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Nadia Bochi, do programa Mais Você, da Rede Globo, relata como se assumiu lésbica

quinta-feira, 7 de junho de 2018 0 comentários

Repórter Nadia Bochi e a apresentadora Ana Maria Braga | Foto: Reprodução Facebook

Repórter se assume lésbica e denuncia assédio de chefe na TVNa Rede Globo há 15 anos, repórter do programa Mais Você falou sobre o assunto nas redes sociais

A repórter do programa Mais Você, da rede globo, Nadia Bochi, publicou um texto em suas redes sociais onde fala sobre sua orientação sexual, e casos de machismo e assédio que já sofreu no trabalho.

No relato, ela diz que se reconheceu lésbica em uma época difícil em que homossexualidade era considerado doença pela Organização Mundial de Saúde.
Parece distante, mas isso tudo foi ontem, nos anos 90. Década em que comecei a trabalhar como jornalista em um dos canais de TV a cabo mais importantes do mundo (a HBO) e tive o a oportunidade de descobrir que era possível ser gay e viver fora do armário”.
A jornalista ainda contou as situações de assédio e homofobia que enfrentou no ambiente de trabalho.
Lembro da vez triste em que fui assediada por um chefe que insistia em, além de me beijar, questionar minha escolha de amar mulheres. Não permiti que o beijo acontecesse. Principalmente não deixei que aquele ato de violência colocasse em dúvida quem eu era, desabafou”.
Leia o relato na íntegra:

Me reconheci lésbica numa época em que ser homossexual não tinha nenhum glamour. Não existia beijo gay nas novelas, pelo contrário as lésbicas explodiam junto com os prédios. Aliás, até no cinema era difícil demais encontrar algum tipo de casal que me representasse. Tive que inventar o imaginário que não existia fora da ficção, bem lá na realidade crua onde a palavra homossexualismo ainda era nome de doença, segundo a Organização Mundial de Saúde. Parece distante, mas isso tudo foi ontem, nos anos 90. Década em que comecei a trabalhar como jornalista em um dos canais de TV a cabo mais importantes do mundo (a HBO) e tive o a oportunidade de descobrir que era possível ser gay e viver fora do armário.

Na HBO Brasil, um quarto da redação era queer e esses meus colegas não só amavam pessoas do mesmo sexo, como falavam sobre seus afetos ali, entre uma pauta e outra, ao telefone, no almoço. Era como se fosse fácil ser feliz e de fato era. E deveria ser assim pra todo mundo! Sei do privilégio que tive e é desse lugar que escrevo até hoje.

Em todas as empresas em que trabalhei havia um grau seguro de regras contra o preconceito e a discriminação de qualquer natureza. Mas reforço que sei que vivo a exceção.

Num país desigual como o nosso, sou consciente da sorte de ter descoberto, com 19 anos que era possível viver a minha sexualidade sem medo e tenho feito isso até hoje em todas as minhas relações afetivas. Levo essa coragem pra todos os lugares, porque felizmente aprendi cedo que é possível ser livre.

Independentemente do tipo de trabalho que realizamos, nossa alma tá ali. Não importa se nosso talento é artístico, burocrático ou técnico. Levamos quem somos pra todas as nossas ações no mundo. Por isso é tão importante poder ser o que se é.

Algumas vezes tive que colocar a prova minhas convicções. Enfrentei situações de assédio, como a maioria das brasileiras. E acreditem, quando isso acontece com uma mulher lésbica a violência é muito cruel porque além do ato ser machista é homofóbico. Lembro da vez triste em que fui assediada por um chefe que insistia em, além de me beijar, questionar minha escolha de amar mulheres. Não permiti que o beijo acontecesse. Principalmente não deixei que aquele ato de violência colocasse em dúvida quem eu era. E mais uma vez, sei e reafirmo que tive muita sorte.

Há 15 anos sou repórter da GLOBO e entro na casa de milhões de pessoas com tudo que me constitui: meu profissionalismo, sensibilidade, a voz, os ouvidos e também o meu jeito de amar.

Ando de mãos dadas com a minha namorada nas ruas. E uma das descobertas mais felizes que tive é que muitas pessoas simplesmente não se importam com isso. Sinto um prazer sem igual quando alguém para a gente no meio de um abraço pra pedir uma foto e ainda pede desculpas por interromper com tanto carinho uma demonstração de amor.

Nunca tive que esconder, nem mesmo das pessoas mais preconceituosas minha orientação sexual e me encho de alegria em dizer que na maioria das vezes tenho sido respeitada por isso.

Quando minha amiga Maô Guimarães, uma das pessoas mais brilhantes e tímidas que eu conheço me convidou pra escrever sobre como é ser gay no trabalho, achei importante contar meu caminho.

Ela igualmente escreveu a história dela e é libriana como eu. Também tem uma namorada que ela ama e um trabalho que valoriza o fato dela ser exatamente como ela é. Somos duas mulheres que tem a chance de viver nossa afetividade sem pudores. E se essa realidade ainda não é para todas e todos, é por isso que hoje escolhemos ser vozes reais. Testemunho vivo, necessário e militante! Porque é urgente poder ser tudo que somos, mais do que nunca e sem nenhum direito a menos.

Fonte: Jornal Opção, 07/06/2018 

Monica Tereza Benício, viúva de Marielle Franco, dá entrevista ao Fantástico

domingo, 18 de março de 2018 0 comentários

Monica Tereza Benício e Marielle Franco

Por sua brutalidade, o assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, do PSOL/RJ, impactou a sociedade brasileira. Na quarta-feira, dia 14/03, o carro onde estava, vinda de um encontro de mulheres negras, foi alvejado por 9 tiros, 4 atingindo sua cabeça e outros 3, as costas do motorista Anderson Pedro Gomes. Acredita-se que tenha sido executada por milícias, com base no fato de ter feito críticas públicas a batalhão policial que cometia abusos de autoridade em Acari, comunidade da zona norte do Rio. Mas outras hipóteses ainda não foram descartadas, já que a investigação continua e tem tempo de 2 meses para ser finalizada.

Seja quem tenha sido o autor da execução, ceifou a vida de uma vibrante ativista pelos direitos humanos que encarnava ela própria muitos grupos discriminados: era mulher, negra, originária da favela e lésbica. Dessas características, a menos visibilizada pela imprensa foi o fato de namorar uma mulher. Seus últimos anos, porém, foram vividos ao lado da arquiteta Monica Tereza Benício, a quem considerava “minha companheira de vida e amor, a primeira mulher que beijei”.

Muito se especulou sobre as razões de Monica não ter dado declarações nas múltiplas manifestações em homenagem à sua companheira, apontando-se inclusive uma possível lesbofobia da imprensa. Contudo, segundo o site da revista Claudia:
Reclusa desde o assassinato da companheira, Monica, compreensivelmente, não quer conceder entrevistas ou declarações. Nos perfis de Marielle em suas redes sociais, estão as lembranças de um relacionamento feliz –as duas aparecem sorrindo e apaixonadas, em viagens, shows, entre amigos, com a filha adolescente da vereadora e também nas paradas LGBT.
Monica e Marielle, tendo o complexo da Maré ao fundo,
em comemoração do aniversário do Rio de Janeiro.

