Senado uruguaio aprova casamento gay

quarta-feira, 3 de abril de 2013 0 comentários

Projeto de lei voltará para Câmara dos Deputados para que modificações no texto sejam analisadas

Medida ainda deve levar de dois a três meses para ser promulgada


MONTEVIDÉU - Com 23 votos a favor e 8 contrários, o Senado uruguaio aprovou na tarde desta terça-feira a Lei de Matrimônio Igualitário, que legaliza o casamento entre pessoas do mesmo sexo. O projeto voltará agora para a Câmara baixa, por onde já passou, para que as modificações no texto sejam analisadas.

Na Câmara, os deputados deverão se manifestar contra ou a favor das alterações. Só então o projeto de lei deverá seguir para o Executivo para ser promulgado - o que não deve acontecer antes de dois ou três meses, de acordo com estimativas da imprensa uruguaia.

Para a aprovação, a esquerda já tinha votos suficientes. Mesmo assim, vários integrantes dos partidos Colorado e Nacional votaram a favor, apesar da oposição da Igreja Católica, que durante a Semana Santa pediu durante as missas que os senadores votassem com as suas consciências.

O debate começou às 9h30m e só terminou no final da tarde. A Frente Ampla votou pela aprovação do projeto, enquanto os partidos Nacional e Colorado liberaram seus integrantes para votarem como achassem melhor.

O senador Rafael Michelini, da Frente Ampla, classificou a aprovação como “uma modificação profunda para a sociedade”.

- É claro que não posso comparar com a abolição da escravatura, porque foram lutas que levaram centenas de anos. Mas para uma pessoa que adquire direitos, de certa forma não é uma libertação? - perguntou Michelini, indagando até que ponto o Estado pode se meter na vida privada do cidadão. - Não deveria haver proibição de raça, idade ou sexo.

Fonte: O Globo

Petições contra a PEC 99 que ameaça o Estado laico no Brasil e mais um show de truculência do deputado Boçalnaro

terça-feira, 2 de abril de 2013 1 comentários


Conservadores andam a todo vapor no Brasil, animadíssimos com a permanência, ao menos por enquanto, do cristofascista (como estão sendo chamados os evangélicos fundamentalistas nas redes sociais) deputado-pastor Marcos Feliciano na Comissão de Direitos Humanos. Animadíssimos também com a PEC99 do também cristofascista deputado João Campos que quer acabar com o Estado Laico no Brasil. Abaixo segue editorial do Estado de São Paulo, de 31 de março, que resume o perigo que enfrenta a democracia brasileira com esse tipo de ação contra um dos pilares de todas as democracias ocidentais modernas. Leiam o texto com atenção e depois assinem os dois abaixo-assinados contra esse descalabro:


Após o texto sobre a PEC 99, segue vídeo com mais um show de truculência do deputado Boçalnaro, em apoio a Marco Feliciano, onde, entre outros absurdos já conhecidos, também chama Eleonora Menicucci de Oliveira, da Secretaria de Políticas para as Mulheres, de sapatona, por esta haver dito, ao ser entrevistada pelo jornal Correio Braziliense, que se relacionova com homens e mulheres e tinha orgulho da filha lésbica.

Segue ainda vídeo do conhecido vlogueiro Pirulla25 que aborda de forma bem acessível o perigo dessa PEC 99 que ninguém pensava que pudesse passar em  lugar algum e agora já se encaminha para votação em plenário. Acordemos!

Pior que o caso do pastor


O Estado de S.Paulo

Com o noticiário do Congresso concentrado no escândalo Feliciano - a entrega da presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara ao deputado evangélico Marco Feliciano, do Partido Social Cristão (PSC), que deu motivos para ser considerado racista e homofóbico, e que insiste em permanecer no cargo, apesar dos incessantes protestos de que é alvo - a imprensa deu escasso destaque a uma aberração ainda maior. Na mesma quarta-feira em que o mau pastor mandou prender um manifestante, retirar os demais do plenário da comissão para, enfim, justificar a truculência com a alegação de que "democracia é isso", a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa aprovou uma proposta que agride um dos princípios basilares da República brasileira: o caráter laico do Estado.

