios de futebol em São Paulo.

No entanto, o governador Geraldo Alckmin vetou o projeto e alegou que o Art. 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que proíbe racismo e outros atos discriminatórios nas arenas, já contempla a punição que o deputado pretendia institucionalizar.
Fonte: 90 Minutos, 06/04/2018

Criado projeto de visibilidade de gays e lésbicas no futebol brasileiro

quarta-feira, 4 de abril de 2018 0 comentários

Foto: O Mineirão presta homenagem ao dia do Orgulho LGBT. Crédito: Divulgação/Mineirão

Projeto reúne depoimentos de torcedores LGBT sobre a paixão pelo clube e pelo futebol

O futebol é uma paixão nacional. Qualquer pessoa, independentemente de religião, orientação sexual ou gênero, pode gostar e frequentar estádios sem se sentir oprimida. Foi justamente por isso que o jornalista William de Lucca, 32, resolveu denunciar em suas redes sociais os gritos de “bicha” de palmeirenses destinados ao time do São Paulo.

Reprodução/Logo do projeto criado por William de Lucca
para dar representatividade a torcedores arco-íris.
Ativista de causas LGBT há anos, ele chamou atenção ao denunciar os cantos e gritos que envolvem ofensas à sexualidade dentro do próprio estádio. A repercussão foi grande. Na postagem os comentários em apoio e os que propagam ódio e ameaças se misturam. Em entrevista exclusiva ao Torcedores.com, ele dá detalhes sobre o acontecimento.
Disseram que eu não poderia mais frequentar o estádio e me ameaçaram de agressão e até de morte”, conta William.
A partir do apoio e identificação de outros torcedores LGBT, ele criou o projeto ‘Eu sou, eu torço’, que divulga depoimentos sobre o amor ao clube e ao futebol.
Muita gente me mandou mensagem compartilhando suas histórias e eu achei que era legal ter uma plataforma para abrigar esses relatos”, afirma. “A ideia é dar visibilidade para gays e lésbicas no futebol, para que as pessoas saibam que eles existem e que precisam ser respeitados, já que nós só temos respeito quando não tocamos no assunto, quando fingimos que não existimos”, reflete.
O é um projeto de apaixonados por futebol que sentem orgulho de times e de suas orientações sexuais/identidades de gênero.

É um projeto para visibilizar os torcedores LGBT+ em ambientes de futebol e lutar contra a homofobia tradicional destes espaços! ❤️⚽️🌈

Hospedado na plataforma Medium, a conta do projeto já tem oito relatos publicados. O único responsável pelas postagens, por enquanto, é William, mas toda colaboração é bem-vinda.

Quem quiser enviar um depoimento deve escrever para o e-mail eusoueutorço@gmail.com, com um texto em primeira pessoa, falando sobre seu amor pelo clube ou contando alguma história que tenha marcado essa relação. É preciso informar nome, idade, onde mora, profissão, identidade de gênero e orientação sexual, além de mandar fotos com a camisa do clube de coração”, explica.
Fonte: Torcedores, 03/04/2018

Debate sobre casamento igualitário pode definir presidente da Costa Rica

segunda-feira, 2 de abril de 2018 0 comentários

Casamento gay pode decidir segundo turno na Costa Rica

O segundo turno das eleições presidenciais na Costa Rica, neste último domingo, levou o casamento gay para o centro do debate entre o candidato conservador, Fabricio Alvarado Muñoz, um pastor evangélico de 43 anos, e o representante de centro-esquerda Carlos Alvarado Quesada, ex-ministro de Desenvolvimento Social e do Trabalho, de 38 anos -- numa disputa ainda sem claro favorito. Atualização: Carlos Alvarado Quesada, ex-ministro do Desenvolvimento Social, jornalista e cientista político, tornou-se o novo presidente da Costa Rica.

Apesar de Fabricio ter saído na frente no primeiro turno, com 24,9% dos votos, as pesquisas indicam empate técnico. Uma sondagem do Centro de Investigação e Estudos Políticos da Universidade da Costa Rica (UCR) indica que o pastor do Partido Restauração Nacional (PRN) conta com 43% de apoio, empatado com o ex-ministro, do Ação Cidadã (PAC), com 42% das intenções de voto.