Monica parece, porém, ter resolvido quebrar o silêncio e dar entrevista para a jornalista Renata Ceribelli, durante o Fantástico deste domingo (18/03). No vídeo abaixo, do Fantástico, ela aparece muito emocionada, afirmando que ainda não consegue acreditar que Marielle não vai voltar para casa.

Segundo o site da revista Cláudia, a parlamentar, em suas declarações sempre usava a hashtag #NossasFamíliasExistem, em referência ao Estatuto da Família, que define a família apenas como a união entre homem e mulher. Mônica por sua vez, correspondia com comentários como “entre tantas vidas, que sorte a nossa”.

Também, naquele que é considerado seu último pronunciamento público antes do crime que tirou sua vida, Marielle, ao finalizar sua fala, citou a escritora caribenha Audre Lorde, negra, feminista e lésbica como ela: 
Eu não sou livre enquanto outra mulher for prisioneira. Mesmo que as correntes dela sejam diferentes das minhas. Por isso vamos juntas lutando contra toda forma de opressão”.
Marielle presente!

"Twenties": primeira série de TV focada em uma lésbica negra

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018 0 comentários

Lena Waithe, em "Master fo None" (Reprodução/Netflix)


Vem aí a primeira série de TV focada em uma lésbica negra
"Twenties" é uma criação de Lena Waithe, que já ganhou um Emmy pelo roteiro de "Master of None".

A gente já viu algumas lésbicas negras brilhando nas séries de TV, como em “Orange Is The New Black”, “The Fosters” e até mesmo na saudosa “The L Word”, mas elas sempre aparecem em tramas com múltiplos personagens centrais ou são coadjuvantes, como no caso de “Master of None” e “Sense8”.

Mas isso está prestes a mudar, como anunciou a emissora TBS recentemente. O canal está trabalhando numa série chamada “Twenties”, criada pela atriz e roteirista Lena Waithe. Lésbica assumida, Lena é hoje uma das mulheres negras mais influente da TV americana.

 (Alberto E. Rodriguez/Staff/Getty Images)
Vencedora do Emmy pelo roteiro de “Master od None”, ela também é ativista nos movimentos negro e LGBT e muita gente já suspeitava que um projeto como esse estaria prestes a ser anunciado. Detalhes da série ainda não foram revelados, mas sabe-se que ela vai acompanhar a trajetória de uma mulher negra lésbica.
Eu sempre quis contar uma história em que uma negra lésbica fosse a protagonista e sou muito grata a TBS por me dar uma plataforma para contar essa história. Personagens negros LG vêm sendo coadjuvantes por muito tempo. Já é hora de a gente finalmente ganhar foco”, disse Lena, que escreveu o roteiro da série quase dez anos atrás. 
Como é de praxe em produções desse tipo, por enquanto apenas o piloto da série foi encomendado pela TBS e, a partir dele, a emissora irá decidir se vai colocar a atração no ar. Já estamos torcendo para que “Twenties” chegue logo à TV!

Fonte: M de Mulher, por Júlia Warken, 25/02/2018

Número recorde de personagens LGBTQ na TV americana

segunda-feira, 13 de novembro de 2017 0 comentários

Cena da série 'BoJack Horseman', da Netflix Foto: Divulgação
Cena da série 'BoJack Horseman', da Netflix - Divulgação

Estudo registra número recorde de personagens LGBTQ na TV americana
Relatório analisou que, apesar do crescimento, a maioria dos representantes desta categoria são homens brancos

Um estudo realizado por uma organização americana revelou que dos 901 personagens que aparecem nos principais programas da TV aberta dos EUA, 58 são gays, lésbicas, bissexuais, trans ou queer. Em comparação aos relatórios anteriores, esse número é considerado um recorde — houve um crescimento de 28 personagens representantes da comunidade LGBTQ em relação ao ano passado.

Apesar da boa notícia, o GLAAD (Gay and Lesbian Alliance Against Defamation) lembra que boa parte desses personagens são pessoas de pele branca e predominantemente homens.

O relatório, batizado de "Where We are on TV" (Onde estamos na TV, em tradução livre), também avaliou os números dos personagens LGBTQ presentes em programas dos serviços de streaming. Segundo os dados, 77% dos 70 personagens gays, lésbicas, bissexuais, trans ou queer desta categoria são brancos. O problema, no entanto, se estende entre todos os meios analizados — TV aberta, streaming e TV a cabo. 

Segundo a presidente da organização, Sarah Kate Ellis, o dado se torna ainda mais importante durante o governo do presidente Donald Trump. "Enquanto a administração de Trump está tentando diminuir a visibilidade das pessoas LGBTQ, estamos ocupando cada vez mais espaços na TV americana", afirmou ela a "Variety". "Nesses tempos, mostrar a representatividade é mais importante do que nunca. Vamos mudar o curso da história", finalizou. 

Outra informação divulgada pelo relatório do GLAAD é que, pela primeira vez na história, foram registrados personagens não-binários e assexuados que fazem parte do elenco regular dos programas. A única plataforma que não possui um personagem assexuado é a TV aberta. Tanto a TV a cabo, quanto o streaming têm seus representantes: Raphael, de "Shadowhunters", e Todd, de "BoJack Horseman". 

Nas três plataformas, há apenas 17 personagens trans — oito são mulheres trans, quatro são homens trans e outros quatro são não-binários. O relatório também destacou que apenas dois personagens em todas as três plataformas são portadores do vírus HIV.

Fonte:  Globo, 09/11/2017

Prefeito de Criciúma (SC) diz que reportagem do Fantástico sobre liberdade na educação infantil é estímulo à viadagem

segunda-feira, 16 de outubro de 2017 0 comentários


Postagem do prefeito de Criciúma, SC, sobre reportagens causa polêmica
Clésio Salvaro fez comentário sobre notícias veiculadas no 'Fantástico'. Comunidade LGBT pede retratação.

Uma postagem do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), em uma rede social causou polêmica na cidade do Sul catarinense. Ele fez um comentário sobre as duas reportagens veiculadas no Fantástico (08/10/2017) que abordam questões de gênero, liberdade de expressão e religião.

O prefeito diz ter se arrependido e apagou o que escreveu. A comunidade Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) de Criciúma pediu uma retratação, como mostrou o Jornal do Almoço dessa quinta-feira (12).

Na postagem, o prefeito escreveu: "que pouca vergonha essa reportagem agora há pouco no Fantástico, sobre meninos e meninas. Um verdadeiro estímulo à viadagem!!!".😝

A publicação foi feita na página oficial do prefeito de Criciúma logo depois que uma dessas reportagens foi ao ar, no domingo (8).

