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Casal de mulheres executado na frente da filha de dois anos no Pará

quarta-feira, 25 de abril de 2018 0 comentários


Casal homossexual é executado na frente da filha de dois anos

Duas mulheres foram mortas a tiros dentro da casa delas, no início da tarde desta quinta-feira (19), na rua Santa Clara, no bairro do Icuí-Guajará, em Ananindeua (Pará). A filha de uma delas, de dois anos, presenciou o crime.

De acordo com informações iniciais da Polícia Militar, o duplo homicídio ocorreu por volta das 13h30. As duas vítimas - identificadas como Ana Beatriz e Ana Clara, que seriam um casal - tiveram a casa invadida. O portão foi arrebentado, e elas foram mortas dentro do imóvel.

Segundo testemunhas, os responsáveis eram quatro homens que estavam dentro de um carro vermelho.

A menina, de apenas dois anos de idade, que presenciou a cena de violência, foi resgatado por policiais militares e encaminhada para o Conselho Tutelar.

(DOL com informações de Denilson D’Almeida/Diário do Pará)

Fonte: Diário do Pará Online, 19/04/2018

Casal de mulheres agredido em ônibus alega homofobia

quinta-feira, 12 de abril de 2018 0 comentários


Homofobia em ônibus motiva agressão a passageiras


Duas jovens foram agredidas por um motorista de ônibus na tarde de terça-feira, no Jardim Morada do Sol, em Indaiatuba. O fato teria ocorrido por um erro de comunicação entre eles, aliado, segundo as vítimas e a mãe de uma delas, a homofobia, devido a ambas formarem um casal.

Segundo o boletim de ocorrência registrado na Delegacia de Defesa da Mulher da cidade, elas adentraram o veículo (da linha 310) no ponto inicial do trajeto, no Jardim Oliveira Camargo. A ideia era descer próximo ao Supermercado Sonda, perto do Jardim Pau Preto, onde residem, porém o coletivo chegou ao Jardim Morada do Sol, local que encerra o percurso. Nesse momento, A.R.C.J, de 46 anos, pediu que todos deixassem o ônibus. O condutor informou que para permanecer, Beatriz Petenão Pereira, de 19 anos, e Carmem Roberta dos Santos, de 22, precisariam pagar novamente. Elaine Rita Petenão, mãe de “Bia”, diz que a dupla não recusou e passou outra vez o cartão do transporte público.

Ao voltarem para o interior do coletivo, ela diz que sua filha e a companheira foram hostilizadas, pois o motorista agiu com arrogância e disse que elas não poderiam estar no ônibus “dele” e falou para Carmem, que se ela “se veste como um homem, deve apanhar como um”.

Revoltadas, as garotas avisaram que iriam reclamar na empresa de transporte. Em seguida, aconteceram as agressões. Carmem foi atacada primeiro, tendo levado um murro na boca, que quebrou um de seus dentes, além de ter a blusa rasgada no confronto.

Beatriz tentou intervir e foi golpeada com socos na boca, cabeça, olhos e barriga. O registro policial indica ainda que ao longo do ato, o indivíduo proferiu inúmeros xingamentos, utilizando palavras como “piranha” e “puta”. Ao ver a confusão, populares acionaram a Guarda Municipal, que conduziu todos à delegacia. Aos 48 anos, a professora Elaine, relembra que a situação foi “terrível” e que quando chegou foi ironizada pelo agressor, que riu dos acontecimentos e falou que não iria sofrer as consequências.

Divulgação Uma das jovens mostra ferimento 
que  sofreu; caso agora está na Justiça
  
Beatriz e Carmem foram até o Hospital Augusto de Oliveira Camargo (Haoc) e após receberem os devidos cuidados foram liberadas, no início da noite. O caso foi registrado como lesão corporal e injúria. As vítimas tem prazo de seis meses para representar contra o autor do fato, o que já está sendo providenciado, segundo a educadora.

Elaine diz que já contratou um advogado e que pretende levar o acontecimento até as últimas consequências. “As pessoas precisam amar mais o ser humano e não se ater a rótulos”, diz, enfatizando que quem não entende a opção sexual alheia, provavelmente, tem “demência”. Orgulhosa da filha que tem, ela ressalta: "É duro saber que essa violência foi originada por homofobia”.

Motorista demitido

Em nota, a Sou Indaiatuba certificou que está ciente do incidente e que se trataria de um fato isolado, “que não corresponde aos padrões de conduta que exigimos de nossos colaboradores”. Por isso, “o motorista em questão foi demitido imediatamente por justa causa e a empresa se dispôs a prestar a necessária assistência às passageiras”.

