Ex-tenista russa diz que circuito feminino está cheio de jogadoras lésbicas

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017 0 comentários

Ekaterina Bychkova na época em que jogava tênis

Ex-tenista diz que circuito feminino está cheio de jogadoras lésbicas

Ekaterina Bychkova, ex-tenista russa e atual comentarista do Eurosport deu uma entrevista bombástica para o canal no qual faz diversas revelações sobre os circuitos masculino e feminino.

Ela falou sobre a homossexualidade no esporte e também revelou "segredos" de jogadores como David Ferrer e Stan Wawrinka.
No tênis, já um monte de mulheres lésbicas. Rennae Stubbs, Lisa Raymond, Eleni Danilidou, Casey Dellacqua, Carla Suárez.... 😍 Eu ficava furiosa porque ficavam todo tempo me olhando. Não me importa com quem dormem, mas que não me olhem e se não se intrometam no meu espaço privado", disparou a russa, que chegou a ser 66ª colocada do mundo e disputou uma partida pela última vez em fevereiro de 2016.
Sobre David Ferrer disse que está sempre fumando.
O espanhol David Ferer fumava antes quase um pacote de tabaco por dia. Não entendo como conseguia correr. Algumas tenistas belgas também fumam e bebem. Ficava surpresa por jogarem melhor do que eu", disse.
É necessário às vezes relaxar. Ir à discoteca, fumar. E não falo somente de um cigarro (risos)", contou.
Sobre Stan Wawrinka, falou sobre a fama escondida que tem de ser um baladeiro de primeira.
Em cada torneio, ia a todas as festas. Não sei como fazia para se levantar no outro dia e poder jogar. Ouvi falar muito das aventuras de Stan em São Petersburgo", falou.
A russa de 31 anos disparou também contra a compatriota Maria Sharapova: 
Ela já leva muito tempo vivendo lá (nos Estados Unidos). Já não mora aqui (na Rússia). E todo o seu círculo é americano".
Sem papas na língua, Bychkova revelou também detalhes sobre a armação de resultados no circuito mundial. 
Me propuseram armar um jogo e eu disse que não. Ao comunicar isso a TIU (Unidade da Integridade do Tênis) me suspenderam por um mês. O mais estranho é que quem me propôs isso foi um jornalista e havia escrito para o Wall Street Journal", afirmou.
Ela disse também que nunca viu nada relacionado ao doping no circuito mundial. 
Nunca utilizei nada para me dopar e não escutei ninguém que o tenha feito".

Levy Fidelix condenado em R$ 25 mil por frase homofóbica em debate de 2014

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017 0 comentários

Levy Fidelix foi candidato à presidência da República pelo PRTB em 2014
Levy Fidelix é condenado em R$ 25 mil por frase homofóbica em debate de 2014
Então candidato pelo PRTB, político afirmou que 'órgão excretor não reproduz' e associou homossexualidade à pedofilia e doenças mentais

São Paulo - A Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de São Paulo manteve a condenação do presidente do PRTB, Levy Fidelix, foi multado por "prática de discriminação homofóbica". Fidelix deverá pagar R$ 25.070 por ter feito declarações homofóbicas durante debate das eleições de 2014.
A multa foi estipulada em 1.000 UFESPs. O valor da UFESP para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2017 é de R$ 25,07. A denúncia de discriminação homofóbica foi formulada pela Coordenação de Política para a Diversidade Sexual do Estado de São Paulo contra Levy Fidelix.

