Padre excomungado abençoa casamento gay no Recife

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017 0 comentários

O Padre Beto foi excomungado pela Diocese de Bauru, em São Paulo,
após publicar vídeos na internet nos quais discutia abertamente a moral sexual cristã

Padre excomungado abençoa casamento gay no Recife

O lema de que o amor pode surgir entre todos os seres humanos acompanha o padre Roberto Francisco Daniel, 51, mais conhecido como Padre Beto, em todas as cerimônias que celebra. Excomungado da igreja em 2013, por criticar algumas estruturas da Igreja Católica, hoje o sacerdote viaja o Brasil inteiro para celebrar a união entre casais homoafetivos. A última celebração ocorreu no dia 29 de janeiro, no Recife, entre Eliel Alves e Berg Goodman. Para ele, o amor pode surgir entre todos os seres humanos e quem ama não deve ter medo de celebrar esse sentimento.
A moral sexual da igreja precisa ser revisada como um todo, pois enxerga a sexualidade como algo negativo. Sexo não é para procriar, é para dar prazer. Se fosse só para a procriação, as pessoas só transariam duas ou três vezes. O casamento como algo indissolúvel e a impossibilidade de questionar o divórcio também são coisas que precisam ser questionadas. Desse modo, uma pessoa que se divorcia com 30 anos deve passar o resto da vida solteira por ter se separado e sem fazer sexo porque não é casada? Isso é absurdo", declara o Padre Beto, em entrevista ao JC.
O sacerdote foi excomungado em abril de 2013, pela Diocese de Bauru (SP), após ter se recusado a pedir o perdão exigido por seu bispo, que fez o pedido após o padre discutir abertamente a moral sexual cristã, sob a acusação de "ferir a Igreja com suas declarações consideradas graves contra os dogmas da Fé Católica, contra a moral e pela deliberada recusa de obediência ao seu pastor". Na época, a Diocese estabeleceu um prazo para que ele se retratasse e fizesse uma “confissão humilde de que errou quanto a sua interpretação e exposição da doutrina, da moral e dos bons costumes ensinados pela igreja". Ele se negou e foi desligado sendo acusado de "gravíssimo delito de heresia e cisma".

Para o padre, a negação da igreja em aceitar a união homoafetiva só cria ódio entre as famílias e afasta os fiéis.
Fico feliz em poder mostrar para a sociedade que os homossexuais são pessoas que têm o direito de se amarem e serem felizes. A Igreja Católica ainda mantém sua postura absurda de condenar os gays ao celibato. A igreja, ao mesmo tempo que prega o respeito e amor, rejeita e critica casais homoafetivos. A mesma coisa de dizer para um negro, eu aceito a sua cor, mas não a sua negritude. Não é algo santo e afasta as pessoas de Deus, criando o ódio nas famílias", afirma.
Fonte:  JC Online, 24/01/2017

Mulher pede namorada em casamento em museu, e reação de visitante à cena viraliza na internet

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016 0 comentários


Quando Jessica Rodriguez pediu a namorada Chelsea Miller em casamento, não imaginava que o momento se tornaria um viral nas redes. Mas o momento romântico foi testemunhado por uma senhora desconhecida, que ficou tão surpresa que roubou a cena. As informações são do site news.com.au.
Nem notamos que ela estava lá", disse Jessica ao site. "Estávamos vendo as fotos que meu amigo Ed Sanchez fez e descobrimos aquela senhora com a reação fofa".

O pedido de casamento foi feito no Art Institute of Chicago, nos Estados Unidos, e a foto foi publicada pelo irmão de Jessica, Carlos, no Twitter.
Minha irmã pediu a namorada em casamento hoje e olha a reação da senhora", escreveu o rapaz.
Em um dia o post viralizou com mais de 91 mil retuítes e 280 mil curtidas. De acordo com a jovem, cerca de 95% dos comentários e reações à foto têm sido positivos.
Eu acho que estamos progredindo no mundo para sermos mais aceitas. Nós definitivamente agradecemos por isso".
Jessica e Chelsea, que vivem em Chicago, planejam se casar no Texas dentro de um ou dois anos.


