Falar de ciúmes é complicado, creio que seja uma coisa inata no ser humano, pois temos ciúmes da mãe, do pai, do irmão(a), amigos, e imagine quem divide sua história, criando outra história junto? dividindo o mesmo espaço, a mesma cama? É complicado, mas não impossível de sentí-lo e não sentí-lo... E saber dosá-lo é necessário e conveniente para o relacionamento.
Linda amiga...como sempre mandando muito bemmmmmmmmmmmmm..amei lindona ...bjsssssssss da karlinha
o artigo é excelente pois, a partir de um fato relativam comum (cena de ciúme), aprofunda a questão buscando suas possíveis e prováveis origens, mas principalmente ampliando a visibilidade da relação lésbica; além da pertinência do décimo primeiro parágrafo, quando aborda as energias yin yang. peço licença para dizer que pode acontecer de o casal lésbico se revezar nesses universos de forças. parabéns
O ciúme sempre foi muito demarcado na literatura, alvo de opiniões e sentimentos contraditórios porque ele é um sentimento contraditório. Mas isso depende. Tem lésbicas que, por sua postura, demonstram toda a força de seu ciúme, vigiando cada passo, telefonema, amigo da parceira. Qualquer diálogo é terreno fértil para um barraco monumental. E esse, infelizmente, tenho visto como sendo um "gênero" comum entre nós lésbicas. Mas em lésbicas bem mais controladas, algumas tão controladas que são passadas como frias ou insensíveis, o que não é verdade - sou desse grupo. Como mostra o artigo acima, o ciúme tem estreita relaçaõ com a auto-estima, numa relaçaõ inversa: quanto maior o ciúme, menor a auto-estima. sua explosão é demonstração de desconfinaça com o parceiro e consigo mesmo. As lésbicas mais controladas, ao contrário, são na verdade apaixonadas e amorosas, e o ciúme controlado significa justamente a autoconfiança, o sinal de amor-próprio. Mas a ausência de ciúme, para mim, também nãp compensa. É aí que imagino a frialdade de sentimento. O ciúme bem dosado significa um tempero para a manutenção da relaçaõ amorosa e demonstra a chama da paixão.