Durante o debate de 2014, a candidata Luciana Genro (PSOL) fez uma pergunta a Fidelix sobre suas políticas para a defesa dos direitos da chamada comunidade LGBT, de lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, no caso de ser eleito. Na resposta, o candidato do PRTB associou a homossexualidade à pedofilia e a doenças mentais e fez uma espécie de conclamação da maioria para um "enfrentamento" da minoria sexual.
Aparelho excretor não reproduz", disse Fidelix. "Como é que pode um pai de família, um avô, ficar aqui escorado porque tem medo de perder voto? Prefiro não ter esses votos, mas ser um pai, um avô que tem vergonha na cara, que instrua seu filho, que instrua seu neto. Vamos acabar com essa historinha. Eu vi agora o santo padre, o papa, expurgar - fez muito bem - do Vaticano um pedófilo."
Mais à frente, afirmou: 
Então, gente, vamos ter coragem. Nós somos maioria, vamos enfrentar essa minoria. Vamos enfrentá-los. Não tenha medo de dizer 'sou pai, uma mãe, vovô', e o mais importante é que esses que têm esses problemas realmente sejam atendidos no plano psicológico e afetivo, mas bem longe da gente, bem longe mesmo porque aqui não dá."
Fonte: O Dia, via Estadão Conteúdo, 23/02/2017

Pastora assumidamente lésbica mantém ministério inclusivo com a companheira

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017 4 comentários

Lanna Holder e Rosânia Rocha

Cantora gospel deixou pastor para se casar com pastora
Rosânia resolveu contar como aconteceu o romance das duas, que são casadas há 15 anos

Muitas pessoas do meio gospel conhecem a história de Lanna Holder, pastora assumidamente lésbica que mantém um ministério inclusivo ao lado de sua esposa, a cantora Rosânia Rocha. No entanto, poucos sabem como foi dramática e caótica a história de aceitação do casal e, principalmente, o conflito religioso no qual as duas acabaram se inserindo. Por isso, Rosânia resolveu contar, como aconteceu o romance das duas, que são casadas há 15 anos, em uma reportagem para o site da revista “Sou Mais Eu”.

Rosânia, que nasceu no interior de Minas, cresceu numa família evangélica e aos 20 anos se mudou para Boston, nos Estados Unidos. Foi numa igreja da cidade americana que conheceu João, pastor que viria se tornar seu marido, sendo mãe logo na sequência.
Eu nunca amei o João de verdade. Éramos muito parceiros, crescemos juntos e nos respeitamos bastante. Mas se eu dissesse que sentia atração por ele, mentiria. De toda forma, o sexo nunca foi uma questão para mim. Durante um tempo pensei até em procurar um médico porque eu simplesmente não tinha vontade, não me interessava, e me sentia muito mal porque eu não conseguia corresponder a ele”, explicou a cantora à publicação.
Foi em um compromisso como cantora gospel que ela conheceu Lanna Holden, em 2002. Na época, Lanna era considerada o “Silas Malafaia de saias” e percorria o Brasil pregando que Deus a havia “curado” da homossexualidade. Ela se definia claramente como uma ex-lésbica, e já tinha um marido e um filhinho, ainda bebê. O sucesso da Lanna era tanto que ela foi convidada para pregar nos Estados Unidos, exatamente na igreja de Rosana.


A partir daí as duas se tornaram amigas íntimas. Em uma viagem de carro, Rosânia criou coragem e se declarou para Lanna que também confessou estar apaixonada. Depois do primeiro beijo em um hotel, as duas passaram a se evitar porque se sentiam culpadas. 
Eu não acredito que Deus aprovava o que gente fazia, afinal, as duas eram casadas. Mas eu sei que Deus conhecia nosso coração e que era amor verdadeiro. Descobri um prazer que eu nunca tinha experimentado e foi tudo muito natural”, explicou Rosânia.
As duas se divorciaram de seus maridos. Para Lanna o término foi mais fácil, mas Rosânia recebeu ameaças do ex e do próprio irmão. Além disso, havia o conflito interno equivocado de estar ferindo os princípios da religião evangélica. As duas buscaram nos estudos teológicos o respaldo para viverem um grande amor.
Descobri que Deus também ama os homossexuais e abençoa o amor entre pessoas do mesmo sexo. Tem muita gente por aí que distorce trechos da palavra de Deus ou que não estuda adequadamente e acaba usando versículos fora de contexto para condenar as pessoas, ao invés de amá-las como Jesus ensinou”, explicou a evangelista.
FACEBOOK/REPRODUÇÃO