A assessoria do prefeito confirmou que ele escreveu mesmo a postagem e disse que Salvaro apagou o post porque se arrependeu. Ele disse que não vai se manifestar sobre o caso.

A União Nacional LGBT (UNA LGBT) se manifestou também pelas redes sociais após a publicação do prefeito. Em entrevista ao Jornal do Almoço, o presidente da entidade, Luccas Gonçalves, afirmou que a comunidade quer uma retratação por parte do prefeito.
Eu acho que ninguém espera isso de um líder, de um gestor público porque a gente espera que um gestor olhe para todas as camadas da sociedade sem diferenciação. A comunidade LGBT recebe isso de uma forma muito triste e a gente espera uma retratação por parte do prefeito. Porque acho que é o mínimo que ele poderia fazer. Tudo bem ter uma opinião, não é crime. Mas quando essa opinião é ofensiva e quando não há o conhecimento sobre o que se está falando, acho que é uma coisa muito grave, que ele deveria rever", afirmou o presidente.
Fonte: G1, Criciúma, por NSC TV, 12/10/2017

Para retratar homofobia dos anos 90, a série American Crime Story reviverá o assassinato do estilista Gianni Versace

quarta-feira, 16 de agosto de 2017 3 comentários

Edgar Ramírez interpretará o estilista Gianni Versace

Série sobre assassinato de renomado estilista italiano quer mostrar 'homofobia da época'
'Gianni Versace: American Crime Story' contará a história da misteriosa morte de Gianni Versace

A série The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story, sobre a morte do célebre estilista italiano, com Penélope Cruz e Ricky Martin, vai retratar "a homofobia da época", explicou seu produtor, Ryan Murphy.

Gianni Versace, interpretado pelo sex symbol venezuelano Edgar Ramírez, já era dono de um império de luxo quando foi assassinado nas escadas de sua exuberante mansão em Miami Beach em julho de 1997, aos 50 anos, por Andrew Cunanan, por motivos que até hoje são um mistério.

Cunanan assassinou pelo menos outras cinco pessoas, uma após a outra, e se suicidou poucos dias após ter matado o carismático estilista.
Andrew Cunanan conseguiu cruzar o país e escolher suas vítimas, a maioria homossexuais" sem que nada interferisse em seu plano "devido à homofobia da época", garante o produtor da minissérie American Crime Story, cuja primeira temporada reconstruiu o julgamento de O.J. Simpson e foi aclamada pela crítica, além de receber vários prêmios.
Versace "tinha dado uma entrevista com seu parceiro e por isso foi morto" pelo serial killer, afirmou o coprodutor, Brad Simpson, numa coletiva da emissora FX, no seminário da Associação de Críticos de Televisão (TCA, em inglês).
 
Ricky Martin viverá Antonio D'Amico, namorado de Versace 

O namorado de Versace é interpretado na série pelo cantor Ricky Martin. Penélope Cruz dá vida à irmã do estilista, Donatella.
Gianni era muito compulsivo com o trabalho, quase obsessivo, mas no resto da vida era ao contrário. Comia uma banana e jogava a casca no meio do chão, tomava uma ducha e deixava a toalha largada", e Antonio D'Amico, seu parceiro, sempre estava lá para cuidar dele, lembra Ricky Martin.
Sua história de amor "me toca de maneira muito pessoal, estou muito feliz por ter podido viver isso", disse o porto-riquenho, visivelmente emocionado.

O "docudrama" que será exibido pela FX no ano que vem é uma adaptação de um livro escrito pela jornalista Maureen Orth, que afirma que Versace era portador do vírus da aids.

Ryan Murphy lembra que "naquela época você podia perder tudo se tivesse HIV". Boa parte da série foi rodada na luxuosa mansão do estilista na costa de Miami. Outra parte material ainda está sendo gravada nos estúdios da Fox em Los Angeles, onde a mansão foi minuciosamente recriada, inclusive as extravagantes pinturas de inspiração greco-romana.

A série de TV também recriou os desfiles de moda da marca de Versace.

A terceira temporada de American Crime Story vai tratar do furacão Katrina e a lenta resposta das autoridades dos Estados Unidos diante da catástrofe.

Fonte: Estadão, 12/08/2017

Discriminação sofrida quando saiu do armário, levou Ellen DeGeneres à depressão profunda

segunda-feira, 14 de agosto de 2017 0 comentários

A apresentadora Ellen DeGeneres diz ter entrado em depressão pelo bullying que sofreu em Hollywood quando revelou ser lésbica. Foto: Reuters / Jonathan Ernst

Ellen DeGeneres diz ter entrado em depressão pelo bullying que sofreu em Hollywood
A apresentadora revelou ser lésbica em 1997 e sofreu com as reações do público e de colegas de profissão

A apresentadora Ellen DeGeneres revelou que passou por depressão profunda por conta do bullying que sofreu após revelar ser lésbica, em 1997. “Todo o bullying que sofri [em Hollywood] quando revelei ser lésbica compensou a falta dele na minha infância”, disse Ellen à revista norte-americana Good Housekeeping. O depoimento foi reproduzido pela revista People, que teve acesso a trechos da entrevista que serão publicados na edição de setembro da Good Housekeeping.
Eu me mudei de Los Angeles, entrei em uma depressão profunda e tive que visitar terapeutas e tomar antidepressivos pela primeira vez na minha vida”, revelou a apresentadora.
Todo o processo de Ellen para se revelar lésbica foi alvo de intensa cobertura da imprensa na época. A apresentadora concedeu entrevistas à revista Time e a programas como o comandado pela apresentadora Oprah Winfrey. Outro passo que causou comoção foi o episódio The Puppy Episode, da série Ellen, que foi ao ar em abril de 1997. Nele, a personagem principal Ellen Morgan (interpretado por DeGeneres) também revelou ser gay. Apesar de aproximadamente 44 milhões de pessoas terem assistido ao episódio, quase três vezes a audiência normal, a série foi cancelada um ano depois.
Foi um momento assustador e solitário”, disse Ellen sobre o cancelamento da série. “Eu trabalhei incessantemente por 30 anos e, em um piscar de olhos, eu não tinha mais nada. Eu fiquei brava porque senti que foi uma injustiça comigo, eu era a mesma pessoa de antes de revelar que era lésbica”, desabafou.
Eventualmente eu comecei a melhorar: fiz meditação, me exercitei e comecei a escrever novamente. Hoje eu não acredito como saí daquele buraco e onde cheguei”, disse a apresentadora sobre o bem-sucedido The Ellen DeGeneres Show e sobre ter apresentado a premiação do Oscar em 2014. “Atualmente eu não ligo para o que as pessoas falam de mim. Meu lema é: ‘você pode estar comigo ou não’”, finalizou.
Fonte: Estadão, 10/08/2017

The L World retorna após 8 anos

segunda-feira, 17 de julho de 2017 0 comentários


The L Word estreou na Showtime em 2004 e seguiu sendo exibida até 2009, após seis temporadas. Porém, o movimento de reunião de séries clássicas chegou ao elenco do programa. Em entrevista à Entertainment Weekly, parte do elenco da série LGBT e a co-criadora Ilene Chaiken revelaram o sonho de ver o retorno do programa, assim como está acontecendo com Arquivo X e Will & Grace, por exemplo.

