Vestidas de Bela e Cinderela, noivas fazem ensaio fotográfico para álbum de casamento

terça-feira, 18 de outubro de 2016 0 comentários

Bela e Cinderela felizes para sempre

O tão sonhado 'felizes para sempre' existe. E elas fizeram ele acontecer!
Yalonda e Kayla Solseng tornaram o seu conto de fadas em realidade. Elas fizeram um ensaio de fotos vestidas de princesa (Bela, de a Bela e a Fera e Cinderela) para o seu casamento. A ideia das noivas era unir o momento especial da cerimônia a uma paixão que elas tem em comum desde que começaram a namorar há dois anos: o programa de televisão Once Upon A Time.
Esse programa reescreve contos de fadas e este foi o nosso conto de fadas moderno", disse Kayla em entrevista ao Huffington Post.
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Depois de namorarem por nove meses, Yalonda pediu Kayla em casamento. A garota surpreendeu sua então namorada com um livro de princesas que ela tinha escrito e ilustrado com base na própria história de amor delas.
No final eu perguntei Kayla 'você será o meu felizes para sempre?'", disse Yalonda "É claro que ela disse sim e nós choramos muito."
No início de setembro elas tiveram a tão sonhada cerimônia de casamento. As fotos do ensaio de princesas tem conquistado a internet. As noivas não escondem o orgulho do que realizaram. Elas esperam que a historia delas possa inspirar outros casais LGBTs.
"O casamento gay foi legalizado nos Estados Unidos há mais de um ano e quase não temos personagens gays ou lésbicas em filmes infantis - e muito menos deles sendo personagens principais", disse Yalonda. "As crianças querem ser os personagens quando crescerem, mas o que fazer quando nenhum dos personagens te representa? Então você se sente sozinho. Quero que nossas fotos sejam vistas por crianças e famílias como uma maneira de dizer que está tudo bem em ser quem você é. Não há problema em estar com a pessoa que você ama."
Fonte: Huff Post Brasil, por Ana Beatriz Rosa, 29/09/2016  Mais fotos em Have a Gay Day

Na ONU, aprovada proposta brasileira de eleger inspetor para investigar homofobia

segunda-feira, 17 de outubro de 2016 0 comentários

Vitit Muntarbhorn era um dos membros da Comissão de Inquérito para os Crimes na Síria
e já atuou em investigações na Coreia do Norte

ONU aprova proposta brasileira e elege inspetor para investigar homofobia
O tailandês Vitit Muntarbhorn terá o trabalho de monitorar violações e denunciar a discriminação

GENEBRA - A Organização das Nações Unidas (ONU) escolhe pela primeira vez um relator para investigar violações contra homossexuais pelo mundo e políticas homofóbicas. A iniciativa havia sido um projeto brasileiro que, por anos, gerou uma troca de acusações entre governos. 

O escolhido para ocupar o cargo é o tailandês Vitit Muntarbhorn. Ele terá o trabalho de monitorar violações e denunciar a discriminação. O especialista era um dos membros da Comissão de Inquérito para os Crimes na Síria e já atuou em investigações na Coreia do Norte. 

Sua escolha e a criação do cargo foi comemorada por ativistas.
O estabelecimento desse mandato levará ao mundo a atenção que se necessita dar às violações contra lésbicas, gays, bissexuais e transexuais em todas as regiões", indicou John Fisher, diretor da entidade UN Watch, de Genebra. 
Mas diversos governos já indicaram que vão fazer de tudo para impedir o trabalho do relator. Durante a semana, Moscou acusou a iniciativa de ser um desperdício de dinheiro.
Isso se trata da vida privada das pessoas e não precisa de um sistema de proteção particular", disse o Kremlim.
A diplomacia de Vladimir Putin também deixou claro que não estava satisfeita com a maneira pela qual a ONU tem lidado com a questão de direitos humanos. 

Alexey Borodavkin, embaixador russo na ONU, disse esperar que investigações como a de Muntarbhorn "levem em conta a tradição e a religião" de um país. 

