Ex-secretária de Estado Hillary Clinton apoia casamento LGBT

terça-feira, 19 de março de 2013 1 comentários


Em 2008, quando era senadora e disputava a indicação do Partido Democrata às eleições presidenciais, ela havia manifestado posição diferente sobre o tema.

A ex-secretária de Estado americana Hillary Clinton, possível candidata presidencial em 2016, disse que apoia o direito de gays norte-americanos se casarem. Em um vídeo gravado para o grupo Human Rights Campaing de defesa dos direitos dos gays, Hillary disse que apoiava o casamento gay "pessoalmente e como uma questão de política e de lei".

Norte-americanos gays, lésbicas, bissexuais ou transexuais "são nossos colegas, nossos professores, nossos soldados, nossos amigos, nossos entes queridos, e são cidadãos iguais e plenos e merecem os direitos da cidadania. Isso inclui o casamento", disse Hillary.

As declarações apontam uma mudança de discurso, uma vez que em 2008 Hillary se opôs ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Naquele ano, quando disputou as primárias democratas, mas acabou não sendo indicada como candidata presidencial do partido, ela afirmou que apoiava as uniões civis para homossexuais, mas que as decisões sobre a legalidade do casamento deveriam ficar a cargo dos estados.

Até o ano passado, o presidente Barack Obama tinha posição semelhante. Em maio, no entanto, declarou publicamente seu apoio ao casamento gay, que é permitido em nove estados americanos e na capital Washington.

No início deste mês, o marido de Hillary, o ex-presidente Bill Clinton, também comentou a questão, dizendo que a lei que ele assinou em 1996 definindo o casamento como entre um homem e uma mulher era inconstitucional e deveria ser derrubada.

O Partido Republicano se opôs ao casamento gay em sua plataforma da convenção do ano passado, mas alguns republicanos famosos discordaram. Entre eles o senador por Ohio Rob Portman, que na sexta-feira tornou-se o parlamentar republicano mais proeminente a respaldar o casamento gay – segundo ele, porque seu filho é homossexual. Líderes republicanos, no entanto, foram rápidos em reiterar sua oposição ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Explicando como sua opinião tinha mudado, Hillary mencionou seu trabalho na área de direitos humanos durante seus quatro anos como a principal diplomata dos EUA e sua própria crença. Ela também citou a felicidade que ela e o marido sentiram quando a filha deles, Chelsea Clinton, se casou alguns anos atrás. "Desejo que todos os pais sintam aquela mesma alegria", disse.

Fonte: Veja Online e Human Rights Campaign

Republicano passou a apoiar casamento LGBT após descobrir que filho é gay

segunda-feira, 18 de março de 2013 1 comentários

Rob Portman assinou lei que definia casamento como união só entre homem e mulher,
mas, ao saber que o filho é gay, mudou de ideia sobre o assunto 
(JONATHAN ERNST/REUTERS)

Os defensores do casamento entre pessoas do mesmo sexo nos EUA ganharam um aliado tão importante como inesperado. O senador republicano Robert "Rob" Portman, visto no ano passado como um dos mais fortes candidatos a correr ao lado de Mitt Romney contra Barack Obama e signatário da lei que definiu o casamento como uma união entre um homem e uma mulher, em 1996, mudou radicalmente de opinião.

A decisão, anunciada num texto publicado no diário The Columbus Dispatch, foi motivada pela descoberta de que um dos seus filhos, Will Portman, é homossexual. "Acredito agora que se duas pessoas estão preparadas para assumirem um compromisso de vida para se amarem e cuidarem uma da outra, nos bons e nos maus momentos, o Governo não deve negar-lhes a oportunidade de se casarem", escreveu o senador eleito pelo estado do Ohio, que chegou a trabalhar na primeira administração de George Bush, na viragem das décadas de 80 e 90, e foi nomeado para dois cargos importantes por George W. Bush.