Agora, parece que a série vai se juntar a muitas outras que armam um retorno para a telinha. Segundo a Deadline, The L Word deve retornar em um projeto que está sendo chamado de “sequência”, ao invés de reboot ou revival, pelos executivos da Showtime.

Tal sequência pode incluir novas personagens além do retorno de três das protagonistas originais: Jennifer Beals (Bette), Kate Moennig (Shane) e Leisha Hailey (Alice). Ilene Chaiken (que tem estado envolvida com as séries Empire (Império) e The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia) volta como produtora executiva da série.
Quando saímos do ar em 2009, acho que muitas pessoas pensaram: ‘Tudo bem, o bastão passou agora, e haverá muitos shows que retratam a vida lésbica’. Realmente não há nada. Parece que talvez devesse voltar”, argumentou Ilene.
Mia Kirshner, que fazia o papel de Jenny, na série, acredita que a série poderia voltar embalada com o novo público que ela está criando. 
Outra geração está começando a assistir ao show, e há um buraco em termos da paisagem do que está na televisão e do que somos capazes de fazer. Há tantas outras histórias para dizer que é loucura que esse show não exista”, opinou.
Katherine Moennig (Shane) fez coro à Mia. 
E não seria interessante ver onde todos acabamos?”.
Já Jennifer Beals comentou sobre a jornada de sua personagem. 
Bette tem um caminho, obviamente.
Enquanto Leisha Hailey (Alice) citou o momento político conturbado como outra justificativa para a volta de The L Word. 
Nosso país está tão polarizado agora e a paisagem política é uma bagunça. Precisamos de shows que sejam sobre comunidade e aceitação”.
Fonte: Com informações de Observatório do Cinema e The Guardian

Fernanda Gentil fala de seu namoro com Priscila Montandon no Domingão do Faustão

quarta-feira, 12 de julho de 2017 0 comentários

Fernanda Gentil e Priscila Montandon (Instagram/Reprodução)

Fernanda Gentil: ‘Tive coragem de me encantar por uma mulher’
'Desde cedo meus pais me ensinaram que a gente se apaixona por caráter, não por carcaça', disse a apresentadora

Fernanda Gentil foi ovacionada pela plateia do Domingão do Faustão do dia 09/07, na Globo. Convidada para participar do quadro Ding Dong, ela falou abertamente sobre sua vida amorosa com a jornalista Priscila Montadon, com quem namora desde o ano passado.
Eu nunca tive de tomar decisão de viver ou não o que eu achava correto. Desde cedo meus pais me ensinaram que a gente se apaixona por caráter, não por carcaça. Então eu não me preocupei muito com o que iam falar, com o que o país ia pensar, e graças a Deus não tenho tempo para ler todos os comentários. Se a gente acreditar em tudo de bom ou tudo de mau que falam é muito perigoso”, disse Fernanda, que recebeu inúmeros ataques na web assim que assumiu o romance.
A minha decisão foi ser feliz. Eu e o Matheus tivemos coragem de reconhecer cedo que o casamento não estava dando certo e tive coragem também, de me encantar por uma mulher, o que foi novidade para mim, e lutar por isso. Eu só devia satisfação aos meus pais e meu irmão, e a partir daí a gente estava junto para passar por essa onda”, completou.
Fernanda Gentil foi casada com Mateus Braga, com quem teve um filho, Gabriel, e assumiu o namoro com Priscila cinco meses após o término de seu casamento. Ao ter o namoro noticiado por um jornal carioca, ela decidiu usar as redes sociais para confirmar a novidade.
Costumo dizer que aquele 29 de setembro, quando a notícia explodiu, foi um dia que eu não vivi. Meu celular não parou, e muita gente ficou sabendo ali, inclusive algumas amigas”, comentou.
Sobre a onda de comentários negativos, ela diz não ter se abalado e optou por se concentrar nas mensagens positivas enviadas por seu fãs. 
Recebi o carinho imenso de muita gente. Para cada crítica, dez se encarregavam de calar aquilo ali. Eu fico preocupada com pessoa que está lá no interior escondida e vive esse dilema, achando que é um problema.”
Fonte:  Veja (Com Estadão Conteúdo), 11/07/2017

Rock Story, nova novela das sete, terá romance entre mulheres

segunda-feira, 24 de abril de 2017 0 comentários

Vanessa (Lorena Comparato) e Bianca (Mariana Vaz) formarão casal em Rock Story

Vanessa (Lorena Comparato) e Bianca (Mariana Vaz) vão se apaixonar em Rock Story. As duas se aproximarão porque a ex-secretária de Lázaro (João Vicente de Castro) começará a trabalhar na gravadora Som Discos. A assistente de Diana (Alinne Moraes) perceberá que sente algo a mais pela colega quando sua adoração pela chefe acabar. "Isso mudou, Bianca, e muito por sua causa", constatará.

Bianca será contratada como secretária de Gordo (Herson Capri) no capítulo da próxima quinta (27). A partir daí, nascerá uma amizade que evoluirá aos poucos para um romance.

Em uma das primeiras conversas das duas, Bianca revelará que nunca esteve tão encantada por uma garota.
Eu tive uns namorados, há muito tempo, mas entendi logo que não era a minha", contará.
Vanessa também confidenciará que só viveu uma paixão platônica por Diana.
Eu sei que vou parecer uma louca dizendo isso, mas essa minha maluquice com a Diana, a palavra é essa, maluquice, essa adoração doida tomou minha vida toda. Não consigo me interessar por ninguém há anos", dirá.
Bianca lamentará não ser correspondida, mas é aí que Vanessa revelará que também está gostando dela.
É como se eu tivesse acordando de um sonho muito demorado. Estou vendo a Diana com outros olhos, como a pessoa cheia de defeitos que ela é, estou vendo que ela não me faz bem. Agora eu tenho alguém pra comparar, né? Você me faz bem. Muito", falará.
O roteiro prevê troca de olhares, sorrisos, mas não indica nenhum gesto de carinho nem beijos entre as duas.

Fonte: Notícias da TV, por Daniel Castro, 21/04/2017

Irmã de Supergirl sai do armário e reforça presença lésbica nas séries de TV

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016 0 comentários

Chyler Leigh e Melissa Benoist em Supergirl; irmã da heroína assume homossexualidade

Supergirl tira personagem do armário e reforça presença de gays na TV

A série Supergirl engrossa a lista de produções da TV com personagens gays. Em episódio que a Warner Channel exibiu em 23/11, uma protagonista da série saiu do armário. Ela é mais nova integrante de um grupo de 44 homossexuais que estão no ar atualmente em produções da TV aberta norte-americana. Trata-se um recorde histórico: os gays são 4,9% de um total 895 personagens.

