Programa Na Moral completo: Tirem sua Bíblia do caminho que queremos passar com nosso amor!

segunda-feira, 23 de julho de 2012 4 comentários


No dia 19/07, quinta última, o programa Na Moral, de Pedro Bial, abordou o casamento LGBT e celebrou a união civil de duas mulheres, Aline e Simone, que já vivem juntas há 17 anos. O programa também registrou o depoimento de parentes das moças, inclusive seus filhos, e de outros casais de gays e lésbicas (por exemplo, os cabeleireiros Vasco da Gama Filho e Júnior de Carvalho que adotaram a garota Theodora, em 2006 em Catanduvas, SP). 

Registrou também o depoimento do juiz Luiz Henrique Oliveira Marques, da 1ª Vara de Registro Público do Rio de Janeiro, que indeferiu o pedido de casamento do estilista Carlos Tufvesson com seu parceiro, a despeito da decisão do Superior Tribunal Federal ter aprovado à união estável, no início de 2011, abrindo caminho para o casamento igualitário.

O programa foi indiscutivelmente a favor do casamento igualitário e, como não podia deixar de ser, provocou a ira dos conservadores cristãos que insistem em querer governar o país com base na Bíblia. O indefectível pastor Silas Malafaia convocou sua turma para escrever a Globo protestando contra o programa. Devemos, portanto, fazer o contrário: escrever para emissora a fim de elogiá-la pelo Na Moral ter sido tão democrático e defensor dos direitos humanos. Clique aqui para tal! Ou telefone para a emissora, 400-22-884, elogiando.

E, para quem ainda não viu o programa, segue o vídeo abaixo. É histórico! Vale a pena!

Clipping: Outra vez aborto e união união gay na pauta eleitoral

domingo, 22 de julho de 2012 0 comentários

Parlamentares que defenderam projetos sobre os temas e são candidatos na eleição enfrentam novamente oposição das igrejas

BRASÍLIA - Parlamentares que tiveram como uma de suas bandeiras a criminalização da homofobia ou a defesa da união civil de pessoas do mesmo sexo enfrentam agora oposição ferrenha de evangélicos e católicos na campanhas para as eleições municipais. Atrás dessa fatia do eleitorado, alguns deles tentam agora reconstruir o discurso ou fazer acordo com lideranças religiosas, na tentativa de neutralizar os ataques.

São vários casos espalhados pelo país, mas essa disputa ganha maior visibilidade nas grandes cidades. Na eleição para a prefeitura de Manaus, por exemplo, esse é o maior viral contra a candidatura da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). A coordenação de sua campanha está procurando líderes de igrejas evangélicas para tentar neutralizar a resistência a seu nome por causa da defesa da causa dos homossexuais que fez no Senado. De acordo com o Censo 2010, os evangélicos representam 35,5% da população da capital.

— Os adversários é que tentam atribuir a ela posição sobre o tema. Ela sequer estava presente na votação do projeto (de criminalização da homofobia) na comissão do Senado — afirmou o senador Eduardo Braga (PMDB-AM), padrinho da candidatura de Vanessa.

A senadora defendeu que o PLC 122/06 — projeto de lei que torna crime discriminação de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero — tramitasse em regime de urgência e fosse direto para o plenário. Mas a matéria está parada na Comissão de Direitos Humanos do Senado, em meio à disputa entre as bancadas religiosas e os defensores dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

Relatora do PLC 122/06 na legislatura passada, a ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO) não conseguiu se reeleger para o Senado em 2010 e agora tenta a prefeitura de Porto Velho, devendo enfrentar as mesmas dificuldades. Ela acredita que agora esse tema não terá o mesmo peso que em 2010, quando até a eleição presidencial foi contaminada pela polêmica. Aposta que os assuntos municipais serão mais importantes este ano.

— O fundamentalismo religioso existe e também o fundamentalismo eleitoreiro, que se aproveita do conservadorismo religioso. Mas acho que, neste ano, essa bandeira não vai vingar — disse a ex-senadora.

Já a deputada Manuela D´Ávila (PCdoB-RS) se aliou a evangélicos na disputa pela prefeitura de Porto Alegre, tentando conquistar essa fatia do eleitorado e também evitar a exploração, de forma negativa, do apoio que deu na Câmara às propostas de união civil de pessoas do mesmo sexo.

Mesmo assim, aliados de Manuela afirmam que o prefeito José Fortunati (PDT), que é candidato à reeleição e evangélico, tem explorado o tema em cultos. Ao participar da Marcha para Jesus, no ano passado, Fortunati disse que “o senhor Jesus está no comando desta cidade”.

A preocupação do deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), coordenador da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, é como esse tema é invocado para difamar os candidatos.

