"Beijaço LGBT" para o papa em seu primeiro discurso da Jornada Mundial da Juventude

segunda-feira, 22 de julho de 2013 0 comentários

Local: No Largo do Machado!!!
Concentração e Oficina de Cartazes: 14hs!!! 
Saída em direção ao Palácio Guanabara: 17hs!!!!

Grupo organiza "beijaço LGBT" durante primeiro discurso do papa na Jornada

No dia em que chegar ao Rio de Janeiro para dar início à Jornada Mundial da Juventude --a segunda-feira (22)--, o papa Francisco terá uma cerimônia oficial de boas-vindas no Palácio Guanabara, sede do governo estadual. Mas também terá de enfrentar um protesto contra a homofobia.

Do lado de fora do Palácio, um grupo está programando um "beijaço LGBT" durante as primeiras palavras de saudação do papa para os peregrinos da Jornada. Segundo a organização da manifestação, o protesto será realizado em função do crescimento da homofobia e do fundamentalismo religioso no Brasil.

"O protesto foi pensado a partir do ano passado, quando o antigo papa Bento 16 fez o discurso de final de ano e disse que a família homoafetiva é uma ameaça ao mundo, que somos o mal do mundo", explica um dos líderes da organização do Beijaço, que prefere não se identificar por medo de "ataques de fundamentalistas religiosos".

"Desde o início, o Beijaço foi pensado para a semana da JMJ. (...) Em termos estratégicos é imprescindível demarcarmos a legitimidade das nossas sexualidades nesse momento", afirma outra líder do movimento. "A própria reação dos religiosos na página do evento [no Facebook] demonstra como o imaginário e o conservadorismo católico e cristão se traduzem em atitudes e discursos violentos e intolerantes contra as sexualidades não-normativas".

A concentração do ato será feita no Largo do Machado, zona sul da cidade, às 14h, a menos de 1,5 km da sede do governo. De lá, os manifestantes seguirão em direção ao Palácio Guanabara, onde pretendem chegar às 17h. Até a quarta-feira (17), cerca de 1.500 pessoas haviam confirmado presença pelo Facebook.

"O beijo - expressão de amor ou prazer - será a nossa forma de protestar dessa vez. Chega desse falacioso discurso moral e do atropelo de nossos direitos fundamentais! Vocês vão ter que nos engolir! Toda forma de amor vale a pena!", diz a organização do protesto.

O grupo afirma que não pretende se reunir com o papa e sim "dar visibilidade à opressão que a população LGBT sofre nas ruas, alertando para o perigo de discursos religiosos fundamentalistas".

"Não há nenhum interesse de reunião com o papa, não temos o que reivindicar à Igreja. Não queremos e não precisamos que nenhuma religião legitime nossas sexualidades, queremos apenas que elas sejam respeitadas. (...) As pessoas em geral não conectam as declarações religiosas com a morte das Travestis e Transexuais, com as agressões físicas à lésbicas e homossexuais. Como se as violências físicas não encontrasse nos discursos religiosos que atacam as nossas sexualidades o respaldo moralista", explica.

Os organizadores do "beijaço LGBT" afirmam ainda que o medo de uma maior repressão policial por conta da JMJ é o mesmo de repressões homofóbicas sofridas todos os dias.

"O cotidiano do LGBT é repleto de incertezas e inseguranças. Porque além da violência sofrida por qualquer cidadão, assalto e etc, temos um tipo de violência específica que ataca diretamente a nós, que é pelo fato de não nos enquadrarmos nos perfis hetenormativos que esperam da gente", explica um dos líderes.

Fonte: UOL Notícias Cotidiano, 18/07/2013 e Beijaço LGBT na JMJ 2013

Estrategista de Bush sai do armário e tenta mudar visão republicana sobre gays

sábado, 20 de julho de 2013 0 comentários

Presidente George W. Bush (E) é visto com Ken Mehlman durante jantar da
Comissão Nacional Republicana em Washington (25/10/2005)

Estrategista de Bush sai do armário e tenta mudar visão republicana sobre gays
Mehlman defende que casamento gay é consistente com valores conservadores e bom para Partido Republicano

A recente discussão da Suprema Corte dos EUA sobre o casamento gay transformou a vida de Ken Mehlman, um dos estrategistas republicanos que orquestraram a reeleição de George W. Bush em 2004 com uma plataforma que incluía a oposição ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.



Agora, Mehlman, um executivo de Manhattan, empenha-se no que pode ser sua batalha final: convencer colegas republicanos de que o casamento gay é consistente com valores conservadores e bom para o partido. Após uma reviravolta pessoal, ele segue sua jornada para apagar o que um dos seus novos amigos do movimento de direitos gays chama de “o incrivelmente destrutivo” legado de Bush.

