Botão com as cores do arco-íris no facebook

quarta-feira, 7 de junho de 2017 0 comentários

Rede social Facebook ganhou novos filtros
Rede social Facebook ganhou novos filtros

Facebook lança botão nas cores do arco-íris para celebrar orgulho 
Rede social terá reação de "Orgulho" e permitirá que usuários adicionem filtros de arco-íris em suas fotos de perfil
Após encher a vida das pessoas com as flores roxas de "Gratidão", o Facebook anunciou nesta terça-feira, 6, que está preparando uma série de recursos para aderir às celebrações do mês do orgulho LGB. Com isso, a empresa pretende  inserir novo botão de reação — o arco-íris —, além de permitir que usuários usem filtros em fotos.

De acordo com a rede social, o botão temático será chamado de "Orgulho", representando uma bandeira com as cores do arco-íris. A nova reação, segundo relatos, já começou a aparecer para alguns usuários do Facebook nos Estados Unidos, que estão inserindo esta nova reação em posts e comentários.

Facebook ganhou filtros de arco-íris
Já para as fotos de perfil, a rede social passará a permitir que usuários coloquem um laço colorido temporário, permitindo que todas pessoas celebrem o mês do orgulho LGB. Filtros coloridos para a câmera do Facebook — assim como para o Messenger e para o app do Instagram — também serão lançados.

A empresa ainda não divulgou quando as novidades ficarão disponíveis para todos os usuários, mas a previsão de que pessoas de todo mundo recebem os recursos ainda nos próximos dias.
Temos orgulho de apoiar a comunidade homossexual, e, ainda que haja muito trabalho a ser feito. Estamos ansiosos para sermos parceiros ativos de agora em diante", escreveu o diretor de marketing de crescimento do Facebook, Alex Schultz, por meio de um post oficial da rede social.
Fonte: Link, 06/06/2017

Maria Gadú casou com produtora de moda Lua Leça

terça-feira, 6 de junho de 2017 0 comentários

(Foto: reprodução/Instagram)

A cantora Maria Gadú deixou o time das solteiras no sábado (3), ao se casar com a produtora de moda pernambucana Lua Leça em São Paulo.

Em cerimônia íntima, Gadú surgiu com os cabelos descoloridos, calça cinza e camisa de botão, enquanto a companheira optou por um vestido de noiva bastante simples.

Embora as noivas não tenham falado ou compartilhado fotos da cerimônia nas redes sociais, convidados da festa postaram alguns registros nas redes sociais.

A cantora e a produtora de moda vivem juntas desde 2012. As duas já haviam assinado em cartório um acordo de união estável em novembro de 2013.

(Foto: reprodução/Instagram)

Fonte: TV Fama, 05/06/2017

Aplicativo de relacionamento para lésbicas na China removido da internet

segunda-feira, 5 de junho de 2017 0 comentários



Aplicativo de relacionamento para lésbicas popular na China é removido da internet

PEQUIM - Um popular aplicativo de namoro chinês para lésbicas foi desativado, bem como seu site e principal conta de mídia social, justamente quando a comunidade gay comemora a decisão de Taiwan de dar aos casais do mesmo sexo o direito de se casar, sendo o primeiro na Ásia.

O aplicativo Rela, criado em 2012, tem cerca de 5 milhões de usuários cadastrados, segundo uma versão armazenada de seu perfil no iTunes, da Apple.

Mas os usuários começaram a perceber na semana passada que o aplicativo, juntamente com sua conta no Weibo, espécie de Twitter, não era mais acessível, de acordo com os usuários que publicam no Weibo sob as 'hashtags' #rela e #relahasbeenblocked.

O serviço foi temporariamente suspenso devido a um "importante ajuste no serviço", disse o Rela aos usuários na conta do aplicativo WeChat.
O Rela sempre esteve com você e por favor aguarde seu retorno!", acrescentou, mas sem dar detalhes sobre por que estava suspendendo o serviço.
Esta é a discriminação contra nós lésbicas", escreveu uma usuária no Weibo. "Não ser capaz de abri-lo parece como ser abandonado", escreveu outro.
Não ficou imediatamente claro por que o Rela foi desligado.

A empresa não respondeu a um email procurando comentários. A Apple não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

O regulador da internet na China também não respondeu imediatamente a um pedido por fax enviado nesta segunda-feira, que é um feriado nacional.

(Reportagem de Ben Blanchard; Reportagem adicional de Cate Cadell e Brenda Goh, em Xangai)

Fonte: Reuters, 29/05/2017

Skol veste lata com as cores da bandeira LGBT e destina parte das vendas para Casa de acolhimento

quinta-feira, 1 de junho de 2017 0 comentários

Skol veste lata com as cores da bandeira LGBT e destina parte das vendas para Casa de acolhimento

Que a Skol tem mudado seu posicionamento de forma bastante significativa, isso já sabemos, publicamos sobre o redesenho dos pôsteres aqui e sobre as latas com diversas cores aqui e dessa vez a intervenção chegou à bandeira LGBT.

