Interessante essa pesquisa. Moro em uma cidade com grande visibilidade do público GLBT graças às palestras, ao Raimbow FEst, à Parada GLBT e ao desfile de gala do Miss Brasil Gay, que atrai gente do Brasil e até do Exterior. Contudo, reforço a realidade apresentada pelo artigo acima, pois aqui também se verifica certa distância na relação médico-lésbica, uma prática que se sustenta na própria cultura que conflita com o sonho de as lésbicas serem melhor reconhecidas pela sociedade. mas deixo claro que as barreiras existentes não devem ser impedimento para que a classe glbt continue na sua luta pela igualdade de direitos, entre estes o das lésbicas de serem atendidas com isenção e ética, de serem bem orientadas sobre a relação entre a menopausa e a avida afetiva/sexual. Como a homossexualidade deixou de ser tida como doença em 1973 pela OMS, cabe dizer que está mais do que na hora de a classe médica repensar sobre o atendimento a esta importante minoria de mulheres que tem papel altamente participativo na sociedade, e que merece ter uma vida digna em trabalho, saúde e afetividade. Esse artigo é apenas pequeno grande passo para camnho a ser percorrido em direção a esta conquista.