De autoria do tucano João Campos, de Goiás, membro da suprapartidária bancada evangélica, o projeto estende às organizações religiosas a prerrogativa de contestar a constitucionalidade das leis no Supremo Tribunal Federal (STF). Pela Constituição, podem propor ações dessa natureza o presidente da República, as Mesas do Senado, Câmara e Assembleias Legislativas, governadores, o procurador-geral da República, a OAB, partidos com representação no Congresso, confederações sindicais e entidades de classe de âmbito nacional. O leque de agentes públicos e privados aptos a entrar no STF com as chamadas Ações Diretas de Constitucionalidade (Adin) é, portanto, suficientemente amplo para representar legitimamente as múltiplas correntes da população insatisfeitas com essa ou aquela norma legal - preservada a separação entre Estado e igreja.

Exemplo disso foi a liberação das pesquisas com células-tronco embrionárias no bojo da Lei de Biossegurança aprovada pelo Congresso depois de intensos debates e plena participação da sociedade e sancionada pelo então presidente Lula em março de 2005. A Igreja Católica, por intermédio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que se bateu com veemência contra a medida, assim como fizeram outras denominações religiosas, contornou o impedimento constitucional de bater, ela própria, às portas do Supremo Tribunal. Não lhe foi difícil encontrar a alternativa na pessoa do procurador-geral da República, à época, o católico praticante Cláudio Fonteles. Admitida a Adin, a CNBB teve todas as oportunidades de sustentar os seus pontos de vista no curso do histórico julgamento - que concluiu pela constitucionalidade da lei.

Argumenta Campos, o autor do projeto acolhido pela CCJ, que as associações religiosas deveriam ter o direito de pedir à Justiça que invalide dispositivos legais que, no seu entender, poderiam interferir na liberdade religiosa e de culto, assegurada na Carta. Seria o caso de eventual legislação que torne crime a homofobia. Em alguns cultos evangélicos, como se sabe, o homossexualismo é verberado como uma das mais repulsivas ofensas às leis divinas. Nem sempre são nítidos os limites entre essa pregação e o incitamento do ódio aos gays. O pastor Feliciano, por exemplo, escreveu certa vez que "a podridão dos sentimentos dos homoafetivos levam (sic) ao ódio, ao crime, à rejeição". O problema, de toda forma, é a barreira infranqueável que impede o contágio do Estado pelas religiões organizadas e vice-versa.

Do mesmo modo que não se pode aceitar com naturalidade que um parlamentar com as opiniões de Feliciano conduza um órgão destinado a proteger, entre outras, as vítimas da discriminação e do preconceito, é inconcebível que se considere natural que entidades confessionais possam ser incluídas entre aquelas apropriadamente credenciadas para questionar no STF a adequação das leis à Constituição. Delas, convém lembrar, fazem parte as legendas com assento no Congresso - como o PSC de Feliciano. Felizmente, o projeto de emenda constitucional aprovado na CCJ tem ainda um longo percurso pela frente. Será submetido à Comissão Especial da Câmara e, eventualmente, ao plenário da Casa, em duas votações com quórum qualificado. Passando, enfrentará o mesmo rito no Senado. Tempo bastante e instâncias suficientes de decisão para que tenha o merecido destino - o arquivamento.

Crônica sobre o casamento homossexual nos EUA: Não ao casamento desnatado!

segunda-feira, 1 de abril de 2013 0 comentários

Lúcia Guimarães
Ótimo texto da Lúcia Guimarães sobre o debate, na Suprema Corte Americana, a respeito do casamento LGBT.

Destaque: Uma mulher de 82 anos, Edie Windsor, viúva de outra mulher, derreteu o coração de uma boa parte do país, pedindo à Suprema Corte que não prolongasse a exclusão social que ela enfrentou durante 40 anos com sua companheira Thea, morta em 2007.