Há três meses, o debate na ONU para criar o posto durou quatro horas e chegou a sair da tradicional linha diplomática. Segundo o governo brasileiro, a iniciativa tem como meta "promover o diálogo para colocar fim à violência e discriminação com base na orientação sexual". Ao apelar para que governos votassem pela aprovação do texto, o Itamaraty insistiu na época que "ninguém deveria ser abandonado" na defesa de seus direitos.

O governo do México alertou que "milhares de pessoas" estavam expostas à violência em razão de sua orientação sexual.
Vamos lembrar Orlando e dar esperança para milhares de pessoas", disse naquele momento o embaixador mexicano, Jorge Lomónaco, sobre o massacre contra 49 pessoas em um local frequentado pela comunidade LGBT nos EUA.
Se a proposta foi amplamente apoiada por governos europeus e EUA, ela recebeu duras críticas da Rússia, africanos, muçulmanos e China. 

Falando em nome da Organização da Cooperação Islâmica, o Paquistão condenou a criação de um relator na ONU para investigar esses crimes. Segundo ele, a resolução "promove certas noções, conceitos e estilos de vida em que não existe consenso". 

A Nigéria acusou os governos que apresentaram a proposta de estarem "dividindo" a comunidade internacional e insistiu que não existe "definição do que é orientação sexual". 

O embaixador saudita, Faisal Trad, chegou a tentar evitar até mesmo que a votação ocorresse há três meses.
Isso é uma imposição de ideias e abrirá uma Caixa da Pandora", disse. "Não vamos aceitar leis feitas pelo homem contra as leis divinas", atacou. Para ele, ao aprovar tal texto, a ONU estaria "interferindo em estados soberanos".

Fonte: ESP, por Jamil Chade, 30/09/2016 

Parlamento da Austrália bloqueia plebiscito sobre casamento LGBT

sexta-feira, 14 de outubro de 2016 0 comentários

Parlamento da Austrália bloqueia referendo sobre casamento gay
A aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo provavelmente será adiada em três anos na Austrália depois que o partido de oposição anunciou que não vai apoiar uma votação popular sobre o tema.

O governo de coalizão de centro-direita da Austrália apresentou um projeto no Parlamento no qual propunha a realização de uma consulta pública em fevereiro de 2017 sobre a possibilidade de legalizar as uniões homossexuais.

O projeto de lei, no entanto, demandava o apoio de parlamentares da oposição, uma vez que a coalizão liderada pelo primeiro-ministro Malcolm Turnbull tem maioria apenas na Câmara, mas não no Senado.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo conta com o apoio de 61% dos australianos, segundo uma pesquisa Gallop realizada em agosto. Segundo a Reuters, a inabilidade do premiê em conduzir a aprovação da legislação pode fazer com que ele perca ainda mais popularidade - seus eleitores, no geral, reclamam que ele não fez jus à sua reputação "progressista".

A recusa do Partido do Trabalho em aprovar o referendo é, segundo o líder Bill Shorten, porque a legislação deve ser aprovada pelo Parlamento. 
Por que os gays devem ser submetidos a um processo de lei diferente dos outros australianos?", questionou.
Por que um casal em uma relação de compromisso deve bater na porta de 15 milhões de compatriotas australianos e perguntar se eles concordam com ele? A maneira mais fácil é a forma com que esse Parlamento vem fazendo há cem anos: legislando".
Segundo os legisladores ligados à esquerda do país, um referendo seria "desnecessário, muito caro e poderia desencadear um debate público que poderia traumatizar jovens homossexuais", de acordo com a CNN. O custo do processo seria em torno de US$ 120 milhões.

Defensores do casamento gay também estão preocupados com as consequências de um debate público sobre o tema. Turnbull afirmou, no entanto, que com a rejeição do referendo, o assunto só volta à pauta do Parlamento após as eleições gerais, marcadas para de 2019.