Pelo segundo ano, a cervejaria é a marca oficial e principal patrocinadora da Parada LGBT. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, na Secretaria de Justiça, no centro de São Paulo, durante a coletiva de imprensa que apresentou a 21ª edição do evento, marcado para o dia 18 de junho.

“É muito relevante ter uma marca do tamanho da skol
ecoando essa discussão e colocando em sua lata a bandeira
do orgulho LGBT”, afirma Iran da Casa 1.
Para celebrar a Parada e o respeito, principal bandeira da cerveja, foi lançado uma edição especial de sua lata 269ml que terá sua conhecida seta-logo vestida com as cores da bandeira LGBT. Mas a versão terá um significado ainda maior. Parte da venda será destinada para a Casa 1, uma casa de acolhida para jovens expulsos de suas casas por sua orientação sexual ou identidade de gênero, na qual apoiamos quando foi financiada e publicamos aqui. “É muito relevante ter uma marca do tamanho da skol ecoando essa discussão e colocando em sua lata a bandeira do orgulho LGBT”, afirma Iran da Casa 1.

Temos aprendido muito nessa jornada em prol do Respeito e são os parceiros que encontramos neste caminho que tem nos feito evoluir. Durante o último ano tivemos a oportunidade de conhecer diversas pessoas e iniciativas que contribuíram para este crescimento e uma delas foi Iran Giusti e seu trabalho na Casa 1. A Parada LGBT e a Casa 1 levantam antes de tudo a bandeira do respeito e é essa a bandeira de SKOL. E essa foi a melhor forma que encontramos para dividir com todos a nossa caminhada de respeito, de construção de novos valores e de experiências livre de preconceitos”, comentou Maria Fernanda de Albuquerque, diretora de marketing da marca.

Para Iran, ações como essa são fundamentais para, mais que chamar atenção para as necessidades práticas como as financeiras – tendo em vista que a Casa 1 se mantém por doações e crowdfunding – contribuir para ecoar as mensagens do projeto. “É muito relevante ter uma marca do tamanho da Skol ecoando essa discussão e colocando em sua lata a bandeira do orgulho LGBT”, afirma.

No último ano, Skol teve várias iniciativas de apoio à diversidade. No carnaval, a cerveja amplificou a ação de Lia Marques, criadora do Apito Contra o Assédio, e distribuiu mais 50 mil apitos pelo Brasil. O projeto Reposter, que ressignificava pôsteres antigos, contou com a arte de oito ilustradoras e o Coletivo MOOC foi co-autor do projeto SKOLORS, as cinco latas com 5 tons diferentes, que representavam a diversidade e a beleza de cores que todos nós, juntos, formamos.

Fonte: Terra, Razões para Acreditar, por Vicente Carvalho

Terror em cidade rural dos EUA terá lésbicas negras como protagonistas

quarta-feira, 31 de maio de 2017 0 comentários

Diretora de Bessie e produtor de Corra! preparam terror com negras lésbicas

Diretora de Bessie e produtor de Corra! preparam terror com negras lésbicas

Um encontro casual entre a roteirista e diretora Dee Rees (“Bessie”) e o produtor Jason Blum vai render um novo terror racial, que pretende seguir as pegadas de “Corra!” 

Assim como “Corra!”, produzido por Blum, o filme vai se passar numa assustadora cidade rural dos EUA. Mas o detalhe, segundo o jornal The New York Times, é que a trama será estrelada por um casal de negras lésbicas e tem ligação com a própria vida da diretora. 

Dee Rees aproveitou um debate patrocinado pelo Instituto Sundance, do qual Blum participou, para fazer seu pitch. “Eu e minha esposa, duas mulheres negras lésbicas, quando nos mudamos, brigávamos por qualquer coisinha: ‘por que isto está aqui? Você mexeu nisso?’ Talvez tenha sido um fantasma ou outra força, como se não quisessem que estivéssemos lá ou pudéssemos nos encaixar”, disse Rees, segundo relato do jornal. Ao que Blum pulou: “Estou dentro!”

A produção ainda sem título, está em fase da escrita do roteiro e não possui data prevista para chegar aos cinemas.

Vale lembrar que Dee Rees estreou nos cinemas em 2011 com o drama “Pariah”, que antecipou muitos dos temas de “Moonlight”, drama vencedor do Oscar 2016. Desde então, dirigiu “Bessie”, sobre a vida da cantora de blues Bessie Smith para a HBO, a minissérie “When We Rise”, sobre a história do movimento pelos direitos LGBTQ, e lançou seu segundo longa, “Mudbound”, sob elogios da crítica no Festival de Sundance deste ano. Fala-se que o filme, sobre racismo após a 2ª Guerra Mundial, tem chances de Oscar.