A organização encerra dizendo ser “a favor da diversidade étnica, social e de gênero e repudia totalmente qualquer tipo de preconceito ou discriminação”.

O motorista se defende dizendo que quando as meninas embarcaram no ônibus não questionaram o local da parada final da linha, motivo que gerou o desentendimento. Neste momento, ele alega que solicitou que ambas descessem, porém elas se recusaram e partiram para a agressão física. Ele, entretanto, confirmou que desferiu socos com o objetivo de se resguardar.

Fonte: Correio, por Daniel de Camargo, 12/04/2017

Após pedido de casamento, jovem é assassinada pelo pai da namorada

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018 0 comentários

Lésbica é assassinada pelo pai da namorada ao tentar fazer pedido de casamento

Anne Mickaelly era natural de Presidente Dutra, no Maranhão.

Uma jovem de 23 anos foi assassinada a facadas na noite desse sábado (7), na quadra 519 de Samambaia. O principal suspeito de cometer o crime é um homem de 46 anos, pai da garota com quem a vítima mantinha um relacionamento amoroso. Anne Mickaelly havia ido à casa da namorada para pedi-la em casamento.

No local, antes de fazer o pedido, Mickaelly soltou alguns fogos de artifício. Irritado, o suspeito pegou uma faca e correu atrás da vítima. Ao ser alcançada após alguns metros de corrida, ela foi esfaqueada na cabeça e no rosto. A jovem morreu no local e o homem fugiu. Ele permanece foragido.

Jose Eduardo Galvão, delegado responsável pelo caso, diz que vários vizinhos foram ouvidos e confirmaram terem visto o homem atacando a jovem. Galvão disse que o suspeito já tinha passagens pela polícia, mas nada relacionado a homicídio. 
Era uma coisa que ele não esperava [o pedido de casamento] e não reagiu bem. Agora vai ter que pagar por isso”.
Anne Mickaelly era natural de Presidente Dutra, no Maranhão. Ela estava em Brasília a passeio e, segundo o delegado, não tem parentes na capital. Amigos foram ouvidos e confirmaram o relacionamento entre a vítima e a filha do acusado.

Fonte: Jornal de Brasília, 08/01/2018


Pistolas Rosa contra ataques homofóbicos

quarta-feira, 25 de outubro de 2017 0 comentários


Contra-ataque - 'Pink Pistols' se armam contra efeito Trump
Gays se reúnem em grupos que defendem o porte de armas contra ataques homofóbicos

“Gays armados não são espancados” é um dos lemas do Pink Pistols, grupo LGBT que prega o porte de armas como defesa. Seu apelo ganhou força com o ataque a tiros que deixou 49 pessoas mortas em uma casa noturna gay em Orlando, no ano passado, e a emergência de grupos neonazistas e defensores da supremacia branca embalados pela vitória de Donald Trump, em novembro.

A autodefesa foi a motivação da lésbica Gwendolyn Patton, que ingressou no Pink Pistols em 2001. Hoje, ela é a porta-voz da entidade, que propaga a ideia de que a comunidade LGBT tem de se armar. 
Nosso objetivo é fazer com que os gays nos EUA não sejam um alvo fácil para alguém que queira cometer um crime de ódio. Queremos mostram que nem todos os gays apanharão passivamente.”
Patton disse que o interesse pela organização cresceu após o massacre na casa noturna Pulse, no qual os gays representaram o maior número de vítimas. Em seu site, a entidade lista subsidiárias em 51 cidades, entre as mais recentes está a de Charlottesville, onde ocorreram manifestações neonazistas e de supremacistas brancos. 
A página do Pink Pistols no Facebook tem 8.700 seguidores, mas Patton acredita que o número seja maior. No passado, eles estavam no armário, agora eles estão no cofre”, disse ela, em referência a gays que não declaram ser portadores de armas.
Grupos como o Pink Pistols e o Trigger Warning Queer são minoritários dentro do movimento LGBT. As principais organizações defendem a imposição de controles, entre os quais restrições no acesso a fuzis de estilo militar.

A vitória de Trump também levou ao aumento na busca de armas pelos negros. Fundada em 2015, a Associação Nacional Afro-Americana de Armas viu seu número de subsidiárias passar de 4 para 48, a maior parte das quais abertas neste ano.

Fonte: Estado de São Paulo, Claudia Trevisan, 24/10/2017

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