É a primeira vez desde 1950 que as duas forças políticas que dominaram o cenário eleitoral -- o Partido da Liberação Nacional (PLN) e o Partido Unidade Social Cristã (PUSC) -- ficam fora da disputa.
O empate vem desde o primeiro turno, quando os dois candidatos tiveram apenas três pontos percentuais de diferença, e se mantém nas pesquisas. Há uma volatilidade muito grande entre o eleitorado, que, somada à indecisão e à abstenção, fazem com que a definição deva ocorrer apenas no último minuto", disse o cientista político Rotsay Rosales, da UCR.
Alvarado Muñoz atraiu eleitores conservadores que se identificaram com sua oposição ao casamento gay, expressada depois de uma declaração da Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) em janeiro, a favor da união. O pastor disparou nas pesquisas quando propôs retirar o país da Corte IDH em resposta à opinião do tribunal.

Do outro lado está o escritor, ex-cantor de rock e ex-ministro Carlos Alvarado Quesada, que apoia os direitos da comunidade LGBTI.

Durante a campanha, Fabricio prometeu combater o "estado secular" e a "ideologia de gênero". Na reta final, no entanto, em busca de alianças, o pastor diminuiu o tom do discurso e atenuou as críticas à Corte IDH, além de evitar fazer declarações sobre sua religião.

Mas analistas concordam que o voto cristão, que engloba grande parte dos indecisos, deverá ser decisivo para o resultado do pleito num país onde mais da metade da população é católica.
A campanha demonstra como a insatisfação dos eleitores com as elites políticas favoreceu a ascensão dos partidos religiosos", escreveu o ex-vice-presidente da Costa Rica Kevin Casas, em um artigo publicado no "New York Times". "Como os políticos tradicionais perderam a credibilidade, os eleitores recorrem a figuras religiosas que propõem o retorno de certezas morais que se diluíram em tempos de relativismo, ambiguidade ideológica e oportunismo".
Se nos debates Fabricio tem procurado se distanciar da religião, nos bastidores vem tentando atrair justamente o eleitor evangélico. Seu partido foi advertido nesta semana pela segunda vez pelo Tribunal Supremo Eleitoral (TSE), depois que veio à tona a gravação de uma reunião do candidato com centenas de pastores evangélicos para discutir o apoio dos religiosos na campanha.

Nas imagens, ele e seus aliados pedem "bendições" de transporte e alimentos para seus eleitores.

Seu opositor, por sua vez, criticou o programa do pastor, que chamou de carente de medidas concretas. Segundo ele, o "pulso firme" defendido pelo rival no combate ao crime serve apenas para agravar a situação. Carlos ainda voltou a defender o casamento entre pessoas do mesmo sexo. 
Eu não escondo minha posição. Fui honesto com o público, embora fosse impopular", afirmou.
Fonte: Agência Globo, 01/04/2018

Casamento igualitário volta a ser proibido em Bermudas após legalização

quinta-feira, 29 de março de 2018 0 comentários

Bermudas é o primeiro país a permitir e depois proibir a união homoafetiva

Bermudas torna-se primeiro país a proibir casamento gay após legalização

A seguir o manual de como trocar uma visão progressista por pensamentos retrógrados em um curto intervalo de tempo. A história vem das Bermudas, que depois de legalizar o casamento homoafetivo, voltou atrás, se tornando a primeira nação a proibir a união entre casais do mesmo sexo. 

Mais do que polêmica, a mudança bizarra de postura partiu do governador John Rankin que, respaldado pela Câmara, Senado e 60% de pessoas contrárias ao casamento homossexual, conseguiu derrubar a decisão efetivada pela Suprema Corte do país.

Tamanho retrocesso foi analisado por meio de uma leitura política, isso pois de acordo com John a medida era uma maneira de “equilibrar” o jogo, dando voz para setores conservadores da sociedade. 

Contudo, como o cerceamento do direito de ser de um indivíduo pode ser resumido ao jogo político entre progresso e conservadorismo? Para muitas pessoas esta é uma tática condenável, mas infelizmente cada vez mais comum, mesmo em pleno 2018. 

Aqui no Brasil, por exemplo, não faltam vozes, dentro e fora do parlamento, que insistem em colocar a orientação sexual de determinado indivíduo como fruto de uma inclinação à esquerda, por exemplo. Sim, estamos no século 21, mas ainda é necessário grifar o fato de que a relação com a sexualidade e o corpo é uma questão particular e que se desenvolve de formas distintas entre os seres humanos.
Identidades são inscritas através de experiências culturalmente construídas em relações sociais, o que é atestado pelas vivências relacionais dos entrevistados em um coletivo por afinidades em processos de lutas ou de ideias”, diz trecho do estudo Narrativas de Formação Humana de Negros Homossexuais do Coletivo Afrobixas, formado em 2015 na Universidade Federal de Brasília (UNB).
Para o governador John Rankin, a proibição do casamento gay dá voz aos conservadores

A medida radical foi criticada com veemência por organizações em defesa dos direitos humanos e grupos de ativistas homossexuais, como Ty Cobb, diretor de uma ONG de direitos humanos.
O governador Rankin e o parlamento de Bermudas vergonhosamente transformaram Bermudas no primeiro território nacional do mundo a repelir a igualdade no casamento”, afirmou o ativista.
Atualmente, nações como Alemanha e Taiwan são umas das 26 que permitem a união homoafetiva. No Brasil, o casamento entre pessoas do mesmo sexo foi legitimado pelo Conselho Nacional de Justiça há pouco mais de quatro anos. No período foram registrados mais de 400 casamentos, representando um aumento de 51% em relação ao primeiro ano da medida.