Quem assumiu a homossexualidade foi Alex Danvers (Chyler Leigh), irmã adotiva de Kara Zor-El/Kara Danvers (Melissa Benoist), a Supergirl. Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o produtor-executivo Andrew Kreisberg disse que a revelação "foi divertida, séria, romântica e dolorosa".

Alex se abriu para a detetive Maggie Sawyer (Floriana Lima), que é lésbica. Elas estavam em um bar, e Alex contou sobre seus casos e sua atração por mulheres desde que menininha (ver vídeo abaixo).

O aumento de personagens homossexuais nas séries americanas é acompanhado por uma preocupação. Relatório divulgado neste mês pela Glaad (sigla em inglês para Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação) mostra que 26 personagens lésbicas e bissexuais morreram desde o começo do ano na TV dos Estados Unidos. As perdas mais recentes foram em Pretty Little Liars, O Exorcista e Masters of Sex.

Quando um gay é cortado de uma série, protestos tomam conta das redes sociais, com internautas usando o termo Bury Your Gays (Enterrem Seus Gays, em tradução livre). As mortes mais sentidas em 2016 foram as de Denise (Merritt Walker), em The Walking Dead, e de Poussey Washington (Samira Wiley), personagem querida de Orange Is the New Black.

O que preocupa é que essas mortes, muitas vezes, não têm sentido, de acordo com a Glaad. O produtor-executivo de , no entanto, tranquiliza a militância homossexual: "Elas não vão morrer, nenhuma delas", afirmou.

Fonte: Notícias da TV, por João da Paz, 23/11/2016

Participantes da edição australiana do "The Bachelor" surpreendem o público ao se apaixonarem uma pela outra.

quarta-feira, 26 de outubro de 2016 0 comentários

Tiffany Scanlon e Megan Marx como participantes da edição australiana do "The Bachelor"

Participantes da edição australiana do "The Bachelor", Megan Marx e Tiffany Scanlon surpreenderam o público ao se apaixonarem uma pela outra. O reality, que teve uma versão brasileira exibida pela RedeTV!, consiste em uma disputa na qual as mulheres devem competir entre si pelo coração de um homem.

Elas, que chegaram a competir uma contra a outra pela afeição do cobiçado solteiro Richie Strahan, abriram mão do jogo de disputa e a amizade rapidamente se transformou em paixão.

Megan e Tiffany registraram a evolução do romance nos últimas meses em suas redes sociais, com direito a fotos e declarações de amor. 
Há muitas coisas que eu amo, mas esta é a melhor delas. Ela é capaz de limpar os rios contaminados do mundo, sem se sujar; porque ela é como o mar. Seu coração está cheio de minerais do oceano que acabam com todos os maus sabores, as dolorosas ideias e as formas de viver que simplesmente matam as simples alegrias do dia a dia", diz uma das legendas.
Em um dos últimos posts, feito na segunda-feira (24), Megan falou sobre o relacionamento.
Conheci a Tiffany em uma situação muito estranha. Estávamos meio que namorando o mesmo cara. E isso foi filmado na TV. Desde a primeira festa, sentimos uma energia instantânea entre nossas almas, foi como se já nos conhecêssemos. Nossa amizade se transformou em algo mais ousado, e nossa confiança foi se formando nesta situação tão inusitada", contou ela.
As duas viajaram juntas para as ilhas de Abrolhos, sul do litoral da Bahia, para comemorar o aniversário de 30 anos de Tiffany.
Tenho que admitir que me senti mais que orgulhosa em estar com ela (minha pessoa preferida), para celebrar uma ocasião tão especial, ainda mais na água — nosso amor mútuo", afirmou Megan. "Obrigada por sempre questionar (detetive Tiff), por ser tão curiosa sobre pessoas, ideologias e sobre o universo. Obrigada por amar de maneira tão saudável, que acho que jamais conseguiria imitar. Isso me inspira. Feliz aniversário, Tiffany. Te amo", desejou.
Fonte: UOL, 25/10/2016

Namoro entre atriz Bruna Linzmeyer e cineasta Kity Féo provoca ataques homofóbicos nas redes sociais

terça-feira, 24 de maio de 2016 0 comentários

Bruna Linzmeyer e a namorada Kity Féo

A atriz conheceu Cristiane de Stefano Féo no início de 2015, durante as filmagens de "O Filme da Minha Vida"

Depois de declarar em uma entrevista que estava namorando uma mulher, os fãs de Bruna Linzmeyer, 23 anos, começaram a especular quem seria a eleita da atriz. Segundo o jornal Extra, Bruna está namorando a cineasta Kity Féo, 47, há mais de um ano.

O namoro começou quando muitos fãs torciam para a volta de Bruna com o ator Michel Melamed, com quem a atriz foi casada por quatro anos.

Segundo o Extra, Kity, como é conhecida Cristiane de Stefano Féo, conheceu Bruna em 2015, quando as duas trabalharam juntas em “O filme da minha vida”, de Selton Mello. Na época, Bruna ainda morava com o ex-marido, e Kity era assistente de direção do longa.

As duas se aproximaram durante as gravações na Serra Gaúcha onde o filme foi rodado. No Instagram de Bruna, há diversas imagens de Kity ao lado de colegas de elenco de A Regra do Jogo, como Bárbara Paz e Marco Pigossi.

Ainda segundo o Extra, Kity é conhecida como uma profissional durona, disciplinada e de pavio curto. Bruna chegou a escrever um pequeno texto no dia do aniversário de Kity.
Ela é um furacão fêmea, socorro. Eu nado em sua direção”. No dia 17 de janeiro deste ano, outro post da atriz. “Era frio e bebíamos vinho tinho...”, escreveu na legenda de uma foto em que aparece ao lado de Kity.
A fotógrafa paulista Julia Rodrigues, que chegou a ser apontada como nova namorada da atriz Bruna Linzmeyer, negou o relacionamento amoroso e afirmou que as duas são apenas amigas. "É boato. Estamos dando risadas disso. Não é comigo que ela namora", disse Julia ao Extra, sem querer revelar quem é a eleita da atriz.

Fonte: Correio 24 horas, 24/05/2016
Ela é um furacão fêmea, socorro. Eu nado em sua direção

Bruna Linzmeyer sofre ataques homofóbicos por namoro com diretora
A global foi chamada de 'aberração' nos comentários de suas fotos por pessoas que também ofenderam sua namorada, a cineasta Kity Féo

A atriz Bruna Linzmeyer tem sido alvo de ataques homofóbicos em seu perfil no Instagram depois que o jornal Extra revelou que ela namora, há cerca de um ano, a cineasta Kity Féo. A global foi chamada de "aberração" nos comentários de suas fotos por pessoas que também ofenderam a diretora.