O casamento gay é ilegal na Austrália desde 2004, quando o ex-premiê John Howard promoveu alterações legislativas para permitir que apenas casais heterossexuais se casem.

Fonte: HuffPost Brasil, 11/10/2016

Vote a favor da criminalização da homofobia no site do Senado

quinta-feira, 13 de outubro de 2016 0 comentários



Senado quer sua opinião: Homofobia deve ser criminalizada?

O Senado Federal quer saber a sua opinião sobre a criminalização da homofobia. A ideia que foi arquivada no fim de 2014 pode voltar a ser defendida na Casa.


O relator da sugestão (SUG 05/2016), senador Paulo Paim (PR-RS), já se posicionou a favor do texto. A proposta será defendida na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), que decidirá se a matéria pode se tornar um projeto de lei.

A sugestão popular quer igualar a discriminação por orientação sexual e identidade de gênero ao crime de racismo.
Ao longo desses anos de vida parlamentar, e, principalmente, no decorrer do exercício da presidência da CDH, venho dialogando com inúmeras pessoas sobre o tema dessa sugestão. Ouvimos histórias e nos emocionamos com elas. Contaram-nos a respeito de inúmeras discriminações sofridas, muitas vezes uma única pessoa sofre por ser negra, pobre e ter a sua orientação sexual questionada e reprimida violentamente todos os dias”, afirmou o senador ao Portal do Senado.
A ideia foi apresentada em março e, em pouco mais de um mês, teve mais de 20 mil apoiamentos. Na problematização, o autor da proposta destaca o índice de violência contra a população LGBT.
De acordo com o Relatório de Violências Homofóbicas do Governo Federal, são registradas 5 denúncias de violências por dia contra pessoas LGBT, o número de denúncias em 2013 referentes a violações contra a população LGBT aumentou 166%em relação ao ano anterior”, diz trecho da sugestão de lei.
A proposta pede a inclusão da homofobia, lesbofobia, bifobia e transfobia na Lei Federal 7.716/89 que protege as pessoas vítimas de discriminação e preconceito em razão de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional. A pena para quem comete o crime de racismo é de até cinco anos de prisão.

Fonte: HuffPost Brasil, por Grasielle Castro, 10/10/2016

Elas largaram a Igreja para se casar

segunda-feira, 10 de outubro de 2016 0 comentários


Duas freiras abandonam o hábito e se casam na Itália
Federica e Isabel se apaixonaram durante um trabalho voluntário em uma clínica de reabilitação e celebraram a união civil nesta quarta-feira

Duas freiras italianas que revogaram seus votos se casaram na cidade de Pinerolo, no norte da Itália, nesta semana. Federica e Isabel abriram mão do hábito depois que se apaixonaram durante um trabalho voluntário em uma clínica de reabilitação para viciados em drogas, reportou o jornal britânico The Guardian.

Após a decisão, elas passaram a criticar a posição da Igreja Católica contrária à homossexualidade.
Deus quer que as pessoas sejam felizes, que vivam o amor à luz do sol”, disse Isabel ao jornal italiano La Stampa. 
Elas contaram à publicação que não teriam abandonado a Igreja, pois não perderam a fé.

A união civil de Federica e Isabel ocorreu em uma cerimônia fechada na prefeitura de Pinerolo nesta quarta-feira, 24 horas antes do programado para despistar a imprensa. +
Garantimos o direito à privacidade do casal, que pediu discrição”, disse o prefeito Luca Salvai ao La Stampa.
O casal ainda participará de uma cerimônia religiosa ministrada por um amigo ex-padre, suspenso por apoiar o casamento gay. 
Garanto que nem todos na Igreja foram contra esse casamento. Elas foram criticadas, mas muitas freiras entenderam a situação, assim como há muitos padres que não condenam esse tipo de escolha”, disse o ex-padre Franco Barbero. “Aliás, esta não é a primeira vez que eu caso duas freiras”, acrescentou.
O casamento das freiras ocorre um ano após o monsenhor Krzystof Charamsa ser demitido de seu posto em um serviço da Santa Sé logo após ele ter dito a um jornal que é gay e exortado a Igreja Católica a alterar a sua posição sobre a homossexualidade.

