Irmã de Supergirl sai do armário e reforça presença lésbica nas séries de TV

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016 0 comentários

Chyler Leigh e Melissa Benoist em Supergirl; irmã da heroína assume homossexualidade

Supergirl tira personagem do armário e reforça presença de gays na TV

A série Supergirl engrossa a lista de produções da TV com personagens gays. Em episódio que a Warner Channel exibiu em 23/11, uma protagonista da série saiu do armário. Ela é mais nova integrante de um grupo de 44 homossexuais que estão no ar atualmente em produções da TV aberta norte-americana. Trata-se um recorde histórico: os gays são 4,9% de um total 895 personagens.

Quem assumiu a homossexualidade foi Alex Danvers (Chyler Leigh), irmã adotiva de Kara Zor-El/Kara Danvers (Melissa Benoist), a Supergirl. Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o produtor-executivo Andrew Kreisberg disse que a revelação "foi divertida, séria, romântica e dolorosa".

Alex se abriu para a detetive Maggie Sawyer (Floriana Lima), que é lésbica. Elas estavam em um bar, e Alex contou sobre seus casos e sua atração por mulheres desde que menininha (ver vídeo abaixo).

O aumento de personagens homossexuais nas séries americanas é acompanhado por uma preocupação. Relatório divulgado neste mês pela Glaad (sigla em inglês para Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação) mostra que 26 personagens lésbicas e bissexuais morreram desde o começo do ano na TV dos Estados Unidos. As perdas mais recentes foram em Pretty Little Liars, O Exorcista e Masters of Sex.

Quando um gay é cortado de uma série, protestos tomam conta das redes sociais, com internautas usando o termo Bury Your Gays (Enterrem Seus Gays, em tradução livre). As mortes mais sentidas em 2016 foram as de Denise (Merritt Walker), em The Walking Dead, e de Poussey Washington (Samira Wiley), personagem querida de Orange Is the New Black.

O que preocupa é que essas mortes, muitas vezes, não têm sentido, de acordo com a Glaad. O produtor-executivo de , no entanto, tranquiliza a militância homossexual: "Elas não vão morrer, nenhuma delas", afirmou.

Fonte: Notícias da TV, por João da Paz, 23/11/2016

Agressões verbais e físicas nas escolas fazem estudantes LGBT pensarem até em suicídio

terça-feira, 29 de novembro de 2016 0 comentários


36% de alunos LGBT sofreram agressão física na escola, diz estudo
Entre os que sofrem agressões verbais frequentemente por causa da orientação sexual, 58,9% faltaram às aulas pelo menos uma vez no último mês

Estudantes lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) relatam que são agredidos dentro das escolas e que isso atrapalha o rendimento nos estudos.

Alguns inclusive declaram que já cogitaram tirar a própria vida por causa das agressões. De acordo com pesquisa divulgada hoje (22), 73% foram agredidos verbalmente e 36% foram agredidos fisicamente.

Os dados são da Pesquisa Nacional sobre o Ambiente Educacional no Brasil 2016 – As experiências de adolescentes e jovens LGBT em nossos ambientes educacionais, apresentada na Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados. O relatório foi elaborado pela Secretaria de Educação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).
Ausências e baixo rendimento

Entre aqueles que sofrem agressões verbais frequentemente ou quase sempre por causa da orientação sexual, 58,9% faltaram às aulas pelo menos uma vez no último mês.

Entre aqueles que sofrem agressões por conta da identidade de gênero – por serem travestis ou transexuais – , 51,9% faltaram às aulas.

Em relação ao desempenho, os estudantes que são alvo menos frequente de preconceito relatam obter notas melhores do que aqueles que são vítimas da discriminação com mais intensidade.

Os que relataram sofrem agressões pela orientação sexual ou pela identidade ou expressão de gênero “nunca, raramente ou às vezes”, cerca de 80% disseram ter recebido notas boas ou excelentes, entre 7 a 10 pontos.

Os índices caem entre aqueles que sofrem agressões frequentemente ou quase sempre por orientação sexual (73,5%) e expressão de gênero (72,4%).

Ao todo, foram entrevistados 1.016 estudantes LGBT de 13 a 21 anos que frequentaram a escola em 2015. Os dados foram coletados entre dezembro de 2015 e março de 2016 pelas mídias sociais – Instagram, Facebook e Twitter – e por email. A maior parte deles estuda em instituições públicas, 73,1%.