Uma juíza franzina de 80 anos, sobrevivente de duas batalhas contra o câncer, cunhou com seu característico senso de humor o neologismo "casamento desnatado". A juíza Ruth Bader Ginsburg expôs ao ridículo o arrazoado do advogado que defendia a perpetuação do sofrimento de gente como Edie, perguntando porque ele rebaixava a instituição do casamento tentando impor duas castas: a da união integral, disponível para héteros e um casamento diluído para gays. Milhões comemoraram o gol de placa de Ruth, cuja voz trêmula nos argumentos gravados foi ouvida em escala viral.


Moral e cívica

Lúcia Guimarães 

Nova York - Quando abri a mochila no começo do ano letivo e meu pai viu o título do livro da disciplina que não existia no seu tempo, sacudiu a cabeça, pesaroso. Sabia que Moral e Cívica era um artifício imoral da ditadura militar que desprezava a civilidade. Se, na minha infância, a noção de civismo foi associada à cor verde-oliva, na semana passada a expressão ganhou para mim um polimento como o oferecido pelos melhores engraxates da Rua São José, no centro carioca.

Uma mulher de 82 anos, Edie Windsor, viúva de outra mulher, derreteu o coração de uma boa parte do país, pedindo à Suprema Corte que não prolongasse a exclusão social que ela enfrentou durante 40 anos com sua companheira Thea, morta em 2007.

Uma juíza franzina de 80 anos, sobrevivente de duas batalhas contra o câncer, cunhou com seu característico senso de humor o neologismo "casamento desnatado". A juíza Ruth Bader Ginsburg expôs ao ridículo o arrazoado do advogado que defendia a perpetuação do sofrimento de gente como Edie, perguntando porque ele rebaixava a instituição do casamento tentando impor duas castas: a da união integral, disponível para héteros e um casamento diluído para gays. Milhões comemoraram o gol de placa de Ruth, cuja voz trêmula nos argumentos gravados foi ouvida em escala viral.

Quando o público passa dias na chuva e no frio da capital, sem desordem, esperando conseguir uma das poucas vagas disponíveis para espectadores nas sessões da Suprema Corte, a memória de uniformes verde-oliva se torna ainda mais distante.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo, como o Gênio que escapou da lâmpada, não será mais aprisionado na garrafa da contracultura. A cara do movimento é Edie. Ou um universitário da Califórnia, um dos 40 mil filhos de casais homossexuais que cresceu sem compreender a pecha de ilegitimidade que o governo federal lhe impingiu com o lamentável Ato de Defesa do Casamento. O ato conhecido pela abreviação Doma que Bill Clinton assinou sozinho, numa madrugada em campanha de reeleição, em 1996, está em julgamento na Suprema Corte. O cálculo eleitoral do ex-presidente que ajudou a reeleger, em novembro passado, o primeiro presidente a defender o casamento gay, lhe custou amizades e parte da reputação. Clinton tem feito o possível para se penitenciar, num reconhecimento extraordinário de que seu oportunismo pode ter atropelado a Constituição.

Mas a discriminação, é bom lembrar, não afeta apenas minorias, sejam elas raciais ou sexuais. A mulher que quer se tornar a primeira prefeita lésbica de Nova York, a mulher cujo casamento com outra mulher foi um dos acontecimentos sociais do ano em 2012, fez outro cálculo eleitoral para discriminar contra a maioria. Falo da maioria, de brancos, mulatos, negros e índios, heterossexuais e gays, jovens mães e homens idosos que não conseguem se aposentar, todos os grupos de empregados da cidade. Christine Quinn, líder da Câmara dos Vereadores e candidata declarada à sucessão de Michael Bloomberg em novembro, passou três anos obstruindo a votação de uma lei municipal que permitiria 5 dias de licença médica remunerada por ano a empregados de empresas com mais de 15 funcionários. Segure seu queixo, caro leitor: se uma pessoa trabalhando em tempo integral numa empresa em Nova York tiver 40 graus de febre e um caso extremamente contagioso de influenza, vai ser mandada para casa com seus germes, é claro, e pode ter seu salário descontado pela falta.

