Virgínia é o 20º estado norte-americano a legalizar casamento gay

quarta-feira, 30 de julho de 2014 0 comentários


EUA: Virgínia é o 20º estado americano a legalizar casamento gay


O governador da Virgínia, o democrata Terry McAuliffe, se disse radiante com a sentença e espera que os cartórios emitam em breve certidões de casamento para casais gays e lésbicos

Washington - Um tribunal federal de apelações revogou nesta segunda-feira uma lei do estado da Virgínia (leste) que proibia o casamento entre pessoas do mesmo sexo, em uma vitória histórica para o movimento de direitos dos homossexuais nos Estados Unidos.

O casamento gay é legal em outros 19 dos 50 estados americanos, além do Distrito de Colúmbia (DC), onde fica a capital, Washington. Continua proibido especialmente nos conservadores estados do sul do país.

Nesta segunda, o Tribunal Federal de Apelações do Quarto Circuito na capital estadual, Richmond, determinou que a proibição que pesava sobre a Virgínia violava as garantias constitucionais de equidade diante da lei, ao lhes impedir o direito de se casarem.

"A decisão de se casar e com quem se casar é uma decisão intensamente pessoal, que altera o curso da vida dos indivíduos", alegou o tribunal.

"Negar a casais do mesmo sexo essa possibilidade os impede de participar totalmente da nossa sociedade, o que é exatamente o tipo de segregação que a 14ª Emenda (da Constituição) não pode tolerar", insistiu a Corte.

O governador da Virgínia, o democrata Terry McAuliffe, se disse radiante com a sentença e espera que os cartórios emitam em breve certidões de casamento para casais gays e lésbicos.

"É uma sentença histórica (...) e seu efeito reafirmará mais uma vez que o estado da Virgínia é aberto e recebe todos", declarou, em nota divulgada hoje.

Por meio de uma emenda adotada em 2006 na Constituição estadual, a Virgínia proibiu a união entre pessoas do mesmo sexo, ao definir o casamento como uma união entre um homem e uma mulher. A emenda foi aprovada em um referendo, com 57% dos votos.

Esse tipo de proibição já foi revogado em vários estados desde que, em junho de 2013, a Suprema Corte de Justiça decidiu que os casais do mesmo sexo têm os mesmos direitos e benefícios que os heterossexuais.

Fonte: O Imparcial, 28/07/2014

Nasce em agosto primeira filha de atriz de 'Top Model' e 'Vamp' com sua companheira

terça-feira, 29 de julho de 2014 0 comentários

Carol Machado e Patrícia Motta

Atriz de ‘Top Model’ e ‘Vamp’, Carol Machado terá primeira filha com companheira: ‘Amor sem fim’


Quem viveu as décadas de 80 e 90, certamente vai se lembrar do grande sucesso que foram “Top model” e “Vamp”. Carol Machado fez parte do elenco desses dois novelões, e, assim como outros atores-mirins da trama, acabou se dedicando a outros projetos fora da televisão.

Professora de ioga e acrobacia aérea, a atriz se prepara para viver um novo e grande papel em sua vida: o de ser mãe. Aos 39 anos, ela está grávida de Teresa, sua primeira filha com a companheira, a artista e produtora cultural Patrícia Motta.
Estou no oitavo mês, e o bebê já nasce agora em agosto. Ele foi muito desejado, muito esperado e planejado por nós. É uma felicidade plena, um amor sem fim. É um momento muito especial poder construir uma família”, festeja ela, sem revelar detalhes sobre a concepção do bebê. Carol, porém, admitiu que está "casadíssima" com a companheira.

A atriz também fez parte do elenco do seriado “Confissões de adolescente” e das novelas “Lua cheia de amor”, “Cara e coroa” e “A lua me disse”. Desde 2005, ela vem fazendo apenas pequenas participações na TV, passando, assim, a se dedicar mais ao teatro.
Fiquei em cartaz no Rio até os seis meses de gravidez com a peça 'Ana, ensaio sobre o tempo e o vendo', uma mistura de dança, teatro e música. Agora, estou totalmente voltada para a maternidade, mas logo estarei de volta aos palcos e envolvida em novos projetos. Não consigo ficar parada”, avisa.
Mesmo longe da TV, a atriz conta que até hoje é bastante lembrada nas ruas pela personagem Jane Fonda, uma das filhas do surfista Gaspar (Nuno Leal Maia) em “Top model”.
É muito gostoso o carinho que eu recebo do público, mesmo depois de anos. As pessoas acham que eu não mudei nada e sempre se lembram com carinho dos trabalhos que eu fiz”, conta a nova mamãe.
Fonte: Extra, Retratos da Vida, 22/07/2014

Como abordar os novos modelos familiares na escola e combater o preconceito?

segunda-feira, 28 de julho de 2014 0 comentários


Como lidar com os novos modelos familiares?
Neste fim de semana surgiu, numa conversa com amigos, o tema das configurações familiares. A filha de uma amiga, de cinco anos, contou que um de seus coleguinhas tinha dois pais. Imediatamente, um dos presentes fez o seguinte comentário:

- Deve ser muito ruim ser filho de um casal gay! Comigo, que sou filho de pais heterossexuais, mas que não se casaram e nem moraram juntos, já foi complicado de lidar com o preconceito e a ignorância das pessoas.

Esse é o ponto: o preconceito. Ainda há pessoas com grande dificuldade em aceitar as novas configurações familiares, como se com isso pudessem eliminar da sociedade o que é diferente do socialmente aceito por eles. Mas o caminho não é esse.