Os demais estudam em escolas religiosas (6,5%) e outras instituições privadas (20,4%). Os estudantes não foram identificados, pois trata-se de uma pesquisa anônima.
É importante deixar claro que não queremos privilégio, não queremos ensinar ninguém a ser gay, queremos cidadania, queremos ser respeitados”, diz o secretário de Educação da ABGLT, Toni Reis. Segundo ele, o que mais impressionou na pesquisa foram os depoimentos colhidos.
Um deles, reforça a fala de Reis: 
Os estudantes LGBT precisam ser tratados como são os estudantes heterossexuais. Não queremos ser tratados de maneira privilegiada, nem queremos ser melhor que os outros”. A frase foi dita por um estudante gay, de 17 anos, de São Paulo.
Eu passei só a tirar notas baixas, parei de frequentar a escola, o que acabou fazendo com que eu reprovasse de ano”, relatou uma estudante lésbica, de 16 anos, de São Paulo.
Suicídio

A pesquisa constatou ainda que os estudantes LGBT que vivenciaram maiores níveis de agressão verbal devido à orientação sexual ou identidade de gênero tem probabilidade 1,5 vezes maior de relatar níveis altos de depressão. Alguns dos depoimentos de estudantes evidenciam também níveis mais baixos de autoestima e até mesmo desejo de cometer suicídio.

Um estudante gay, de 17 anos, de Minas Gerais, disse em depoimento:
Penso em me matar quase todos os dias, não aguento mais ser chamado de viadinho na escola”.
Outra estudante, transexual, sem idade informada, do Rio Grande do Sul, reforça:
Obrigada por tudo, mas não vai ser agora a ajuda de vocês vai fazer eu parar de me cortar ou parar de querer morrer”.
De acordo com os dados do levantamento, 60% dizem que se sentem inseguros na escola por serem LGBT.

Falta de preparo dos professores

Segundo a representante do Fórum Nacional de Educação (FNE) Olgamir Amância, que participou do debate, a formação dos professores é central para o combate de qualquer tipo de preconceito e agressão por identidade de gênero e orientação sexual.
A formação global que permite ver a sexualidade como importante dimensão humana não é trabalhada na formação de professores, a não ser por uma ou outra iniciativa de alguns programas”, diz.
A pesquisa mostra que 60,9% dos participantes relataram que ficam muito à vontade ou mais ou menos à vontade para conversar com professores sobre questões LGBT. Metade fica à vontade para falar com pedagogos e 38,1% com diretor.

Segundo a maioria dos estudantes, 56,9%, as questões LGBT não foram abordadas na escola em 2015. Cerca de um quinto, 20,2% relatam que aprenderam questões positivas; 16,7%, questões negativas; e, 6,2%, positivas e negativas.

Na avaliação da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), para reverter esse cenário, é preciso que os professores tenham uma formação com conteúdos específicos voltados para a diversidade sexual e que haja materiais pedagógicos para promover o respeito a todos sem distinção de qualquer característica pessoal.

Além disso, diz que são necessários canais para que os estudantes possam denunciar as agressões. Entre outras medidas, a associação pede políticas públicas e leis para combater a discriminação contra a população LGBT.
Estamos trabalhando na elaboração de uma plataforma para a judicialização de casos graves. Há casos em que a União, estados e municípios se omitem. Vamos processar”, diz o ativista Toni Reis.
A entidade trabalha também em plataforma nacional de apoio para a prevenção de suicídio.

O Ministério da Educação (MEC) pretende lançar curso de direitos humanos para professores da educação básica, segundo o diretor de Políticas de Educação em Direitos Humanos e Cidadania, da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão do Ministério da Educação (MEC), Daniel de Aquino Ximenes, também presente na audiência.

Serão módulos de estudo online nos quais os professores terão acesso a temas como racismo, homofobia e bullying. A intenção é que eles tenham subsídio tanto para lidar com essas questões na escola quanto para levar os temas para a sala de aula. Isso deve ocorrer em 2017.

Fonte: Exame via Agência Brasil, 22/11/2016

Casamentos LGBT cresceram 51,7% no País desde 2013

sexta-feira, 25 de novembro de 2016 0 comentários

Em 2015, 2.986 casamentos foram entre mulheres e 2.628 entre homens

Casamentos gays cresceram 51,7% no País desde 2013
A região Sudeste foi a campeã em uniões homossexuais no ano passado, com 3.077 registros; o menor número foi verificado no Norte


RIO - Desde 2013, quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou que cartórios de todo o País devem celebrar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, o número de uniões gays subiu 51,7%. De 2014 para 2015, o crescimento foi de 15,7% - no mesmo período, os registros de casamentos heterossexuais aumentaram 2,7%. Os dados são das Estatísticas do Registro Civil 2015, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga nesta quinta-feira, 24.