— Essa difamação está quase sempre sustentada em calúnias, principalmente pelas redes sociais. Eles (os políticos) distorcem os fatos e criam um pânico moral. Um pastor ou padre dizer que homossexualismo é pecado, o que é um dogma da igreja, é diferente de difamar — disse ele.

Outro que pode enfrentar problemas semelhantes na campanha é o ex-ministro da Educação Fernando Haddad (PT), candidato à prefeitura de São Paulo, por causa do chamado “kit gay”, o polêmico material de combate à homofobia nas escolas. O kit seria distribuído pelo MEC mas foi vetado por Dilma depois da pressão dos deputados evangélicos.

Essa não será a primeira campanha pautada por debate moral. Nas eleições presidenciais de 2010, o candidato tucano José Serra, ex-ministro da Saúde, explorou a postura pró-aborto de sua adversária, a então candidata Dilma Rousseff. Em resposta, a petista afirmou que era contra a interrupção da gravidez mas que, se fosse eleita, encararia o tema como uma questão de saúde pública e social.

Neste ano o Secretário-geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), dom Leonardo Steiner já afirmou ser a favor de debater aborto e casamento gay nas eleições municipais.

Fonte: O Globo 

Conservadores cristãos vivem fazendo ligações entre homossexualidade e pedofilia, mas quem abusa de menores são eles!

sexta-feira, 20 de julho de 2012 0 comentários

Vim a mim as criancinhas

Embora a pedofilia seja um triste fenômeno que ocorre sobretudo no lar das crianças, perpetrado por pais, padrastos, avós, tios, primos e até irmãos, e fora de casa, na prostituição infantil, os conservadores religiosos costumam caluniar a população LGBT fazendo recorrentes ligações entre homossexualidade e pedofilia. 

Entretanto, fora dos ambientes já citados, é exatamente em espaços religiosos onde meninas e meninos correm mais risco de serem aliciados por padres e pastores. Os casos de pastores pedófilos é menos divulgado do que o de padres, portanto, façamos nosso dever cívico - porque pedofilia é crime - de divulgar alguns links de notícias sobre quem de fato abusa de menores.

Pastor estupra, mata e queima menina de 10 anos em Londrina
http://www.youtube.com/watch?v=vzLgxiXYAtA

Pastor estupra menina dentro da igreja.
http://www.youtube.com/watch?v=ft1JedN-GG8

Pastor Estupra, e engravida adolescentes a mando de Deus
http://www.youtube.com/watch?v=DXkqQz37MhM

Pastor Utilizava Técnicas de Hipnose para Seduzir...
http://www.youtube.com/watch?v=Dvq7_e7NEy8

Pastor é preso acusado de estupro de menores
http://www.youtube.com/watch?v=QdOwjPxhvJY

Pastor pedófilo Assembleia de Deus
http://www.youtube.com/watch?v=JlvRkJjOudE

Pastor é preso por tentativa de estupro de menor
http://www.youtube.com/watch?v=9JzAQ1kn69E

Pastor é preso por abusar de menina
http://www.youtube.com/watch?v=Xvd8xskLwRw

Evangélico abusa e mata menina de 9 anos
http://www.youtube.com/watch?v=fMrJ7soTi1E

Pastor e sua quadrilha invadem casa e matam 2 idosos
http://www.youtube.com/watch?v=ENAjmzzl5H0

Pastor Pedófilo em Teresópolis
http://www.youtube.com/watch?v=jS2zFUt3_6Y

Pastor evangélico é enquadrado na Lei Maria da Penha
http://www.youtube.com/watch?v=lx1EQnvRrYA

Pastor acusado de estupro é preso em porto Velho
http://www.youtube.com/watch?v=B9_l90NP_cs

Pastor é preso suspeito de abusar de mais de 40 menores
http://www.youtube.com/watch?v=Wc9R-oQ1E-w

Fonte: dados fornecidos por Robson Silva

Clipping: Conselho de Medicina autoriza casal lésbico a fazer inseminação em GO

quinta-feira, 19 de julho de 2012 0 comentários

Michelle e Thayse já planejam o segundo filho (Foto: Humberta Carvalho/G1)

Uma delas doará óvulo e, após fertilização, embrião será gestado pela outra. Decisão é inédita no estado; próximo passo é conquistar dupla maternidade.

Humberta Carvalho
Do G1 GO


Um casal homoafetivo formado por duas mulheres conseguiu, junto ao Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego), o direito de se submeter às técnicas de reprodução assistida. Na decisão inédita do Cremego, assinada pelo médico conselheiro parecerista Aldair Novato Silva, consta que uma delas poderá participar da gestação com a fertilização de seus próprios óvulos - a partir de inseminação artificial com sêmen de doador - e que os embriões poderão ser transferidos para o útero da companheira.