Igreja para fiéis LGBT 

Atualmente, Lanna Holder e Rosânia Rocha têm um ministério que acolhe o público LGBT na cidade de São Paulo há sete anos. A Igreja Cidade de Refúgio, assim com o as igrejas tradicionais, conta com cultos, eventos, conferências e trabalhos filantrópicos. 
Eu nunca pensei que voltaria para o Brasil, mas foi aqui, na cidade de São Paulo, que Deus realizou a promessa de abençoar pessoas LGBT por meio do nosso ministério. Somos pastoras, continuo servindo a Deus com a minha voz e levamos o amor de Jesus a todos, sem distinção”.
Fonte: Metrópoles, por Edson Caldeiras, 21/02/2017 

Mais casamentos LGBT, menos tentativas de suicídio entre jovens

terça-feira, 21 de fevereiro de 2017 0 comentários

Nos EUA, a redução das tentativas de suicídio foi de 14% entre gays, lésbicas e bissexuais

Legalização do casamento gay fez cair tentativas de suicídio entre jovens

Pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, da Universidade de Harvard e do Hospital Infantil de Boston, nos Estados Unidos, constataram queda nas tentativas de suicídio entre estudantes do ensino médio após a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, no país. A taxa de redução foi de 7% em geral e de 14% entre gays, lésbicas e bissexuais.

Publicada na revista científica “Jama Pediatrics”, a pesquisa analisou dados coletados pelo CDC (Centro para Controle e Prevenção de Doenças) como parte de seu Sistema de Vigilância do Comportamento de Risco de Jovens --uma pesquisa realizada a cada dois anos.

"Espero que os legisladores e a sociedade considerem as implicações potenciais para a saúde de leis e políticas que afetam os direitos LGBT", afirmou a co-autora do estudo Julia Raifman, da Universidade Johns Hopkins, para o jornal “The Guardian”.

Em 2004, Massachusetts tornou-se o primeiro Estado dos Estados Unidos a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Outros 36 Estados seguiram essa orientação antes que a política se transformasse em lei federal, em junho de 2015.

De acordo com o CDC, o suicídio é a segunda principal causa de morte entre os 15 e os 24 anos, com taxas de suicídio muito maiores entre os que se identificam como minorias sexuais do que entre os heterossexuais.

O estudo analisou dados de mais de 760 mil estudantes, coletados entre 1999 e 2015, comparando as tentativas de suicídio ocorridas antes e depois da aprovação da lei de casamento entre pessoas do mesmo sexo, levando em consideração os Estados que aderiram logo e os que levaram mais tempo para fazer isso.

As informações abrangeram 32 dos 35 Estados que haviam aprovado legislação até 1º de janeiro de 2015. A mudança na taxa de tentativas de suicídio foi comparada com a observada para os 15 Estados nos quais o casamento entre pessoas do mesmo sexo não era legalizado.

A análise revelou que, nos anos antes do casamento homossexual se tornar legal, a taxa de autorelato de uma ou mais tentativas de suicídio entre os estudantes do ensino médio, em todos os Estados, foi de 8,6% ao ano, atingindo 28,5% entre aqueles que se identificaram como gays, lésbicas, bissexuais ou "não tenho certeza".

Fonte: UOL, 21/02/2017

Em festa de formatura, nutricionista dança e beija namorada desfraldando bandeira do arco-íris