Ele se mantém polêmico; é aplaudido por uns, tido como vilão por outros. Para a esquerda, ele é um herói improvável ou covarde hipócrita. Na direita, alguns republicanos o abraçam, outros o chamam de traidor.

Para Mehlman, sair do armário foi um pouco “como o funeral de Tom Sawyer, quando você aparece em seu próprio funeral e ouve o que as pessoas pensam de verdade”, afirmou. “Uma grande parte do cérebro que era usada para se preocupar com ser descoberto agora está livre para se preocupar com coisas muito mais produtivas.”


Aos 46 anos, Mehlman continua o estrategista ativo e reservado que era na época Bush, com o mesmo hábito de não olhar nos olhos das pessoas. Ele evita a maioria das entrevistas e se esquiva de perguntas pessoais, como fez no passado quando surgiram rumores a respeito de sua sexualidade.

“Tenho uma vida feliz hoje, e tinha uma vida feliz antes”, disse. Livre do fardo do segredo, ele mora em um bairro com uma grande comunidade gay. Um outro amigo diz que ele “está a cada dia mais confortável em ser quem é”, que tem encontros, mas não está pronto para se casar.

Mehman se recusa a falar sobre uma eventual culpa pela forma como conduziu a campanha em 2004, quando Bush, para atrair os evangélicos, propôs uma proibição federal ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e, com isso, subiu nas pesquisas.

Apesar de seu passado, ou talvez por causa dele, Mehlman construiu um raro nicho republicano na comunidade gay, que é esmagadoramente democrata.


Permanecendo nos bastidores a maior parte do tempo, ele trabalhou com a Casa Branca para o fim da política homofóbica no Exército , fez lobby entre os legisladores para aprovar o casamento gay nos Estados de Nova York , Minnesota e New Hampshire, serviu como conselheiro informal de senadores republicanos como Rob Portman, de Ohio, que apoiou o casamento entre pessoas do mesmo sexo depois de descobrir que seu filho era gay, e ainda ajudou a levantar milhões em doações para causas gays, incluindo uma campanha antibullying.

Mehlman também fundou uma pequena ONG para fazer pesquisas de opinião que tenham apelo para os conservadores.

Ao defender seu ponto de vista para os conservadores, Mehlman evoca o termo “casamento civil” como forma de lembrar que ele está falando de “casamento pela lei, como algo diferente do casamento como um sacramento religioso”. Ele usa palavras amigáveis aos republicanos, como “liberdade” em vez de “igualdade”.

Mas nacionalmente a batalha é imensa. Pesquisas mostram que dois terços dos republicanos se opõem ao casamento entre pessoas do mesmo sexo – o número só é melhor no grupo com menos de 30 anos.

É difícil determinar quanta diferença seu trabalho está fazendo para a causa gay. Mas Karl Rove, o grande estrategista republicano, já disse que consegue imaginar um republicano pró-casamento gay concorrendo à presidência em 2016.

Por Sheryl Gay Stolberg

Fonte: IG via The New York Times

Backstreet Boys canta 'In a World Like This' que celebra casamento igualitário

sexta-feira, 19 de julho de 2013 0 comentários


Backstreet Boys volta com clipe que celebra casamento gay; veja 'In a World Like This'
Com formação original, o grupo lança novo disco neste mês

Fenômeno no final dos anos 90 e começo dos anos 2000, os Backstreet Boys estão de volta! Estreou nesta quinta (18) o clipe da nova música de trabalho do grupo, In a World Like This.

No vídeo, cenas dos 5 integrantes aparecem intercaladas com cenas que celebram marcos na história dos EUA, como a chegada do homem à lua e as decisões favoráveis ao casamento gay nos EUA.

"Queremos mostrar nosso apoio à comunidade LGBT. Acreditamos que duas pessoas do mesmo sexo devem ter o direito de se casar", diz A.J. McLean (o segundo na foto, da direita para a esquerda).

In a World Like This, a música, é uma parceria com Max Martin, o produtor responsável pelos maiores hits dos Backstreet Boys, como I Want It That Way, Everybody (Backstreet's Back) e As Long As You Love Me, e faz parte do 8º disco da carreira do grupo, que leva o mesmo nome.

Com data de lançamento marcada para 30 de julho, é o primeiro trabalho lançado com a formação original desde 2006, quando Kevin Richardson abandonou a carreira, antes de voltar atrás.

Veja letra e clipe abaixo.