Fonte: Hypeness, por Kauê Vieira, 02/2018

Quando me assumi como lésbica, perdi alguns trabalhos, mas logo depois encontrei outros

terça-feira, 27 de março de 2018 0 comentários

Bruna Linzmeyer - Foto: Dayvison Nunes / JC Imagem

Perdi alguns trabalhos”, revela Bruna Linzmeyer sobre quando tornou público que é lésbica

Bruna Linzmeyer virou notícia, recentemente, ao postar foto em que aparece beijando a namorada, Priscila Visman, durante manifestação no Rio em protesto ao assassinato de Marielle Franco. A postagem foi a mais curtida no perfil da atriz no Instagram – são mais de 138 mil likes! Em bate-papo sobre feminismo, Bruna contou ao Social1 sobre a repercussão desde que tornou público que é lésbica.

“Quando veio a público que eu sou uma mulher lésbica, alguns trabalhos publicitários foram cancelados”
, revela.

Mas, importante, relata que o posicionamento também lhe trouxe convites:

“Muitos trabalhos chegaram porque eu me coloquei nesse lugar que é meu”
.

Falou também da importância de representatividade, ou seja, de pessoas públicas com quem as pessoas se identifiquem.

“Se a gente começa a naturalizar uma coisa que é natural, isso vaza para uma sociedade inteira. É preciso falar com naturalidade sobre uma coisa natural”
, enfatiza a atriz que, neste ano, ganha as telas de cinemas em quatro filmes: O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues; O Banquete, de Daniela Thomas; O Que Resta, da Fernanda Teixeira, e Partiu Paraguai, de Daniel Lieff.

Leia na íntegra o que Bruna Linzmeyer nos falou:
Quando veio a público que eu sou uma mulher lésbica, eu perdi alguns trabalhos. Alguns trabalhos publicitários foram cancelados, mas logo depois as coisas se reencaixaram. Muitos trabalhos chegaram, também, porque eu me coloquei nesse lugar que é meu. E que, pra mim, é muito natural. Nunca teria como ser de outro jeito. 
Eu digo que é um ato político eu me dizer ‘sou uma mulher lésbica’, porque a gente precisa falar sobre isso. É através dessas caixinhas [rótulos] que a gente conversa sobre elas. E é representatividade. Eu olho pra Marielle, por exemplo, e ela era uma mulher lésbica. Além de ser uma lutadora dos direitos humanos, das pessoas que moram na favela, preta, favelada, ela também era lésbica. Eu quero olhar para pessoas lésbicas no poder, fazendo coisas. 
Muitas pessoas chegam até mim falando desse lugar [de representá-las], dizendo ‘foi a partir de uma entrevista sua que eu consegui conversar com a minha mãe, porque eu também sou lésbica’, sabe? Então, se a gente começa a naturalizar uma coisa que é natural, isso vaza para uma sociedade inteira. É preciso falar com naturalidade sobre uma coisa natural. (Bruna Linzmeyer)
Fonte: Blog Social1, por Romero Rafael, em Famosos, 26/03/2018

No Senado começa o debate do Estatuto da Diversidade Sexual

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Senado começa a debater o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero

A partir desta segunda-feira (26), deve começar a tramitar no Senado a proposta que cria o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero. O texto, proposto pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), recebeu parecer favorável da senadora Marta Suplicy (MDB-SP) na Comissão de Direitos Humanos da Casa, na última quarta-feira (21). Com isso, assim que for lido no plenário do Senado, ganhará um número e passará tramitar como projeto de lei.