Depois de o seu filho ter assumido a sua orientação sexual, Rob Portman iniciou um período de reflexão familiar, que terminou nesta semana com o anúncio público da sua decisão. Uma decisão baseada na mesma fé que o levou a rejeitar o casamento igualitário em 1996: "Em última análise, tudo se resumiu aos temas abrangentes da Bíblia sobre o amor e a compaixão e à minha crença de que todos somos filhos de Deus."

No texto publicado no The Columbus Dispatch, o senador republicano explicou todo o processo que o levou a mudar de opinião: "Há dois anos, o meu filho Will, que frequentava então o primeiro ano da universidade [em Yale], disse-me a mim e à minha mulher, Jane, que é gay. Disse-nos que já tinha consciência desse facto há muito tempo e que a sua orientação sexual não tinha sido uma escolha sua; era apenas uma parte daquilo que ele é. A Jane e eu ficámos orgulhosos com a sua honestidade e a sua coragem. Ficámos surpreendidos por ele ser gay, mas sabíamos que ele continuava a ser a mesma pessoa que sempre fora. A única diferença é que passámos a ter uma imagem mais completa do filho que amamos."
O filho, Will Portman, agradeceu as palavras do pai através da sua conta no Twitter: "Hoje, sinto-me particularmente orgulhoso do meu pai", escreveu, juntando um link para o texto publicado no jornal.

O anúncio do influente senador republicano surge a apenas duas semanas da decisão do Supremo Tribunal sobre a contestação à Lei de Defesa do Casamento, aprovada há 17 anos – até ao final do mês, o Supremo irá decidir se o casamento entre pessoas do mesmo sexo deixará de ser proibido a nível federal.

Numa entrevista à CNN (ver abaixo), Portman revelou que falou com o antigo vice-presidente Dick Cheney, cuja filha Mary se casou com a sua companheira Heather Poe em Junho do ano passado em Washington, DC – o casamento entre pessoas do mesmo sexo é reconhecido na capital dos EUA e em nove estados. Cheney, vice-presidente de George W. Bush, é um dos mais conhecidos defensores do casamento igualitário no interior do Partido Republicano.

A decisão de Portman motivou uma reação seca por parte do republicano Newt Gingrich, antigo presidente da Câmara dos Representantes: "Podemos dizer: acredito tanto nos meus princípios, que vou expulsar-te de casa. Podemos dizer: continuo a acreditar nos meus princípios, mas amo-te. Ou podemos dizer: amo-te tanto, que vou mudar os meus princípios. O Rob escolheu a terceira via. É um direito que ele tem."

Fonte: Público.Pt

Cidades onde haverá manifestações contra Marco Feliciano neste final de semana!

sexta-feira, 15 de março de 2013 0 comentários


Manifestantes contrários à nomeação do pastor Marco Feliciano (PSC), para a presidência da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, prometem realizar protestos em cidades brasileiras no sábado, domingo e até na segunda, na parte da manhã e à tarde, a exemplo do já ocorrido no final de semana passado. Também estão previstos atos de brasileiros que moram no exterior (Londres, na Inglaterra, em Buenos Aires, na Argentina e em São Francisco, nos Estados Unidos). 

Esperam-se grandes manifestações sobretudo em São Paulo e no Rio, mas pelo menos outras 15 cidades também têm eventos programados contra o pastor e seu partido (o PSC). Os atos estão sendo divulgados nas redes sociais e devem contar com a presença de grupos ligados a movimentos da cultura negra, de religiões africanas, de combate à homofobia e também da sociedade civil organizada.

Confira a data, o horário e o local (em ordem alfabética) desses eventos no Facebook: 

Neonazistas ameaçam casal de lésbicas no interior de São Paulo

0 comentários

Movimento Homofobia Já (MHJ) de olho em você!


Gays e negros são lixo, diz carta com símbolo nazista a casal de lésbicas
Bilhete, assinado por movimento, ameaça mulheres de Santa Bárbara (SP). Queremos vocês fora daqui. Vão ser felizes no inferno', relata a mensagem.

