Prefeitura de São Paulo realiza casamento coletivo igualitário em novembro

quarta-feira, 23 de agosto de 2017 0 comentários



Para atender a uma necessidade da comunidade LGBT, a Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania irá realizar o “Casamento Igualitário Coletivo”. A ação tem como objetivo afirmar para a sociedade o direito ao instituto do casamento para todos. As pessoas interessadas podem fazer inscrição nos Centros de Cidadania LGBT de 18/08 a 11/10.
O casamento igualitário é um direito já reconhecido e, neste sentido, o poder público tem papel fundamental para democratizar o acesso, dar visibilidade e dialogar com a população”, explica a Secretária de Direitos Humanos e Cidadania, Eloisa Arruda.
A iniciativa da Secretaria é parte da campanha “São Paulo Com ReSPeito”, que busca resgatar a dignidade das pessoas LGBT e dialogar sobre inclusão e respeito.

A ação recebe apoio da OAB Jabaquara, Pinheiro Neto Advogados, Castro Burger, Machado Meyer Advogados, Defensoria Pública e do Club Homs, onde será feita a celebração do “Casamento Coletivo Igualitário” em 26/11.

Serviço:


Centro de Cidadania LGBT Arouche
Rua do Arouche, 23, 4º andar, República
Segunda a sexta-feira, das 9h às 19h
Telefone: (11) 3106-8780
centrodecidadanialgbt@prefeitura.sp.gov.br

Centro de Cidadania LGBT Laura Vermont (Zona Leste)
Avenida Nordestina, 496 – São Miguel Paulista
Segunda a sexta-feira, das 9h às 19h
Telefone: (11) 2033-1156 I 2031-1784
centrolgbtleste@prefeitura.sp.gov.br

Centro de Cidadania LGBT Luana Barbosa dos Reis (Zona Norte)

Rua Plínio Pasqui, 186, Parada Inglesa
Segunda a sexta-feira, das 9h às 19h
Telefone: (11) 2924-5225 | 2894-2957
centrolgbtnorte@prefeitura.sp.gov.br

Centro de Cidadania LGBT Sul
Rua São Benedito, 408 – Santo Amaro – São Paulo-SP
Segunda a sexta-feira, das 9h às 19h
Telefone: (11) 5523-0413 | 5523-2772
centrolgbtsul@prefeitura.sp.gov.br

Casamento igualitário à vista no Chile

terça-feira, 22 de agosto de 2017 0 comentários


Governo chileno apresentará projeto de casamento igualitário

ROMA, 21 AGO (ANSA) – A presidente do Chile, Michelle Bachelet, apresentará nesta segunda-feira (28) um projeto de lei para casamento igualitário, que incluirá também a filiação e a adoção por homossexuais. 

A organização que defende e promove os direitos da diversidade sexual no Chile, Movimento de Integração e Liberdade Homossexual (Movilh), comentou em um comunicado que a data de apresentação do projeto ao Parlamento chileno foi acordada junto com o Executivo do país. 

Essa medida também firma uma relação “amistosa” entre o Estado e a organização, que processou o coletivo diante da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). 

No meio desta polêmica, a presidente Bachelet anunciou no dia 1 de junho o envio da lei de casamento igualitário para o segundo semestre deste ano, dando cumprimento a uma de suas promessas de campanha eleitoral em 2013. 
Os convites ao ato de apresentação do projeto de lei no Palácio de La Moneda já foram enviadas à CIDH e, a partir da próxima semana, serão entregues a mais pessoas”, confirmou o dirigente do movimento Movilh, Rolando Jiménez. 
Jiménez também anunciou que, na próxima semana, irá conversar com o governo para analisar os conteúdos do projeto de lei.(ANSA)

Fonte: IstoÉ (via ANSA), 21/08/2017

Para retratar homofobia dos anos 90, a série American Crime Story reviverá o assassinato do estilista Gianni Versace

quarta-feira, 16 de agosto de 2017 3 comentários

Edgar Ramírez interpretará o estilista Gianni Versace

Série sobre assassinato de renomado estilista italiano quer mostrar 'homofobia da época'
'Gianni Versace: American Crime Story' contará a história da misteriosa morte de Gianni Versace

A série The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story, sobre a morte do célebre estilista italiano, com Penélope Cruz e Ricky Martin, vai retratar "a homofobia da época", explicou seu produtor, Ryan Murphy.

Gianni Versace, interpretado pelo sex symbol venezuelano Edgar Ramírez, já era dono de um império de luxo quando foi assassinado nas escadas de sua exuberante mansão em Miami Beach em julho de 1997, aos 50 anos, por Andrew Cunanan, por motivos que até hoje são um mistério.