"Faz isso não, Bruna! Você é linda demais para ser lésbica", escreveu um internauta. "Bruna aberração! Para desespero dos lixos, homossexuais, mortadelas, feminazis, nordestinos preguiçosos... #Bolsomito2018 segura que o tombo será grande!", escreveu outra, exaltando o deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ).

Felizmente, a maior parte dos comentários nas fotos de Bruna defendeu a atriz. "Felicidades para vocês. Muito amor, que é o que todos precisamos!", disse uma seguidora. "Seja o mais feliz que puder! E ignore os comentários ignorantes e preconceituosos! Viva o amor!", escreveu outra.

A assessoria de imprensa da atriz não confirma o namoro. Em abril, no entanto, em entrevista ao jornalFolha de S.Paulo, Bruna afirmou que estava namorando uma mulher, sem revelar seu nome.

(Da redação)

Fonte: Veja, 19/05/2016


Estreia programa LGBT Estação Plural na TVE Bahia

quarta-feira, 2 de março de 2016 0 comentários



TVE Bahia faz pré-estreia do primeiro programa LGBT da TV brasileira

Entre gargalhadas, risos contidos e algumas lágrimas, as cantoras Ellen Oléria e Mel Gonçalves e o jornalista Fefito falam de tudo um pouco no Estação Plural, nova atração da TVE Bahia / TV Brasil, que estreia nesta sexta-feira (4), às 23h, com reprise às segundas, à meia-noite. Semanalmente, o trio vai receber no programa um convidado especial para debater de forma plural temas de interesse geral. Mas a pauta também vai contemplar assuntos do universo LGBT que despertam o interesse ou a curiosidade do público, a partir da ótica de Ellen, que é lésbica; Mel, que é transexual, e Fefito, que é gay.

O Estação Plural reflete os valores que norteiam a ação da TVE Bahia / TV Brasil, como o respeito aos direitos humanos e à liberdade de expressão, além do exercício da cidadania. “Aqui na TV pública, podemos experimentar, temos esse papel de vanguardista e eu acho muito importante estarmos sempre apresentando essa diversidade para o nosso público. Nós já temos [na TV Brasil] a diversidade regional, religiosa, cultural e agora a gente vem aí com esse programa LGBT”, disse a diretora de Produção da emissora, Myriam Porto.

Antes mesmo de entrar no ar, o programa angariou com a primeira peça promocional, em 24 horas, mais de cem mil visualizações no Facebook, demonstrando o potencial de interesse da atração. O primeiro talk show na TV aberta a ser apresentado por representantes do universo LGBT também contará com a segunda tela, permitindo ao espectador interagir com o conteúdo que está acompanhando.

Equipe

Ana Ribeiro e Cássia Dian, roteirista e diretora, respectivamente, completam o time responsável por esta produção. Ana foi editora executiva do iGay, portal do iG, dedicado a temas do universo LGBT. Cássia tem passagens pela MTV, Band e Rede TV! e dirigiu produções para o GNT.

Vendo o trio de apresentadores em ação tem-se a impressão de que Ellen, Mel e Fefito são amigos de longa data. Mas não. Eles se conheceram no dia do teste de elenco, realizado em novembro de 2015, nos estúdios da TV Brasil, no bairro da Vila Leopoldina, em São Paulo. E a sintonia com os convidados também chama a atenção, que o digam o médico Drauzio Varella, a ex-chacrete Rita Cadilac, a jornalista Barbara Gancia e a atriz Bruna Lombardi, que já passaram pelo estúdio do programa.
A parceria está sendo incrível, a gente está se dando muito bem. Tem um dia que alguém está mais calminho, e aquele dia que tem alguém que está mais espoleta, e às vezes a gente inverte esses papéis. Mas o mais importante é que a gente se complementa.", contou Fefito.
Mel conta que o convívio com a dupla tem ido além das gravações.
Estou muito próxima deles. E essa parceria tem me acrescentado muita coisa e está me fazendo crescer. O programa tem muita simpatia, informação, bom humor, muitos recortes e três vivências que expressam opiniões em diversos assuntos nos quais um convidado acrescenta tanto para os assuntos tratados, quanto para nós que apresentamos. É um programa de troca", acrescentou a vocalista da banda Uó.
Pela primeira vez na TV brasileira temos um programa apresentado por um grupo tão diverso. Estou falando de contra-hegemonia. A intenção da TV Brasil foi reunir duas apresentadoras e um apresentador com um perfil LGBT para diluir as margens do preconceito e aproximar as pessoas da diversidade, humanizando nossos olhares, mostrando que atuamos em nosso país assim como os telespectadores", explicou Ellen.
Fefito, que veio do interior de Pernambuco, onde sofreu bullying por ser gay, diz se preocupar com o impacto que o Estação Plural pode ter na vida de adolescentes que não vivem em ambientes com liberdade para se assumirem.
A gente não está neste programa para ser exemplo pra ninguém. Mas acho que eles [gays, lésbicas, trans] se verem representados na tela já dá uma força, um estímulo de como encarar a vida, de ver que eles podem ser felizes no fim das contas, que deu tudo certo pra gente, pelo menos, que a gente está ali orgulhoso do que a gente é. A gente não tem a pretensão de representar todas as diversidades, mas a gente representa muitas delas, e a gente sabe que os assuntos que a gente discute são assuntos comuns, há pessoas ‘héteros’, gays, trans, ‘bis’ e todos os gêneros na real, a gente é gente no fim das contas, né?".
Estreia

O médico e escritor Drauzio Varella é o convidado do programa de estreia. Oncologista e imunologista, Drauzio é autor de 13 livros e foi um dos pioneiros no tratamento da AIDS, especialmente do sarcoma de Kaposi, no Brasil. Ele também já emprestou o seu conhecimento e credibilidade a diversas séries de televisão voltadas para a saúde. 

Ao conversar sobre sexualidade com Fefito, Mel e Ellen, pergunta: “Porque o prazer do outro incomoda tanto você?”. Assim, o médico apimenta a discussão sobre um tema que ainda é polêmico para muitos, que é a sexualidade. Drauzio afirma no programa que a homofobia é fruto da ignorância e sexualidade não é uma opção, ela se impõe. Além de sexualidade, o programa fala sobre o orgulho de ser brasileiro e sobre as mentiras que se conta no primeiro encontro.

Fonte: Ascom/Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (Irdeb), 01/03/2016

Retrospectiva 2015: Na terceira temporada de “Orange is the New Black”, Piper e Alex vão disputar Stella, personagem vivida pela VJ Ruby Rose

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015 0 comentários

Stella (à direita) será disputa por Piper e Alex na terceira temporada de OITNB

A história de “Orange is the New Black” já é bem conhecida: Piper Chapman(Taylor Schilling), jovem de classe média alta namorada do candidato a escritor Larry (Biggs), pega um ano e meio de prisão por envolvimento em tráfico de drogas da época em que namorava a traficante Alex Vause (Laura Prepon). Alex de fato a dedurou, como se fica sabendo no decorrer da história.