O então padre de 43 anos, que contou ter um parceiro, foi removido de sua posição na Congregação para a Doutrina da Fé, braço doutrinal do Vaticano em que trabalhava desde 2003. Após a demissão, o Vaticano afirmou que a demissão de Charamsa não teve relação com seus comentários sobre sua situação pessoal, que afirmou “merecer respeito”.

Fonte: Veja, 28/09/2016

Apresentadora do 'Esporte Espetacular', Fernanda Gentili assumiu namoro com jornalista Priscila Montandon

segunda-feira, 3 de outubro de 2016 0 comentários


A apresentandora do Esporte Espetacular Fernanda Gentil assumiu, nesta sexta-feira, 30, o namoro com a jornalista Priscila Montandon. A informação é do blog Gente Boa, do jornal O Globo. 

De acordo com a publicação, Fernanda e Priscila estão juntas há três meses e recentemente fizeram uma viagem para a Grécia para prestigiar o casamento de uma amiga (foto abaixo). 

Em declaração, a apresentadora disse estar ''exercendo meu direito de ser muito, muito feliz''.
Fernanda Gentil e Priscila Montandon
Sem dar detalhes sobre o relacionamento, ela mandou um recado para os filhos:

Estou só exercendo meu direito de ser muito, muito feliz. Tenho apenas um recado, e é para os meus filhos, que mais cedo ou mais tarde podem ler ou ouvir tudo por aí: lembrem de não se importarem com tudo o que dizem sobre nossa vida", declarou Fernanda, citando Gabriel, Gabriel, seu filho de 1 ano, e o afilhado Lucas, de 8 anos, que cria desde que tinha 1 ano e cinco meses.
O que vale é que a mamãe fala com vocês em casa, olhando nos seus olhos. Não é o que vestimos que muda quem somos, e sim o que fazemos. Lembrem também, sempre, do nosso amor, que não tem cor, sexo ou raça. Amo vocês".
Em abril, o casamento de Fernanda Gentil com o empresário Matheus Braga chegou ao fim.

Fonte: Uai E+, 30/09/2016


Fernanda Gentil ironiza críticas após assumir namoro com jornalista: 'Imaturos'
Apresentadora postou mensagem nas redes sociais depois de anunciar romance com Priscila Montandon

Fernanda Gentil usou sua conta no Facebook para desabafar e rebater as críticas que recebeu ao longo desta sexta-feira (30), após assumir o namoro com a jornalista Priscila Montandon, com quem já está se relacionando há três meses.
Hoje acordei cedo, li umas coisas sobre mim e por um segundo achei que o mundo tinha acabado. Aí olhei pro céu e vi que as nuvens ainda estavam lá. Olhei pra varanda e a piscina do meu prédio ainda estava lá", iniciou a apresentadora, que comunicou o novo romance à emissora antes de se pronunciar publicamente.
Gentil seguiu falando sobre o seu dia, relatando as manifestações de apoio e ironizou alguns comentários indesejáveis. "Passei no shopping, peguei umas calças que estavam no conserto. Na ida e na volta pessoas abrem sorrisos e me abraçam se referindo também a algo que li agora já há algum tempo. Abri a internet para conferir um endereço, li um comentário chato. Uma imaturidade esperada", continuou a mãe do pequeno Gabriel, de um ano.

Para encerrar, a jornalista completou o post afirmando o mundo não acabou:
Olhei pra cima e esbarrei de novo no céu. Adivinha? Tá lá. A piscina? Idem. Os quartos? Também. Eu? Aqui. O mundo? Não acabou... e aliás vai continuar existindo, independentemente da roupa que vestirmos, da cor do nosso cabelo ou da nossa pele".
Fonte: Pure People, 30/09/2016
 

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