Cunanan assassinou pelo menos outras cinco pessoas, uma após a outra, e se suicidou poucos dias após ter matado o carismático estilista.
Andrew Cunanan conseguiu cruzar o país e escolher suas vítimas, a maioria homossexuais" sem que nada interferisse em seu plano "devido à homofobia da época", garante o produtor da minissérie American Crime Story, cuja primeira temporada reconstruiu o julgamento de O.J. Simpson e foi aclamada pela crítica, além de receber vários prêmios.
Versace "tinha dado uma entrevista com seu parceiro e por isso foi morto" pelo serial killer, afirmou o coprodutor, Brad Simpson, numa coletiva da emissora FX, no seminário da Associação de Críticos de Televisão (TCA, em inglês).
 
Ricky Martin viverá Antonio D'Amico, namorado de Versace 

O namorado de Versace é interpretado na série pelo cantor Ricky Martin. Penélope Cruz dá vida à irmã do estilista, Donatella.
Gianni era muito compulsivo com o trabalho, quase obsessivo, mas no resto da vida era ao contrário. Comia uma banana e jogava a casca no meio do chão, tomava uma ducha e deixava a toalha largada", e Antonio D'Amico, seu parceiro, sempre estava lá para cuidar dele, lembra Ricky Martin.
Sua história de amor "me toca de maneira muito pessoal, estou muito feliz por ter podido viver isso", disse o porto-riquenho, visivelmente emocionado.

O "docudrama" que será exibido pela FX no ano que vem é uma adaptação de um livro escrito pela jornalista Maureen Orth, que afirma que Versace era portador do vírus da aids.

Ryan Murphy lembra que "naquela época você podia perder tudo se tivesse HIV". Boa parte da série foi rodada na luxuosa mansão do estilista na costa de Miami. Outra parte material ainda está sendo gravada nos estúdios da Fox em Los Angeles, onde a mansão foi minuciosamente recriada, inclusive as extravagantes pinturas de inspiração greco-romana.

A série de TV também recriou os desfiles de moda da marca de Versace.

A terceira temporada de American Crime Story vai tratar do furacão Katrina e a lenta resposta das autoridades dos Estados Unidos diante da catástrofe.

Fonte: Estadão, 12/08/2017

Aumento de casos de violência homofóbica na Alemanha

terça-feira, 15 de agosto de 2017 0 comentários

Sombra em bandeira de arco-íris
Delitos teriam aumentado 30% em um ano, dizem autoridades alemãs

Alemanha vê aumento nos casos de violência homofóbica
Delitos contra gays e lésbicas sobem 27% em relação a 2016. Ativistas denunciam que crimes de ódio contra homossexuais e transexuais viraram rotina no país.

A Alemanha registrou no primeiro semestre deste ano 27% mais casos de violência contra gays e lésbicas do que no mesmo período do ano anterior, segundo relatório do Ministério do Interior divulgado nesta quarta-feira (09/08) pela imprensa alemã.

Nos primeiros seis meses do ano, foram registrados 130 delitos contra homossexuais, bissexuais, intersexuais e transexuais. Em 2016, houve 102 ataques homofóbicos no mesmo período.

A Associação de Homossexuais e Lésbicas (LSVD, sigla em alemão) exigiu do próximo governo alemão, a ser eleito em setembro, a implementação de um programa nacional contra a violência homofóbica.

Segundo a organização, os crimes de ódio contra homossexuais e transexuais são rotina no país. 
Uma sociedade aberta precisa garantir que todas as pessoas possam ser diferentes o tempo todo, em todo lugar, sem medo de hostilidades", diz a declaração do LSVD.

Para a associação, os números divulgados pelo Ministério do Interior alemão não dão conta da realidade, já que nem todo ataque é denunciado no país. O grupo pediu melhorias nos procedimentos de denúncia e uma comunicação permanente entre a polícia e a comunidade gay.

Nos primeiros seis meses do ano, foram registradas investigações contra 70 suspeitos, em comparação com 58 no mesmo período de 2016. Dos 130 delitos de 2017, 29 foram lesões corporais, 30 se enquadram na definição de "outros delitos de violência".

Também houve 25 casos de incitação ao ódio, sete casos de abuso, seis delitos de propaganda e cinco casos de dano patrimonial. Além disso, registraram-se três casos de roubo e um de extorsão.

Segundo os números do ministério, 35 dos delitos teriam tido motivação política de alinhamento à direita. Um caso foi motivado por "ideologia estrangeira" e mais quatro casos foram motivados por "ideologia religiosa". Os 90 casos restantes não puderam ser atribuídos a nenhuma intenção.

Em Berlim, o deputado verde Volker Beck, que solicitou a divulgação dos dados, afirmou que o aumento dos crimes de homofobia na Alemanha é uma "prova de incapacidade do trabalho de prevenção do governo".

Em referência à legalização do casamento de pessoas do mesmo sexo na Alemanha, em junho, Beck disse:
Agora, temos os mesmos direitos, mas a possibilidade de desenvolvimento igualitário exige que sejamos livres do temor de violência e discriminação."
O ministro alemão da Justiça, Heiko Maas, disse ser "vergonhoso que o número de crimes de homofobia tenha crescido na Alemanha". O político social-democrata exortou a sociedade alemã a combater a homofobia unida. "A homofobia não pode ter nenhuma chance na nossa sociedade", afirmou.