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017 0 comentários



Não existe só uma forma de amar. A declaração  da nutricionista recém-formada Larissa Kalieli, que ao descer a escada no seu baile de formatura, realizado no último sábado, 11, em Mossoró, beijou a noiva, Teresa Nadege, e ainda exibiu uma bandeira com as cores do movimento LGBT. O registro do momento vem sendo compartilhado nas redes sociais desde o domingo, 12, contabilizando milhares de visualizações.
Esse vídeo  a prova de que as pessoas precisam amadurecer mais a cabeça e compreender que não existe só uma forma de amar, só o homem e a mulher, existe o homem e a mulher, a mulher e a mulher, o homem e o homem, importante que as pessoas coloquem isso na cabeça. Se não aceitam, respeitem, no fiquem disseminando ódio, criando caso em redes sociais, afirmou Larissa.
Larissa, que namora Teresa há mais de 7 anos, contou que, desde que entrou na faculdade, já pensava em demonstrar, durante a tradicional descida da escada, o amor que sente pela noiva. 
Eu tinha esse sonho e brincava com a minha companheira: quando for no dia da descida você vai subir para me dar um beijo. Quando entrei na faculdade, não era assumida, então ficamos naquela dúvida se daria para fazer. Com um ano no curso, me assumi para todo mundo relata.
A nutricionista destaca que já imaginava a repercussão que o ato ganharia. 
Eu esperava, porque ainda há um tabu muito grande. O pessoal ainda faz muito bicho (sic) em relao aos gays. Foi uma forma de protesto. Mas sabe por que viralizou e deu o que falar? Não é porque a gente quer aparecer não. É porque ainda existe muito preconceito e tabu, enfatizou.
Falando em preconceito, Larissa revela que houve muitos comentários ofensivos na internet, mas que isso não a abala. 
Houve muitos comentários preconceituosos, maldosos, mas isso não me abala. Tenho ao meu lado pessoas que se importam comigo e que me amam, minha mãe, minha família, a família da minha noiva, o pessoas que estavam ali, aplaudiram, comenta, acrescentando:
Quando desci, meu avô estava me esperando para dançar a valsa, e a primeira coisa que ele falou foi que tinha sido lindo e que a minha descida tinha sido a mais aplaudida. Se as pessoas que mais me amam estão do meu lado, por que eu vou me preocupar com comentários preconceituosos e maldosos?
Já, por outro lado, um grande número de pessoas parabenizou a atitude da jovem. 
Fico feliz, porque foram vários comentários de apoio, compartilhamentos. Espero que tenha servido de inspiração para outras pessoas, para que elas se assumam, saiam dessa repressão, é importante essa visibilidade. Não me arrependo de ter feito nem de ter postado. O preconceito sempre vai existir, a gente se expondo ou não afirma.
Por fim, Larissa deixa um recado para quem condenou a sua demonstração de afeto: 
Nenhum comentário maldoso, preconceito, palavras de ódio, vão me fazer desistir do que eu sou, nem voltar atrás e me fazer arrepender de eu viver assim. O mais importante é que eu sou feliz, concluiu.
Fonte: Mossoró hoje e outros, 15/02/2017


Conservadores fazem protesto contra família LGBT em Rondônia

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017 0 comentários

Cartaz diz que diversidade é destruição da família constituída por Deus (Foto: Ana Claudia Ferreira/G1)

Protesto contra famílias gays reúne cerca de 500 pessoas em Rondônia
Ato foi feito em Ariquemes após uma decisão de prefeitura municipal. Poder executivo quer suprimir páginas didáticas com casais homoafetivos.

Cerca de 500 pessoas fizeram um protesto, neste sábado (4), contra a formação de famílias homoafetivas e diversidade de família, em Ariquemes (RO). Com cartazes e faixas dizendo que família é formada apenas por homem e mulher, os manifestantes do "1° ato em prol da família" iniciaram a passeata na Praça da Vitória e seguiram até o Ministério Público de Rondônia (MP-RO).

Na ocasião, os integrantes de grupos religiosos pediram que a prefeitura mantenha a decisão, anunciada no dia 23 de janeiro, em suprimir as páginas de livros escolares que tenham diversidade familiar, como a adoção de crianças por casais gays. O protesto teve mais de três horas de duração.

Para o ato, os manifestantes produziram vários cartazes e faixas. "Diversidade de família e ideologia de gênero é destruição da família constituída por Deus", dizia uma mensagem. "Homem e mulher constituem uma família", apontava uma faixa.

A dona de casa Tatiane de Souza, mãe de dois filhos, foi à manifestação acompanhada do filho Marcos Antônio, de 10 anos. Ela apoia a retirada das páginas dos livros que tratam de diversidade familiar.
Eu e meu marido decidimos que esse tipo de informação nós é quem vamos ensinar aos nossos filhos, consideramos esse conteúdo inadequado para a idade dos nossos filhos", disse.
Após percorrer cerca de dois quilômetros por duas avenidas da cidade, os participantes do "1° ato em prol da família" fizeram um momento de discursos dos lideres religiosos.