Cristine Quinn, a candidata democrata que tanto lutou contra a própria discriminação, parece achar que ficar doente é uma fraqueza moral ou uma afronta cívica ao lucro de um empregador. Graças em parte a uma denúncia da lendária feminista Gloria Steinem, que ameaçou retirar seu apoio a Quinn, a gritaria foi o bastante para a candidata refazer seu cálculo aritmético eleitoral mas não sem antes diluir o projeto de lei. Que o bilionário Bloomberg promete vetar.

A frase mais sensata sobre a compaixão seletiva de gente como Christine Quinn foi pronunciada pelo primeiro político eleito para o Congresso a sair do armário, em 1987. Barney Frank, recém-aposentado aos 73 anos, disse que sua atração sexual por homens é hoje mais tolerada do que sua atração pelo papel do governo na vida dos americanos.

Fonte: O Estado de S.Paulo, 01/04/2013

Sete marcas brasileiras declaram apoio ao casamento gay

sábado, 30 de março de 2013 2 comentários

Mulheres de mãos dadas usam bandeira do símbolo do movimento gay: marcas têm usado redes sociais para manifestar apoio ao movimento "marriage equality" (casamento igualitário)

Por Mirela Portugal*

O Ponto Frio, o Itaú, o Walmart Brasil, o Sonho de Valsa, o Halls Brasil, a Bonafont e a Contigo! usaram as redes sociais para manifestar seu apoio à união entre pessoas do mesmo sexo. Todas publicaram versões da imagem que viralizou pela internet mundial como ícone da causa, o símbolo matemático "=" com fundo vermelho.


Desde o começo desta semana, os protestos por direitos igualitários tomaram conta da web. A campanha surge com força exatamente no momento em que os congressistas norte-americanos avaliam a constitucionalidade da Proposição 8, que defende que o casamento só é legalmente possível nos EUA entre pessoas de sexos opostos. Confira as manifestações das marcas abaixo:

Itaú
O banco publicou em sua conta no Facebook no fim da tarde desta quinta-feira a imagem símbolo dos protestos. Suas cores foram alteradas para o laranja que faz parte da identidade visual da marca. Ao lado da imagem, a legenda esclareceu a intenção do post: "Defender a igualdade #issomudaomundo".
 
Divulgação

Ponto Frio.com
A empresa usou seus perfis no Twitter e no Facebook, capitaneados pelo personagem Pinguim, para declarar seu apoio com a mensagem "Igualdade sempre."

Reprodução

Sonho de Valsa
O Sonho de valsa, marca de chocolate que pertence à Lacta, também usou sua fanpage para declarar apoio à causa. A fanpage do produto postou na manhã desta quinta-feira o símbolo da campanha ao lado da legenda "Mais igualdade e mais amor".

Divulgação

Halls Brasil
A fanpage do Halls Brasil também publicou conteúdo apoiando a causa na tarde desta quinta-feira. Além da igualdade (representada por dois drops) a legenda arremata: "O importante é cada um achar seu par".

Reprodução

Bonafont
A água mineral da Danone preferiu usar o seu Facebook para manifestar-se a favor da causa. Além da foto, a marca postou o texto: "Um mundo mais igual = um mundo mais leve".


Walmart
Através do perfil no Facebook Mundo Walmart, o braço brasileiro da empresa manifestou-se: "O Walmart acredita que através da igualdade podemos Viver Melhor. E você?". A imagem a seguir ilustrou a frase.

Divulgação

Contigo!
A revista de celebridades e variedades usou seu perfil no Facebook para declarar apoio à causa. A imagem que simboliza a igualdade foi criada com o logotipo adaptado da publicação.