Em 2015, o Brasil teve um total de 1.137.321 casamentos civis. Desses, 0,5%, ou 5.614, foram entre pessoas do mesmo sexo, 2.986 entre mulheres e 2.628 entre homens. A região Sudeste foi a campeã em uniões homossexuais ano passado, com 3.077 registros; o menor número foi verificado no Norte, 230. 
A decisão do CNJ é algo muito recente, ainda vai repercutir por alguns anos nas nossas pesquisas", acredita a demógrafa do IBGE Leila Ervatti. Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia reconhecido a união estável homoafetiva, assegurando a todos casais os mesmos direitos.
A pesquisa do IBGE é realizada desde 1974. Em sua versão atual, traz dados sobre nascimentos, casamentos, óbitos e divórcios coletados em cartórios de registro civil de pessoas naturais, varas de família, foros ou varas cíveis e tabelionatos de notas. 

Das 27 unidades da federação, 20 apresentaram aumento dos registros civis de casamentos em 2015 ante 2014, com destaque para o Acre, com aumento de 40%. A Paraíba passa por tendência inversa: os casamentos decresceram 7,7%. Em média, os casamentos duram 15 anos. Os piauienses e gaúchos persistem por 18 anos; os acreanos ficam 12 anos casados, em média.

O número de divórcios concedidos em primeira instância passou de 341.181 em 2014 para 328.960 em 2015. A opção pela guarda compartilhada, no caso de casais com filhos menores de idade - que desde 2014 virou regra, pela lei 13.058, no momento do divórcio -, cresceu de 7,5% para 12,9%. Neste modelo, o tempo de pai e mãe com os filhos é dividido de forma equilibrada.

A pesquisa confirma também tendências que já vêm sendo demonstradas nos últimos anos pelo IBGE: as mulheres seguem tendo filhos cada vez mais tarde, por conta de sua inserção no mercado de trabalho (em 2005, 30% dos nascimentos eram de mães de 20 a 24 anos; em 2015, o porcentual caiu para 25,1%); as taxas de mortalidade infantil continuam em declínio (em 2005, as mortes de bebês até 1 ano representavam 4% do total de óbitos no País; em 2015, haviam passado para 2,5%).

De acordo com a pesquisa, as mortes violentas de pessoas entre 15 e 24 anos (acidentes, afogamentos, homicídios) tiveram redução no Sudeste em 2015 ante 2005 - no Rio, o decréscimo foi de 37,5%; em São Paulo, de 33% - e alta no Norte e no Nordeste: no Amazonas, verificou-se aumento de 171% entre mulheres e 128,7% entre homens. 
No Sudeste, a redução é resultado de políticas públicas, como a Lei Seca, que baixou o número de acidentes de trânsito, e as Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs, em favelas do Rio), que se mostraram medidas efetivas. No Norte, assim como no Nordeste, o processo de metropolização se deu tardiamente, e só recentemente a melhoria na renda possibilitou o acesso da população a bens como motocicletas, o que levou ao aumento de acidentes", explicou o demógrafo do IBGE Fernando Albuquerque.
Fonte: O Estado de São Paulo, 24/11/2016

Lesão corporal representa o terceiro crime mais cometido contra o grupo LGBT

terça-feira, 22 de novembro de 2016 0 comentários

Homofobia
Associação da Parada do Orgulho LGBT cobra criação de lei para combater intolerância.

Só de homofobia, são 98 investigações abertas por mês

Com 191 casos, a agressão representa o terceiro crime mais cometido contra o grupo LGBT

São Paulo registrou uma média de 98 crimes de homofobia a cada mês, segundo os dados da Secretaria da Segurança Pública (SSP). Ao todo, foram 1.179 casos notificados entre novembro de 2015 e outubro deste ano - a maioria (62,7%) de injúria ou ameaça.

Em julho, a drag queen Dindry Buck participou de um evento na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, na zona leste da capital. Ela foi bem recebida pelos presentes, mas, quando a notícia chegou à internet, vieram as ameaças. “As pessoas diziam que eu ‘merecia levar uma surra’”, conta. Assustada, ela reuniu os relatos e foi à polícia.

Não foi a primeira vez que Dindry Buck sofreu violência. Anos atrás, ela já havia sido surpreendida por um agressor no centro de São Paulo. Ele lhe desferiu um soco na boca e a derrubou no chão. “Veado tem de apanhar”, disse o criminoso. 

Com 191 casos, a lesão corporal representa o terceiro crime mais cometido contra o grupo LGBT. Em fevereiro, a transexual Melissa Hudson, de 22 anos, recebeu garrafadas e pontapés na Rua Augusta, no centro. “Até hoje não entendi direito o que aconteceu. Eu queria saber o que fiz a essas pessoas.”


Segundo conta, foi cercada pelo grupo de madrugada. “Fui parar no chão. Eles gritavam que eu era um ‘traveco nojento’”, relata Melissa. À época, ela havia acabado de passar por uma cirurgia no rosto. Por causa das agressões, precisou refazer alguns pontos que arrebentaram. “Eu só queria Justiça.” 