Segundo dados do último censo do IBGE, de 2010, já são mais de 60 mil os casais gays que moram juntos. Porém, as relações homo-afetivas são apenas mais um exemplo dos novos arranjos familiares no Brasil. O modelo de casal heterossexual com seus próprios filhos deixou de ser dominante no país. Pela primeira vez, o levantamento demográfico identificou 19 tipos de laços de parentesco, indicando que os outros tipos de arranjos familiares estão em 50,1% dos lares, entre eles: casais sem filhos, pessoas morando sozinhas, três gerações sob o mesmo teto, casais gays, mães ou pais sozinhos com filhos, amigos morando juntos, netos com avós, irmãos e irmãs, e ainda a nova e famosa família “mosaico”, compostas por pais divorciados que voltam a se casar e vivem com os filhos do antigo casamento na mesma casa. Dados como esse mostram como o conceito de família hoje é muito abrangente. Ficar discutindo com base em conceitos antigos não é apenas improdutivo, é um retrocesso.

Qual é o papel da escola nessa discussão? A escola pode ajudar muito os alunos e pais a lidar com a diversidade das relações familiares e, principalmente, dar apoio para famílias com uma conformação diferente. Para isso, é fundamental que professores e funcionários estejam convencidos de que todas as relações amorosas são válidas e que qualquer criança quando é amada e cuidada pode ser feliz e saudável, independentemente do tipo de arranjo familiar que ela tenha.

Reações de rejeição e preconceito em virtude de um arranjo familiar pouco convencional pode causar isolamento social, revolta, agressividade e desatenção no aluno. Esses comportamentos dificultam a concentração e a aprendizagem e podem ser considerados um aviso para o professor intervir junto à turma, ou mesmo orientar os pais a buscar apoio especializado.

Para lidar com esse tema com os pais e alunos é preciso que professores e funcionários saibam como tratar a questão. É possível lançar um desafio pedagógico em que os diferentes tipos de família conhecidos pelos professores e funcionários sejam listados e solicitar que eles expliquem, em termos de configuração e modo de agir, o que há de diferente no comportamento dessa família. Essa é uma boa forma de desmistificar os tabus e mostrar que, se bem estruturado, qualquer um dos arranjos familiares apresentados pode contribuir para o desenvolvimento da criança ou jovem. Essa atividade também pode ser proposta para os alunos adolescentes, focando na apresentação das pesquisas realizadas e na valorização do que identificam como importante na convivência em casa, deixando claro que o apoio da família pode existir independentemente da forma como elas se configuram.

Para o trabalho com os familiares, sugiro que, após esse desafio com os professores, a escola faça uma palestra para falar sobre os novos arranjos familiares e fazer uma roda de conversa sobre o assunto, aproveitando, se o clima da conversa for de respeito à diversidade, para mostrar os tipos de família que existem na escola.

Já com os alunos pequenos, a melhor maneira é apresentar o assunto de forma natural e sem muitos detalhes. A criança consegue compreender que ele tem um pai e uma mãe, seu amigo tem dois pais, sua amiga duas mães, o outro coleguinha é criado pela vó, compreendendo que existem outras formas de família além da que ela participa.

Muitas escolas já incluem o tema “família” dentro de suas grades curriculares. Nesse caso, é só buscar uma forma dinâmica de conversar com os alunos: colagem de fotografias ou desenhos dos familiares para montar a árvore da família, além de outras formas de expressão em que as famílias sejam apresentadas e os alunos possam mostrar o que mais gostam na convivência familiar.

Gostei muito de um caso que encontrei na internet, em que a escola sugeriu a um aluno filho de pais gays que ele convidasse amiguinhos para frequentarem sua casa com o intuito de notarem que não existia diferença, a não ser o fato de que ele tinha dois pais. Para isso, a escola teve o cuidado de indicar uma família mais flexível e que lidava de forma aberta com o assunto. A conclusão da coordenadora pedagógica que trouxe a proposta foi de que, apesar de não ser uma questão fácil de ser trabalhada, é possível a escola ajudar a desenvolvê-la (veja aqui).

E na sua escola, como é trabalhada a questão da diversidade familiar?

Fonte: Nova Escola, por Maria Helena Vilela, diretora executiva do Instituto Kaplan onde coordena a área de Educação Sexual, 17/07/2014

As grandes atrizes Nathalia Timberg e Fernanda Montenegro formarão par romântico em novela Babilônia

sexta-feira, 25 de julho de 2014 0 comentários

Amor na terceira idade

Prestes a completar 85 anos no dia 5 de agosto, Nathalia Timberg não quer saber de aposentadoria. E recebe em breve duas homenagens: uma biografia escrita por Cacau Hygino e o teatro da Escola Wolf Maya, no Rio de Janeiro, que será batizado com seu nome.
Nunca tive o hábito de cultuar minha figura. Acredito que o trabalho fala por si e fora dele sou uma pessoa como outra qualquer. O que fica do artista é sua obra, mas há várias maneiras de exercer a profissão e tem gente que tem necessidade de exibição”, diz ela.
Nathalia voltará à TV em Babilônia, próxima novela de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, com estreia prevista para fevereiro de 2015. Sua personagem deve dar o que falar: vai tratar da homossexualidade na terceira idade, em par romântico com Fernanda Montenegro, sua amiga há mais de 50 anos. Cenas de beijo ainda não foram cogitadas.
É uma proposta interessantíssima e fui agraciada. Somos as sobreviventes do nosso grupo e vamos estar uma amparando a outra. Tenho uma admiração profunda pela Fernanda e sempre estivemos juntas, então vai ser um pouco como a extensão da realidade".
Com informações de Bruno Astuto (Época) e F5 (Folha de São Paulo), 18/07/2014

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Um Outro Olhar © 2025 | Designed by RumahDijual, in collaboration with Online Casino, Uncharted 3 and MW3 Forum