A minuta do texto, elaborada em 2011, foi entregue ao Senado no ano passado, com o apoio da Aliança Nacional LGBTI [lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e intersexuais] e de 100 mil assinaturas. Os fundamentos são os princípios da dignidade da pessoa humana, da igualdade, da liberdade e da não-discriminação, presentes na Constituição federal e na base do sistema político e jurídico brasileiro.
É imperiosa a imediata aprovação de um Estatuto da Diversidade Sexual, que consagra uma série de prerrogativas e direitos a quem ainda não é reconhecido como sujeito de direito: homossexuais, lésbicas, bissexuais, transgêneros e intersexuais. Também indispensável inserir os vínculos homoafetivos no âmbito do Direito das Famílias, com todas as consequências em outros direitos. Somente a edição de um conjunto de normas conseguirá impor o reconhecimento de todos os direitos a todos os cidadãos, independentemente de sua orientação sexual. Com certeza é a forma mais eficaz para que o segmento, ainda refém do preconceito e da discriminação, obtenha respeito e inserção social”, justifica a OAB na proposta.
Ao dar parecer favorável na Comissão de Direitos Humanos (CDH), Marta Suplicy lembrou que o projeto ainda será apreciado pelas comissões competentes do Senado e depois pela Câmara. Em defesa do texto, a senadora adiantou que considera “nítida e robusta a constitucionalidade do texto”, que segundo ela, corrobora o entendimento unânime do Supremo Tribunal Federal.
Essa é uma lei que consolida a tolerância e o respeito que grande parte da sociedade já acolheu e pratica, mas que é necessária para defender os direitos de minorias contra a intolerância renitente e os costumes retrógrados de grupos bem organizados”, afirmou Marta.
Direitos

Entre os 111 artigos sugeridos, um deles, o 14, estabelece que as famílias homoafetivas terão todos os direitos assegurados no âmbito do Direito das Famílias e das Sucessões, entre eles: “direito ao casamento; direito à constituição de união estável e sua conversão em casamento; direito à escolha do regime de bens; direito ao divórcio; direito à filiação, à adoção e ao uso das técnicas de reprodução assistida; direito à proteção contra a violência doméstica ou familiar, independente da orientação sexual ou identidade de gênero da vítima; direito à herança, ao direito real de habitação e ao direito à sucessão legítima”.

Além disso, o texto também deixa claro que “ninguém pode ser privado de viver a plenitude de suas relações afetivas e sexuais, vedada qualquer ingerência de ordem estatal, social, religiosa ou familiar”. Em outro artigo, também proíbe qualquer tipo de discriminação. “Ninguém pode sofrer discriminação em razão de orientação sexual real ou presumida, por qualquer membro de sua família, da comunidade ou da sociedade”, propõe o texto.

Resistências

Segundo os próprios idealizadores da proposta, aprová-la não será tarefa fácil. Segundo a presidente da Comissão Especial da Diversidade Sexual e Gênero do Conselho Federal da OAB, Maria Berenice Dias, até hoje, no Brasil, nenhum projeto de lei com esta temática sequer foi levado a votação.
O primeiro projeto é de 1995, da então senadora Marta Suplicy, e absolutamente nada aconteceu. Todos os avanços alcançados até então, muito significativos, foram por meio do Poder Judiciário, o que motivou o próprio Executivo a tomar algumas iniciativas públicas, reconhecendo alguns direitos por serem reiteradas as decisões da Justiça neste país”, lembrou Maria Berenice.
A representante da OAB acrescentou que o legislador não deve se omitir da responsabilidade de assegurar direitos a todos os cidadãos e inserir dentro da tutela jurídica do Estado todos os segmentos da sociedade, principalmente os mais vulneráveis.

O senador Magno Malta (PR-ES), que também é pastor evangélico, está entre os que pretendem impedir que a proposta avance. 
Isso [o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero] é totalmente desnecessário. Se já existem decisões do Supremo Tribunal Federal, que não está autorizado a fazer leis [em favor do público LGBTI], pra quê? Isso vai de encontro a tudo o que nós acreditamos. Existe uma tramitação para que se debata o mérito disso. Eu tenho certeza que não vai andar, que não vai a lugar nenhum. Há uma maioria de cristãos convictos que acreditam na família tradicional, que acreditam em outros valores e certamente é essa maioria absoluta que está aí no Senado. Nós não vamos permitir [que essa proposta avance]”, criticou Malta em entrevista à Agência Brasil.
Como sugerir leis

As sugestões legislativas podem ser apresentadas por associações e órgãos de classe, como é o caso da OAB, bem como sindicatos e entidades organizadas da sociedade. Cidadãos também podem apresentar suas ideias no Portal e-Cidadania do Senado. Nesse último caso, serão analisadas como sugestão pela CDH caso consigam o apoio de no mínimo 20 mil pessoas pelo portal. Se aprovadas pela comissão, passam a ser projetos de lei e seguem a tramitação pelas comissões do Senado.

Fonte: Agência Brasil, por Karine Melo,  com edição de Lidia Neves, 25/03/2018

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