In a World Like This
You got me wide open, wide open now I'm yours
You found me heartbroken
Heartbroken on the floor
Became my salvation, salvation through the war (yeah)
You got me wide open, wide open now I'm sure

In a world like this where some back down
I, I know we gonna make it
In a time like this when love comes round
I, I know we gotta take it
In a world like this when people fall apart
In a time like this when nothing comes from the heart
In a world like this, I've got you

And now I'm free falling, free falling in your eyes
You got me still calling, still callin' no surprise

I never knew I could love 'til the end of time (yeah)
And now I'm free falling, free falling by your side

In a world like this where some back down
I, I know we gonna make it
In a time like this when love comes round
I, I know we gotta take it
In a world like this when people fall apart
In a time like this when nothing comes from the heart
In a world like this, I've got you

Yeah, in a world like this

You got me wide open wide open, yeah
And now I'm free falling, free falling

Hey yeah, yeah (yeah, yeah!)
You're all I, you're all I (you, you)
You're all I need!

In a world like this where some back down
I, I know we gonna make it
In a time like this when love comes round
I, I know we gotta take it
In a world like this when people fall apart
In a time like this when nothing comes from the heart
In a world like this, I've got you

Fonte: Capricho online e Vagalume

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Novo livro resgata a perseguição aos LGBT pelo nazismo

quinta-feira, 18 de julho de 2013 0 comentários


Alexandre Adoni, do blog Volta ao Mundo, fez pequena resenha sobre Branded by the Pink Triangle (Marcados pelo Triângulo Rosa) novo livro do autor canadense Ken Setterington que trata do tema da perseguição empreendida pelo nazismo contra homossexuais. Para ilustrar o assunto, seguem dois filmes completos sobre amores LGBT durante o período nazista: Bent, citado por Adoni, e Aimee y Jaguar (ver resenha Lilly e Felice: Paixão Louca na Berlim Nazista). No caso de Aimée & Jaguar, infelizmente a versão completa está com legendas em inglês, podendo ser trocada para em português, com as limitações inerentes a esse tipo de tradução (fora a dublagem). Mas vale o esforço.

Marcados pelo triângulo rosa: Novo livro fala sobre comunidade LGBT alemã antes do nazismo


“Branded by the Pink Triangle” (“Marcados pelo Triângulo Rosa”) é o mais novo livro do autor canadense Ken Setterington, lançado no primeiro semestre deste ano. Ele, que se define como “metade judeu”, foi buscar histórias da Alemanha pré-regime nazista e conta ao leitor que até cerca de 1920, o país germânico, especialmente Berlim, era um dos lugares mais tolerantes do mundo para ser homossexual.

Setterington inclusive destaca dois ativistas daquele tempo: o romancista Thomas Mann (casado com Kafka) e o físico judeu-alemão Albert Einstein (que era hétero), como figuras importantes na luta pelos direitos LGBT’s e defendiam o banimento de lei contra a homossexualidade. Cenário que mudou drasticamente com a chegada dos nazistas ao poder e a prisão e execução de judeus, ciganos e homossexuais.

Para quem pensa que a bandeira do arco-íris sempre foi o único símbolo da comunidade LGBT, o livro é leitura interessante para entender o nascimento do triângulo rosa, que era costurado nos uniformes para identificar quem era homossexual nos campos de concentração.

“Branded by the Pink Triangle” não tem edição em português e pode ser facilmente encontrado na versão original em inglês nas livrarias on-line.

PARA ENTENDER MAIS SOBRE O ASSUNTO

Assista “Bent”, peça de teatro aclamadérrima, que virou filme com Mick Jagger fazendo papel de drag nazi descendo de um balanço. É claro que é muito mais do que isso! Trata-se da história de amor entre dois prisioneiros homossexuais em um campo de concentração, bem resumidamente falando. Tem que ver!

Casamento LGBT legalizado na Grã-Bretanha com aprovação da rainha

quarta-feira, 17 de julho de 2013 0 comentários

God Save The Queen” (Deus Salve a Rainha)

A rainha Elizabeth II aprovou nesta quarta-feira o casamento gay na Grã-Bretanha. A decisão é o último passo para a legalização, que já havia obtido sucesso na Câmara do Lordes e na Câmara dos Comuns. 

A aprovação na Câmara dos Comuns do Parlamento britânico ocorreu no fim da terça-feira, após cerca de duas horas de debate. Foram 390 votos a favor e 148 contra.

"É um momento histórico, que repercutirá na vida de muitas pessoas. Estou muito orgulhosa que o tenhamos tornado possível", afirmou a ministra da Cultura, Maria Miller, cuja pasta elaborou o texto.

Os primeiros casamentos só poderão ser realizados a partir do próximo ano porque o governo tem de resolver algumas questões administrativas, como o efeito sobre as pensões.

O texto foi impulsionado pelo primeiro-ministro britânico David Cameron, apesar da oposição dentro de seu próprio Partido Conservador. O texto quase não provocou debate na opinião pública, majoritariamente favorável.

Os deputados decidiram não se opor a uma série de emendas menores ao projeto de lei propostas pela Câmara dos Lordes, e deixar assim livre o caminho para o casamento gay na Inglaterra e em Gales.