Fontes: Extra e Notícias ao Minuto, 19/12/2016

Hamburgueria LGBT inaugurada na Vila Mariana (SP)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016 0 comentários


Hamburgueria gay se inspira na Califórnia e tem altar com Cher e Bowie


Nada de bandeira do arco-íris na entrada. A Castro Burger recebe seus clientes com um "altar", onde há imagens de ídolos da comunidade gay, como Cher, Ney Matogrosso, Elke Maravilha, David Bowie e Laverne Co --atriz transexual da série "Orange is the New Black".

A hamburgueria foi aberta neste mês de dezembro na Vila Mariana, na zona sul de São Paulo. A casa é voltada ao público gay, mas heterossexuais também são bem-vindos, segundo os donos. O mesmo vale para o quadro de funcionários: há gays, lésbicas, bissexuais, transexuais --e heterossexuais.

As vagas foram divulgadas em sites e grupos no Facebook focados em gays e lésbicas. Foram recebidos mais de 500 currículos e contratados 16 funcionários.
Nossa proposta é de um ambiente sem preconceitos. Queremos promover a diversidade. E a nossa convivência tem sido uma ótima experiência", diz Fausto Almeida, 40, um dos sócios.
Almeida, que é gay, foi quem concebeu o conceito da hamburgueria. Ele compartilhou sua ideia de negócio com o amigo Luiz Felipe Granata, 30, com quem trabalhava em produção de eventos, e viraram sócios. Juntos, investiram cerca de R$ 400 mil. A partir de janeiro de 2018, pretendem levar a empresa a outros lugares por meio de franquias.

Inspiração vem de San Francisco

O nome da casa vem do bairro gay Castro, em San Francisco, cidade da Califórnia (EUA) considerada a capital gay do mundo. Almeida, que é formado em jornalismo e já foi comissário de bordo, morou lá de 2002 a 2005 e diz que se encantou com a cidade.
É uma delícia. Você vê as pessoas convivendo com a diversidade e é tranquilo, é normal. A ideia da hamburgueria é repetir isso aqui."
As referências à cidade e ao mundo gay estão na decoração e no cardápio, elaborado pelo chef João Leme. Há hambúrgueres, saladas, porções, lanches no pão ciabatta e brunch aos finais de semana. 

Os hambúrgueres foram batizados com nomes de atrações turísticas de San Francisco, como Golden Gate (cheeseburger de angus com salada, custa R$ 21,50) e Union Square (hambúrguer de cordeiro com queijo feta, tomate, alface, pepino, cebola e maionese de hortelã, por R$ 35).

Os demais pratos levam nomes de musicais da Broadway, de vilãs icônicas da TV, de músicas consideradas hinos da comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) e de gírias do mundo gay, como "A loka", "Tô bege" e "Bafônico".

Doações para portadores de HIV

Além de fazer parte da decoração, o "altar" com ídolos gays é um local onde os clientes podem depositar ofertas em dinheiro. Segundo os donos do bar, esses recursos serão doados a cada três meses para a casa Brenda Lee, que dá assistência a portadores do vírus HIV.

Os porta-copos e jogos americanos serão renovados a cada três meses com desenhos de artistas convidados. A primeira é a ilustradora Negahamburguer, conhecida por trabalhos que tratam da violência de gênero e outros preconceitos.