Ao entrar para a cadeia, Piper vai enfrentar as inúmeras barras de uma vida atrás das grades não só pelo relacionamento nem sempre amistoso com outras detentas como também pelos posicionamentos muitas vezes arbitrários dos agentes penintenciários. Entre um causo e outro, entre o drama e o humor e os flashbacks da vida pregressa de todas as detentas, Piper reata com Alex, revivendo seu tumultuado romance de tempos atrás.

Na terceira temporada de OITNB, estreia prevista para 12 de junho, entrará em cena a modelo e VJ australiana Ruby Rose no papel de Stella (Carlin) a ser disputada por Piper Chapman (Taylor Schilling) e Alex Vause (Laura Prepon). Ruby Rose foi VJ da MTV australiana e faz o estilo “genderqueer”, assumindo características dos gêneros masculino e feminino e questionando os estereótipos sexuais. Uma espécie de revival da androginia.

Abaixo, vídeo com Ruby Rose, e a própria contracenando com Taylor Schilling (Piper).  Enjoy it!



Publicado originalmente em 17/04/2015

Retrospectiva 2015: Sedução, beijo e sexo entre Paolla Oliveira e Maria Fernanda Cândido em minissérie "Felizes para Sempre?"

quinta-feira, 24 de dezembro de 2015 0 comentários


CENA DE SEXO ENTRE PAOLLA OLIVEIRA E MARIA FERNANDA CÂNDIDO É ELOGIADA: 'LINDA' (Veja vídeos abaixo)

Paolla Oliveira foi novamente o destaque do capítulo desta sexta-feira (30) da minissérie "Felizes para Sempre?", da TV Globo. E, ao seu lado, Maria Fernanda Cândido, que já havia aparecido de lingerie no capítulo de estreia. As duas protagonizaram uma sequência de sexo, com beijo e muita sedução, que foi elogiada no Twitter.

"Paolla e Maria Fernanda realmente abalaram meu emocional", escreveu uma telespectadora. "Que cena linda a da primeira vez de Denise e Marília. Paolla e Maria Fernanda maravilhosas demais", comentou outra. "Elas transando foram os melhores 53 segundos da minha vida", completou um rapaz.

Fãs querem Paolla como rainha de bateria


A repercussão das cenas da atriz é tão grande que fãs dela abriram uma página no Facebook pedindo sua volta ao Carnaval como rainha de bateria. Ela desfilou na Grande Rio neste posto em 2009 e 2010 e, atualmente, boa forma é o que não lhe falta para cruzar a avenida do samba.

Em entrevista ao jornal "O Globo", Paolla contou que faz ginástica, ioga e dança para manter o corpão em dia. Além disso, ela segue uma dieta rigorosa com zero açúcar. "Tenho me privado para estar bem. Ninguém fica magro só de estar feliz, tem que comer direito. Ao longo do tempo, aprendi a tirar o que todo mundo sabe que tem que tirar e sei que aquilo que é muito bom engorda. É um equilíbrio entre todas as coisas", pontuou ela.

Pai de atriz não fica incomodado com cenas

Em entrevista à coluna "Retratos da Vida", do jornal "Extra", o pai de Paolla, José Everardo garantiu não estar incomodado com as sequências protagonizadas pela herdeira. "Estou acompanhando, sim. Ela é muito profissional e tem feito o trabalho com seriedade", opinou ele.

Quem também aprovou as cenas de Paolla em "Felizes para Sempre?" foi o marido dela, Joaquim Lopes. "Tanto ele quanto eu gostamos muito", contou Paolla, em entrevista ao jornal "O Dia". "Ele achou ótimo! Estou fazendo o que estava muito a fim de fazer: uma personagem diferente, com muita energia", disse ela, em conversa com o site oficial da minissérie.




Publicado originalmente em 04/02/2015

Úrsula e Duda são o casal de mulheres bem resolvido da novela "A Regra do Jogo"

quarta-feira, 23 de setembro de 2015 0 comentários

Júlia Rabello e Giselle Batista entram em 'A Regra do Jogo' como o casal Úrsula e Duda
(Foto: Artur Meninea/ Gshow)

Júlia Rabello e Giselle Batista se identificam com casal gay de 'A Regra do Jogo': 'Parte do dia a dia'
Atrizes revelam quem são Úrsula e Duda, duas mulheres muito bem resolvidas, e loira afirma: 'A sexualidade do personagem é apenas um detalhe'

Os últimos capítulos de A Regra do Jogo trouxeram a entrada de Júlia Rabello e Giselle Batista na semana passada. Elas têm uma relação homossexual na trama e comemoram o fato de o casal ser bem resolvido. Pela primeira vez caracterizadas, elas mostram o visual de Úrsula e Duda.
Isso mostra como a gente tem tratado muito mais desse assunto hoje, que é algo real e faz parte do dia a dia. Antigamente, isso não acontecia. Eu acredito que a sexualidade do personagem é apenas um detalhe, assim como a cor do cabelo, por exemplo", afirma Júlia, que estreia em novelas como a tatuadora Úrsula. Na vida real, atriz é casada com o também ator Marcos Veras.
Na trama de João Emanuel Carneiro, ela se envolve com Duda, papel de Giselle, que explica a relação das duas:
É a primeira relação homossexual da minha personagem, mas pelo que o texto indica, a Úrsula é muito bem resolvida com relação à sua sexualidade. A Duda não tem preconceito, se permitiu, se apaixonou por uma mulher e resolveu ficar junto".
Apesar de ser seu primeiro papel gay, a atriz encara o desafio com naturalidade e garante que a vida é o melhor laboratório: 
O universo dela não é distante do meu, é aqui. Não preciso procurar. É o mesmo tipo de ambiente, de pessoas, de amigos", garante Giselle.
Na trama, elas vivem um casal de mulheres muito bem resolvido. A loira, tatuadora, é filha de
Feliciano, e vai morar na casa do pai com a namorada morena (Foto: Artur Meninea/ Gshow)

Na novela, o casal se muda para o Rio, diretamente para a casa do pai da loira, seu Feliciano, interpretado por Marcos Caruso. As duas deixam São Paulo, onde se conheceram e, segundo Giselle, se apaixonaram.
A Duda foi no estúdio de tatuagem que a Úrsula trabalhava para cobrir um desenho antigo e elas acabaram se conhecendo. Até então, a Duda só tinha namorado homens".
Durante sua preparação para viver a tatuadora, Júlia conheceu profissionais e visitou estúdios. Apesar do universo ser diferente do seu, com palco e câmeras, a atriz destaca as semelhanças: 
O que é interessante é a paixão que os tatuadores têm pelo desenho. É muito semelhante à que nós, atores, temos pelo nosso trabalho. Eu conversei com muitos e todos me disseram que quando saem do estúdio, continuam desenhando. E eu me identifiquei com isso".
Apesar de nunca terem trabalhado juntas, as atrizes já tinham se cruzado em outros momentos, e Giselle comemora a parceria com a nova companheira de cena: 
Conheço a Júlia da vida, de amigos em comum, conheço o trabalho dela. Já batemos uma bola, a gente se fala direto, recebemos os textos e estudamos juntas. Tenho certeza que vai ser uma troca muito bacana".