Fonte: Pipoca Moderna, por Marcel Plasse, 21/05/2017

Produtor de Corra! está fazendo filme de terror sobre lésbicas negras

Corra!, estreia do humorista Jordan Peele na direção, é um dos filmes mais elogiados do ano até o momento. O longa, que já é uma sensação nos Estados Unidos, Canadá e outros países, chega oficialmente aos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (18). 

Tamanha repercussão desperta, naturalmente, as atenções do público e da mídia para os próximos trabalhos dos realizadores envolvidos na produção. 

Segundo o New York Times, o produtor Jason Blum está trabalhando em um filme de terror, ambientado em uma zona rural dos Estados Unidos, sobre lésbicas negras. Para o novo projeto, Blum se juntou a Dee Rees, diretora e roteirista dos premiados filmes Pariah (2011) e Bessie (2015). Ainda não há mais informações sobre o novo filme.

Fonte: Observatório do Cinema, por Rafael Brandão, 15/05/2017

Próximo premier irlandês pode ser gay

segunda-feira, 29 de maio de 2017 0 comentários


Irlanda pode eleger seu primeiro premier gay

DUBLIM — A Irlanda está à beira de uma enorme mudança geracional em sua vida política com a possível eleição do médico Leo Varadkar como seu próximo primeiro-ministro, uma medida que daria ao país, fortemente católico, seu primeiro líder abertamente gay e descendente de imigrantes asiáticos.

Varadkar construiu uma liderança quase intransponível antes das eleições na próxima semana para suceder Enda Kenny como líder do governo. Aos 38 anos, ele também se tornaria a pessoa mais jovem a ocupar o cargo.

Os apoiadores estão comparando o médico ao primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, e ao novo presidente francês, Emmanuel Macron, esperando que ele, vindo da geração mais atingida pela mais dura crise econômica em uma década, possa transformar o cenário político.

— Sinceramente, não acho que em 1981, quando fui eleito pela primeira vez, eu podia prever uma época em que um homem abertamente gay pudesse se tornar Taoiseach (primeiro-ministro) — disse Nora Owen, que foi ministra da Justiça nos anos 90.

O fato de que tal marco é mencionado apenas na mídia local ou que o candidato têm chances de liderança demonstra o quão longe o país de 4,6 milhões de habitantes, que foi visto como um dos mais socialmente conservadores na Europa Ocidental, chegou.

Tendo descriminalizado a homossexualidade só em 1993 e introduzido o divórcio dois anos mais tarde, a Irlanda tornou-se o primeiro país a adotar o casamento gay através de um referendo popular em 2015, que atraiu o apoio esmagador vindo de todos os cantos do território.

A votação marcou uma nova diminuição do domínio da Igreja sobre a sociedade irlandesa, que tem sido enfraquecido nas últimas duas décadas — seja pela descoberta de escândalos de abuso sexual envolvendo sacerdotes, ou pela crueldade em instituições administradas pela Igreja Católica.

O pai de Varadkar, Ashok, que também é médico, nasceu em Bombaim, na Índia. Ele conheceu a mãe do político, Miriam, uma enfermeira e filha de fazendeiro do condado de Waterford, no Sul da Irlanda, enquanto trabalhava na Inglaterra na década de 1970. Eles se casaram lá, mas decidiram se mudar de país e criar sua família em Dublin, onde Varadkar nasceu.

POTENCIALMENTE TRANSFORMADOR

Ele garantiu o apoio declarado de 46 dos 73 legisladores do partido Fine Gael para as eleições de 2 de junho, para assumir o lugar de Kenny. Com os legisladores responsáveis ​​por 65% do voto nas eleições, seu oponente, Simon Coveney, precisa de um número significativo para mudar o cenário, o que, segundo analistas, é altamente improvável.

Quem quer que substitua os 15 anos de Kenny no comando vai ser o único líder no Parlamento irlandês nascido na década de 1970. Quando o atual primeiro-ministro foi eleito pela primeira vez para a Câmara baixa em 1975, Coveney tinha 3 anos de idade, e Varadkar sequer era nascido.

Pesquisas de opinião mostram que ambos são populares entre os membros do Fine Gael, mas que Varadkar tem o potencial de ganhar uma porcentagem significativa de votos de outros partidos.

— Acho que Leo Varadkar se tornar primeiro-ministro é potencialmente transformador para o futuro do Fine Gael, e talvez para o sistema político em geral — disse o comentarista político Noel Whelan. — Em uma era de antipolítica, ele é uma das coisas mais próximas a um político antipolítico. Ele estimula partes do eleitorado que o partido geralmente não alcança — complementou.

Fonte: Extra, 29/05/2017

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