Duas mulheres, de 25 e 33 anos, que vivem juntas em Santa Bárbara D'Oeste (SP) receberam uma carta com conteúdo homofóbico e ameaças no sábado (9). A mensagem, de autoria de um grupo que se autodenomina Movimento Homofobia Já (MHJ), foi digitada e traz ainda a imagem de uma suástica, símbolo do nazismo. "Queremos vocês fora daqui. Vão ser felizes no inferno. Gays e negros são lixo. Coisas vão acontecer", relata o documento.

Conforme o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, o casal vive há dois anos no bairro Mollon 4. Na carta, o grupo diz que as mulheres são vigiadas 24 horas por dia e reclama ainda de músicas em volume alto, gritarias e beijos entre pessoas do mesmo sexo no local. O G1teve acesso ao boletim nesta segunda-feira (11).

O bilhete também traz insinuações relacionadas à filha de uma das vítimas, de nove anos de idade. "A polícia e o Conselho Tutelar vão adorar saber que existe uma criança que vive no meio de orgia e drogas", escreveu o grupo na carta, entregue no final da tarde de sábado na casa das vítimas.

Uma das mulheres procurou a Polícia Civil horas depois para registrar ocorrência. Ela informou desconhecer quem possa ter enviado a mensagem. À polícia, a mulher também negou as acusações contidas na carta. O caso será investigado pela Delegacia de Defesa da Mulher de Santa Bábara. O G1 não conseguiu contato com o casal até a publicação deste texto.

Confira trechos da carta, conforme o registro policial:

"Primeiro aviso: nossa comunidade não admite mais estas atitudes imorais em nosso bairro. O Mollon, que sempre foi um bairro de família respeitado com seus idosos e crianças, hoje está habitado ou empesteado por gays, lésbicas, sapatões, seja lá que merda for."

"Já conseguimos ficar livres de duas casas assim, temos nossos métodos. Vocês estão sendo vigiadas 24 horas pela vizinhança. Conhecemos todos que frequentam esta pocilga. Os vizinhos não aguentam mais som alto com músicas de baixo calão, brigas e gritarias até altas horas. Se isso não bastasse, temos fotos e filmes de lésbicas se beijando em frente da casa."

"Como já disse, temos crianças e pessoas de família que não são obrigadas a conviver com isso. Se esta é a vida que escolheram viver, vão ter que sofrer as consequências da repugnação das pessoas de bem. Queremos vocês fora daqui. Vão ser felizes no inferno."

"Em sua casa nada vai acontecer, mas quando saírem na rua prestem atenção. A polícia e o Conselho Tutelar vão adorar saber que existe uma criança que vive no meio da orgia e drogas. Como eu disse, temos fotos de tudo isso, não somos amadores. Sempre tem um primeiro aviso, depois ação. Gays e negros são lixo. Coisas vão acontecer."

Fonte: G1, 11/03/2013

Colegiado Buddhista Brasileiro (CBB) protesta contra nomeação de Feliciano (PSC) para diretoria da Comissão dos Direitos Humanos

quinta-feira, 14 de março de 2013 0 comentários

Como budista, não poderia deixar de registrar, com alegria, a Declaração Pública do Colegiado Buddhista Brasileiro (CBB) contra a kafkiana nomeação do pastor Marco Feliciano para a presidência da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da Câmara Federal. Segue abaixo. Vale a leitura!

Vale ressaltar que também, ainda ontem, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, a
pós ministrar aula magna para calouros da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), afirmou que a indicação do parlamentar era "um absurdo". "Achei a mesma coisa que todos os brasileiros de bom senso: que é um absurdo".

Decididamente, só a bancada evangélica e obscurantistas congêneres continuam defendendo esse acinte, contra a democracia e os direitos humanos, que é a nomeação de um pregador da intolerância social como presidente de uma comissão  que deveria tratar de formas de combater as discriminações várias que vitimam tantos brasileiros!

Declaração Pública

O Colegiado Buddhista Brasileiro (CBB) vem nesta expressar sua profunda preocupação com a indicação e com a nomeação do Deputado Marcos Feliciano (PSC) para a diretoria da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias (CDHM) da câmara. 