Fonte: GShow, 16/09/2015

Em entrevista a Ellen DeGeneres, Caitlyn Jenner revela ainda não ser totalmente favorável ao casamento LGBT

quinta-feira, 10 de setembro de 2015 0 comentários


Ellen DeGeneres sobre Caitlyn Jenner: “Ela ainda tem preconceito em relação ao casamento gay.”

Ellen DeGeneres deu uma entrevista para o programa de Howard Stern na terça (8/9) e falou sobre a conversa que teve com Caitlyn Jenner, em seu talk show, na semana passada. Na ocasião, Caitlyn deixou a apresentadora intrigada ao declarar que é uma pessoa tradicional e já fora contra o casamento gay no passado.

Mesmo com Caitlyn tendo dito que tinha mudado de ideia ao longo do anos, Ellen não ficou muito convencida disso.

Ela ainda tem preconceito em relação ao casamento gay. Eu disse pra ela, ‘você está querendo que as pessoas te compreendam e te aceitem, mas você ainda não é realmente favorável ao casamento entre pessoas de mesmo sexo“, afirmou a apresentadora, que é casada, desde 2008, com a atriz Portia De Rossi.
Ellen explicou que, apesar de não entender o posicionamento de Caitlyn, sendo ela uma mulher trans, ainda deseja que a ex-atleta seja feliz. Veja a fala de DeGeneres.

Para melhor entendimento da situação, na última sexta (4/09) Caitlyn deu sua primeira entrevista num talk show e, além de contar um pouco sobre sua vida como trans mulher, falou sobre a questão do casamento gay. Disse Ellen:
Você é republicana… Não é uma coisa ruim,  só que, sem querer generalizar, mas a maioria dos republicanos votaria contra todas as questões que você, como mulher trans, agora apoia“.
Caitlyn respondeu focando na união homoafetiva. 
Eu tenho que admitir, 15 ou 20 anos atrás, quando essas questões do casamento gay começaram a aparecer, eu não era favorável a elas. Eu pensava como uma tradicionalista - eu sou mais velha que quase todo mundo na plateia - e de certa froma gosto da tradição. Assim via o casamento como instituição para um homem e uma mulher. Mas com o tempo, eu mudei de ideia. Não quero impedir a felicidade de ninguém. Se a palavra casamento é muito, muito importante para você, tudo bem pra mim“.
Confira no vídeo abaixo.



Fonte: Com informações de Hugo Gloss, por Raphael Amador, 08/09/2015 

Premiado com bolsa-ditadura, Ziraldo acha que tem moral para criticar o beijo de Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg em "Babilônia"

quarta-feira, 6 de maio de 2015 0 comentários

Ziraldo diz que Fernanda Montenegro faz apologia do afeto
 homossexual: surto conservador ou de oportunismo novamente?

Em 2008, Ziraldo foi indenizado com mais de um milhão de reais, por sua detenção no período militar, e passou a receber R$4000,00 de pensão mensal. Na ocasião, declarou que estava se lixando para quem dissesse que sua indenização se tratava de bolsa-ditadura porque ele teve a coragem de manter suas charges contra o governo enquanto outros iam lamber os coturnos dos militares.

Apesar da indenização discutível, Ziraldo hoje se acha com moral para criticar Fernanda Montenegro e Nathalia Timberg pelo beijo que suas personagens trocaram na novela "Babilônia". Revelando-se ridiculamente conservador, ou mais uma vez oportunista em busca de holofotes, chegou a dizer que Fernanda Montenegro faz suposta apologia do afeto homossexual, confundindo inclusive a atriz com a personagem. É ler para crer.

Aos 82 anos, Ziraldo fala de amores e polêmicas

POÇOS DE CALDAS – “Aceitar a homossexualidade em Ipanema é uma coisa. Aceitar a homossexualidade em Caratinga é outra”. A comparação feita por Ziraldo põe em evidência a diferença de realidades sobre um assunto que não sai da mídia. Estes e outros pontos de vista do cartunista e escritor mineiro poderão ser conferidos na edição de segunda-feira do Hoje em Dia.

Na prosa exclusiva ao jornal, Ziraldo fala sobre seu universo – os livros – mas também sobre mundo virtual, família, velhice e sobre mulheres que amou – e por quem foi amado. Casais homossexuais convivendo numa boa e circulando pelas ruas sem olhares inquisidores. Onde? Só mesmo na ficção.
O problema da homossexualidade é que ela está hiperdimensionada. A TV Globo acha que está fazendo um grande serviço ao ‘modus vivendi’, ao dar chance aos homossexuais de assumirem a sexualidade deles”.
O cartunista, de 82 anos, recorreu a um recente e polêmico episódio sobre a questão no país – a cena do beijo gay entre as atrizes Nathalia Timberg e Fernanda Montenegro, na novela “Babilônia”.
A Fernanda Montenegro não tem direito de fazer apologia do afeto homossexual. Grandes fãs dela estão estarrecidos com isso. E mesmo que ela estivesse pensando em ajudar as mães dos homossexuais... Mas qual é a porcentagem de mães de homossexuais?”, avalia.
Amigo de Guimarães Rosa (1908-1967), Ziraldo exemplifica o extremo à esta situação ao cutucar um aspecto na obra-prima do escritor de Cordisburgo.
No livro ‘Grande Sertão: Veredas’, Guimarães Rosa não teve coragem de fazer Riobaldo assumir a homossexualidade dele. Inventou que Diadorim era uma mulher vestida de homem. Isso é uma coisa mineira”.
Ziraldo é criador da “Turma do Pererê” e de personagens como o Menino Maluquinho. Em plena ditadura (1964-1985), ele foi um dos fundadores do combativo jornal “O Pasquim”. “Quando eu fiz a revista Palavra, eu pedi alguém para escrever sobre isso (Riobaldo e Diadorim), mas livraram um pouco a cara do Rosa”. O cartunista foi escolhido como patrono do Festival Literário de Poços de Caldas (Flipoços), que terminou hoje (dia 3). No próximo ano, o evento adota o tema “De Camões a Machado de Assis: Uma Viagem pela Literatura Clássica”.

* A repórter Viajou a convite do Flipoços.

Fonte: Hoje Em Dia, 04/05/2015

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