Nicho é grande, mas é preciso pensar na segurança

A consultora especializada em franquias Ana Vecchi, da consultoria Vecchi Ancona, diz que há potencial no novo negócio.
Tudo o que é voltado ao público gay é bem-vindo, pois é um nicho grande."
Porém, ela diz que é importante não restringir o público, já que a hamburgueria está localizada em um bairro residencial e familiar.
Tem que permitir que todos frequentem e que se sintam à vontade. O negócio deve estar acima da causa."
Ela diz que, se o produto for de qualidade e se o atendimento for bom, há potencial para crescer como franquia, mesmo em um ramo já explorado, como as hamburguerias. No entanto, afirma que outros aspectos devem ser considerados para a expansão.
É preciso observar o desenvolvimento do negócio e o comportamento do público antes de abrir novas unidades. Sabemos que existem pessoas homofóbicas que, ainda que não frequentem a casa, podem perseguir os clientes na saída, por exemplo."
Onde encontrar:
Castro Burger: www.castroburger.com.br

Fonte: UOL, por Larissa Coldibeli, 20/12/2016

Duas garotas agredidas em festa de formatura em Unistalda (RS) por serem lésbicas

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016 0 comentários


Duas jovens foram agredidas com violência por um grupo de seis rapazes na madrugada deste sábado, 17, em Unistalda (RS), onde acontecia uma Festa de Formatura. Fernanda Vianna da Cruz, de 18 anos, e Luana Resmini Borges, de 19, sofreram ferimentos no rosto, braços e na cabeça. Luana ainda teve o nariz quebrado e ficou inconsciente por algum tempo.

Segundo Fernanda, em conversa por telefone com o Blog Rafael Nemitz, as agressões aconteceram por homofobia. As duas vítimas e mais outras duas meninas foram abordadas por um indivíduo identificado como Marlo Viana Silva dentro do Ginásio Municipal de Unistalda onde acontecia a festa de formatura. O evento já havia terminado, quando o rapaz passou a ofender Fernanda e Luana com expressões como "tenho nojo de estar no mesmo local que vocês", e outras palavras relacionadas à homossexualidade. As agressões verbais ocorreram em dois momentos, sendo que no segundo Fernanda acabou dando um tapa no rosto do acusado para que ele parasse com as ofensas.

Pouco tempo depois, as duas jovens foram abordadas na Rua por Marlo e mais cinco rapazes e foram vítimas de várias agressões. Fernanda contou que Marlo lhe agrediu com um soco no rosto e ela caiu. 
"O Marlo veio direto até mim, me deu um soco no rosto e eu caí. Bateram com a minha cabeça no chão e eu fiquei tonta, não pude ajudar a Luana. Os seis foram pra cima da Luana e também a agrediram com socos e ponta-pés".
As jovens não conseguiram identificar os outros agressores devido os ferimentos que sofreram. A Brigada Militar foi acionada, fez buscas porém não localizou nenhum dos agressores. As jovens foram atendidas no Pronto Socorro Municipal e liberadas. As duas desejam representar criminalmente contra os agressores. 

Agressões relacionadas a homofobia não são comuns na região. No final do ano passado, uma jovem foi morta em Santiago mas não ficou comprovado que o crime tivesse vínculo com homofobia. Em Unistalda é a primeira vez que uma ocorrência como essa é registrada. O caso será investigado em inquérito policial coordenado pela Delegada Débora Durlo Poltosi.

Repercussão na internet

O caso ganhou repercussão nas redes sociais, gerando revolta e solidariedade. No Facebook das meninas foram publicadas várias mensagens de apoio com expressões como "Por Uma Unistalda Sem Preconceito" e "Vocês Não Estão Sozinhas", entre outras.

Fonte: Blog Rafael Nemitz, 17/12/2016

Irmã de Supergirl sai do armário e reforça presença lésbica nas séries de TV

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016 0 comentários

Chyler Leigh e Melissa Benoist em Supergirl; irmã da heroína assume homossexualidade

Supergirl tira personagem do armário e reforça presença de gays na TV

A série Supergirl engrossa a lista de produções da TV com personagens gays. Em episódio que a Warner Channel exibiu em 23/11, uma protagonista da série saiu do armário. Ela é mais nova integrante de um grupo de 44 homossexuais que estão no ar atualmente em produções da TV aberta norte-americana. Trata-se um recorde histórico: os gays são 4,9% de um total 895 personagens.