Nossa preocupação se deve ao inequívoco discurso intolerante e alienador que caracteriza as ideias do referido deputado. Suas palavras e atitudes de fundo racista e segregador o tornam um claro exemplo de tudo o que deveria ser denunciado pelo mais importante órgão de promoção e defesa dos direitos humanos em nosso país. Que as lideranças políticas brasileiras, por força de omissão ou deliberada troca de favores, permitam a tal pessoa assumir a coordenação da CDHM, demonstra um preocupante cenário de alienação ética no Brasil.

Acreditamos que a pregação do ódio contra quaisquer grupos étnicos, comunidades sociais ou instituições religiosas motiva com frequência atos de violência contra indivíduos e contra essas mesmas organizações e minorias. O CBB entende que, ao citar "comunidades sociais" deve-se considerar quaisquer grupos e comportamentos que não violentam os direitos alheios, entre os quais a comunidade LGBT. O CBB rejeita implicitamente as declarações homofóbicas do deputado citado juntamente com todas as outras manifestações discriminatórias. Esta cultura de ódio e fanatismo, sendo ela mesma fruto de uma profunda falta de consciência e grande desrespeito humano, torna-se ao final desse processo destrutivo e ignorante um câncer a devorar mentes e corações em todas as camadas sociais, atingindo a todos sem exceção. Tais práticas são essencialmente incompatíveis com qualquer proposta construtiva e unificadora para toda sociedade humana fundamentada em direitos e liberdades, base do estado laico e do próprio estado de direito.

O Colegiado Buddhista Brasileiro, fundamentado na tradição do Dharma de Buddha, entende que o bem comum em uma sociedade somente prevalece quando suas instituições políticas e sociais são capazes de criar condições para que o diálogo, a compreensão, a compaixão, a justiça social e o verdadeiro exercício da tolerância sejam não apenas possíveis a todos os seus cidadãos, mas adequadamente exemplificados pelos seus mais altos representantes.

Neste sentido, a atual condição da gestão política brasileira tem reiteradamente sido um demonstrativo de grave desprezo aos mais fundamentais elementos éticos e de justiça ao permitir que indivíduos alienados em suas crenças pessoais e tacanhos em suas opiniões assumam posições em que a consciência, o equilíbrio e a clareza de visão são qualidades essenciais.

É preciso que haja uma real mudança de atitudes no congresso brasileiro, e que os direitos humanos sejam exercidos e definidos com sabedoria e correção. A nomeação do deputado Marcos Feliciano apenas reflete a medíocre interpretação dos modos e fundamentos que integram o conceito legislativo da sociedade brasileira por parte de seus representantes políticos. Ela também simboliza a assustadora corrupção de valores que domina os poderes políticos atuais em nosso país, que distorce a democracia para favorecer interesses escusos. 

O Brasil, já há muito tempo, é liderado e legislado por parcialidades. Doutrinas populistas e manipuladoras da ignorância e das carências sócio-educacionais neste país estão cada vez mais assumindo nichos políticos essenciais, e defendendo por meio de suas visões particulares a sustentação da cobiça dos poderosos. 

O CBB repudia esta cultura da mediocridade, este desrespeito aos valores de consciência e coerência que grassa na sociedade brasileira, e conclama aos seus representantes políticos a terem mais visão e dignidade, mais honestidade e valor humano. Que seja revertida a nomeação do deputado Marcos Feliciano para coordenação da Comissão dos Direitos Humanos e Minorias da Câmara, e que seja realizada uma ampla reforma ética nas ações políticas de nosso país.