O pedido da assistente administrativa Michelle Almeida Generozo, 34 anos, e da professora Thaise Prudente, de 28, foi protocolado em 8 de junho de 2011, mas a decisão só saiu no dia 31 de maio deste ano. Segundo Michelle, ela será a doadora dos óvulos e a companheira Thaise é quem dará prosseguimento à gravidez.

Por problemas de saúde, Michelle não pode oferecer o óvulo para que fosse fecundado de imediato. Por isso, Thaise passou por um procedimento de inseminação artificial comum no último dia 29 de junho. O resultado para saber se a técnica de reprodução foi bem sucedida deve sair na sexta-feira (13). “Já estou me sentindo grávida”, afirma Thaise.

Mesmo não podendo doar seu óvulo para a geração do primeiro filho, Michelle já planeja o segundo herdeiro: “Nossa ideia inicial não foi realizada, mas na próxima vez queremos compartilhar a gravidez, eu fazendo a doação do óvulo e ela, a gestação”, planeja Michelle.

O sêmen que fecundou o óvulo de Thaise veio de um banco de espermatozoides de São Paulo. O custo de armazenamento e transporte foi de R$ 2.600, fora os R$ 1.900 gastos em outras despesas, como clínica e remédios. O procedimento foi realizado no Hospital das Clínicas, em Goiânia, onde elas residem.

Sonho
Juntas desde 2006 e com a união estável já concretizada, Michelle e Thaise sempre sonharam com a maternidade. “Antes de qualquer coisa, somos uma família, não como as outras, porque em muitas tem discórdia, traição, deslealdade, na nossa tem muito amor. A melhor coisa do mundo é ter uma mãe, imagina ter duas”, declara a professora Thaise.

Para a advogada e presidente da Comissão de direito Homoafetivo da Ordem dos Advogados Brasileiros em Goiás (OAB-GO), Chyntia Barcellos, a vitória do casal é uma conquista para todos os homossexuais do país: “A decisão é um grande avanço em Goiás e ela está amparada pela resolução do Conselho Federal de Medicina, que permite qualquer pessoa a se submeter à técnica de reprodução assistida. Essa resolução abriu essa brecha de que todos os casais podem, sim, buscar o direito à prole. E isso é um exemplo para todo o Brasil”.

“Este foi mais um passo conquistado. Queremos que as pessoas fiquem sabendo, porque muitas também têm esse sonho e, agora, sabem que podem realizar”, declara Michelle.

Dupla maternidade
Esta, porém, foi apenas a primeira batalha vencida pelas futuras mães. O próximo passo é conquistar, na Justiça, a dupla maternidade da criança. “Acreditamos que a decisão será favorável. Mas, infelizmente, o Poder Legislativo está aquém dos novos modelos de família”, lamenta Thaise.

Para a advogada Chyntia, a tendência da Justiça é ser a favorável ao pedido de dupla maternidade: “Essa decisão do Cremego vai interferir favoravelmente no reconhecimento da dupla maternidade da criança que provavelmente nascerá. Isso já é uma realidade. Existem várias decisões espelhadas pelo país”.

Ela lembrou, também, que a permissão do conselho só foi possível graças à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2011, que reconheceu a união afetiva como entidade familiar. “Com a decisão do STF, esse novo caminho se tornou possível e provável. É uma grande conquista, mas não deixa de ser uma luta para os casais homossexuais, pois eles não podem recorrer imediatamente ao cartório de registro civil para ter reconhecida a dupla maternidade ou a dupla paternidade”, reconhece Chyntia.

Fonte: G1

Respeito aos direitos dos homossexuais é um dos critérios vigentes para a adesão à União Europeia

quarta-feira, 18 de julho de 2012 0 comentários

Respeito aos direitos dos homossexuais é um dos critérios vigentes para a adesão à União Europeia.

Respeito à homossexualidade

A Comissão Europeia afirmou que o respeito aos direitos dos homossexuais é um dos critérios vigentes para a adesão à União Europeia.

Em nota divulgada pela comissão, foram citados os assim chamados Critérios de Copenhague, estabelecidos em 1993, que um país deve cumprir para se tornar membro da UE , e o artigo 2 do Tratado da União Europeia, que proíbe discriminação contra minorias. Também foram ressaltados os artigos 10 e 19 do mesmo tratado e o 21 da Carta Europeia dos Direitos Fundamentais, que proíbem explicitamente a discriminação contra a orientação sexual de cada cidadão.