Para os britânicos, a mudança é principalmente simbólica, porque os casais gays têm os mesmos direitos de paternidade que os heterossexuais e podem adotar, recorrer à procriação medicamente assistiada e a uma mãe de aluguel, desde que não seja remunerada. Desde 2005 também existe a união civil entre pessoas do mesmo sexo.

A lei permite que organizações religiosas optem por realizar casamentos gays. No entanto, a Igreja da Inglaterra e a Igreja de Gales seguem proibindo este tipo de cerimônia. A lei ainda concede proteção especial para casais transgêneros, que poderão trocar de sexo e continuar casados.

A decisão torna a Grã-Bretanha o décimo país europeu a aprovar a união entre pessoas do mesmo sexo, juntando-se a Portugal, Espanha, França, Holanda, Bélgica, Dinamarca, Noruega, Suécia e Islândia.

Fonte: Terra, 17 de Julho de 2013

Bancos mudam regras de licença paternidade para incluir gays

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Rafael Gerhardt (à esq.) e Lucimar Quadros da Silva, com seu filho João Vitor

Bancos mudam regras de licença para incluir gays

DERLA CARDOSO

Como forma de reter e atrair bons profissionais, bancos estão mudando suas políticas de licenças paternidade e adoção. O objetivo é estender o direito a funcionários homossexuais.

O HSBC anunciou no mês passado que homens que estiverem em uma união estável homoafetiva e adotarem crianças com até oito anos de idade poderão ficar 30 dias sem ter que ir ao trabalho.

Empregados viúvos e solteiros também passaram a ter o direito.

Desde de 2007, a empresa já permitia incluir o parceiro nos planos de saúde, odontológico e de previdência.

"Queremos atrair pessoas e que os funcionários que já estão aqui se sintam mais confortáveis na empresa", diz Ivana Linsingen, superintendente de RH da empresa.

No Banco do Brasil, a licença adoção é oficial desde 2009. São 30 dias para os homens e 180 para as mulheres.

"A diferença existe porque a lei já trata da questão da licença maternidade, mas não do caso dos homens", afirma Carlos Alberto Araújo Netto, diretor de gestão de pessoas da instituição.

Mas, para a diretora de diversidade da ABRH (Associação Brasileira de Recursos Humanos), Jorgete Leite Lemos, a maioria das empresas ainda não está preparada para lidar com o tema.

"Os departamentos vão se surpreender porque essa é uma demanda reprimida. Os gestores não sabem tratar desses assuntos e isso não deve mudar com um treinamento de fim de semana", afirma.

Na visão dela, o benefício é um fator de retenção de profissionais. "Hoje, se o funcionário não está contente, procura outra companhia."

Para advogado Luiz Kignel, especialista em direito de família, as corporações passaram a ser obrigadas a garantir os benefícios desde 2011, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) reconheceu que pessoas do mesmo sexo podem ter regime de união estável. "Essa decisão se aplica para tudo. Os casais têm direito e essa igualdade é um caminho sem volta", afirma.

De acordo com Kignel, os funcionários que tiverem os pedidos negados devem entrar na Justiça.

Em alguns casos, o processo é demorado. Lucimar Quadros da Silva, 48, funcionário do Banrisul, adotou João Vitor quando o menino tinha três meses. Assim que o documento da adoção saiu, o analista conseguiu uma licença paternidade e ficou em casa por quatro dias.

Após o período, ele teve que entrar com um pedido de licença maternidade para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), que foi negado em uma semana.

O casal recorreu e só após dois anos teve a aprovação final. Como resultado, Silva obteve uma licença de quatro meses. A empresa ainda concedeu-lhe mais 60 dias.

MUNDO NOVO

A falta de clareza nas leis deixa as empresas sem parâmetros diante dos pedidos. No Citi, existem 11 casos de união estável, mas até agora não foram registrados requerimentos de licença adoção.

"Essa não é nenhuma barreira para nós. Mas, como nunca aconteceu teríamos que consultar para checar a melhor maneira de tratar o caso", explica Andrea Aikawa, superintendente de RH da organização.

Atualmente, a empresa permite a inclusão de dependentes nos convênios.

Para solicitar os benefícios, não é preciso comunicar o chefe do departamento. Basta avisar o RH.

Guilherme Gonçalves, 26, analista de planejamento de vendas, é um dos funcionários que se beneficiam da política. Ele colocou o parceiro no plano de saúde e no seguro de vida corporativos.

Ele afirma que esses direitos estão entre os fatores que o motivam a continuar na companhia.

"No momento de tomar alguma decisão [de troca de emprego], colocaria esse aspecto na ponta do lápis."

Fonte: Folha de São Paulo, 14/07/2013

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