Melissa mudou de casa depois do episódio. “Hoje ando com medo na rua. Saio e não sei se vou voltar”, afirma. “Por mais que você seja uma pessoa comum, ser transexual é ter uma vida de risco.” 

Na opinião da advogada Sylvia Amaral, a homofobia “se sustenta em erro”. “O homossexual é visto como se tivesse escolhido um caminho e, por isso, precisa aguentar as consequências”, diz. Para Fernando Quaresma, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, é necessário uma lei para esse tipo de intolerância. “Não há aumento de pena para o crime.”

A delegada Daniela Branco, da Decradi, diz ser preciso cautela para analisar cada caso.
Existe preconceito, mas nem todo homossexual foi morto por homofobia.” Segundo afirma, o último registro de homicídio, aparentemente por intolerância, foi em 2009. “Às vezes, o caso causa um alarde que não condiz com a realidade.” 
Daniela também destaca que crime de intolerância é difícil de prevenir.
Talvez o melhor método é não deixar passar. Ir na delegacia e fazer o registro, para que a pessoa seja identificada e punida.”
Fonte: Estado de SP, Felipe Resk, 20/11/2016

O estado americano do Oregon elegeu uma governadora abertamente bissexual

segunda-feira, 21 de novembro de 2016 0 comentários


Os EUA já podem ser orgulhar da eleição de uma governadora LGBT

Kate Brown foi secretaria de estado no Oregon, um dos estados americanos mais progressista, até o início de fevereiro do ano passado. Depois, após o governador democrata John Kitzhaber acabar renunciando ao cargo por conta de envolvimento em corrupção, Kate assumiu o governo.

Ontem, porém, ela acabou registrando um fato novo na política americana. Na mesma noite em que Hillary Clinton foi derrotada por Donald Trump, os eleitores do Oregon garantiram que Kate Brown fosse reconduzida ao governo local como a primeira governadora LGBT.


Kate, que se identifica como bissexual, ficou no armário até o meio dos anos 90, quando acabou sendo fonte de uma reportagem do jornal The Oregonian sobre políticos LGBT.

Em discurso de formatura na Willamette University, neste ano, mas antes de ser eleita para continuar no cargo de governadora, ela falou sobre sua experiência na política como LGBT:
Se eu puder servir como modelo para um jovem que decidir viver sua vida porque há um outro como ela no mundo, então vale a pena".
No governo, Kate já precisou superar duas grandes crises e eventos traumáticos. A primeira foi o massacre na Umpqua Community College, que deixou nove mortos. Mas também uma invasão ao Malheur National Wildlife Refuge por uma milícia armada.

As urnas, no entanto, decidiram seguir com Kate no comando.

Fonte: HuffPost Brasil, 09/11/2016

Mãe agride namorada da filha por não aceitar relação e é detida em Várzea Grande (MT)

quarta-feira, 16 de novembro de 2016 0 comentários


Mãe agride namorada da filha por não aceitar relação e é detida em MT
Vítima de 15 anos levou chutes, socos e tapas, segundo a Polícia Militar. Adolescentes namoram há 4 meses e a mulher não aceita o relacionamento.

Uma mulher de 34 anos foi detida nesta quarta-feira (9) em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá, após agredir a namorada da filha, de 15 anos, por não aceitar o relacionamento entre as duas. De acordo com o boletim de ocorrência da Polícia Militar, durante as agressões a mulher rasgou a roupa da namorada da filha em via pública. Ela foi detida e encaminhada para uma delegacia para prestar depoimento.

As agressões ocorreram nas proximidades de uma escola no Bairro Vitória Régia, naquela cidade. Segundo a PM, ao avistar a filha com a namorada a mulher começou a agredir a vítima com tapas e socos.

A adolescente contou à família que estava a caminho da escola com a namorada quando foi abordada pela mulher que começou a bater nas duas.
A mulher começou a dar tapas, socos nela, dizendo que toda vez que a encontrasse na rua bateria nela”, disse a servidora pública Joelma Aparecida de Souza, que é tia da vítima e sabia do relacionamento entre as adolescentes.
Segundo Joelma, a sobrinha ficou abalada e abatida após as agressões.
Ela ficou com muita dor de cabeça porque levou muitos puxões de cabelos e não para de chorar”, contou. Para a tia da adolescente, a reação da mulher foi exagerada. “Sempre ouço falar de crimes de homofobia, mas nunca perto da gente”, disse.
A família da adolescente agredida disse que as duas se relacionam há quatro meses e que o namoro sempre teve apoio deles. “Elas sempre frequentaram nossa casa e damos todo o apoio”, afirmou Joelma. A mulher foi encaminhada a uma delegacia e deve responder por agressão e homofobia.

MT Agora - G1 MT

Fonte: MTAgora, 10/11/2016

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