Discriminação sofrida quando saiu do armário, levou Ellen DeGeneres à depressão profunda

segunda-feira, 14 de agosto de 2017 0 comentários

A apresentadora Ellen DeGeneres diz ter entrado em depressão pelo bullying que sofreu em Hollywood quando revelou ser lésbica. Foto: Reuters / Jonathan Ernst

Ellen DeGeneres diz ter entrado em depressão pelo bullying que sofreu em Hollywood
A apresentadora revelou ser lésbica em 1997 e sofreu com as reações do público e de colegas de profissão

A apresentadora Ellen DeGeneres revelou que passou por depressão profunda por conta do bullying que sofreu após revelar ser lésbica, em 1997. “Todo o bullying que sofri [em Hollywood] quando revelei ser lésbica compensou a falta dele na minha infância”, disse Ellen à revista norte-americana Good Housekeeping. O depoimento foi reproduzido pela revista People, que teve acesso a trechos da entrevista que serão publicados na edição de setembro da Good Housekeeping.
Eu me mudei de Los Angeles, entrei em uma depressão profunda e tive que visitar terapeutas e tomar antidepressivos pela primeira vez na minha vida”, revelou a apresentadora.
Todo o processo de Ellen para se revelar lésbica foi alvo de intensa cobertura da imprensa na época. A apresentadora concedeu entrevistas à revista Time e a programas como o comandado pela apresentadora Oprah Winfrey. Outro passo que causou comoção foi o episódio The Puppy Episode, da série Ellen, que foi ao ar em abril de 1997. Nele, a personagem principal Ellen Morgan (interpretado por DeGeneres) também revelou ser gay. Apesar de aproximadamente 44 milhões de pessoas terem assistido ao episódio, quase três vezes a audiência normal, a série foi cancelada um ano depois.
Foi um momento assustador e solitário”, disse Ellen sobre o cancelamento da série. “Eu trabalhei incessantemente por 30 anos e, em um piscar de olhos, eu não tinha mais nada. Eu fiquei brava porque senti que foi uma injustiça comigo, eu era a mesma pessoa de antes de revelar que era lésbica”, desabafou.
Eventualmente eu comecei a melhorar: fiz meditação, me exercitei e comecei a escrever novamente. Hoje eu não acredito como saí daquele buraco e onde cheguei”, disse a apresentadora sobre o bem-sucedido The Ellen DeGeneres Show e sobre ter apresentado a premiação do Oscar em 2014. “Atualmente eu não ligo para o que as pessoas falam de mim. Meu lema é: ‘você pode estar comigo ou não’”, finalizou.
Fonte: Estadão, 10/08/2017

No “Altas Horas”, Bruna Linzmeyer diz que ignora comentários maldosos por namorar mulher

sexta-feira, 11 de agosto de 2017 0 comentários


Bruna Linzmeyer ignora comentários maldosos por namorar mulher: ‘Não me interesso por ódio’ 

Após tornar público seu namoro com Priscila Visman, Bruna Linzmeyer se tornou alvo de críticas e ataques homofóbicos na web. No entanto, todos os comentários maldosos sobre seu relacionamento com outra mulher não a incomodam e são completamente ignorados por ela.
Não leio porque não me interesso por esse ódio. Esse ódio é um sintoma da nossa sociedade, não é sobre mim e minha namorada”, explicou a atriz durante sua participação no programa “Altas Horas”, que foi ao ar no último sábado (05). 
Eu vivo em uma bolha de muito amor, mas a gente tem que estar atento ao respeito. Eu me apaixonei por uma pessoa, não importa o sexo que ela tem”, continuou Bruna que está dando vida à personagem Cibele, da novela ‘A Força do Querer’. Linzmeyer também falou sobre o apoio que recebeu de seus familiares ao assumir uma relação homoafetiva desde seu antigo envolvimento com a cineasta Kity Féo, 24 anos mais velha: 
Talvez porque eu esteja em uma bolha em que rola uma identificação muito grande. A gente vive em um país em que precisamos falar sobre isso”, continuou sob a atenção da plateia. 
Condição sexual 

A respeito de sua condição sexual, a atriz se considera uma pessoa livre, já que namorou durante quatro anos o ator Michel Melamed, com quem ainda mantém forte amizade e namora atualmente a atriz Letícia Colin. 
Gosto de homens, de mulheres, de pessoas. Eu me apaixono e me interesso pelo ser humano, não importa que sexo ele tenha. Não há o que esconder. E, se alguém não quiser trabalhar comigo por preconceito, eu vou achar até bom. Quero conviver com pessoas que acreditem num mundo melhor, e o mundo melhor em que eu acredito é esse em que gente não tenha preconceito de namorar alguém do mesmo sexo”, afirmou Linzmeyer. 


Fonte:  Jetss Brasil, 07/08/2017

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