O encerramento do ato aconteceu em frente à Promotoria de Justiça de Ariquemes. Os participantes também são contra a recomendação do MP para que a prefeitura não faça a supressão do conteúdo de união dos atuais livros didáticos.

Cartaz diz que família é formada por homem e mulher (Foto: Ana Claudia Ferreira/G1)

Organização

O pastor presidente da igreja Assembleia de Deus, Nels dos Santos, integra o grupo dos religiosos organizadores da passeata. Ele afirma que o ato não é favor do preconceito, apenas defende a família tradicional constituída por Deus, somente com homem e mulher.
Respeitamos quem tem orientação sexual diferente. Não somos contra pessoa, eles são bem-vindos na igreja, mas não aprovamos as práticas dessas pessoas", explica.
Segundo os organizadores, cerca de 500 pessoas participaram do ato. Eles querem que a opinião deles seja respeitada, onde os pais eduquem os filhos sobre famílias diferentes, formadas por casais homossexuais.
Nossa intenção é ser ouvidos, exigimos que os órgãos que defendem o uso desses livros, entendam que nós pais não queremos isso para os nossos filhos", afirmou o professor Geidson Moreira, um dos organizadores do ato.
Educador

O professor André Ribeiro acompanhou o protesto e discordou do manifesto, considerando a caminhada preconceituosa e hipócrita.
Isso é um circo. Precisamos de mais conhecimento e não de censura. Que preguemos o amor fraterno e não o ódio contra as minorias” criticou.
A Polícia Militar (PM) e Guarda Municipal prestaram apoio a passeata, mas não divulgaram a quantidade de público.

Caso dos livros didáticos

No início do mês de janeiro, oito dos treze vereadores protocolaram um ofício para solicitar a suspensão e o recolhimento dos livros didáticos disponibilizados pelo Ministério da Educação (MEC) que serão distribuídos neste ano, a fim de evitar a discussão sobre ideologia de gênero nas escolas do município.

Em agosto de 2016, os livros com o conteúdo foram entregues às escolas, mas foram retirados dos alunos pelo município.

De acordo com um dos vereadores responsáveis pelo ofício, Amalec da Costa (PSDB), existe uma lei municipal em vigência a qual não permite a exposição de conteúdos com ideologia de gêneros aos alunos do ensino fundamental.

No dia 23 de janeiro, o prefeito de Ariquemes, Thiago Flores (PMDB), realizou uma reunião com 12 vereadores para debater sobre o assunto. Na ocasião eles decidiram retirar os trechos com ideologia de gênero e diversidade familiar dos livros.

O G1 teve acesso aos conteúdos presentes nos livros didáticos e constatou a presença de questões relacionadas à diversidade sexual nas formações de famílias. Em um livro de geografia do 3º ano, o texto apresenta que as famílias podem ter diversas composições e apresenta uma foto com duas mães e as filhas.

Em um livro de história do 2º ano, uma imagem conta a história de Theodora. "Theodora e seus pais, Vasco e Dourival – o primeiro casal de união homoafetiva a adotar uma criança no Brasil, em 2006".

Em um livro de geografia do 3° ano, o material indica a leitura ao aluno sobre um texto de um casal homossexual que adotou uma criança com necessidades especiais.
Livro mostra composição por diferenters famílias (Foto: Ana Claudia Ferreira/ G1)

Já em um livro do 1º ano, um exercício leva aos alunos completar as legendas das fotografias escrevendo o número de pessoas de cada família. Entre as imagens, está a de uma família formada por dois pais e uma criança.

Para o Ministério da Educação (MEC), a atitude de suprimir as páginas de livros escolares é ilegal. Segundo o MEC, a supressão dos livros distribuídos no âmbito do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) afronta à legislação dos materiais didáticos, pois as escolas possuem o dever de zelar dos livros.

Fonte: G1, por Ana Claudia Ferreira, 04/02/2017

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