Colegiado Buddhista Brasileiro

Diretoria
Presidente Rev. Shaku Haku-Shin
Rev. Genshô Sensei
Dhammacariya Dhanapala
Shaku Hondaku
Rev. Miklos Kômyô
Presidente do Conselho do CBB
Rev. Prof. Dr. Ricardo Mário Gonçalves

Conselho
Lama Chagdud Khadro
Rev. Monge Rinchen Khienrab
Rev. Heyla Downey
Ven. Uttaranyana Sayadaw
Rev. Shaku Sogyo
Rev. Monja Sinceridade
Rev. Coen Sensei

À vista mais uma "nova" redação para o projeto contra a homofobia!

quarta-feira, 13 de março de 2013 0 comentários

Com quantas redações se faz um projeto de lei?

Paim quer dar nova redação ao projeto que criminaliza a homofobia

O relator no Senado diz manter diálogo tanto com ativistas gays, quanto com religiosos, e que pretende que a nova lei combata a violência e o ódio em coerência com os direitos humanos

O senador Paulo Paim (PT-RS) está disposto a dar uma nova redação à proposta que criminaliza a homofobia, em tramitação no Congresso há quase 12 anos. Paim é relator da proposta que está na Comissão de Direitos Humanos da do Senado.

“A minha intenção é construir um substitutivo. Houve o projeto original, a Marta Suplicy (PT-SP) fez outra redação e eu estou me propondo a fazer outra redação. Se me perguntarem qual é o texto do projeto, eu ainda não posso te dizer. Só digo que vou construir na seguinte linha: combate à homofobia, combate à violência e ao ódio”, disse o senador que tem se reunido com grupos contrários e a favor da proposta.

Paim tem obtido êxito ao propor ou relatar propostas polêmicas como a Lei das Cotas e o Estatuto da Igualdade Racial. Por isso, ele acredita que poderá obter a aprovação de seu relatório na comissão e até no Plenário do Senado ainda neste ano. “Vou buscar parceria com todos, os que pensam de uma forma e o que pensam de outra forma”.

Todos, na definição de Paim, são os grupos LGBTs interessados na aprovação da proposta e seus opositores, na maior parte das vezes grupos religiosos.

“Trata-se de um projeto que não divide governo e oposição. As posições foram radicalizadas entre aqueles que são favoráveis à livre orientação sexual e aqueles que são contra, por uma questão de fundo religioso”, disse o senador.

Além disso, Paim espera aproveitar as discussões sobre o novo Código Civil, que ocorreram no Senado, para detalhar o conceito de homofobia. “A comissão que vai elaborar o novo Código Civil vai discutir a questão da homofobia, qual é a abrangência da homofobia, até onde isso vai. Nessa discussão pode existir algo que vai nos ajudar a refazer esse debate”, justificou.

A ideia de tornar crime a discriminação devido a orientação sexual, da mesma forma que é crime a discriminação por motivo racial, está em tramitação no Congresso desde 2001, quando a proposta foi apresentada pela deputada Iara Bernardi. (PT-SP).

Aprovada no Plenário da Câmara em 2005, a proposta prevê punições para situações como dispensa de empregados por motivo de sexo, orientação sexual e identidade de gênero, proibição de ingresso ou permanência em qualquer ambiente público ou privado, discriminação em sistema de seleção educacional, recrutamento ou promoção funcional ou profissional, a recusa de hospedagem, além de impedimento ou restrição de manifestação de afetividade homossexual, quando estas expressões e manifestações forem permitidas aos demais cidadãos.

No Senado, o PLC 122/2006, já foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Caso seja aprovado na Comissão de Direitos Humanos, terá que ter o aval da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, antes de seguir para o Plenário.

Desde o início, os ânimos exaltados marcaram as discussões sobre o assunto, nas diversas audiências públicas realizadas na Câmara e no Senado.

“Eu não pretendo fazer audiência pública, eu acho que não rende mais. Só eu já presidi mais de uma dúzia. Eu pretendo conversar, reunir, dialogar com muita gente aqui, mas repito, falar, falar muito, na linha dos direitos humanos. O que vai pautar a minha redação final vai ser a linha dos direitos humanos”, enfatizou o senador.

Fonte: Último Segundo

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Um Outro Olhar © 2025 | Designed by RumahDijual, in collaboration with Online Casino, Uncharted 3 and MW3 Forum