“Os direitos dos Gays, Lésbicas, Bissexuais e Trangêneros (GLBT) fazem parte integral tanto do critério político de Copenhague de adesão à UE como do regime jurídico para combater a discriminação. Ambos são monitorados de perto pela Comissão Europeia, que divulga anualmente um relatório sobre os progressos registrados nos países candidatos a aderir à UE, no que se refere à situação do grupo LGBT”, ressaltou a Comissão Europeia.

A nota da Comissão Europeia foi enviada ao EUobserver, em resposta a uma questão levantada durante entrevista com um clérigo armênio.

A Armênia, país extremamente cristão, onde a Igreja tem mais poderes do que em outros países europeus também com raízes cristãs, tem aspirações para se tornar membro da União Europeia.

A homossexualidade não é ilegal no país, mas, de acordo com um recente estudo feito pela organização ILGA-Europe, com sede em Bruxelas, a situação na Armênia só é melhor do que a da Moldávia e Rússia, em termos de proteção jurídica aos europeus que fazem parte do GLBT.

As leis armênias não proíbem a discriminação baseada na orientação ou identidade sexual. Elas não reconhecem nenhuma forma de relacionamento entre pessoas do mesmo sexo, de acordo com o estudo da ILGA-Europe. Esta posição jurídica se reflete no sentimento popular.

Pessoas que participaram de uma pequena manifestação pró-tolerância, em Yerevan, capital da Armênia, em 21 de maio, afirmaram que a polícia impediu que outros manifestantes contra homossexuais atrapalhassem a manifestação. Eles gritavam slogans contra os gays e se referiam a eles como uma doença e uma ameaça para as crianças. Na mesma noite, vândalos destruíram um dos poucos bares que aceitavam a entrade de gays.

A fim de justicar sua visão “antigays”, três padres se manifestaram em público, relembrando a passagem bíblica sobre a destruição de Sodoma e Gomorra. De sua parte, o bispo Hovakim Manukyan, representante ecumênico da Igreja Católica da Armênia, foi claro: “Nossa cultura não aceita homossexuais. Com isso quero dizer que nós não rejeitamos a pessoa, mas, sim, o pecado e como armênios somos livres para pensar assim”. Esta afirmação foi feita durante uma recente entrevista dada ao EUobserver, em Etchmiadzin, sede oficial da Igreja armênia.

O bispo armênio ressaltou ainda que eles defendem os direitos humanos básicos, mas os direitos dos gays são um “tema secundário”, no qual a diferença de opinião deve ser permitida. “Nossas diferenças culturais devem ser respeitadas… Neste tipo de questão não há um consenso europeu. A Europa não se restringe apenas à Europa Ocidental. A Polônia, por exemplo, é um país extremamente cristão, como a Romênia, a Bulgária e a Sérvia. A Armênia é mais próxima destes países neste tipo de questão”, explicou o bispo Hovakim Manukyan.

Em alguns casos, países candidatos a aderir à UE ou tentam negociar a exceção de determinadas leis, ou pedem um período de transição para implementar partes mais delicadas.

Mas, para Ulrike Lunacek, política austríaca e lésbica assumida, além de co-presidente do grupo GLBT do Parlamento Europeu, isto não quer dizer que os países podem escolher os valores que querem adotar.

“A adesão à UE de países candidatos não será possível se certos direitos não se tornarem lei e forem colocados em prática. A não discriminação no setor trabalhista, por exemplo, se tornou parte da exigências”, afirmou Ulrike, citando as diretivas sobre a não discriminação a partir de 2000.

“A proteção às paradas do orgulho gay é hoje em dia um tema frequente de monitoramento nos relatórios da comissão que avalia os progresso dos países candidatos à adesão”, ressaltou Ulrike Lunacek, acrescentando ainda que as instituições da UE deveriam trabalhar com países conservadores, em vez de colocar obstáculos.

“A União Europeia representa cooperação e não confrontação, abertura em vez de medo... E isso é muito bom”, concluiu Ulrike.

Fonte: Independent European Daily Express

Casamento de mulheres no programa Na Moral

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Pedro Bial e as noivas, Simone e Aline (Foto: Na Moral / TV Globo)

Pedro Bial caprichou no visual para gravar um programa especial na tarde de sábado. Aline e Simone, juntas há 17 anos, oficializaram a união no palco do Na Moral e emocionaram plateia e convidados.

O programa, que vai discutir as polêmicas que envolvem as relações homoafetivas, terminou em grande festa, após a Desembargadora Maria Berenice Dias celebrar a união. Nos bastidores, Simone desabafou que a realização deste sonho aconteceu graças ao programa, já que as duas não tinham condições financeiras para promover a união civil.

Não perca! Este programa vai ao ar na próxima quinta-feira, 19 de julho, logo após a novela Grabiela (passa às 23:00)

Fonte: Na Moral

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