Divulgação

* Fonte: Exame, 28/03/2013

Revista Time (EUA): O casamento gay já ganhou. A Suprema Corte ainda não decidiu, mas a América já.

sexta-feira, 29 de março de 2013 2 comentários

Crédito: Peter Hapak


















Com a chamada O casamento gay já ganhou. A Suprema Corte ainda não decidiu, mas a América já, e capa com fotos alternativas de duas mulheres e dois homens se beijando, a revista Time apresenta, em seu site, extensa reportagem de David von Drehle sobre o tema do casamento LGBT. Sob o título How the gay Marriage Won (Porque o casamento gay ganhou), von Drehle faz um resgate do processo histórico dos direitos homossexuais nos EUA que culminou na aceitação crescente do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Elaine Harley e Mignon R. Moore fazem a melhor foto do ensaio
Segundo o autor, a América reconheceu recentemente que homens e mulheres homossexuais não são aliens apartados da sociedade. Que estão em todas as profissões e podem ser seus vizinhos ou a pessoa sentada a seu lado num banco de ônibus. Podem ser medalhistas olímpicos como Greg Louganis, bilionários como David Geffen, apresentadoras como Ellen DeGeneres, jogadores de rugby, como Mark Bingham,  e até religiosos como o Arcebispo de Milwaukee, Rembert Weakland.
A visibilidade das celebridades LGBT e hits televisivos como Queer Eye for the Straight Guy e Glee, bem como as demandas dos ativistas homossexuais, além da cabeça aberta das novas gerações, tornaram a homossexualidade mais aceitável no país, dando início ao processo de reconhecimento dos casamentos homossexuais em diferentes estados americanos.

Por sua vez, as alegres cerimônias matrimoniais dos casais LGBT igualmente têm ajudado a mudar a percepção do tema "casamento homossexual" que de marginal e inconcebível passou a consensual para boa parte dos americanos. Por isso, segundo von Drehle, mesmo que a decisão da Suprema Corte americana ainda desta vez não seja de todo favorável ao casamento LGBT (há a possibilidade dos juízes deixarem a decisão para os estados), ele já ganhou os corações da maioria dos cidadãos do país. O resultado final positivo é apenas questão de tempo.

Vale a pena checar a timeline dos direitos LGBT nos EUA pelo link Pride and Prejudice: An Interactive Timeline of the Fight for Gay Rights

Abaixo também algumas imagens do ensaio fotográfico do Peter Hapak (o mesmo das capas) chamado Retratos da Revolução do Casamento Gay e ao final o link para as demais fotos.


Fonte imagens: Behind the Covers: Portraits of the Gay Marriage Revolution by Peter Hapak

P.S. A revista Época São Paulo também vem com capa de quase beijo entre duas mulheres e matéria sobre o casamento homossexual em São Paulo. Mas errou na mão. A foto - nada natural - parece imagem de ensaio de moda com levada fetichista ou de pornô de luxo. Abaixo à guisa de comparação com as fotos da Time. E sintam o drama!

Fonte: ÉPOCA – Faz Caber » Época SP: casamento gay » Arquivo 

Smirnoff, Absolut e Microsoft pelo casamento LGBT

quinta-feira, 28 de março de 2013 1 comentários


Enquanto a Suprema Corte Americana discute, desde o início da semana, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, as marcas de vodca Smirnoff e Absolut resolveram postar no Facebook imagens onde demonstram apoio a causa.

A Smirnoff postou uma foto de três tipos de drinques divididos em pares e na legenda a frase “todo par é perfeito”. Já a Absolut vestiu uma garrafa de vermelho e declarou “apoio absoluto”.

Além delas, a Coca-Cola postou a imagem de um símbolo de igual que vem sendo usado nas redes sociais como forma defesa do casamento entre homossexuais. Na semana passada, a Microsoft postou uma campanha sobre o tema “atualize-se” destacando os novos serviços do Outlook e, indiretamente, mostrando-se a favor da causa.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
 
Um Outro Olhar © 2025 | Designed by RumahDijual, in collaboration with Online Casino, Uncharted 3 and MW3 Forum