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Aprovada 1ª cooperativa de crédito para gays e lésbicas nos EUA

quarta-feira, 11 de setembro de 2019 0 comentários

 Superbia Credit Union, instituição financeira, para clientela de gays, lésbicas e outras minorias

Na segunda-feira, o estado de Michigan aprovou a licença para a nova instituição financeira, Superbia Credit Union, pensada para clientela de gays, lésbicas e outras minorias, o que abre caminho para o serviço on-line começar a ser oferecido no início de 2020.

A Superbia Credit Union oferecerá produtos que muitas vezes estão fora do escopo de um banco mais tradicional, disse Myles Meyers, fundador da Superbia Services, com sede em Nova York, que criou a cooperativa de crédito.
Posso entrar em um banco ou cooperativa de crédito e solicitar um empréstimo ou cartão de crédito ou conta poupança e, francamente, não há problema", disse Meyers. "Se eu for para a mesma instituição com meu marido, podemos encontrar respostas distintas e uma recepção diferente. É aí onde tudo começa a mudar para a comunidade."
Agora, grandes segmentos corporativos dos EUA anunciam apoio aos direitos de gays, lésbicas e outras minorias, e centenas de empresas aderiram às leis federais e estaduais para oferecer proteção igualitária à comunidade. A maioria dos americanos afirma apoiar o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Mas a legislação ainda protege quem discrimina consumidores homossexuais na maioria dos estados dos EUA, e pesquisas mostram que casais homossexuais enfrentam obstáculos no setor bancário, independentemente da localização. Um casal do mesmo sexo tem menos probabilidade de conseguir a aprovação de um empréstimo, por exemplo. E, quando consegue, paga mais pelo financiamento.

Existe um incentivo financeiro para focar mais diretamente na clientela de gays, lésbicas e outras minorias  ao oferecer serviços bancários. O poder de compra combinado da população adulta de lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros dos EUA foi estimado em US$ 987 bilhões em 2017, segundo dados da Witeck Communications.
Com o estatuto em vigor, a Superbia formará um conselho e começará a contratar executivos. Além da cooperativa de crédito, a Superbia Services também planeja oferecer produtos como seguros, assistência médica e gestão do patrimônio personalizados especificamente para clientela de gays, lésbicas e outras minorias, disse Meyers.
Clipping Michigan aprova licença de 1ª cooperativa de crédito gay dos EUA, por Daniela Milanese, via Bloomberg, UOL Economia, 10/09/2019

Casal de mulheres alega ter sofrido discriminação num motel

quarta-feira, 24 de abril de 2019 0 comentários

Foto: Reprodução/Facebook/Jessy Oliveira

Casal de lésbica sofre homofobia em motel: 'Se fosse um casal hétero teria vaga'

Casos de homofobia continuam vindo à tona todos os dias e a jovem paulistana Jessy Oliveira foi mais a entrar nas estatísticas. Em um grupo no Facebook, ela conta que ao tentar comemorar três anos de relacionamento com sua namorada em um motel na zona leste de São Paulo, elas foram impedidas de entrar por serem lésbicas.

No post, Jessy conta que foi informada pelo telefone que a entrada no local era permitida após 1 da manhã. Ela e a namorada então chamaram um Uber próximo do horário e ficaram aguardando na frente do UNOTEL, na Avenida Aricanduva.
Era 00h58 quando chegamos ao motel e tinham dois carros na nossa frente. Quando chegou nossa vez, a atendente olhou para dentro do carro e gritou: ‘está tudo lotado, não têm vagas’. Estávamos alterando o endereço da viagem para nossa casa quando chegaram mais dois casais”, relata.
O casal em questão era heterossexual e logo que abordaram a atendente na recepção, ela apresentou alguns quartos disponíveis.
Desci e fui perguntar se tinha quarto, pois ela havia acabado de deixar um casal entrar após efetuar o pagamento. Ela gritou: ‘não moça, já te falei que não tem quarto, eles entraram para esperar e ver se tem vaga para eles’. Aí perguntei o motivo dela não ter oferecido que esperássemos também e ela falou mais alto ‘porque já te disse que não têm quartos’.
Agressividade

Em entrevista ao Yahoo, Jessy contou que foi a primeira vez que tentou ir ao motel e que se surpreendeu com a atitude da atendente.
Em nenhum momento ela mencionou nossa sexualidade, simplesmente disse que não haviam quartos disponíveis. Mas o tom foi agressivo”.
A certeza de que se tratava de um caso de homofobia veio logo depois de dois casais terem sido avisados que haviam quartos disponíveis.
Só não havia vaga para minha esposa e eu (duas mulheres), pois se fosse um casal hétero teria”. Ainda de acordo com Jessy, o motorista do Uber incentivou as jovens a tomarem medidas judiciais. .
Medidas legais

O caso aconteceu no dia 6 de abril e Jessy entrou em contato com o motel para esclarecer o ocorrido, além de ter feito uma queixa no Reclame Aqui.

Ela decidiu esperar pela resposta do estabelecimento para tomar alguma medida judicial e disse que ela e a namorada se sentiram muito mal com a situação.
Desfecho

Na tarde do dia 17, o UNOTEL finalmente entrou em contato com Jessy e a resposta foi inesperada:
Eles disseram que deve ter sido um mal entendido ou então que a atendente não estava em um bom dia porque, para eles, não aconteceu homofobia. Até porque a atendente também é lésbica“, dizia o comunicado.
Jessy e sua namorada foram convidadas a voltar ao motel para uma noite grátis.
A atendente pediu para eu ir um dia lá e disse que vai me dar uma diária sem cobrar, para entender melhor o que aconteceu”.
Fonte: Yahoo Vida e Estilo, por Higor Dorta, 18 de abril de 2019

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