Quem assumiu a homossexualidade foi Alex Danvers (Chyler Leigh), irmã adotiva de Kara Zor-El/Kara Danvers (Melissa Benoist), a Supergirl. Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o produtor-executivo Andrew Kreisberg disse que a revelação "foi divertida, séria, romântica e dolorosa".

Alex se abriu para a detetive Maggie Sawyer (Floriana Lima), que é lésbica. Elas estavam em um bar, e Alex contou sobre seus casos e sua atração por mulheres desde que menininha (ver vídeo abaixo).

O aumento de personagens homossexuais nas séries americanas é acompanhado por uma preocupação. Relatório divulgado neste mês pela Glaad (sigla em inglês para Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação) mostra que 26 personagens lésbicas e bissexuais morreram desde o começo do ano na TV dos Estados Unidos. As perdas mais recentes foram em Pretty Little Liars, O Exorcista e Masters of Sex.

Quando um gay é cortado de uma série, protestos tomam conta das redes sociais, com internautas usando o termo Bury Your Gays (Enterrem Seus Gays, em tradução livre). As mortes mais sentidas em 2016 foram as de Denise (Merritt Walker), em The Walking Dead, e de Poussey Washington (Samira Wiley), personagem querida de Orange Is the New Black.

O que preocupa é que essas mortes, muitas vezes, não têm sentido, de acordo com a Glaad. O produtor-executivo de , no entanto, tranquiliza a militância homossexual: "Elas não vão morrer, nenhuma delas", afirmou.

Fonte: Notícias da TV, por João da Paz, 23/11/2016

Agressões verbais e físicas nas escolas fazem estudantes LGBT pensarem até em suicídio

terça-feira, 29 de novembro de 2016 0 comentários


36% de alunos LGBT sofreram agressão física na escola, diz estudo
Entre os que sofrem agressões verbais frequentemente por causa da orientação sexual, 58,9% faltaram às aulas pelo menos uma vez no último mês

Estudantes lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) relatam que são agredidos dentro das escolas e que isso atrapalha o rendimento nos estudos.

Alguns inclusive declaram que já cogitaram tirar a própria vida por causa das agressões. De acordo com pesquisa divulgada hoje (22), 73% foram agredidos verbalmente e 36% foram agredidos fisicamente.

Os dados são da Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016 – As experiências de adolescentes e jovens LGBT em nossos ambientes educacionais, apresentada na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados. O relatório foi elaborado pela Secretaria de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).
Ausências e baixo rendimento

Entre aqueles que sofrem agressões verbais frequentemente ou quase sempre por causa da orientação sexual, 58,9% faltaram às aulas pelo menos uma vez no último mês.

Entre aqueles que sofrem agressões por conta da identidade de gênero – por serem travestis ou transexuais – , 51,9% faltaram às aulas.

Em relação ao desempenho, os estudantes que são alvo menos frequente de preconceito relatam obter notas melhores do que aqueles que são vítimas da discriminação com mais intensidade.

Os que relataram sofrem agressões pela orientação sexual ou pela identidade ou expressão de gênero “nunca, raramente ou às vezes”, cerca de 80% disseram ter recebido notas boas ou excelentes, entre 7 a 10 pontos.

Os índices caem entre aqueles que sofrem agressões frequentemente ou quase sempre por orientação sexual (73,5%) e expressão de gênero (72,4%).

Ao todo, foram entrevistados 1.016 estudantes LGBT de 13 a 21 anos que frequentaram a escola em 2015. Os dados foram coletados entre dezembro de 2015 e março de 2016 pelas mídias sociais – Instagram, Facebook e Twitter – e por email. A maior parte deles estuda em instituições públicas, 73,1%.

Os demais estudam em escolas religiosas (6,5%) e outras instituições privadas (20,4%). Os estudantes não foram identificados, pois trata-se de uma pesquisa anônima.
É importante deixar claro que não queremos privilégio, não queremos ensinar ninguém a ser gay, queremos cidadania, queremos ser respeitados”, diz o secretário de Educação da ABGLT, Toni Reis. Segundo ele, o que mais impressionou na pesquisa foram os depoimentos colhidos.
Um deles, reforça a fala de Reis: 
Os estudantes LGBT precisam ser tratados como são os estudantes heterossexuais. Não queremos ser tratados de maneira privilegiada, nem queremos ser melhor que os outros”. A frase foi dita por um estudante gay, de 17 anos, de São Paulo.
Eu passei só a tirar notas baixas, parei de frequentar a escola, o que acabou fazendo com que eu reprovasse de ano”, relatou uma estudante lésbica, de 16 anos, de São Paulo.
Suicídio

A pesquisa constatou ainda que os estudantes LGBT que vivenciaram maiores níveis de agressão verbal devido à orientação sexual ou identidade de gênero tem probabilidade 1,5 vezes maior de relatar níveis altos de depressão. Alguns dos depoimentos de estudantes evidenciam também níveis mais baixos de autoestima e até mesmo desejo de cometer suicídio.

Um estudante gay, de 17 anos, de Minas Gerais, disse em depoimento:
Penso em me matar quase todos os dias, não aguento mais ser chamado de viadinho na escola”.
Outra estudante, transexual, sem idade informada, do Rio Grande do Sul, reforça:
Obrigada por tudo, mas não vai ser agora a ajuda de vocês vai fazer eu parar de me cortar ou parar de querer morrer”.
De acordo com os dados do levantamento, 60% dizem que se sentem inseguros na escola por serem LGBT.

Falta de preparo dos professores

Segundo a representante do Fórum Nacional de Educação (FNE) Olgamir Amância, que participou do debate, a formação dos professores é central para o combate de qualquer tipo de preconceito e agressão por identidade de gênero e orientação sexual.
A formação global que permite ver a sexualidade como importante dimensão humana não é trabalhada na formação de professores, a não ser por uma ou outra iniciativa de alguns programas”, diz.
A pesquisa mostra que 60,9% dos participantes relataram que ficam muito à vontade ou mais ou menos à vontade para conversar com professores sobre questões LGBT. Metade fica à vontade para falar com pedagogos e 38,1% com diretor.

Segundo a maioria dos estudantes, 56,9%, as questões LGBT não foram abordadas na escola em 2015. Cerca de um quinto, 20,2% relatam que aprenderam questões positivas; 16,7%, questões negativas; e, 6,2%, positivas e negativas.

Na avaliação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), para reverter esse cenário, é preciso que os professores tenham uma formação com conteúdos específicos voltados para a diversidade sexual e que haja materiais pedagógicos para promover o respeito a todos sem distinção de qualquer característica pessoal.

Além disso, diz que são necessários canais para que os estudantes possam denunciar as agressões. Entre outras medidas, a associação pede políticas públicas e leis para combater a discriminação contra a população LGBT.
Estamos trabalhando na elaboração de uma plataforma para a judicialização de casos graves. Há casos em que a União, estados e municípios se omitem. Vamos processar”, diz o ativista Toni Reis.
A entidade trabalha também em plataforma nacional de apoio para a prevenção de suicídio.

O Ministério da Educação (MEC) pretende lançar curso de direitos humanos para professores da educação básica, segundo o diretor de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (MEC), Daniel de Aquino Ximenes, também presente na audiência.

Serão módulos de estudo online nos quais os professores terão acesso a temas como racismo, homofobia e bullying. A intenção é que eles tenham subsídio tanto para lidar com essas questões na escola quanto para levar os temas para a sala de aula. Isso deve ocorrer em 2017.

Fonte: Exame via Agência Brasil, 22/11/2016

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Um Outro Olhar © 2025 | Designed by RumahDijual, in collaboration with Online Casino, Uncharted 3 and MW3 Forum